Venda de ingressos do Prêmio GP Brasil de Fórmula 1 começa no Iguatemi Alphaville

Em estande interativo, clientes se divertem e garantem seu ingresso para a corrida que acontece em novembro no Autódromo de Interlagos

Através de uma parceria entre a Iguatemi Empresa de Shoppings Centers e a International Promotions, empresa responsável pela organização do Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula 1 de 2012, o Iguatemi Alphaville foi um dos quatro shoppings do Grupo escolhidos para comercializar a venda dos ingressos do GP Brasil, que acontece entre os dias 23 e 25 de novembro, no Autódromo de Interlagos.

Os fãs de corrida vão acelerar a ansiedade e garantir seus ingressos para todos os setores do autódromo, exceto a arquibancada D, que está esgotada, e ainda se divertem em um simulador de corrida de Fórmula 1. O estande localizado no Piso Tocantins, tem seu horário de funcionamento de segunda a sábado das 10h às 22h e aos Domingos das 14h às 20h. Para mais informações sobre a corrida acesse: www.gpbrasil.com.

Serviço:
Estande de Vendas Prêmio GP Brasil de Fórmula 1
Horário: De segunda a sábado das 10h às 22h e aos domingos das 14h às 20h.
Local: Piso Tocantins – Shopping Iguatemi Alphaville – Alameda Rio Negro, 111 – Barueri – São Paulo.

Tivoli Shopping distribuirá 500 mudas em comemoração ao Dia da Árvore

Junto à chegada da Primavera, estação mais charmosa do ano, comemora-se também o Dia da Árvore, em 21 de setembro. O Tivoli Shopping, desde sua inauguração em 1998, já realizou diversas ações de conscientização nesta data. Neste ano, o Shopping irá distribuir 500 mudas nativas para arborização urbana e mudas ciliares aos clientes.

A distribuição, gratuita, acontece no próximo domingo, 23 de setembro, das 12h às 16h00 (ou até enquanto durar o estoque) e será realizada no corredor próximo à entrada A. Cada pessoa poderá retirar apenas uma muda.
Serão entregues 75 mudas de ipê branco, 75 de ipê roxo, 50 de ameixa, 100 de araçá, 50 de jambolão, 100 de pata de vaca e 50 de leiteiro.

“O quadro de desmatamento no Brasil é muito sério. Segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente a área total desmatada na Amazônia aumentou 51% nos últimos 20 anos. Por isso, é importante que cada empresa e cada cidadão faça sua parte. A distribuição de mudas tem por objetivo conscientizar a população e, principalmente, incentivar o plantio de árvores nas áreas urbanas das cidades, onde a maior parte do terreno é impermeabilizada e apresenta pouco verde”, destaca Nicolas Cancas, superintendente do Tivoli Shopping.

Números do desmatamento no Brasil

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em junho deste ano, a pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2012. Entre outros dados, traça o retrato do desmatamento no País.

Os indicadores revelam que estão preservados apenas 12% da área original da Mata Atlântica, o bioma mais devastado do País. De 1,8 milhão km², sobraram 149,7 mil km². A área desmatada chega a 1,13 milhão km² (88% do original) – quase o Estado do Pará e mais que toda a região Sudeste. Os dados se referem ao ano de 2010. Depois da Mata Atlântica, o Pampa gaúcho é o mais desmatado: perdeu 54% de sua área original, de 177,7 mil km² até 2009.

A devastação do Cerrado, segundo maior bioma do País, chegou a 49,1% em 2010. Na edição anterior dos IDS, divulgada há dois anos, o IBGE havia apontado devastação de 48,37% do Cerrado. Em dois anos, foram desmatados 52,3 mil km² – quase o Estado do Rio Grande do Norte.

A caatinga perdeu 45,6% de seus 826,4 mil km² originais. O Pantanal é o menor e mais preservado bioma: perdeu 15% da área total de 150,4 mil km². Neste caso, as informações referem-se a 2009.

Shopping será ampliado para se destacar no Nordeste

O Shopping Teresina abrirá 110 lojas até abril e pretende atrair consumidores de outros estados

A construção de novos shoppings, bem como ampliações dos já existentes tem acontecido não só em Fortaleza, mas em todo o Nordeste. Em Teresina, um investimento de R$ 300 milhões promete triplicar o tamanho do Teresina Shopping, posicionando o empreendimento entre os 10 maiores da Região, segundo o superintendente da empresa, Fernando Oliveira.

Com mais 60 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), o empreendimento passará de 104 para 375 lojas satélites e 12 âncoras, sendo as novas distribuídas em dois pavimento Foto: Divulgação

A entrega da primeira etapa para os lojistas ocorrerá no dia 26 de outubro. A inauguração dessa etapa está prevista para abril do próximo ano.

Com mais 60 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), o empreendimento passará de 104 para 375 lojas satélites e 12 âncoras, sendo as novas distribuídas em dois pavimentos. De acordo com Oliveira, o crescimento do shopping proporcionará a vinda de lojas conhecidas nacionalmente para a capital piauiense, como Renner, Siberian e Fórum.

O local já é espaço para vários empreendedores do Ceará e conta com cerca de dez marcas cearenses, entre elas, Anne, Via Direta e Zefirelli.

Financiamentos

Os lojistas interessados em garantir um espaço no shopping podem contar com financiamentos do Banco do Brasil, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal. Todas as cerca de 110 lojas localizadas na primeira etapa da ampliação do shopping já foram comercializadas.

Localizado na Zona Leste, considera área nobre na cidade, o espaço a ser expandido contará ainda com dois edifícios garagem com capacidade para 2.400 automóveis. O shopping terá à disposição dos clientes cerca de 4.500 vagas no total.

Demanda e oportunidades

Segundo Oliveira, a ideia de expandir o shopping veio após uma pesquisa de mercado realizada pela empresa Gismarketing. “Ela norteou que o shopping deveria crescer 32 metros quadrados. Em 2007, atualizamos e essa pesquisa indicou mais 10 mil metros. Levamos em conta o perímetro urbano e região satélite, que envolve inclusive parte do Ceará. São cerca de seis milhões de habitantes”, diz.

Mais empregos

A ampliação proporcionará ainda mais oportunidades de trabalho para os moradores da região, com o aumento de 1.500 para 4 mil empregos diretos, segundo o superintendente. Cerca de 400 municípios são influenciados pelo empreendimento.

Estrutura

Conforme o engenheiro responsável pela obra, Fabrício Amaral, foi construída uma subestação de energia com 69 KVA, especialmente para abastecer o shopping. A potência é capaz de suprir a necessidade de uma cidade de 120 mil habitantes. “As concessionárias de água, energia, esgoto e telefone também tiveram que aumentar a sua capacidade”, complementa

O shopping

O Teresina Shopping tem 15 anos de existência e faz parte do grupo Claudino, conglomerado empresarial com mais de 50 anos de atuação, formado por empresas de diversos segmentos econômicos, entre elas as construtoras Sucesso e Remanso, responsáveis pela execução e gerenciamento do shopping, respectivamente. Atualmente, cerca de 15 mil a 18 mil pessoas passam diariamente pelo shopping. Após a reforma, a empresa estima que o fluxo de clientes deve aumentar para 45 mil.

Três vezes maior

300 milhões de reais é o investimento feito na ampliação, que triplicar o tamanho do shopping. A previsão é que sejam gerados mais 2.500 postos de trabalho

Cláusula de raio opõe lojistas e shoppings centers

Por meio de uma ação anulatória, que busca anular decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a questão da cláusula de raio chegou às portas do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Muito embora se discuta a validade da referida cláusula, o STJ não se manifestou expressamente acerca da questão, mantendo apenas a liminar concedida pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, para suspender os efeitos da decisão do Cade, para assim garantir a validade da cláusula de raio.

Conhecida também como cláusula de exclusividade territorial, a cláusula de raio, contida em contratos firmados entre shoppings centers e lojistas, é uma cláusula contratual em que se proíbe a instalação de lojas dentro de um determinado raio, e desta maneira, restringe o espaço territorial de atuação dos próprios lojistas.

A restrição que esta cláusula impõe pode ser interpretada sob dois aspectos. De um lado os shoppings centers, defendendo a aplicação e eficácia da cláusula de raio, de outro os lojistas, pleiteando sua ineficácia e sua exclusão do contrato de locação comercial.

A liberdade contratual, autonomia da vontade, a obrigação de cumprir o contrato e a defesa da concorrência são os principais argumentos que embasam o entendimento que defende aplicabilidade e eficácia da cláusula. Assim, defende-se que, ao impedir a instalação de outras lojas próximas àquele território, a competitividade entre os lojistas do shopping center será maior, não haverá concorrência ao empreendimento (o próprio shopping), pois o contrário poderia prejudicar o próprio empreendimento, sendo, portanto, essencial para seu sucesso.

A questão concorrencial também é argumento para aqueles que tem o posicionamento contra. Isso porque argumenta haver a prática de monopólio e cartel —condenadas pelo Cade—, prejudicando a competitividade essencial para manutenção do mercado. Além disso, afirmam que os shoppings centers, ao se valerem da cláusula de raio, abusam do poder econômico, caracterizando uma prática abusiva.

As últimas decisões proferidas pelo Cade, fundadas na razoabilidade, foi no sentido de retirar as cláusulas de raio dos contratos de locação comercial, por extravasarem os limites aplicáveis à autonomia da vontade. Em contrapartida, quando a questão chega ao Poder Judiciário, o entendimento é oposto, pela validade e aplicabilidade da referida cláusula.

Até o presente momento, o entendimento quanto à legalidade da cláusula de raio não é pacífico, restando apenas esperar a discussão chegar aos Tribunais Superiores e ser decidida. A questão é: nesta disputa de forças, quem terá razão e sairá vencedor?

Vendas no varejo em julho sobem 5,6%

As vendas em julho confirmaram a expectativa dos varejistas e tiveram um crescimento de 5,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a projeção para este e os próximos dois meses é moderadamente otimista.

O executivo da Associação de Supermercados do Triângulo Mineiro (Assuper), José Albino Pereira de Sousa, explica que, segundo estudo realizado mensalmente pelo Índice Antecedente de Vendas (IAV-IDV) com os associados do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a projeção de alta para agosto foi de 8,3%, para setembro, 10,1%, e para outubro, 11,7%, em comparação com os mesmos meses do ano passado. “Apesar do aumento da preocupação dos agentes econômicos com o forte crescimento do endividamento das famílias com o Sistema Financeiro Nacional, a confiança do consumidor, a manutenção das baixas taxas de desocupação e a expansão da renda e do consumo das famílias ainda têm impulsionado as vendas no varejo, principalmente no segmento de bens duráveis. Assim, o varejo estima taxas de crescimento semelhantes às do ano passado, porém, está mais precavido e atento ao cenário externo”, ressaltou.

José Albino observa que, na análise por categoria, entre agosto e outubro, o varejo de bens não-duráveis estima altas entre 6,6% e 13,6%. Já o setor de bens semiduráveis (vestuário, calçados, livrarias e artigos esportivos) projeta um crescimento de 8,5% a 10%, devido, em menor escala, à chegada das coleções primavera/verão. “No varejo de bens-duráveis (móveis, eletrodomésticos, material de construção), a previsão é de um crescimento entre 11,7% e 12,6% para o mesmo período, levando sempre em consideração os mesmos meses de 2011”, contabiliza.

O executivo da Assuper conta que o presidente do IDV, Fernando de Castro, afirmou que o indicador mantém as suas previsões de crescimento do varejo brasileiro entre 6,5% e 7% neste ano. “A conjuntura econômica interna foi marcada pela decisão do Copom de novo corte de 0,5 ponto percentual, atingindo 8% ao ano. Apesar desse nível de taxas, o consumidor brasileiro tem reagido conservadoramente em suas decisões de consumo, seja pelo grau de endividamento das famílias ou pela intranquilidade gerada pelas notícias de crise externa e de reduções da criação de empregos no Brasil”, lembrou. (SN)

Varejo começa a retomar o fôlego

Crescimento foi de 1,4% em julho e brasileiro gasta mais com habitação e alimentação; educação e cultura recebem menores fatias do orçamento

Dois estudos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmaram o varejo reagindo melhor em relação a outros setores, no atual estado da economia. Comparando varejo e indústria em julho, tendo como contraponto janeiro de 2006, as vendas do varejo cresceram 81% e as da indústria somente 10%.

Em julho, a alta do varejo foi de 1,4% na comparação com o mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio feita pelo IBGE. É o segundo resultado positivo, depois da queda de 0,4% registrada em maio. A receita nominal também cresceu 1,7%, em seu quinto mês consecutivo de alta. Em relação a julho de 2011, o volume de vendas subiu 7,1% e a receita nominal 10,3%.

De dez categorias de produtos avaliadas, oito tiveram variação positiva de junho para julho de 2012, sendo destaque as de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (9,7%), tecidos, vestuário e calçados (2,4%) e combustíveis e lubrificantes (1,2%). As quedas foram registradas em veículos e motos, partes e peças (-8,9%) e livros, jornais, revistas e papelarias (-0,7%).

No segundo estudo, a Pesquisa de Orçamentos Familiares, relativo ao biênio 2008-2009, mas divulgada somente nesta sexta-feira, 14, o IBGE avaliou os gastos das famílias brasileiras. Lideram a lista os itens habitação (29,2%), alimentação (16,1%) e aluguéis (12,8%). Vale notar que no primeiro caso estão inclusos contas de luz, água, gás, telefonia, internet e TV paga.

Chama atenção também o fato de que os gastos com carros superam os de vestuário, com percentuais respectivos de 6,9% e 4,5%. No quesito saúde, o estudo demonstrou que as pessoas gastam mais com remédios (2,8%) do que com plano/seguro saúde (1,7%).

Ficaram na lanterninha dos gastos do brasileiro os itens Educação (2,5%) e Recreação e Cultura (1,6%). O que pode ser preocupante para um País que aspira ao crescimento econômico em longo prazo.

Varejo baiano conseguiu subir mais 8,7%

O comércio varejista da Bahia registrou crescimento de 8,7% no volume de vendas no mês de julho. Na comparação com o mês anterior, o aumento foi de 1,1%.

Na avaliação da Secretaria Estadual de Planejamento, o resultado de julho indica que as medidas de estímulo do governo federal continuam fazendo efeito, a exemplo da redução da taxa básica de juros e do IPI.

Com uma contribuição de 26,6%, o comércio, que inclui segmentos como lojas de departamento, ótica, joalheria, artigos esportivos e brinquedos, foi destaque.

Em julho, os dados do comércio varejista do estado, quando comparados com o julho de 2011, indicam que todos os ramos que compõem o indicador do volume de vendas apresentaram resultados positivos.

Redes sociais influenciam consumidores a gastar mais e impulsivamente

Redes sociais influenciam consumidores a gastar mais e impulsivamenteAtividades de varejo em mídias sociais estão influenciando cada vez mais os e-consumidores a experimentar novos produtos e fazer compras por impulso. Um relatório realizado pela Ryan Partnership, no mês de setembro, apontou que mais de 35% dos consumidores norte-americanos entrevistados, que seguem algum varejista nas mídias sociais, disseram que as atualizações os levaram a comprar novos produtos. Desta mesma forma, 32% dos que seguem alguma loja nas mídias sociais relataram ter sido motivados a experimentar um novo produto.

Segundo pesquisa da Ipsos, atividades em mídia social podem influenciar, além de fãs e seguidores diretos, os amigos destes. O relatório informou que 18% dos consumidores norte-americanos (23% com idade menor de 35 anos) disseram ter comprado algum produto porque seus amigos gostam ou seguem a loja em redes sociais.

Em contrapartida, o relatório da Ryan apontou que outros fatores também podem influenciar os usuários a experimentar produtos. A empresa cita como exemplo, aplicativos de comércio (32%); opiniões e recomendações (29%), sites de pré-venda de marcas (também 29%), e-mail marketing (empatados em 26%) e sites de compra coletiva (25%).

As atualizações de status das redes sociais por parte dos varejistas também têm conduzido fãs a fazer compras impulsivamente ou a gastar mais do que haviam planejado, conforme os dados do “A Tectonic Shift in Shopping Behavior”. Segundo o estudo, 22% dos seguidores de varejistas em mídias sociais relataram que foram influenciados a comprar sem planejamento prévio, sendo que 15% disseram ter gastado mais do que o planejado. Apps de compras também se mostraram eficazes, conquistando 21% dos usuários a fazer compras por impulso e 15% a gastar mais do que tinham planejado.

Textos publicados por varejistas influenciaram 20% dos internautas a fazer uma compra impulsiva e 14% a gastar mais. Outras ferramentas digitais influentes reportadas pela pesquisa são as atualizações em mídia social (17% e 10%, respectivamente), sites de ofertas (17% e 8%) e códigos QR e leitores de código de barras (14% e 11%). Menos influentes na condução de compras por impulso estão os motores de busca (6% e 5%), bem como os cupons para download e sites de marca (ambos com 7% e 5%).

O relatório indica que, entre as 19 ferramentas digitais identificadas, as atualizações dos varejistas em mídias sociais têm forte impacto sobre a escolha da loja entre os usuários, com 44% dizendo que suas escolhas foram influenciadas pelo canal. Outra ferramenta, que também exerce influência em termos de escolha da loja entre os usuários, são comentários de produtos e recomendações de lojas e sites de pré-venda (ambos com 42%), seguidos por aplicativos de comércio (40%), lojas virtuais e e-mails marketing (ambos 37%). Posts em mídia social influenciaram 36% dos fãs e seguidores na escolha da marca, enquanto cupons para download (22%) e sites na loja varejista (24%) tiveram menos influência.

Muitas das ferramentas digitais de varejo estudadas no relatório dobraram ou triplicaram o uso em quase 20 meses desde o último levantamento da Ryan Partership. No relatório deste ano, 64% dos consumidores relataram ter usado sites de revendedores (varejo) para fazer compras ou planejar as compras, em comparação com os 28% registrados em 2010. Cupons para download estão em segundo lugar no uso corrente, e também têm mostrado um forte crescimento no uso (61% este ano, acima dos 28%).

Mesmo que os esforços dos varejistas em mídias sociais pareçam exercer grande influência na decisão da compra, apenas 23% dos entrevistados na pesquisa online informaram seguir algum varejista nas redes sociais, no entanto, esse percentual é quase o dobro dos 12% registrados em 2010.

De 6 novos shoppings em SP, 1 cumpre medidas contra trânsito

A cidade de São Paulo vai ganhar seis novos shoppings com 10,2 mil vagas de estacionamento até 2015, segundo informações publicadas pelo jornal O Estado de S.Paulo.

De acordo com a publicação, a expectativa é de que, juntos, os centros comerciais recebam cerca de 100 mil pessoas por dia. As obras devem aumentar os congestionamentos na capital paulista e já ocupam alguns terrenos de trânsito pesado como a Marginal do Tietê, do Pinheiros e a avenida Paulista.

De todas as obras, apenas o Shopping Metrô Tucuruvi, na zona norte, iniciou medidas da lista de exigências da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Além disso, a publicação afirma que o ritmo das obras não é o mesmo da criação de medidas para reduzir o trânsito. O jornal ainda afirma que o maior dos novos shoppings, o Nova 25 de Março, na zona sul, ainda não se programou para saber o que fazer com o trânsito a menos de um ano da inauguração.

Segundo a legislação, construções com mais de 500 vagas de estacionamento são classificadas como pólos geradores de tráfego e obrigadas a investir 5% do valor da obra em medidas para diminuir o impacto do trânsito. Atualmente São Paulo conta com 69 shoppings. O jornal não ouviu nenhum dos seis novos shoppings que estão sendo construídos.