Empreendedores individuais devem enviar declaração até amanhã

Termina amanhã (31/05), o prazo para a entrega da Dasn-Simei (Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual) para mais de 1,8 milhão de empreendedores individuais (EIs) registrados no país até dezembro de 2011. Quem não enviar o documento paga multa de até R$ 50.

Na declaração de rendimentos referentes ao ano passado, a Receita vai considerar empreendedor individual quem teve receita bruta em 2011 de até R$ 36 mil. São formalizados nessa modalidade costureiras, cabeleireiras, pedreiros, encanadores e vendedores ambulantes de churrasquinho, entre outras atividades.

Para quem formalizou a atividade como EI este ano, o valor da renda bruta anual subiu para R$ 60 mil, mas este novo limite somente será considerado na declaração do ano que vem. Até abril deste ano, o número de empreendedores registrados na modalidade passou de 2,1 milhões no país.

A declaração é gratuita e deve ser transmitida pela internet à Receita Federal. Não é necessário informar nenhuma senha ou assinatura digital, nem baixar programa. O documento serve para informar à Receita Federal o faturamento total do EI no ano anterior e confirmar o pagamento dos impostos pagos por meio do carnê mensal do Simples Nacional.

Na internet, há dois caminhos para se chegar à página certa e o passo a passo para preenchê-la é simples (veja as abas, abaixo). O consultor do Sebrae-SP, serviço de apoio à empresa, Paulo Melchor lembra que não houve nenhuma mudança para a declaração 2012, ano-calendário 2011.

Carros antigos invadem o Moinhos Shopping

Os amantes de carros antigos, clássicos e esportivos terão a oportunidade de conhecer aproximadamente 90 modelos da indústria automobilística mundial, em Porto Alegre. Pela primeira vez no Rio Grande do Sul, parte do acervo dos sócios do Classic Car Club-RS, integrantes da “Confraria dos Apaixonados por Carros”, será mostrado ao público, entre 12 e 17 de junho, no Moinhos Shopping. A exposição Classic Car Club-RS – Carros Clássicos e Sports – A Magia dos Sonhos sobre Rodas reúne exemplares oriundos da Inglaterra, Alemanha, Itália, Suécia, Estados Unidos e Brasil, compreendendo um período entre as décadas de 1920 e 1990.

Dois carros antigos estarão no mall do Moinhos Shopping, chamando a atenção dos clientes para a exposição, no 4° subsolo, onde, como atração especial para as crianças, também serão exibidos mini carros infantis (Karmann Guia, Puma, Uirapuru e Porsche). A exposição, organizada em parceria do Shopping com o Classic Car Club, comemora o XI Rally da Serra que será realizado no dia 16 de junho, com largada em frente ao Sheraton Hotel, na capital, até Bento Gonçalves-RS. Com entrada franca, a exposição abre ao público de segunda-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e domingo, das 11h00 às 22h00. Os visitantes poderão levar alimentos não perecíveis que serão doados a instituições de caridade.

Integram a exposição modelos esportivos que participam de provas de velocidade e regularidade em todo o mundo. Conforme o presidente do Classic Car Club-RS, Rodrigo Cirne Lima, no segmento de antigomobilismo, o estado tem um expressivo acervo de carros clássicos e esportivos que contam a história da indústria automobilística. “O Classic Car Club busca agregar os apreciadores de automóveis antigos e incrementar a preservação desses exemplares, na modalidade amadorista, cultivando a tradição e protegendo o patrimônio automobilista nacional”, afirma.

Mais informações e detalhes serão disponibilizados no site www.classicrs.com.br.

Shoppings de SP participam da Campanha do Agasalho 2012

Shopping centers da capital paulista participam da Campanha do Agasalho, que visa estimular a doação de peças em bom estado, novas ou usadas. Os empreendimentos Boavista Shopping, Shopping Campo Limpo, Shopping Penha e Shopping Plaza Sul participam do projeto com pontos de arrecadação de roupas. Os visitantes terão até final de junho/ início de julho para participar.

A Campanha é uma iniciativa do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (FUSSESP), que planeja estratégias, estabelece locais de arrecadação e coordena ações para ajudar milhares de famílias carentes a enfrentar o inverno com mais segurança, dignidade e calor humano. As doações são encaminhadas a entidades assistenciais, hospitais, albergues da capital e de todos os municípios do Estado.

Importados invadem varejo de vestuário

Diversificadas e em linha com as passarelas internacionais, as araras das grandes redes varejistas de vestuário no Brasil vêm sendo incrementadas com uma tendência a mais: a presença cada vez maior de itens importados, resultado da pesada carga tributária, um dos principais entraves à indústria têxtil no país.

Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação dos produtos importados no mercado brasileiro de bens industriais bateu novo recorde no acumulado dos últimos quatro trimestres encerrados em março. O coeficiente de penetração de importações, que considera tanto o consumo final das pessoas quanto o de insumos pela indústria, atingiu 22,2% no período, o maior nível desde 1996. No segmento de vestuário, o coeficiente ficou em 12%, após 10,6% 12 meses antes.

Já a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) estima em 20% a participação dos importados na indústria de vestuário. Nessa conta, os oito pontos percentuais acima do número da CNI referem-se a um outro problema pertinente ao setor: o contrabando de mercadorias. “A carga tributária aqui é muito alta, o que não acontece na Ásia”, disse o presidente da Abravest, Roberto Chadad. “[Os importados] estão ocupando espaço da indústria nacional aqui dentro, tanto de empregos quanto de produtos… Estamos dando emprego aos chineses.”

Segundo Chadad, 42 impostos incidem sobre o setor têxtil brasileiro, incluindo aqueles relacionados ao mercado interno e externo. “O governo liberou o INSS para o setor têxtil como um todo, mas são medidas pontuais”, assinalou ele. “O custo da mão de obra no produto é de 8%. O problema é mesmo a alta carga tributária, os juros altos.”

Na lista de argumentos apontados pelas varejistas para recorrer à importação estão no topo da carga tributária, os altos custos de produção e a baixa escala da indústria nacional, seguidas por questões logísticas. “O que pesa é a questão do custo, que hoje é muito alto”, disse o presidente-executivo da Lojas Renner, José Galló. “A logística também afeta, mas seguramente uma redução de custos tornaria a indústria nacional mais competitiva e reduziria as importações”, acrescentou.

No mix de produtos das maiores redes varejistas do país, os itens de inverno, como jaquetas e malhas, respondem pelo maior volume das importações, vindas principalmente de China, Índia, Hong Kong e Bangladesh.

A Renner importa entre 18% e 20% de seus produtos, sendo 40% equivalentes a itens de inverno como couro e lã, segundo Galló, resultado da estação pouco rigorosa no país e da escassez de matéria-prima suficiente para produzir tais peças em larga escala.

Do total comercializado pela Hering, enquanto isso, quase 28% são produtos acabados adquiridos de terceiros. Desses, 82,3% vêm do mercado internacional. “A China é mais uma alternativa para ter produtos com bom custo-benefício para o consumidor na loja”, afirmou o vice-presidente financeiro da Hering, Frederico Oldani. “O país não favorece a produção… [a importação] permite ter produtos específicos nas lojas independentemente da sazonalidade.”

A Marisa Lojas, por sua vez, tem 15% de seu mix vindo do mercado externo e esse nível deve aumentar para 20% no curto prazo, , afirmaram executivos da empresa em reunião com analistas e investidores no final de 2011.

Em todo o ano passado, foram importadas 640,5 milhões de peças de vestuário, o que equivale a 9,3% do consumo aparente da indústria de vestuário, de acordo com o Instituto de Estudos em Marketing Industrial (Iemi). Ainda conforme o Iemi, China e Hong Kong responderam, juntos, por 63,9% das importações brasileiras de vestuário em 2011. Bangladesh é o segundo maior fornecedor, com 6,8 %, seguido pela Índia, com 6,1%.

O atual cenário, em que itens importados ocupam cada vez mais espaço nos cabides das varejistas, decorre do crescimento industrial mais lento que o consumo.

Humberto Gessinger no Catuaí Shopping Maringá

Bate-papo, novo livro e sessão de autógrafos. Assim será a noite de lançamento de “Nas Entrelinhas do Horizonte”, de autoria do músico Humberto Gessinger. O encontro está marcado para as 19h30, hoje (30/05), na Livrarias Curitiba do Catuaí Maringá.

Contemplando o horizonte embalado pela trilha sonora que o tornou um dos nomes do rock brasileiro nos anos 80, Gessinger evoca neste livro a memória afetiva para construir crônicas. Cada página é uma janela onde passado, presente e futuro se misturam para compor a cena.

Senhas numéricas limitadas (200 unidades) estão sendo distribuídas gratuitamente na Livrarias Curitiba, do Catuaí Maringá, para o lançamento. Cada pessoa pode pegar uma senha que dá direito a no máximo três autógrafos por pessoa, sendo um deles no livro “Nas Entrelinhas do Horizonte”.

Humberto Gessinger é cantor, multi-instrumentista, compositor, escritor, líder da banda Engenheiros do Hawaii e integrante do projeto Pouca Vogal.

Bradesco quer comprar Santander, diz jornal

O Bradesco está próximo de fechar a compra das operações do Santander no Brasil. Caso a operação seja confirmada, a instituição pulará da terceira para a primeira posição no ranking dos maiores bancos de varejo do país, ultrapassando o Itaú Unibanco e o Banco do Brasil. As informações são do jornal “O Globo”.

O negócio para o banco espanhol, que já se desfez de operações no Chile e na Colômbia, seria fundamental para se recuperar do agravamento da crise bancária na Espanha. O Bradesco não quis comentar a informação, e nenhum representante do Santander foi encontrado para falar do assunto.

Pelos números de março, Bradesco e Santander, juntos, somariam R$ 1,2 trilhão em ativos e R$ 108,4 bilhões em patrimônio líquido, contra R$ 896,8 bilhões e R$ 72,5 bilhões, respectivamente, do Itaú Unibanco. O BB fechou seu balanço no primeiro trimestre com R$ 1 trilhão em ativos (por ora, é a única instituição latino-americana a atingir essa marca) e R$ 60 bilhões de patrimônio líquido.

Classe média tem renda per capita de R$ 291 a R$ 1.019, diz governo

As pessoas com renda familiar per capita entre cerca de R$ 291 e R$ 1.019 são as que formam a classe média brasileira, segundo uma nova definição aprovada na última segunda-feira (28/05) por uma comissão da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República). De acordo com a secretaria, essa classe representa 54% da população brasileira e é a maior do país.

Dentro da classe média, foram definidos três grupos: a baixa classe média, com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média, com renda familiar per capita de R$ R$ 441 a R$ 641 e a alta classe média, cuja renda familiar per capita fica entre R$ 641 e R$ 1.019. A classe alta estaria acima de R$ 1.019 e também foi dividida em dos grupos. A baixa classe alta ficaria entre R$ 1.019 e R$ 2.480 e a alta, que fica acima deste valor. Os extremamente pobres têm renda per capita familiar até R$ 81 e os pobres, de R$ 81 a R$ 162.

Para definir os grupos de consumidores, foi usado o critério de vulnerabilidade, que considera a chance do brasileiro de determinada classe social voltar à condição de pobreza.

Segundo o secretário de ações estratégicas da SAE, Ricardo Paes de Barros, a nova classe média precisa viver com menos incertezas e estar instrumentalizada para aproveitar o rapidamente as oportunidades que se abrem. Para Barros, o crescimento desse segmento da população deve-se principalmente ao acesso ao emprego formal, mas ainda há grande rotatividade dos trabalhadores, que precisa ser reduzida. “Queremos alcançar essa estabilidade tornando mais interessante para o trabalhador permanecer no posto que ocupa e estimulando o empregador a ter interesse em mantê-lo”.

Segundo Barros, a comissão analisa a criação de políticas públicas para a classe média nas seguintes frentes: um sistema de qualificação continuada do trabalhador ocupado, inovações no mercado de microsseguros, medidas para estimular a poupança nesse segmento e a educação financeira.

O ministro Moreira Franco anunciou que será criada uma ferramenta para interagir e estimular o debate, para aprofundar os estudos sobre a nova classe média.

Divirta-se com os dinossauros da Era T-Rex no Shopping Iguatemi Caxias

Diversão para toda a família é o que reserva a exposição interativa Era T-Rex, que segue até 6 de junho no Estacionamento do Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul (RS). Quem passar por lá vai interagir com dinossauros de até 25 metros de comprimento e oito metros de altura em seu habitat natural, como há milhões de anos atrás.

O parque conta com mais de 30 dinossauros em uma área tematizada que recria uma floresta com todos seus efeitos visuais e sonoros. O visitante começa sua experiência dentro de um cinema 5D. Lá ele assistirá a um filme que mistura educação e diversão e que servirá para criar o efeito surpresa, aumentando a ansiedade e a expectativa sobre o que ele vai ver a seguir. Saindo do cinema, a sensação é de que a pessoa estará envolvida na atmosfera jurássica.

A partir disso, começa a aventura no habitat dos Tiranossauros Rex, dos Halossauros, Pterodáctilos, entre outros tantos… Conduzido por um guia, o visitante entra na floresta. É uma experiência que se conceitua como “Dark Ride” (algo como “caminhar no escuro”). É nesse momento que ele poderá ver dinossauros gigantes andando a seu lado, tocá-los, ouvi-los, observar a relação entre mãe e filhote, enfim, se sentir parte integrante de um mundo que não existe mais.

A experiência termina em uma área didática em que o visitante encontrará esqueletos, paleontólogos explicando as características da época e dos dinossauros, jogos, escavações para as crianças encontrarem ossos na areia e brinquedos temáticos. O evento tem patrocínio das Lojas Colombo e HP.

Falta de qualificação emperra 8,6 mil contratações para novo shopping em Manaus (AM)

Os lojistas do Shopping Ponta Negra terão dificuldades para preencher as 8,6 mil vagas de empregos com o lançamento do novo empreendimento. É o que afirma a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Manaus (CLD-Manaus). O motivo é a carência de mão de obra qualificada na cidade, o que gera uma disputa dos poucos profissionais habilitados. “Tem lojista que diz: ‘não vendo mais porque não tenho gente para fazer isso’, estamos prevendo que isso vai acontecer com a abertura do Shopping Ponta Negra, vai faltar funcionário”, afirmou o presidente da CDL-Manaus, Ralph Assayag. Segundo ele, a tendência é que os lojistas comecem a ‘roubar’ funcionários de outros centros de compras, como ocorreu com o lançamento do Manauara Shopping. “Os empresários tiveram que fazer convites para pessoas que já estavam empregadas”, contou.

O cenário é visto com mais otimismo pela presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Amazonas (ABRH-AM) Elaine Jinkings. “Pessoal pronto realmente não tem, está todo o mundo atrás de talentos, mas existem muitos jovens procurando o primeiro emprego, que podem ser formados por instituições competentes para ocupar essas vagas até a abertura do shopping”, disse. O maior contigente de trabalhadores de shoppings (80%), como o Ponta Negra, é de vendedores.

Outra sugestão da especialista é o investimento das próprias lojas na qualificação do seu quadro de funcionários. “Cada empresa possui uma cultura específica, mas é preciso investir em formação interna, identificar funcionários com potencial e dar treinamento, prepará-los para o nível gerencial, não falta é gente atrás de uma oportunidade para progredir”, afirma.

Sobre o “roubo” de mão de obra, a presidente da ABRH/AM disse que essa prática faz parte da dinâmica do mercado e está se intensificando. “Os empresários não têm paciência para preparar, já querem o profissional pronto”. Para Jinkings, apesar da qualificação interna demandar tempo e dinheiro, é um investimento que dá resultado. “O empresário não pode ficar com receio de perder o profissional depois de treiná-lo, esse é um risco, ele precisa ousar para crescer, se o profissional não vê expectativas, ele também vai acabar indo embora”, comenta a especialista.

Com abertura de 200 lojas na primeira fase, o Shopping Ponta Negra demanda mais de 11 mil postos de trabalho entre a construção e o lançamento. “Estima-se que durante a obra sejam criados 2,9 mil empregos diretos. Este número será elevado para 8,6 mil empregos indiretos após a inauguração do empreendimento”, informou o diretor da JHSF Shoppings, Robert Harley, empresa responsável pelo empreendimento.

A JHSF Shoppings informou que não tem como assegurar o início da contratação de funcionários que irão trabalhar no Shopping Ponta Negra, previsto para ser inaugurado já no primeiro semestre do próximo ano. De acordo com Elaine Jinkings, empreendimentos desse porte começam a recrutar funcionários de 60 a 90 dias antes da inauguração.

Além das 8,6 mil vagas do Ponta Negra, o comércio de Manaus possui mais de 3 mil vagas ‘flutuantes’ disponíveis devido à falta de qualificação, principalmente para vendedores, segundo Ralph Assayag.

O Shopping Ponta Negra é um investimento de R$ 300 milhões do grupo JHSF. O empreendimento terá financiamento de R$ 107,6 mi do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Construído próximo às margens do Rio Negro, na Estrada da Ponta Negra, o centro de compras terá cinco pavimentos, sendo três pisos de lojas e dois subsolos de estacionamento.

De acordo com a JHSF, quase a totalidade de suas lojas já estão ocupadas por marcas nacionais e internacionais. Seus 91,3 mil metros quadrados de área construída possuem praça de alimentação e cinema multiplex com 12 salas de projeção. O mall terá marcas inéditas como a loja Etna e Livraria Cultura e Rede Cinépolis, que trará 12 salas de cinema (uma em 3D e quatro VIPs).