Cartões de crédito crescem 550% em uma década e atraem novatos

Poucos setores cresceram tanto no Brasil na última década quanto o segmento de cartões de crédito. Impulsionados por uma expansão inédita nos empréstimos à classe média e integração de milhões de brasileiros à sociedade de consumo, as empresas desse setor viram seu faturamento crescer mais de 550% nos últimos dez anos. Com raras exceções, o crescimento anual nunca ficou abaixo de 20%, cinco vezes mais que a expansão média do PIB nos oito anos do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E mesmo com todo esse vigor, a expectativa é de que o dinheiro de plástico mantenha o ritmo nos próximos anos.

Diante de um cenário tão positivo em tempos de incerteza no cada vez mais instável mundo financeiro, o setor observa não só investimentos agressivos das duas líderes do mercado, Visa e Mastercard, mas também apostas ousadas de pequenos investidores que também querem surfar na onda dos cartões de crédito.

O mais novo deles é o ex-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Waldemar Petty, um ex-funcionário do Citibank e do Real. Com apenas R$ 5,8 milhões, Petty está criando uma bandeira para chamar de sua e concorrer com as duas gigantes do setor, que juntas, dominam 90% desse mercado.

Sua estratégia nessa briga é oferecer o que nenhum outro cartão oferece hoje: prazo. Petty quer dar o consumidor a opção de comprar uma simples geladeira com um número de prestações semelhante ao de quem compra uma casa. De acordo com o comunicado que sua empresa divulgou, será possível parcelar as compras em até 200 vezes. Nos últimos dez anos o faturamento das empresas de cartão de crédito cresceu 550% (em R$ bilhões)

O foco de Petty está na leva de mais de 30 milhões de brasileiros que ascenderam das classes D e E para a Classe C. De acordo com ele, até julho desse ano espera vender 600 mil cartões e outros 2 milhões até o segundo ano de operação.

Para oferecer essas vantagens, o ex-presidente da Abecs montou um plano agressivo. “Vamos reduzir o preço que o lojista paga para manter a maquininha. Atualmente, eles pagam até R$ 188 de aluguel. Queremos cobrar R$ 30, pois nosso objetivo não é ter receita com a máquina”, explica. Além disso, Petty quer eliminar a taxa de intercâmbio, aquela cobrada pela operadora, que é de 4,5%, em média.

Outro foco da Shopcards será a fidelização de clientes por meio de um banco de dados cujo objetivo será fazer a ponte entre lojistas e compradores. “Temos sempre que deixar esse banco atualizado. Podemos oferecer descontos para os clientes que atualizarem os dados”, conta Petty.

Fora o alongamento das parcelas, a operadora também vai disponibilizar diferentes maneiras de pagamento. “As parcelas podem variar conforme a necessidade do cliente. Se ele não puder efetuar o pagamento mínimo de 15%, podemos reduzir para 5%. Ele pode pagar duas prestações por mês, se quiser”, ressalta. “Não se faz varejo sem mercadologia. Vamos unir tecnologia, crédito e maior conhecimento do cliente”, afirma. Para conquistar seu público-alvo, a empresa vai colocar pontos de venda dentro de shoppings ou próximo a lojistas. “Montamos um estande no shopping Center D&D, de São Paulo. Também temos pontos em shoppings em Recife e no Mato Grosso”, diz.

A tarefa de Waldemar Petty se torna ainda mais complicada diante da mobilização da Mastercard e da Visa em busca de novas tecnologias para facilitar o dia a dia do consumidor. A Mastercard, por exemplo, investe forte na plataforma inControl. A ferramenta permite determinar onde, quando e como os cartões são utilizados. Para descobrir isso, se baseia no valor da compra, tipo de estabelecimento, local da compra e horário.

A plataforma também alerta toda vez que é realizada uma operação com o cartão, conforme os parâmetros estabelecidos pelo cliente. A tecnologia ainda está em implantação no Brasil, mas sem previsão de lançamento. A Visa, por sua vez, aposta na tecnologia contactless, explica Marcelo Sarralha.

Com cidadania, Litoral Plaza Shopping celebra o Dia Mundial da Água

O Dia Mundial da Água é comemorado dia 22 de março. Para celebrar a data, o Litoral Plaza Shopping, em Praia Grande, no litoral paulista, preparou, em parceria com a Sabesp, uma semana de atividades especiais para celebrar a data. Entre os dias 21 e 25, das 10h00 às 22h00, adultos e crianças terão, de forma descontraída, lições de cidadania, aprendendo conceitos de como fazer um uso racional da água e os benefícios disso para a sociedade.

Para os maiores, haverá a demonstração do ciclo da água em uma maquete e de equipamentos que possibilitam a redução do consumo com o uso correto das instalações hidráulicas, além de uma exposição sobre o maior programa de saneamento do litoral brasileiro, o Onda Limpa. E para os pequenos, o Jogo da Trilha e dois personagens do Clubinho Sabesp vão estimular a educação ambiental de uma maneira divertida e pedagógica. “Mesmo sendo um espaço de entretenimento, o Litoral Plaza Shopping tem uma tradição de oferecer aos seus clientes ações que unam diversão e cidadania. Nosso objetivo vai além de oferecer uma boa opção de lazer para moradores da região e turistas. Essa parceria com a Sabesp mostra que nós sempre abordamos temas que estão sendo discutidos pela sociedade como o uso racional da água”, ressalta a gerente de Marketing do Shopping, Renata Fiúza Aranha.

A maquete que a Sabesp apresentará é auto-explicativa e aborda todos os processos do ciclo do saneamento da água, desde a captação, tratamento, distribuição, coleta e tratamento dos esgotos até a água de reuso. É uma maneira bastante didática para crianças e adultos refletirem sobre a utilização adequada da água.

A exposição do Programa Onda Limpa vai mostrar como funciona o maior projeto de recuperação ambiental do litoral brasileiro. No total o investimento é de R$ 1,9 bilhão, sendo R$ 1,4 bilhão na Baixada Santista e R$ 500 milhões no Litoral Norte para garantir o afastamento e tratamento de esgotos. Na Baixada Santista, o programa ampliará de 53% para 95% o índice de coleta de esgoto e tratará 100% do coletado. Serão beneficiadas 3 milhões de pessoas, entre população fixa e flutuante.

Brasil teve o menor crescimento entre países da América do Sul

O Brasil foi o país que menos cresceu na América do Sul em 2011, informou reportagem de Érica Fraga e Mariana Carneiro, publicada na Folha de ontem (18/03). As taxas de expansão da economia brasileira perdem para as de outras nações emergentes, como China e Índia, de forma recorrente. Mas, desde 2006, o desempenho do país não ficava aquém do resultado de todos os vizinhos sul-americanos, segundo estimativas recentes.

O fraco desempenho do Brasil, que cresceu apenas 2,7% no ano passado, deve fazer ainda com que o país fique abaixo da média de expansão da América Latina como um todo (próxima a 4%). Isso também não ocorria há cinco anos.

A desaceleração brasileira em 2011 é, em parte, explicada pela forte expansão de 7,5% do PIB (Produto Interno Bruto) em 2010, que levou à alta da inflação. Isso forçou o governo a tomar medidas para esfriar a economia.

Agência Rae,MP assina comunicação institucional para o Interlar Interlagos

Com o tema “Uma sensação única: olhar a casa pronta”, o Shopping Interlar Interlagos, de São Paulo, divulga, através de anúncio, o mix de lojas (mais de 60) e a variedade de serviços oferecidos, que otimizam o tempo de quem procura móveis e objetos de decoração com a praticidade de encontrar tudo em um só lugar.

A Rae,MP é a agência responsável pela criação da campanha, que segue o conceito de comunicação anual do Shopping Interlagos, “Emoção no olhar”. A campanha foi desenvolvida com a criatividade voltada para a emoção de ter a casa pronta e decorada para receber com conforto e bom gosto a família e os amigos.

A estratégia de mídia criada pela agência contempla a veiculação de anúncio no Caderno “Casa”, do jornal O Estado de São Paulo, com inserção aos domingos durante todo o ano.

Fernanda Marques desenvolve projeto das lojas John John

Com projeto conceitual desenvolvido pelo escritório Fernanda Marques Arquitetos Associados, a marca de jeanswear John John acaba de implantar quatro unidades no Brasil, todas duas no interior do Estado de São Paulo: Ribeirão Preto, Campinas, uma na capital, no shopping Pátio Higienópolis e uma em Campo Grande (MS). “Trabalhar em um projeto como este foi algo extremamente gratificante. Diria que imprimir aos interiores, o mesmo padrão de conforto, sofisticação e modernidade que caracterizam a marca foi apenas o primeiro passo. Tão importante quanto, foi fazer do momento da compra algo de fato especial”, comenta Fernanda Marques.

Dos mesmos donos da Le Lis Blanc, Noir e Bobô, a grife planeja a abertura de mais 24 lojas ainda este ano, sendo que, até o final de março, será inaugurada a flagship da Oscar Freire. Mostrando a que veio, a marca acaba de trazer o astro Zac Efron a Brasil como garoto propaganda, dando o que falar entre o público jovem.

Ambiente de trabalho é saudável para apenas três em cada dez trabalhadores

As empresas no mundo todo precisam melhorar a satisfação de seus funcionários porque apenas três em cada dez dizem que seu ambiente de trabalho é saudável psicologicamente, segundo uma nova enquete.

Seja por causa do estresse, de conflitos interpessoais, frustração, falta de feedback ou promoções, 27% dos trabalhadores em 24 países dizem não estar felizes com os aspectos psicológicos do seu ambiente de trabalho, mostra uma pesquisa da empresa Ipsos. “Empregadores devem prestar atenção à saúde mental de seus empregados, não apenas à saúde física”, diz Alexandra Evershed, vice presidente sênior da Ipsos Public Affairs.

“Três em cada dez é ainda uma grande proporção e isso sobe para 44% na Argentina e 43% no México”, acrescenta. Aproximadamente metade, 47%, do total de 14.618 trabalhadores ouvidos concordam que seu ambiente de trabalho era psicologicamente saudável e 26% ficaram em dúvida.

Ainda que vários americanos tenham menos férias do que os europeus e trabalhem mais horas, americanos e canadenses tiveram as avaliações mais positivas sobre saúde mental de seu trabalho, seguidos pelos trabalhadores da Índia, Austrália, Grã-Bretanha e África do Sul.

Os autores sugerem que a melhora nas economias em alguns países pode ter um papel na avaliação positiva. “Está melhor do que antes. Índia, China, Brasil, África do Sul são países em que o cenário econômico está melhor”, diz Evershed. Trabalhadores mais velhos, acima dos 50 anos, com boa renda familiar e alto nível educacional foram os mais satisfeitos.

A pesquisa envolveu trabalhadores nos seguintes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Grã-Bretanha, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Polônia, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia e Estados Unidos.

É preciso melhorar a navegação nos sites de internet, aponta estudo

Pesquisa do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, buscou aumentar a acessibilidade em menus de navegação horizontais na web para pessoas de meia idade (entre 40 e 59 anos). O estudo desenvolvido por Eduardo Pezutti em sua Tese de Doutorado mostra que as melhores respostas dos usuários aconteciam quando a cor do menu contrastava com a do restante da página e a ativação e desativação dos comandos não era muito rápida.

Hoje, existem vários programas de inclusão digital direcionados para a terceira idade. Porém, a análise da acessibilidade das pessoas com meia idade em relação ao computador e, principalmente, no que diz respeito à internet, se faz importante para entender as diferenças e as necessidades que garantem a qualidade de vida em um mundo repleto de tecnologias.

Segundo a professora do ICMC, Renata Pontin, que orientou a pesquisa, “as tecnologias avançam muito rapidamente, e muitas pessoas esbarram em dificuldades. Daí, surgiu a necessidade de entender quais são essas dificuldades”. Uma das formas para entender essas barreiras é cuidar da acessibilidade, que embora seja a premissa da popularidade das páginas da internet, ela não tem sido devidamente garantida em novas tecnologias. “De fato, existem tecnologias recentes que acabam sendo um obstáculo para algumas pessoas, principalmente para quem tem alguma dificuldade motora, visual, de audição, ou mesmo mental, sendo algumas inerentes ao avanço da idade”, ressalta Renata.

Pessoas que apresentam uma ou mais destas dificuldades podem acabar perdidas em um site, ficando impossibilitadas de realizarem uma simples tarefa de compra, envio de mensagens eletrônicas ou até mesmo solicitações de documentos que podem ser feitas exclusivamente por meio da web.

Para a realização dos trabalhos, foram elaborados alguns menus comuns da web, cada um com características diferentes dos outros. Foram levados em conta fatores como a velocidade em que o menu é acionado, a necessidade do click do mouse para esta ação, além do contraste de cores e do espaçamento das opções.

Ao todo, foram elaborados oito tipos de menus, e cada um apresenta diversas tarefas para medir os níveis de compreensão e de acessibilidade em cada caso. Para medir estes níveis, foram analisados três grupos: pessoas de 18 até 40 anos de idade; de 40 até 59 anos (correspondente ao grupo de meia idade); pessoas com mais de 59 anos. “Nós percebemos que se o menu possuísse ativação muito rápida e quase não apresentasse contraste de cor com o resto da página, as pessoas demoravam muito para concluir a tarefa, algumas até não conseguiam perceber mudanças no site e desistiam do teste”, diz Pezutti. O pesquisador afirma ainda que quanto menor a idade do internauta, mais rápida é a ação, porém existe uma semelhança proporcional em todos os resultados.

Todos os grupos foram melhores quando repetiam pela segunda vez as tarefas, ou seja, entendiam mais rapidamente o funcionamento do menu. “Apenas no quarto menu, que foi evidenciado como sendo o mais difícil, devido a rapidez de sua ativação e desativação, além do contraste de cor quase inexistente, a repetição não surtiu grandes efeitos”, explica Pezutti.

O projeto demorou cerca de um ano para chegar nos resultados finais, mas a pesquisa deve continuar, após a analise das variações dos menus. O objetivo agora será entender como se dá o processo de desenvolvimento destas ferramentas, para que se tornem cada vez mais acessíveis às pessoas de todas as faixas etárias.

Alguns procedimentos como atualização de cadastro em órgãos públicos, ou mesmo participações em programas oferecidos pelo governo, só podem ser realizados e confirmados através da internet. Uma simples ficha de cadastro em um estabelecimento comercial pode ser feita pela internet.

Passeio em super carros no Shopping Mueller Joinville

Os apaixonados por carros esportivos terão a oportunidade de dar uma voltinha em uma Ferrari ou Porsche nos dias 24 e 25 de março. Um quiosque do Super Carros está comercializando ingressos para os percursos no Shopping Mueller, de Joinville (SC), em frente à Marisa até dia 24 de março. A saída dos percursos será no Posto Damiani (Rua Beira Rio em frente a Acij), porém é preciso comprar e agendar o horário do passeio antecipadamente no Mueller.

Para andar de carona (dois quilômetros), o valor da Ferrari 360 Modena é R$ 130 e o Porsche Boxter Cabrio R$ 90. Para pilotar as máquinas (4km no total – 2km dirigindo e 2Km de carona), a Ferrari é R$ 400 e o Porsche R$ 160.

Água é tema de exposição no Taubaté Shopping

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Água, o Taubaté Shopping, no interior paulista, traz aos clientes a exposição fotográfica Água: se cuidar poderá apreciar! do fotógrafo taubateano Alexandre Janotti, que acontecerá até 1º de abril, em frente a Polishop.

Por meio de 20 molduras, o artista retrata os ambientes e cenários onde esse elemento, tão imprescindível para a humanidade, impera. O universo do surf, por exemplo, que mostra a imponência do mar, a força das ondas e a beleza dos movimentos sob a água. A ideia, segundo Janotti é “conscientizar a população para a importância de preservar essa riqueza natural, aprendendo a valorizá-la e conviver em harmonia”. A exposição funcionará no mesmo horário do shopping e é gratuita.

Alexandre Janotti é engenheiro de produção e fotografa há cinco anos, tendo se especializado em esportes radicais. Já registrou imagens em diversos cantos do país e recentemente expôs trabalhos sobre o Pantanal.