Radiação de celulares colabora para sumiço de abelhas, afirma estudo

Os celulares são um dos responsáveis pela queda da população de abelhas na Europa e na América do Norte, afirmam cientistas de uma universidade na Índia ouvidos pelo Daily Telegraph. Pesquisadores da Universidade Punjab, de Chandigarh, na Índia, afirmam ter estabelecido uma relação entre a radiação emitida pelos celulares e a perda de orientação de navegação das abelhas.

Em uma experiência controlada, eles compararam o comportamento e a produtividade das abelhas em duas colmeias. Uma tinha dois celulares, que funcionavam por 15 minutos, dias vezes ao dia. A outra tinha aparelhos falsos. Depois de três meses, a colmeia com os celulares apresentou redução no número de ovos postos pela rainha, o fim da produção de mel e um declínio no número de abelhas operárias que retornavam á colmeia depois de colher pólen.

Em artigo, os pesquisadores Ved Prakash Sharma e Neelima Kumar escreveram que “o aumento no uso de gadgets tem causado uma eletropoluição do ambiente. O comportamento e a biologia das abelhas são afetados pelo eletronevoeiro porque elas têm magnetita em seus corpos, o que as ajuda na navegação”.

Mais de 80% das empresas podem sofrer com TI na Copa

Só 18% das empresas estão preparadas para a sobrecarga na infraestrutura de TI que pode ser causada durante a Copa do Mundo, quando funcionários deverão acompanhar o torneio de futebol no trabalho. O dado faz parte de uma pesquisa realizada em maio, pelo escritório de advocacia DLA Piper, da Inglaterra, com 352 companhias.

Entre os entrevistados, menos de 20% dos gestores de TI orientam os funcionários sobre o uso aceitável dos recursos de email e de internet durante os jogos. Pouco mais de 11% dos consultados informaram que a empresa autoriza os empregados a assistir às partidas transmitidas pela internet no trabalho.

Shopping D realiza ação de conscientização ambiental

O Shopping D, em São Paulo, realizará neste sábado (05/06) uma ação de conscientização ambiental no Dia Mundial do Meio Ambiente. O empreendimento distribuirá milhares de mudas de nome científico Cupressus lusitanica e nome popular Cedrinho para os clientes que visitarem o centro de compras durante a data.

“Nosso objetivo é conscientizar o público da importância do meio ambiente para vida de todos nós”, diz Elizabeth G. Coutinho, gerente de marketing do Shopping D.

Servidores da Câmara terão aumento de até 40%

De forma discreta, sem alarde, tramitou pelo Congresso o projeto que cria o novo plano de carreira dos servidores da Câmara. O projeto encontra-se agora no Palácio do Planalto para sanção presidencial. Enquanto o presidente recebe recomendação da equipe econômica para vetar o aumento de 7,7% para os aposentados, o novo plano de carreira dos servidores da Câmara concede um reajuste, em média, de 15%, mas que, em alguns casos, chega a até 40%. Somados os vários aditivos possíveis, haverá servidores que chegarão ao teto constitucional de R$ 27.725 para os salários.

Hoje, o menor salário da Casa é de R$ 3,4 mil, para quem tem nível médio, caso a pessoa não possua função comissionada ou vantagens pessoais incorporadas. O menor salário para quem tem curso superior é R$ 9,8 mil. Se o plano for sancionado, quem tem curso superior ganhará de R$ 12 mil a R$ 17 mil. Mas, com funções comissionadas e adicionais a maior remuneração chegará ao teto do funcionalismo, R$ 27.725, considerando-se a maior função comissionada e o adicional de especialização, que só agora, 20 anos depois de previsto, passará a ser pago aos servidores.

Idealizado pela própria Mesa da Câmara, o plano, com impacto orçamentário de R$ 505 milhões previsto para 2011, quer igualar os salários dos servidores da Câmara com os rendimentos dos trabalhadores do Executivo e do Judiciário, que tiveram reajustes generosos a partir de 2008. Os aumentos propostos pelo novo plano de carreira da Câmara são feitos basicamente com a criação de um fator multiplicador da Gratificação de Atividade Legislativa (GAL). O vencimento básico é o mesmo. O que aumenta é a gratificação, principalmente se o funcionário ocupar uma função comissionada (FC). Hoje, 76% dos 3,4 mil servidores da Casa possuem alguma FC.

Uma das medidas propostas pelo projeto de lei deixou dúvidas em três juristas e um consultor ouvidos pelo Congresso em Foco. Eles temem que o art. 4º permita que, futuramente, a Câmara aumente a GAL dos servidores por ato da Mesa sem a necessidade de lei. Diz o artigo:

Art. 4º A Mesa da Câmara dos Deputados fica autorizada a reestruturar e alterar a tabela de fatores da Gratificação de Atividade Legislativa.

A administração da Casa garante que não fará isso, por ser inconstitucional. Diz que vai se limitar a fazer eventuais reduções na GAL e remanejamentos de despesas, sem aumento de gastos. Mas os juristas e o consultor não pensam assim.

“Se o Legislativo confere à Mesa da Câmara um cheque em branco para atuar como queira, ele está abrindo mão da sua competência legislativa”, diz o professor de direito administrativo Pedro Serrano, mestre em Direito do Estado. “É profundamente antirepublicano e inconstitucional procurar se atribuir a uma autoridade administrativa [a Mesa] aumentar salários ou vencimentos quando queira.”

Para Serrano, há problemas mesmo que haja apenas reduções de gratificações de determinados grupos de servidores e aumento para outros. “Com isso, pode haver persecução aos servidores que não queiram atender aos interesses da autoridade administrativa e benefícios para os que queiram atender”, reflete.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, também estranhou o texto. “Essa possibilidade de conceder aumentos depende de questões orçamentárias. É por isso que o legislador remete isso à própria lei. Senão, o governador poderia fazer, a Assembleia Legislativa poderia fazer”, disse. “Não pode ser por vontade individual, da Mesa, da Presidência da República ou do Tribunal de Justiça.”

Shoppings vencem na “disputa” dos cinemas

Já parou para pensar como estão distribuídas as 67.392 poltronas de cinema de São Paulo? Quem prefere assistir aos últimos lançamentos em uma das salas disponíveis nos shoppings centers certamente tem mais opções. Um estudo do geógrafo Eduardo Baider, da Universidade de São Paulo (USP), constatou que 85% das poltronas da cidade estão localizadas nos cinemas Multiplex, enquanto os cinemas de arte reúnem 11% dos assentos.

“A concentração dos cinemas nos shoppings decorre da interiorização do lazer e da privatização da vida social, baseada no discurso de que as ruas são perigosas”, explica o geógrafo. Os cinemas de bairro são ainda mais raros: são 590 poltronas, 1% do total. Cineclubes e salas especiais de exibição completam a lista, com 3% das poltronas. As salas eróticas não foram consideradas no estudo.

Dos cinemas Multiplex, apenas o Bristol, o Kinoplex Itaim e o Marabá estão fora de shoppings centers. A rede Cinemark, que em 2009 recebeu cerca de 32 milhões de espectadores em todo o País, administra mais de 50% das poltronas disponíveis em São Paulo. São 137 salas em 16 complexos localizados nos shoppings. O crescimento das redes de cinemas Multiplex, segundo Baider, acompanha a multiplicação de shoppings e sua expansão por todas as regiões da cidade.

“Os grandes cinemas de rua que se concentravam na região da Avenida São João e que tiveram o seu auge na década de 50, entraram em decadência com a popularização do automóvel e da televisão”, afirma o geógrafo. “Esse declínio, que ocorreu a partir da década de 1960 e cujo auge foi na década de 1970, coincide com início da concentração de cinemas em espaços fechados, com grande capacidade de absorção dos automóveis.”

Além de mapear os espaços de exibição, Baider relacionou o perfil dos frequentadores com o local do cinema, a partir de 150 entrevistas in loco. “O frequentador de shopping, de maneira geral, vê o cinema como lazer”, avalia. “Se preocupa menos com o que vai assistir e se apropria de forma superficial e efêmera do produto cinematográfico.”

O engenheiro Sergio Mendes Monteiro, de 59 anos, só vai ao cinema com a família em shoppings, principalmente no Villa-Lobos. “É uma questão de comodidade, fica a cinco minutos de casa, então é mais fácil”, justifica. As opções de filme no shopping, segundo ele, também têm mais a ver com o seu gosto do que a programação dos cinemas de rua. “Se for para ver um filme muito intelectual, para me encanar, prefiro ficar em casa.”

A bancária Vanessa Rodrigues, de 30 anos, também só frequenta cinema em ambientes fechados. “Nunca fui nesses cinemas de arte. Não tenho interesse e o shopping fica perto de casa. O ingresso é um pouco caro, mas vale a pena”, diz.

Já os frequentadores dos cinemas de arte, segundo Baider, apropriam-se de forma mais densa do filme. “Isso induz a uma apropriação mais sólida do próprio espaço de exibição.”

A artista plástica Clara Ianni, de 22 anos, é frequentadora assídua desses cinemas de arte. “Detesto cinema de shopping. Quando vou a um cinema de rua, o programa é ir ao cinema, sem outras interferências”, observa.

Desemprego volta a bater recorde na zona euro

O índice de desemprego na Eurozona registrou uma leve alta em abril, a 10,1% da população ativa contra 10% em março, o que representa uma novo recorde desde a criação deste espaço monetário de 16 países criado em 1999, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira. A taxa de desemprego da zona euro permanecia estável em 10% desde fevereiro, o que já constituía um recorde desde a criação da moeda única. Em abril, a região tinha 15,86 milhões de pessoas à procura de emprego.

Na União Europeia (UE, integrada por 27 países, incluindo os 16 da zona euro), o desemprego permaneceu em 9,7%, mesmo índice registrado em março. Em abril, a UE tinha 23,311 milhões pessoas em busca de trabalho.

Terceirização de limpeza projeta alta de até 25%

Otimistas com a expansão da terceirização entre indústria, varejo, mercado imobiliário e hoteleiro, as empresas de serviços de limpeza e manutenção Brasanitas, Vikings Sistemas de Limpeza, Empresa Paulista de Serviços e Top Clean esperam crescer até 25% este ano, com a conquista de novas contas e com a ampliação dos contratos com os clientes atuais. Por conta do bom momento, elas estão investindo em equipamentos, certificações e novas filiais. Essas empresas devem crescer mais que o setor, que este ano prevê alta de 8,5% e movimentação de R$ 10 bilhões. Em 2009, o setor cresceu 6%.

De olho no crescimento do mercado imobiliário, a Vikings Sistemas de Limpeza espera crescer 25% este ano e para isso aposta na expansão do atendimento a condomínios e no fortalecimento da marca na Região Sudeste, onde foi criada há 14 anos. A empresa projeta um faturamento de R$ 40 milhões em 2010, com participação de 70% dos clientes localizados na Grande São Paulo, 15% do interior do estado e 15% do Rio de Janeiro. “Este ano fechamos contrato com ADM e Cargill, mas a maior parte do nosso crescimento vem do aumento do investimento dos próprios clientes”, afirma Alexandre Falbe-Hansen, diretor da empresa.

Outra que estima crescer na marca dos 20% é a Brasanitas, que em 2009 faturou R$ 300 milhões. A empresa confia na expansão do atendimento a clientes como a rede Multiplan, de shoppings, Vale, Gerdau e Natura e na entrada em novos mercados, como o das Regiões Centro-Oeste e Nordeste. “Até o final do ano, vamos inaugurar uma unidade de negócios no centro-oeste, onde já temos referências para prospectar novos clientes. E no ano que vem, abriremos uma unidade no nordeste porque queremos iniciar negócios em Pernambuco e Bahia”, detalhou Marcelo Trovati, diretor comercial do grupo Brasanitas.

A empresa presta serviços em 4,2 mil pontos de atendimento no País. Grande parte do seu faturamento, porém, vem do atendimento a empresas localizadas na Grande São Paulo, seguida pela região de Campinas, por conta do crescimento das empresas de tecnologia instaladas na região. “Nosso crescimento tem sido progressivo, está na marca de dois dígitos anualmente porque o mercado sinaliza crescimento da terceirização. Cada vez mais as empresas irão focar em sua atividade principal, terceirizando as atividades que não são do seu escopo”, ressalta o diretor.

O grupo é dividido nas áreas de serviços especializados, hospitalar, controle de pragas e facilities, que possuem certificações de qualidade próprias e são vistas como diferenciais entre clientes de indústria, hospitais, shopping centers e instituições de ensino, entre outras. “O grupo Mutiplan, que atendemos em sete shoppings, é um cliente muito exigente. A limpeza é um diferencial para eles”, diz.

O empresário afirma que, por conta do aquecimento da economia, já chegou a ter problemas para contratar mão de obra, que, assim como na indústria, é intensiva, mas tem um piso salarial inferior. “Se fechamos contrato com um grande contingente, em uma região industrializada, como a do ABC, por exemplo, é difícil contratar”, explica o empresário. “Como alternativa, temos trabalhado com os sindicatos, alinhando os salários acima da inflação. Para 2010, houve um aumento de 10%. Isso ajuda a equiparar salários com outros segmentos que têm mão de obra intensiva”, afirma o executivo.

A aposta em segmentos em que a terceirização é pouco explorada é a estratégia da Top Clean, que vê boas perspectivas de crescimento da demanda por limpeza no segmento hoteleiro. “Estamos investindo muito no setor de hotelaria porque ainda é pouco terceirizado”, afirma Ernesto Brezzi, diretor comercial Top Clean.

A empresa também está investindo em certificações e na mecanização de processos para ampliar seu atendimento a empresas e universidades, e espera atingir crescimento de 10% este ano, contra 6% no ano passado. “O mercado está aquecido, já crescemos 5% este ano”.

Bolsa é o pior investimento do mês; dólar ganha mais que o ouro

Em meio ao clima incerto dos mercados e a contínua volatilidade vista nas últimas semanas, o dólar acompanhado pela variação da Ptax ficou com o posto de melhor investimento do mês de maio, com ganhos nominais de 4,34%. Vale mencionar que o dólar comercial encerrou o mês com alta de 4,8%, pondo fim a três meses consecutivos de baixa.

O investimento em ouro, por sua vez, ficou com a vice-liderança no mês, com rentabilidade nominal de 3,15% no mês. Vista como uma alternativa de proteção de capital, a commodity se beneficiou do forte sentimento de aversão ao risco que tomou conta dos mercados no período – resultado, principalmente, do noticiário internacional.

Considerando os ganhos nominais – ou seja, descontando o Índice Geral de Preços – Mercados (IGP-M), que marcou 1,19% no mês – dólar e ouro foram as únicas no campo positivo, com variação de 3,11% e 1,94%, respectivamente. Já o Ibovespa viu as perdas se intensificarem em maio, refletindo o momento instável da renda variável. O índice teve seu pior mês desde outubro de 2008, auge da crise financeira, registrando retorno nominal de -6,64% – angariando novamente o posto de pior investimento do mês, assim como em abril. A queda, contudo, foi um pouco menor do que a vista nos principais índices dos EUA, que encerraram o período com desvalorização de mais de 8%.

Nas alternativas de renda fixa, a aplicação em CDBs pré-fixados de 30 dias garantiu retorno nominal médio de 0,79% em maio, pouco acima do benchmark CDI (+0,75%). A caderneta de poupança, por sua vez, apresentou retorno nominal de 0,55% no mês.

O cenário europeu continuou sendo o principal foco dos mercados, e também o maior gerador de instabilidade. Em meio à aprovação de pacotes de austeridade fiscal em países como Itália, Grã Bretanha, Grécia e Espanha, os temores de contágio de outras economias e do sistema bancário aumentaram. O corte do rating espanhol promovido pela Fitch não ajudou a melhorar as perspectivas para a região, assim como a proibição alemã ao naked short selling.

Nos EUA, a segunda prévia do PIB do país referente ao primeiro trimestre de 2010 revelou uma expansão anualizada de 3,0%, patamar inferior às expectativas do mercado, de 3,3%. Por lá repercutiu ainda a aprovação da reforma financeira pelo senado norte-americano.

Por aqui, o início do mês foi marcado ainda pela temporada de divulgação de resultados, que contou com os números das principais blue chips do País: Vale (VALE3, VALE5) e Petrobras (PETR3, PETR4). No caso da estatal, contudo, os números foram ofuscados pela ansiedade dos investidores sobre a capitalização da empresa, prevista para junho. Além disso, na China, a inflação registrou em abril sua maior alta dos últimos 18 meses, deflagrando maiores temores de um aperto monetário.

Liderando os ganhos do Ibovespa, as ações ordinárias da TIM (TCSL3) avançaram 14,92% em maio. O setor de telecomunicações brasileiro teve um mês agitado, com destaque para a tentativa da Telefónica em comprar a fatia da Portugal Telecom na Vivo (VIV04).

As recomendações para os ativos do setor também ficaram em foco. O BTG Pactual, por exemplo, recomendou a compra das ações das companhias de telecomunicação que atuam no País, citando o Plano Nacional de Banda Larga, pelo qual as operadoras de celular poderão ser bastante beneficiadas. Já Morgan Stanley e JP Morgan elevaram suas recomendações para a TIM para overweight (desempenho acima da média do mercado), enquanto o Citi elegeu a empresa como top pick. Por outro lado, os papéis ordinários da Brasil Ecodiesel (ECOD3) ficaram com o pior desempenho do índice no mês, com recuo de 27,83%.

Moda sustentável e animais na Semana do Meio Ambiente do Shopping Barra

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, o Shopping Barra, em Salvador, abre espaço para duas exposições com temas distintos, mas unidas por chamarem atenção para a necessidade da preservação ambiental. Em parceria com o curso de Gestão de Moda da Unifacs, será evidenciada a relação entre moda e sustentabilidade, e tendo como parceiro o Zoológico de Salvador, o Barra irá expor fotos de animais da fauna brasileira preservados no zoo baiano. Ambas as atrações poderão ser vistas de terça (02/06) a sábado (05/06).

Na ala Norte do segundo piso, adultos e crianças vão conferir 18 imagens de animais integrantes do Zoológico de Salvador, entre aves, répteis e mamíferos. Todas as fotos vêm acompanhadas de curiosidades sobre os animais ―muitos deles ameaçados de extinção― e algumas fotos terão aplicação de texturas imitando sua pele ou penugem, como no caso da onça preta.

Já os aficionados em moda, vão encontrar no segundo piso, setor Sul, uma série de looks produzidos com materiais como saco plástico, pneu e lata. A ideia dos alunos do curso de Gestão em Moda da Unifacs é mostrar como esses produtos, normalmente descartados, podem ser aplicados na moda conceitual. Como os itens usados nas roupas são comumente encontrados no lixo marinho, a mostra também levanta a bandeira da preservação dos oceanos.