Shopping Park Europeu apaga as luzes na Hora do Planeta

O Shopping Park Europeu, de Blumenau (SC), pensando em diminuir os problemas causados pelo aquecimento global, decidiu integrar o ato simbólico Hora do Planeta no qual a população e empresas do mundo inteiro apagam as suas luzes por 60 minutos. A ação ocorrerá no dia 31 de março das 20h30 às 21h30. Na ocasião serão apagas todas as luzes da fachada do shopping, permanecendo acesas as luzes dos postes por questão de segurança.

O movimento acontece desde 2007 e, a cada edição, agrega mais adeptos preocupados com os problemas ambientais enfrentados pela humanidade. O ato é promovido pela Rede WWF, ONG comprometida com a conservação da natureza, e começou apenas com a participação da cidade de Sydney, na Austrália. No ano passado 135 países aderiram ao movimento com a participação de 5.251 cidades. Hoje, o ato envolve os sete continentes e mostra que todos podem ter o poder de mudar o mundo em que vivem.

A participação do Park Europeu visa não só mostrar a solidariedade com o movimento, como também disseminar ainda mais esta que é uma iniciativa que só tende a trazer benefícios para a população mundial. Uma pequena ação pode fazer uma grande diferença.

Receita Federal usa cruzamento de dados para tentar evitar fraudes no IR

Um dos principais focos de fraude no imposto sobre a renda da pessoa física, a utilização de falsas despesas com tratamento de saúde, está sendo combatido, desde o ano passado, com o cruzamento entre as informações declaradas pelos contribuintes e as constantes na DMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde).

Essa declaração, criada em 2010, contém informações sobre os pagamentos recebidos pelos prestadores de serviços de saúde e operadoras de planos privados de assistência à saúde. Além das consultas médicas e internações, são informadas despesas com psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, dentistas, laboratórios, serviços radiológicos, entre outras.

Além da DMED, que, segundo especialistas, pode levar mais contribuintes à malha, em caso de inconsistência das informações, a Receita conta com informações de diversas outras fontes para fazer o cruzamento de dados, como cartórios, imobiliárias, fontes pagadoras (empresas que pagaram salários), bancos, administradoras de cartões de crédito, fiscos estaduais, entre outras.

A Decred (Declaração de Operações com Cartões de Crédito), por exemplo, é encaminhada à RFB pelas administradoras de cartões de crédito com informações sobre as operações efetuadas com cartão de crédito, identificando os usuários dos cartões e os valores globais gastos.

Já a DOI (Declaração sobre Operações Imobiliárias) é enviada sempre que uma compra ou venda de imóveis é realizada por pessoa física ou jurídica, independentemente do valor da transação.

Para evitar problema com o Fisco, mantenha a documentação em ordem e informe somente aquilo que realmente pode comprovar. Promessas de redução do imposto a pagar ou aumento da restituição, feitas por algumas empresas que prestam serviços aos contribuintes nesta época do ano, também estão sendo alvo da Receita, que identificam, além dos mentores das fraudes, os beneficiários do esquema.

Mooca Plaza Shopping inaugura projeto CineMaterna dia 29 de março

Para receber as mães e bebês com conforto e todas as facilidades necessárias, o Mooca Plaza Shopping, de São Paulo, recebe, a partir deste mês, as sessões de cinema do CineMaterna. A primeira apresentação, dia 29 de março (quinta-feira), será do filme Guerra é Guerra, às 14h00. Exclusivas para mães com bebês de até 18 meses, as sessões têm som reduzido, luzes mais fracas, trocadores na sala, ar-condicionado ameno trocadores e tapete de atividades para os bebês que engatinham.

A primeira apresentação é gratuita para mães com bebês e um acompanhante adulto e as interessadas devem retirar os ingressos 30 minutos antes da sessão. Mais informações pelo site www.cinematerna.org.br. As sessões são mensais e acontecerão sempre na última quinta-feira do mês, às 14h00. As mães escolhem os filmes da próxima apresentação pelo site. “É com muita satisfação que recebemos este projeto que visa oferecer momentos de bem-estar, alegria e integração para as mães”, comenta o gerente de marketing do Mooca Plaza Shopping, Alex Trajano.

Número de milionários atendidos por bancos no país cresce 6% e passa de 50 mil

O número de milionários que são clientes de bancos de investimento subiu 5,7% em 2011, na comparação com 2010, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No total, 50.602 brasileiros possuem quantias superiores a R$ 1 milhão investidas em aplicações financeiras. Nessa conta, entram somente os clientes atendidos pelo sistema de private banking (serviços específicos de investimento fornecidos em bancos, como gestão de fortunas).

Não estão incluídas outras aplicações dentro ou fora do país. O número total de milionários, incluindo todos os que possuem mais de R$ 1 milhão, não só os que usam private banking, estava em torno de 137 mil em novembro do ano passado, segundo dados da revista “Forbes”.

Segundo a Anbima, o volume médio de recursos aplicados por cada milionário em private banking é de R$ 8,6 milhões. Juntos, eles possuem R$ 434,4 bilhões investidos no sistema. O volume total aplicado representa um crescimento de 21,6% na comparação com 2010. Entre 2009 e 2010, o crescimento havia sido próximo, de 22,9%. O crescimento acumulado nos últimos dois anos é de 49,5%.

No fim do ano passado, 43% dos recursos estavam aplicados em fundos de investimento, proporção similar aos 42,9% registrados em dezembro de 2010. A participação das aplicações em títulos e valores mobiliários também permaneceu relativamente estável, saindo de 51,6% para 51,2%. O crescimento, no entanto, foi maior nas aplicações em previdência privada, que passaram de 3,3% para 4,4% do total de recursos.

Em nota, a Anbima informou que revisou as estatísticas que compõem sua base de dados sobre a atividade de private banking. Segundo a associação, uma instituição estava informando de forma equivocada os dados.

A instituição estava considerando clientes com capacidade mínima de investimentos de R$ 1 milhão, mas não necessariamente atendidos pelo canal de private banking, requisito fundamental para que fossem enquadrados nos dados. “Com a revisão, foram excluídos da base de dados R$ 14,6 bilhões em patrimônio líquido, 15,8 mil clientes e 220 profissionais”, informa a Anbima. Os números atuais já refletem o crescimento real do setor no último ano.

Uso do microcrédito para pagamento de dívidas é vetado

Com R$ 10 mil em dívidas distribuídas entre bancos e agiotas, João Batista da Silva, 41, dono da autopeças paulista Itapark, tinha duas opções para sair do vermelho: fechar a loja ou pegar empréstimo para investir no negócio e, a partir do lucro obtido, pagar as contas. Silva contratou seis operações de microcrédito, totalizando R$ 21 mil, para reformar o comércio e aumentar o estoque. Em oito anos, calcula, o faturamento anual foi de R$ 27 mil para R$ 280 mil.

Para pagar as dívidas, aplica parte do lucro obtido com a expansão, uma vez que o microcrédito não pode ser utilizado para quitar débitos. “Acabo de pagar as contas em setembro”, comemora. O único empecilho do processo, reclama, é a taxa de juros de até 4% ao mês -a média em empréstimos para capital de giro é de 2,5%. “Como estava com o nome sujo, não conseguia liberação em outras linhas”, recorda.

A tributação, apesar de mais alta do que a cobrada em empréstimos tradicionais, não é agravante para microempresários como Silva, argumenta Almir Pereira, presidente da ABCRED (Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças). Conseguir a verba, independentemente do custo, já é uma grande vantagem. É como se eles partissem do zero”, explica Pereira.

Pelo Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado, bancos públicos subsidiados, como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil, fogem à regra e são obrigados a cobrar juros inferiores à 1% ao mês em operações de microcrédito.

Feira do Livro no Shopping Del Rey

Começou no último sábado (24/03), no Shopping Del Rey, de Belo Horizonte, a Feira do Livro. O evento, com entrada franca, reunirá mais de 6 mil títulos de literatura brasileira, estrangeira, inclusive os principais romances e best sellers, com destaque também para o segmento infanto-juvenil. A expectativa dos organizadores é de reunir um público de 20 mil pessoas. A Feira será uma boa oportunidade de compras, oferecendo em alguns livros, descontos de até 80%.

O evento, que vai até 29 de abril, contará com uma programação paralela que inclui contação de histórias e sessões de autógrafos com a participação de escritores. Aos sábados e domingos, das 17h00 às 18h00, a contadora de histórias Lucrécia Leite vai convidar as crianças a mergulhar no mundo dos livros, com narrativas divertidas e intrigantes, que vão prender a atenção da garotada.

No dia 31 de março haverá sessão de autógrafos com a escritora Kênia Chantal, autora do livro “Kids in songs”. Em abril, no dia 14, o autor Gustavo Gaivota, autografa o livro “Uma janela entre amigos”. As sessões de autógrafo acontecem às 17h00. A Feira será promovida pela Leitura do Shopping Del Rey e estará aberta no horário de funcionamento do shopping.

Profissionais dizem o que deu certo na gestão do tempo

O desenvolvedor de software Fabrício Buzeto, 27, conseguiu encontrar um método de gerenciamento de tempo para chamar de seu. Bastou descobrir uma técnica que fracionou seu dia de trabalho em vários períodos de concentração total. Ele utiliza o método Pomodoro (tomate em italiano), que consiste em focar em uma só atividade por 25 minutos ininterruptos e então fazer uma pausa, o que ele apelidou de “cumprir um tomate”.

Buzeto garante que seu rendimento melhorou desde que começou a utilizar um método concreto de gestão de tempo. “Parei de tentar ser multitarefa e minha produtividade aumentou em 50%.” Seu recorde é de “16 tomates” (mais de oito horas) em um único dia.

O engenheiro André Cid, 35, é usuário do método Neotriad e diz que sempre gostou dessa teoria (que classifica as tarefas em três categorias: importantes, urgentes e circunstanciais), mas que ainda não havia encontrado uma técnica que se encaixasse em sua rotina. Depois de adotar o Neotriad, ele afirma ter dobrado sua produtividade e agora costuma sair do trabalho às 18h00, antes costumava ficar até as 21h00. “É um método de gestão de vida. Eu mudei o meu estilo. Hoje as técnicas de organização e execução estão incorporadas e viraram hábito”.

A contadora Patrícia Garcia, 35, não teve tanto sucesso. “Eu perdia muito tempo atualizando a agenda. Não tenho tempo para gerenciar o tempo. Aparece o problema e eu tenho que resolver na hora, não consigo agendá-lo para o dia seguinte”, diz. Garcia trabalha em média 12 horas por dia e divide o tempo entre a filha, o marido e o trabalho. “Não sobra tempo para a Patrícia”, lamenta.

DOMÍNIO DAS HORAS

GTD
“Getting Things Done”, ou fazendo as coisas acontecerem, não se baseia no conceito de priorização, mas de identificação das etapas a serem cumpridas. E diz que toda nova tarefa que possa ser executada em menos de dois minutos deve ser realizada imediatamente. www.davidco.com

Mapa mental
É uma ferramenta para organizar seus pensamentos. Seja para listar tarefas ou para gerenciar um projeto maior, o mapa mental
tem como objetivo fazer com que você planeje, liste, entenda e visualize as etapas considerando sempre o todo, o global. www.mindmeister.com

Técnica do Post-it
Sua listas de tarefas são enormes? Então nem adianta começar porque você certamente vai procrastinar. Para o inglês Mark McGuiness, as atividades de um dia têm de caber em um bloco de papel de 7,6 cm x 7,6 cm. A ideia é lembrar que o dia, assim como o quadrado de papel, é limitado

Neotriad
Baseia-se em um tripé que classifica as tarefas como importantes, urgentes e circunstanciais. A proposta é reduzir o tempo gasto com urgências e obrigações para investir nas importantes. O software do método ajuda a pôr em prática. www.neotriad.com

Zen Habits
A técnica defende que é preciso desacelerar para acelerar. Diminuir o estresse para conseguir focar no que realmente é importante. É um blog cujo criador dá dicas de bem-estar e de organização para aumentar a produtividade. www.timemanagementninja.com

POSEC
Sigla em inglês para priorizar, organizar, racionalizar, economizar e contribuir. O método defende que seus usuários agrupem as tarefas em blocos curtos e elenquem os objetivos por ordem de importância, obedecendo aos cinco critérios descritos acima

Pomodoro
É a técnica do tomate (“pomodoro” em italiano). O profissional deve fracionar seu dia concentrando-se em uma única atividade por 25 minutos, com uma pausa de cinco minutos. A segunda pausa será de dez minutos, e a terceira, de 15. www.pomodorotechnique.com.

Shopping Jaraguá Araraquara recebe o instrumentista Cláudio Pesse nesta terça

Com apresentação gratuita, Cláudio Pesse levará toda sua musicalidade à Praça de Eventos do Shopping Jaraguá Araraquara, no interior paulista, amanhã (27/03), das 19h30 às 22h00. A apresentação faz parte do Projeto Cultural Jaraguá Music.

Referência em instrumentos de sopro em Araraquara, Cláudio carrega a paixão pela música, aplicada na execução de instrumentos como saxofone, gaita, flauta transversal e flauta de pá. Com 30 anos de carreira, além de ter acompanhado durante 12 anos a dupla Renê e Ronaldo, o instrumentista traz na bagagem a participação em bandas como Água Cristalina, Musical Raiz, Hollywood, P-50, Paradise, Instrumental Ônix e Mecânica dos Solos.

Empresas brasileiras de médio porte inovam pouco, diz estudo

As empresas médias brasileiras inovam pouco, desconhecem incentivos fiscais à inovação e fazem poucas parcerias com universidades e com institutos de pesquisa, informa reportagem de Sabine Righetti publicada na edição do último sábado (24/03) da Folha.

Esse retrato veio à tona em um estudo inédito da FDC (Fundação Dom Cabral) apresentado em Belo Horizonte e acompanhado pela Folha. Hoje, 80% das médias não usam incentivos fiscais para inovar (metade delas por desconhecer esses incentivos), 69,4% não fazem parcerias e 29% afirmam que a inovação não está nem na ideologia da empresa.

Os pesquisadores da FDC estudaram as empresas médias (faturamento de R$ 16 milhões a 300 milhões), pois elas fazem parte do processo inovativo das grandes empresas. “As médias prestam serviços e inovam às vezes por demanda das grandes”, diz Fabian Salum, da FDC. Ou seja: se as empresas médias vão mal, as grandes sofrem por “efeito cascata”.