Shoppings desbravam novos espaços

Com planos de ir até para outros estados e assim ter menos concorrência, empresas de shopping centers (malls) com atuação regional ampliam seus investimentos para se destacar dentro do setor e, assim, ocupar espaços em que líderes como BRMalls e Multiplan ainda não estão. É o caso da rede Almeida Júnior, que, apesar de estar sediada na cidade de São Paulo, opera no mercado de Santa Catarina com quatro shoppings – incluindo os que serão inaugurados na semana que vem e no início de 2011 – e tem a meta ambiciosa de dobrar seu número de malls e seu patrimônio, até 2014. Atualmente, seus ativos são avaliados em R$ 1,7 bilhão. Segundo Jaimes de Almeida Júnior, presidente e fundador da empresa, que este ano fez 30 anos, serão investidos cerca de R$ 400 milhões em quatro shoppings que devem ser abertos nas cidades de Chapecó, Criciúma, Florianópolis e Lajes, além do investimento de R$ 140 milhões nas obras do Blumenau Norte Shopping, para o ano que vem.

O executivo explica que desde 2007, quando vendeu o Shopping Santa Úrsula, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, à Multiplan, a companhia, capitalizada, voltou a atenção a Santa Catarina, onde já possuía um empreendimento. “Decidimos primeiro regionalizar a companhia e enfocar Santa Catarina, onde queremos liderar mercado, para depois analisar oportunidades no Paraná e no Rio Grande do Sul”, diz. De acordo com Almeida Júnior, a empresa tem se profissionalizado desde 2006, quando optou por mudar sua estratégia, e desde estão acelera investimentos. Primeiro, quer dominar o estado, onde já tem 40% do mercado, para depois ampliar. “Se a BRMalls é a líder em área bruta locável (ABL), e a Multiplan, em faturamento, nós somos a maior empresa de shopping centers regional.”

O empresário, que criou a empresa em Santa Catarina para depois mudar sua sede para a capital paulista, em 1994, destaca que depois de São Paulo, do Rio de Janeiro e da cidade de Brasília, o estado é o local que possui o maior Produto Interno Bruto (PIB) per capita do País e sem a presença de grandes concorrentes. “Santa Catarina tem o quarto PIB per capita do Brasil e é um estado industrial, líder no setor têxtil e sede de grandes indústrias, o que gera distribuição de renda e potencial de consumo, o que nos interessa”, explica.

Com grandes shoppings voltados às classes A, B e C e líderes em suas regiões, a empresa é sondada por outros grupos de investidores, incluindo estrangeiros e fundos de private equity. Também afirma que estaria preparada para abrir capital um dia, mas não deve seguir estes caminhos no momento: continuará a fazer investimentos com capital próprio e financiamentos com bancos como o Bradesco e Itaú, além de manter gestão familiar.

O Grupo Zaffari, do Rio Grande do Sul, que também é supermercadista, é outro que promete investir mais em shopping centers, área de negócios que vem crescendo dentro da empresa. Hoje, tem cinco shoppings no seu estado de origem e um em São Paulo, o Bourbon Shopping São Paulo, além de se preparar para abrir em 2011 mais um mall em Porto Alegre, o Bourbon Shopping Wallig.

No nordeste, o grupo JCPM, do empresário João Carlos Paes Mendonça e com sede em Recife (PE), se destaca e também está ampliando suas regiões de atuação. A empresa afirma que mantém sua política de investimentos no setor, presente nos Estados de Pernambuco, Sergipe, Bahia e São Paulo, com participação já em oito shoppings e projetos de outros três. O grupo, do empresário que vendeu a rede Bompreço em 2000, deve investir R$ 200 milhões na construção de mais um shopping em Salvador (BA), o Salvador Norte Shopping, com inauguração prevista para o ano que vem, e R$ 500 milhões no Shopping Riomar, em Recife. A companhia terá participação de 20% no Shopping Granja Vianna, em Cotia, grande São Paulo, segundo mall em que investe fora da Região Nordeste, e cuja abertura também está prevista para 2011.

Para advogado de Arruda, ex-governador virou “bode expiatório” do País

Após tentativas frustradas de revogar a prisão de José Roberto Arruda (sem partido), o advogado Nélio Machado voltou a repetir ontem que as acusações de que o ex-governador comandava o esquema de propina no Distrito Federal são “incipientes e que serão reduzidas à própria insignificância”. “Nós vamos demonstrar os absurdos, os excessos, os descomedimentos [do inquérito]. Elegeu-se o governador Arruda como bode expiatório da República”, disse Machado.

A defesa, segundo ele, vai trabalhar para mostrar que Arruda não tem ligação com o mensalão do DEM. “As acusações surgiram de pessoas que não têm credibilidade”, disse. Machado voltou a dizer que Arruda não cogita voltar para a vida pública. “Ele quer o retorno da paz e da saúde. Ele quer voltar para a família.” Arruda responde a duas ações no STJ (Superior Tribunal de Justiça), por tentativa de suborno a testemunha e por falsificação de recibos para mascarar propinas. Ainda não foi apresentada denúncia sobre o mensalão do DEM.

No início da sessão do STJ, Machado elogiou a trajetória do ministro Fernando Gonçalves, relator do caso, em evento de homenagem ao magistrado, que se aposentará no dia 20. Por oito votos contra cinco, o STJ mandou soltar nesta segunda-feira Arruda (sem partido) e mais cinco aliados que estão presos por atrapalhar as investigações do mensalão do Distrito Federal–suposto esquema de arrecadação e pagamento de propina).

O ex-democrata está preso desde o dia 11 de fevereiro na Superintendência da Polícia Federal pela tentativa de suborno do jornalista Edson Sombra, testemunha do processo que investiga o esquema de corrupção no Distrito Federal.

Bancos mantêm taxa de juros do cheque especial acima da Selic, diz Procon

Pesquisa da Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP), realizada no dia 1º de abril, constatou que a taxa média do cheque especial continuava em 8,79% ao mês, desde dezembro de 2009, e a taxa média do empréstimo pessoal permanecia em 5,17% desde outubro. Os números foram divulgados nesta segunda-feira (12/04) e mostram que as menores taxas do cheque especial são cobradas pela Caixa Econômica Federal (6,75%) e pelo Banco do Brasil (7,65%), enquanto a maioria dos dez bancos pesquisados se mantém na faixa de 8% a 9%. O Banco Safra tem a taxa mais alta, com juros de 12,30% ao mês. Os bancos públicos também cobram taxas menos caras nos empréstimos pessoais: 4,39% na Caixa e 4,48% no BB. Dos bancos privados, a menor taxa (4,61% ao mês) é oferecida pelo Banco HSBC, enquanto os demais cobram acima de 5%, com destaque para o Itaú, que tem a taxa mais cara, de 5,86% ao mês.

O Procon-SP verificou que as taxas do cheque especial foram mantidas em relação a março e que a única alteração registrada foi no empréstimo pessoal. O Bradesco reduziu a taxa de 5,37% para 5,34% ao mês, voltando ao índice de fevereiro. A taxa média do empréstimo pessoal oscilou de 5,171% para 5,168%, mas, no arredondamento, ficou em 5,17%.

De acordo com os técnicos do Procon-SP, existe possibilidade de variação da taxa do empréstimo pessoal em função do prazo do contrato. Por isso, para efeito de pesquisa, eles estipularam os contratos de 12 meses, uma vez que todos os bancos trabalham com esse prazo. Eles lembraram também que os dados coletados referem-se a taxas máximas pré-fixadas para clientes não preferenciais, independentemente do canal de contratação.

O Procon-SP destacou que os bancos continuam em posição de cautela, aguardando os próximos passos da política monetária, a serem definidos na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), agendada para os dias 27 e 28 deste mês, quando o colegiado de diretores do Banco Central define a taxa básica de juros, a Selic.

Há uma tendência de elevação da taxa para 9,25% ao ano, segundo estimativa da pesquisa Focus, realizada na última sexta-feira (09/04) e divulgada hoje pelo BC. Atualmente, a Selic está em 8,75% ao ano. De acordo com os técnicos do Procon-SP, a simples perspectiva de alta da Selic tem impacto direto sobre as taxas futuras porque elevam o custo de captação dos bancos e determinam aumento também no crédito ao consumidor.

Os técnicos sugerem que o consumidor fique atento para a possibilidade de alta na taxa básica de juros, pois “a falta de planejamento, a impulsividade na hora de consumir e a facilidade de contratação levam, muitas vezes, o consumidor a solicitar um empréstimo sem necessidade, ou a assumir dívidas além de suas possibilidades de pagamento. É bom lembrar que o juro real brasileiro continua sendo o mais alto do mundo.”

SkatePark é atração do Shopping Grande Rio

O Shopping Grande Rio, vai levar para a Baixada Fluminense uma diversão muito radical com o Skatepark. Até 17 de maio, as crianças poderão experimentar, com toda a segurança, a sensação de deslizar numa prancha com rodas, contando, sempre com a presença de um instrutor, além de equipamento de segurança. Enquanto brincam, os pequenos estimulam o desenvolvimento da coordenação motora e a autoestima.

O altura da rampa varia de 0,50m a 1,10m, para facilitar o aprendizado de quem nunca subiu num skate. Recomendado para crianças acima de quatro anos, o brinquedo é diversão garantida. Cada dez minutos no Skatepark saem por R$ 12. A pista de skate fica na praça de eventos e funciona no mesmo horário que o shopping.

IPI faz demanda do consumidor por crédito atingir recorde em março

O fim do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) fez os consumidores buscarem mais crédito em março. Após queda de 7% em fevereiro, a demanda do consumidor por crédito registrou alta de 18,3% – maior nível da série histórica, iniciada em janeiro de 2007. Os dados fazem parte do Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta segunda-feira (12/04). De acordo com os analistas, além do IPI, o maior número de dias úteis também influenciou no resultado mensal. Foram 23 dias úteis no mês passado contra 18 em fevereiro.

O cenário econômico mais estável, a inadimplência do consumidor em queda e o aumento da massa real de rendimentos também fizeram com que o indicador registrasse recorde. Considerando o resultado acumulado dos primeiros três meses deste ano, houve aumento de 21,6% na demanda. Na comparação anual, o desempenho não foi diferente e a procura por crédito avançou 32,5%, também recorde histórico em termos de taxa anual de crescimento. Nesse caso, porém, a base de comparação (março de 2009) foi o principal fator do aumento, uma vez que, naquele mês, o País enfrentava um dos piores momentos da crise financeira global, que afetou o crédito.

Em todas as comparações, houve alta na demanda em todas as regiões geográficas brasileiras. Na comparação com março de 2009, o destaque ficou com o Sudeste, região onde a procura por crédito cresceu 36,2%. Já na comparação com fevereiro, o maior aumento ficou com o Nordeste, onde a demanda cresceu 21%

Vendas do Pão de Açúcar crescem 47,1% no trimestre, para R$ 7,785 bi

As vendas brutas do Grupo Pão de Açúcar cresceram 47,1% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2009, totalizando R$ 7,785 bilhões. As vendas líquidas somaram R$ 6,973 bilhões, um aumento de 50,2% no período. Excluindo-se as operações do Ponto Frio, as vendas brutas e líquidas cresceram 19,9% e 23,2%, respectivamente.

No conceito mesmas lojas – que incluem apenas as lojas com no mínimo 12 meses de operação e, portanto, excluem as operações do Ponto Frio -, as vendas brutas cresceram 15,0% em termos nominais e 9,6% em termos reais (deflacionadas pelo IPCA). Segundo o Pão de Açúcar, o desempenho mesmas lojas teve impacto positivo de 1,8 ponto percentual por conta do efeito sazonal da Páscoa, que no ano passado foi comemorada na 2º semana de abril e, neste ano, na 1º semana de abril, fazendo com que os clientes iniciassem suas compras de Páscoa no final do mês de março. Já as vendas líquidas mesmas lojas cresceram 18,1% no trimestre em termos nominais.

Ainda no conceito mesmas lojas, os produtos alimentícios apresentaram crescimento em vendas brutas de 13,5% no período, com destaque para as categorias Bebidas e Produtos de Mercearia. As vendas de não-alimentos cresceram 19,5%, com ênfase para as categorias de Bazar, Drogarias e Eletro-eletrônicos. Entre as bandeiras do Pão de Açúcar, os destaques foram o Extra Hipermercados, Extra Supermercados, Extra Eletro e Assaí que apresentaram performance superiores a média do grupo.

A empresa destacou ainda que as vendas brutas do comércio eletrônico (composto pelo Extra.com.br, Pão de Açúcar Delivery, Pontofrio.com.br e Atacado) registraram crescimento de 65,3% no primeiro trimestre ante o mesmo período do ano passado.”Também foi verificado um aumento no tíquete médio e tráfego de clientes em todas as lojas do Grupo neste período”, diz a companhia em comunicado.

As vendas brutas de Globex, que incluem as operações de comércio eletrônico, apresentaram crescimento de 49,6% em relação ao primeiro trimestre de 2009, para R$ 1,442,5 bilhão. As vendas líquidas totalizaram R$ 1,257 bilhão, um aumento de 53,5%. No conceito mesmas lojas, o crescimento foi de 47,9% em relação mesmo trimestre do ano passado. “Essa performance superior às apresentadas no terceiro e quarto trimestres de 2009, de 6,8% e 23,0%, respectivamente, demonstram uma tendência positiva e acima do orçado pela companhia”, afirma o Pão de Açúcar, que lembra ainda que o primeiro trimestre de 2009 foi o período mais afetado pela crise econômica mundial nas vendas de bens duráveis.

O grupo abriu 11 lojas no trimestre, sendo uma loja Extra Hipermercado e uma loja Assaí no conceito”power center”(formato que atende aos consumidores de atacado e varejo, com uma loja ao lado da outra) em Palmas (Tocantins); e nove lojas do Extra Fácil em São Paulo. Além disso, uma loja do CompreBem foi convertida para o formato Assaí em Pernambuco. Em contrapartida, foram fechadas duas lojas, uma do Sendas e uma do Comprebem. Com isso, o grupo encerrou o trimestre com 1.089 unidades.

Multiplan construirá prédio de escritórios ao lado do shopping Morumbi

A Multiplan iniciou a construção de um novo edifício de escritórios para locação ao lado do Shopping Morumbi, em São Paulo. O empreendimento, chamado Morumbi Business Center, terá escritórios padrão classe A e receberá investimento de R$ 66 milhões. A área bruta locável (ABL) planejada será de 10.150 m², em uma área total de 17.440 m². A obra deve ser entregue no segundo semestre de 2011.

Segundo a Multiplan,”o projeto reforça a estratégia da companhia de investir em complexos multiuso, agregando edifícios comerciais, residenciais, hotéis e centros médicos no entorno de seus shopping centers, ampliando o fluxo de consumidores, contribuindo para a valorização dos imóveis e promovendo o efeito sinérgico entre serviços e comércio”.

Confiança do paulistano recua em abril, mas segue elevada

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), elaborado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), apresenta em abril segunda queda no ano. O ICC teve redução de 2,9% em relação a março, atingindo 152,12 pontos. Já na comparação com igual período do ano anterior, o índice apresenta alta de 21,8%.

Thiago Freitas, assessor econômico da Fecomercio, explica que, apesar do recuo, o ICC continua retratando um consumidor confiante na economia, já que o indicador varia de 0 a 200 pontos e denota otimismo quando acima de 100. “No entanto, o aumento nos preços registrado no começo do ano, ainda devido fatores sazonais, principalmente no grupo Alimentação representou um impacto mais forte do que o previsto na avaliação dos consumidores”, destaca. Segundo o economista, o declínio na confiança dos paulistanos que recebem menos de dez salários mínimos e têm mais de 35 anos foi o fator de maior peso para o resultado do índice. “Este é justamente o grupo de consumidores que tem maior receio em perder poder de compra. Também por isso, é o que mais sentiu o aumento nos preços”, analisa.

Os sub-índices que compõem o ICC, Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice de Expectativa do Consumidor (IEC), apresentaram resultados opostos em abril. Enquanto o IEC registrou leve elevação de 0,8%, o ICEA encolheu 8,5%. Com este resultado, o ICEA atinge o menor nível dos últimos seis meses, retornando ao mesmo patamar de novembro de 2009. A segmentação do indicador segundo o sexo dos consumidores também demonstra que, apesar da confiança masculina ter caído mais do que a feminina, as mulheres permanecem mais inseguras do que os homens. Confirmando o resultado geral do ICC, na divisão por idade, constatou-se que os paulistas com mais de 35 anos foram os que apresentaram maior deterioração no sentimento de segurança em relação às condições econômicas atuais, cedendo 9,5% em relação ao mês anterior. Já o IEC, que vinha de queda nos meses anteriores, teve ligeiro incremento de 0,8% na comparação entre abril e março deste ano. Curiosamente, as mulheres, menos otimistas quanto às condições econômicas atuais, são mais esperançosas do que os homens em relação às expectativas de futuro.

Freitas afirma que os números do ICC em abril são decorrentes da pressão nos preços acima das expectativas registradas no primeiro trimestre de 2010, que culminou na indisposição do consumidor em comprometer sua renda com aquisições mais substanciais, assumindo dívidas de médio e longo prazo. “Ainda que seja pontual e não represente riscos à economia, nem necessidade de elevação da Selic, essa inflação comprometeu a confiança dos consumidores”, conclui.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) é apurado mensalmente pela Fecomercio desde 1994. Os dados são coletados junto a cerca de 2,1 mil consumidores no município de São Paulo. O objetivo da pesquisa é identificar o sentimento dos consumidores levando em conta suas condições econômicas atuais e suas expectativas quanto à situação econômica futura. Os dados são segmentados por nível de renda, sexo e idade. O ICC varia de 0 (pessimismo total) a 200 (otimismo total). Sua composição, além do índice geral, apresenta-se em: Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) e Índice das Expectativas do Consumidor (IEC). Os dados da pesquisa servem como um balizador para decisões de investimento e formação de estoques por parte dos varejistas, bem como para outros tipos de investimento das empresas.

Kopenhagen inaugura primeira loja no Maranhão

Era o que faltava. A partir de 15 de abril, os maranhenses terão o privilégio de contar com uma loja Kopenhagen para chamar de sua, isso porque inaugura no Shopping Rio Anil, em São Luís, o primeiro ponto de venda da grife. O local tem 32 m² climatizados e repleto dos mais variados produtos que a marca oferece. Finalmente, os maranhenses poderão se deliciar com os clássicos Nhá Benta, Chumbinho, Lajotinha, Cherry Brandy, além de chocolates, bombons, balas, confeitos e a variedade de bebidas da loja, como, por exemplo, as leves Sodas Italianas, o irresistível Capuccino e, é claro, o tradicional café expresso que só na Kopenhagen vem acompanhado de petit waffle, um canudinho crocante com base de chocolate ao leite.

O Maranhão era o único estado do nordeste que não possuía uma loja Kopenhagen. As expectativas da abertura desse ponto de venda são as melhores, isso porque São Luis é uma cidade turística, onde são recebidas pessoas de todas as partes do Brasil e do mundo. “As pessoas vem à cidade usufruir o que ela oferece de melhor e terão a oportunidade de tomar um delicioso café na Kopenhagen”, explica Keily Perinazzo proprietária da franquia. Há oito décadas a Kopenhagen seduz o paladar dos brasileiros.

Sinônimo de sofisticação no segmento de chocolates finos artesanais, a grife que faz parte do Grupo CRM – controlador também da Brasil Cacau e Dan Top – somam 265 lojas nas grandes cidades do Brasil. A grife possui hoje mais de 300 itens em linha, alguns deles top of mind nos seus segmentos como Nhá Benta, Língua de Gato, Lajotinha, Chumbinho e Cherry Brandy.