Bancos vão debater juro menor com governo

Pressionados pela concorrência de Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, que reduziram agressivamente as taxas de juros aos clientes, os bancos privados vão pleitear ajuda do governo para terem “condições de mercado” para também trabalhar com taxas menores. Entre as propostas que serão apresentadas ao governo estão a redução nos impostos, regras mais rígidas para recuperar o dinheiro emprestado ao cliente inadimplente e mudanças no chamado Cadastro Positivo de informações de “bons pagadores”.

Representando Itaú, Bradesco e Santander, os três maiores bancos privados, o presidente da Febraban (federação dos bancos), Murilo Portugal, deve ser reunir na próxima semana com autoridades do Ministério da Fazenda e do Banco Central para discutir como gerenciar os custos com inadimplência, impostos, depósito compulsório e encargos governamentais, que dificultam a redução dos juros aos clientes. Portugal deve ir a Brasília na terça, mas o encontro com autoridades do governo ainda não foi confirmado.

Segundo estudo do BC, o risco de calote é o principal fator justificado pelos bancos para explicar a “gordura” entre as taxas que oferecem para captar dinheiro dos clientes e aquela que cobram nos empréstimos, o chamado “spread” bancário, que a presidente Dilma Rousseff considerou “difícil de explicar tecnicamente”.

Em 2010, data do último estudo do BC, 28,7% do “spread” vinha da inadimplência, seguido por 21,9% de impostos diretos. Para reduzir o risco de inadimplência, os bancos apostam no chamado Cadastro Positivo, com informações sobre “bons pagadores”, que só pode ser utilizado e compartilhado com autorização dos clientes.

Com essa limitação, os bancos não estão conseguindo utilizá-lo para mitigar o risco de calote. Desde 2004, os bancos e o governo trabalharam para reduzir os custos com depósito compulsório, contribuição ao FGC (Fundo Garantidor de Créditos), além de subsídios cruzados e encargos. Esses custos desceram de 9,4% para 4,08%, entre 2004 e 2010. A margem líquida de ganho dos bancos, porém, subiu de 20,25% para 32,73%.

Shopping Iguatemi Alphaville promove workshops gratuitos com foco no mercado de trabalho

O Shopping Iguatemi Alphaville, na Grande São Paulo, apresenta o projeto WorkShopping, que consiste em palestras exclusivas, com foco no mercado de trabalho, abrangendo temas desde o setor financeiro às áreas de saúde e liderança. Voltado para pessoas que buscam retornar ao mercado ou investir em um reposicionamento na carreira, os workshops são ministrados por professores da Universidade Mackenzie Campus Alphaville e serão realizados na Livraria Saraiva, localizada no Piso Tocantins.

O projeto se iniciou no último dia 4 de abril e os temas para os meses de abril e maio já podem ser conferidos no site do shopping, em www.iguatemialphaville.com.br. Para esse primeiro bimestre, as palestras têm abordagem dirigida para as áreas de gestão e saúde, como Mercado Financeiro Internacional, Imagem e Reputação Organizacional, Primeiros Socorros, entre outros.

As palestras acontecem sempre às quartas-feiras a partir das 19h30. O projeto é gratuito e as vagas, são limitadas! Para se inscrever, o interessado deve encaminhar um e-mail para sacalphaville@iguatemi.com.br, com nome, e-mail e CPF.

Mercado reduz previsão de inflação do Brasil em 2012

O mercado financeiro reduziu suas previsões para a inflação deste ano, mostrou o relatório Focus do Banco Central hoje (09/04). O mercado estima que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechará o ano em 5,06%, ante 5,27% no relatório da semana passada.

As projeções de inflação para 2013 foram mantidas em 5,50%. Para o IPCA em 12 meses, as projeções do relatório Focus apontam alta de 5,44%, ante 5,40% na semana passada.

Os analistas do mercado mantiveram a previsão de que a taxa Selic, atualmente em 9,75% ao ano, cairá para 9% na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em 17 e 18 de abril.

Beiramar Shopping facilita a vida de seus frequentadores

O Beiramar Shopping, de Florianópolis, está facilitando a vida dos frequentadores através do Beiramar Park. Com o cartão, fica mais rápido entrar e sair do shopping sem enfrentar filas.

1. Como adquirir:
Em qualquer um dos caixas de pagamento de estacionamento.

2. Como funciona?
Pegue seu veículo, dirija-se à saída e passe o cartão no leitor. A estadia será automaticamente subtraído do saldo do cartão. Se o saldo for insuficiente, não será liberada a saída do veículo.

3. Como carregar? Quanto custa?
O cartão pode ser carregado a qualquer momento nos caixas. Quando você carrega R$ 20 o shopping dá um bônus de R$ 10; quando carrega R$ 50, ganha bônus de R$ 25, totalizando um saldo de R$ 75; quando carrega R$ 100 ganha bônus de R$ 55, totalizando saldo de R$ 155.

A validade da promoção é até o dia 30 de junho de 2012.

Agência Rae,MP cria campanha para a primeira liquidação do ano do Interlar Aricanduva

Visando chamar o público para aproveitar as ofertas com isenção do IPI, a agência Rae,MP retoma campanha de varejo para o Shopping Interlar Aricanduva, em São Paulo, com o mote “Tudo pra Casa”. Mais de cem lojas participam da campanha promocional com descontos de até 60% e condições de pagamento em até 24 parcelas com a isenção IPI de móveis, que baixou de 5% para 0%.

O plano de comunicação criado pela Rae,MP divulga, além da completa infraestrutura que o centro de compras oferece, os descontos especiais para quem quer construir, reformar, mobiliar ou decorar.

A estratégia de mídia, que contempla filme de 30 segundosproduzido pela Story Films, foi desenvolvida pela Rae,MP e será veiculado durante a primeira quinzena do mês de abril. Para potencializar a campanha, a ação conta com distribuição de folhetos e materiais de PDV (faixas, banners e cartazes) instalados por todo o mall.

Shopping VillaLobos recebe quiosque da iSolution

Os clientes do Shopping VillaLobos, em São Paulo, que são usuários de produtos da Apple tem agora mais uma gama de serviços disponíveis no centro de compras. Um quiosque da iSolution, assistência técnica da marca americana, foi inaugurado no shopping no último dia 31 de março.

A loja oferece manutenção e acessórios para iPhone e iPads e entre os serviços estão a atualização do aparelho para versão mais recente; recuperação de dados e backup gravado em CD’s; troca e reparo de placas lógicas ou de comunicação; reparo de placas com problemas no Wi-Fi; conserto de botões, câmera fotográfica, auto-falantes, vibracall, troca de vidros e qualquer outra manutenção interna do aparelho.

O quiosque do VillaLobos é a primeira unidade da loja na região, que tem sua matriz em Moema. Na unidade podem ser encontrados acessórios como capas, películas de proteção, carregadores e fones de ouvidos de marcas americanas como MacXtreme, iLuv, Griffin, Monster, entre outras. A loja fica no primeiro piso em frente à L Occitane.

Livraria Cultura do Shopping Market Place recebe lançamento de autobiografia de Nelson Mandela

Na próxima quarta-feira (11/04), às 19h30, a Editora Nossa Cultura promove um bate-papo com o ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, o jornalista Fábio Zanini e o Reitor da Universidade Técnica de Moçambique e pesquisador do Centro de Estudos Africanos da USP, professor Dr. José Luís Cabaço, com mediação do escritor e jornalista Paulo Markun. O encontro será no auditório da Livraria Cultura do Shopping Market Place, em São Paulo, e marca o lançamento de “Longa Caminhada Até a Liberdade”, autobiografia de Nelson Mandela que chega às livrarias neste mês.

“Longa Caminhada Até a Liberdade” é uma obra inédita no Brasil. Com 782 páginas, sendo 24 de fotos, reúne as memórias de um dos maiores líderes morais e políticos do mundo, abordando a épica e emocionante trajetória de Nelson Mandela, desde a infância em uma pequena aldeia na região de Transkei, até a presidência da África do Sul. O livro é em primeira pessoa e começou a ser escrito às escondidas em 1975, na prisão.

Shopping Colinas e FAAP investem na capacitação profissional de vendedores e lojistas

Na próxima quarta-feira (11/04), o Shopping Colinas, de São José dos Campos, no interior paulista, dá início a um ciclo de palestras para seus lojistas e funcionários. A ação faz parte do “Programa de Treinamento”, realizado em parceria com a FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) do município.

No dia 11, às 08h00, acontece a palestra “Tendências do Mercado de Varejo” que será ministrada pelo professor Antonio Sá, Consultor, palestrante e professor dos cursos de Pós-Graduação e MBA da FAAP, FIA e FGV. Antonio Sá abordará os temas “Tendências de Consumo”, “Apostas de lojas para diferenciação” e “Atendimento: um olhar diferente”. Este primeiro treinamento é voltado para vendedores e lojistas do Shopping.

Até o dia 11, cerca de 70 pessoas participação do treinamento que ainda terá outros cinco encontros ao longo do ano, onde serão abordados os temas: “Moda”, “Mercado de luxo”, “Atendimento ao Público A/B” e “Técnica de Vendas”.

Maioria dos jovens sofre violência psicológica no trabalho

Em uma pesquisa realizada entre 2009 e 2010 na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a psicóloga Samantha Lemos Turte avaliou experiências de assédio moral relatadas por adolescentes trabalhadores e concluiu que eles não só estão expostos a situações constrangedoras, como também não sabem lidar com elas. O estudo foi orientado pela professora Frida Marina Fischer, do Departamento de Saúde Ambiental da FSP.

O incentivo ao início da vida profissional já na adolescência é uma prática propagada, inclusive, com implementação de leis, como a Lei nº 10.097, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece, entre outras coisas, que empresas tenham em seu corpo de funcionários um mínimo de 5% de menores aprendizes. Para Samantha, o interesse em promover a saúde no trabalho é primordial, uma vez que neste local, adultos e jovens dispensam considerável parte do seu dia. Diante disso, a pesquisadora levantou a necessidade de avaliar se trabalhadores jovens saberiam reconhecer violência psicológica no seu cotidiano corporativo.

Dentre 40 adolescentes entrevistados para a pesquisa, a maioria com idade inferior à 18 anos, foram reconhecidas situações que podem ser compreendidas como violência psicológica. Ainda que alguns tivessem sido respeitados, outros reclamaram de humilhações e imposições sofridas. Entre alguns abusos detectados, estavam desde constrangimentos provocados por outros funcionários da empresa até a realização de funções para as quais não foram contratados.

Para Samantha, o mais preocupante é a banalização das condições ruins de trabalho às quais tanto adultos quanto crianças estão submetidos. É comum ouvir que trabalhar é ruim, as coisas não são fáceis, etc e, com isso, perde-se a noção de que a promoção da saúde mental deve ser estendida ao ambiente profissional. “Naturalizamos problemas do trabalho e irradiamos na nossa vida pessoal” diz a pesquisadora.

A pesquisadora também contou que os adolescentes não sabiam reconhecer, sem uma explicação prévia, se haviam sido vítimas de violência psicológica. Quando eram informados da definição do termo, faziam um paralelo desta com o bullying, prática de agressão comum entre crianças na idade escolar.

Segundo o estudo, os jovens que sabiam o que era assédio moral e o reconheciam, tinham mais segurança em defender-se da prática e reclamar por seus direitos. Para a psicóloga, discutir na escola questões relativas aos limites das relações interpessoais no trabalho, à saúde e às formas de violência evitaria que os jovens sofressem estes abusos, e lhes daria argumentos para se proteger. Com esses conceitos bem definidos, “nos tornaríamos protagonistas na promoção da saúde” diz Samantha.

Inicialmente, a psicóloga procurou uma Organização Não Governamental (ONG) especializada em preparar e encaminhar jovens residentes da Zona Sul de São Paulo entre 15 e 20 anos para o mercado, inclusive com promoção de cursos. Esses cursos abrangem conceitos técnicos de áreas administrativas, inglês, linguagem, matemática, informática e noções de direitos como cidadão e deveres com a sociedade.

Há três tipos de jovens vinculados à associação: aqueles que não estão no mercado de trabalho e, portanto, frequentam diariamente as aulas preparatórias; aqueles que trabalham como jovens aprendizes, possuem vínculo empregatício com a empresa correspondente, ou seja, tem carteira de trabalho assinada, e frequentam uma vez por semana as aulas da ONG; e aqueles que estão contratados como estagiários nas empresas, com contratos sem vínculo empregatício, e frequentam as aulas uma vez por mês.

Assim que participam das atividades reservadas ao primeiro grupo, os jovens são encaminhados para empresas parceiras da ONG, cadastradas para implementar essa mão de obra. Os jovens selecionados para a pesquisa eram provenientes do segundo e terceiro grupo e que já estavam empregados no mínimo seis meses.