Traga sua torcida para o shopping

De quatro em quatro anos, o Brasil se veste de verde e amarelo para assistir aos jogos da Copa do Mundo. Entrando no clima que toma conta do país inteiro, o Brasília Shopping, Terraço Shopping e Taguatinga Shopping, todos no Distrito Federal, montaram estruturas para os clientes que quiserem assistir às partidas do Brasil.

No primeiro, 20 pufes em forma de bolas de futebol e um telão foram colocados em frente as Lojas Americanas para os torcedores relaxarem e curtirem as partidas. Na praça de alimentação também há televisões para acompanhar os duelos na hora de lanchar. Já o Terraço Shopping, adotou o clima do jogo. Além do telão de LED de 3x2m, uma arquibancada foi montada para comportar a torcida brasileira na hora dos jogos. O shopping ainda vai distribuir buzinas e cornetas — as famosas vuvuzelas — para quem comparecer.

O Taguatinga Shopping tem uma proposta diferente. O público alvo da Arena Coca-Cola Brasília são os adolescentes. Nos três jogos da Seleção na primeira fase, haverá atrações musicais. No dia 20, o grupo Carnavália é quem toca, enquanto a dupla sertaneja Henrick e Ruan fecha a primeira fase, dia 25. Para garantir o ingresso, o torcedor deve ir até o Shopping e mostrar como vai comemorar os gols do Brasil. Depois da “apresentação”, a entrada fica garantida.

Japão aprova plano de crescimento até 2020

O governo do recém nomeado primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, aprovou nesta sexta-feira (18/06) uma nova estratégia de crescimento até o ano de 2020 para criar mais demanda e emprego e fortalecer a saúde fiscal do país com a maior dívida pública do mundo. A apresentação deste ambicioso plano, com o horizonte do ano fiscal que termina em março de 2021, tem a intenção de frear problemas endêmicos da segunda economia mundial, como a deflação, a estagnação do crescimento e uma dívida pública que já é o dobro do Produto Interno Bruto (PIB).

A chegada desta estratégia de crescimento coincide com a convocação de eleições parciais ao Senado, marcadas para o dia 11 de julho e com a apresentação do programa do governante Partido Democrático (PD) que destaca a política fiscal e não descarta uma alta do imposto sobre o consumo.

Na apresentação de seu plano, Kan disse que “se não nos esforçamos em reconstruir as finanças da nação, uma instituição como o Fundo Monetário Internacional (FMI) poderia acabar controlando cada coisa que fizermos” e acrescentou: “devemos reabilitar as finanças por nós mesmos”, informou o jornal “Nikkei”.

O PD, que encerrou em setembro mais de meio século de domínio conservador do Partido Liberal-Democrata (PLD), enfrentou no início de mês a renúncia do primeiro-ministro Yukio Hatoyama, a quem Kan substituiu no último dia 8 de junho. O novo executivo quer centrar suas políticas “na saúde fiscal sem descuidar as políticas sociais”, segundo disseram fontes governamentais.

Concretamente, para o ano fiscal de 2020, o Japão espera assegurar um crescimento anual de seu PIB em 2%, quer que os preços subam de maneira estável a partir de 2011 e espera a criar demanda em novos setores no valor de 123 trilhões de ienes (1,09 trilhões de euros) e 5 milhões de postos de trabalho.

Os setores estratégicos do plano serão o meio ambiente, com o objetivo de alcançar o plano de redução de emissões em 25% em 2020 em relação aos níveis de 1990; a saúde, para dar serviços a uma população cada vez mais envelhecida; e o turismo.

Salad Creations fica entre as quatro empresas que mais cresceram

A Salad Creations figurou na lista das “500 Franquias para você investir”, publicada pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. O Guia de Franquias, que foi publicado na primeira semana de junho, ressaltou a empresa como um dos destaques do setor de alimentação, pois foi uma das quatro que mais cresceram em faturamento.

A franquia ficou em 24ª posição entre as melhores franquias para se investir, sendo que anteriormente esteve em 28ª. De R$ 2,5 milhões de faturamento em 2008, a Salad Creations aumentou para R$ 7 milhões em 2009, fechando o ano com 11 lojas em todo o Brasil.

“Estamos extremamente satisfeitos com os resultados até agora”, disse Alexandre Botelho, sócio-diretor da Salad Creations. A expectativa da empresa é de encerrar 2010 com 24 lojas no país e um crescimento de 130% na receita. “Percebemos que os investidores realmente apostaram e gostaram do modelo de franquia que oferecemos. Temos crescido exponencialmente”, comemora.

Índice que reajusta aluguel sobe 1,06% na segunda prévia do mês, diz FGV

A inflação mensurada pelo Índice Geral de Preços — Mercado (IGP-M), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, aumentou 1,06% na segunda prévia do mês, ante variação de 0,95% no mesmo período de maio, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (18/06) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O período analisado vai do dia 21 de maio até o dia 10 de junho.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou 1,37%, na segunda prévia, ante a variação foi de 1,19% no mesmo período anterior.

Parque temático “Mundo do Futebol UOSS” chega ao Shopping Del Rey com brinquedos inéditos

Em época de Copa do Mundo, crianças e adultos vão poder curtir as atrações do “Mundo do Futebol UOSS” no Shopping Del Rey, em Belo Horizonte. O parque temático, que está funcionando no primeiro piso, traz quatro atrações diferentes, com brincadeiras e jogos inspirados no Mundial.

Na Bola Maluca, o público poderá se divertir em um inflável em forma de bola no estilo touro mecânico. No Orbit Ball, a brincadeira é entrar dentro da bola e correr de um lado para o outro, dando cambalhotas e saltos. Para quem gosta de diversão sobre a água, o Orbit Water Ball traz seis bolas, onde as crianças podem deitar e rolar dentro de uma piscina de oito metros de diâmetro.

Para o público que curte jogos, o circuito traz o Futeboys, fácil de jogar como um pebolim tradicional, mas com muitas novidades. O formato da máquina lembra um estádio de verdade, com direito a som de torcida, grito de gol e apito do juiz. Em outra máquina, os fanáticos por futebol vão poder desafiar o adversário em uma partida. O controle do jogo está nos pés, com o chute na bola. E para quem quer acertar o chute a gol, há ainda a máquina de cobrança de pênaltis, com opções free play ou ficha e marcador de pontos.

Real já é a segunda moeda mais negociada no mercado futuro

Levantamento do Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) mostra que a moeda brasileira, o real, já é a segunda moeda mais negociada do mundo no mercado futuro e de opções, atrás apenas do dólar e à frente do euro.

O BIS afirmou, em relatório, que o volume de posições em aberto em contratos futuros e de opções da moeda brasileira subiu 41% nos primeiros três meses de 2010 e chegou à cifra de US$ 140 bilhões de dólares. “A importância da moeda brasileira no segmento de moedas do mercado de futuros e opções se deve ao fato de haver comparativamente poucos negócios no mercado de balcão”, informou o banco.

O banco destaca que a moeda brasileira é atraente para investidores graças à força da economia do País, à sua alta taxa de juros, a Selic – hoje a 10,25%- e ao seu status de moeda atrelada a commodities. “Contudo, o real continua sendo uma moeda vulnerável em tempos de grande aversão a risco nos mercados financeiros”, afirmou a nota.

Na visão do ministro da Fazenda, Guido Mantega, vários fatores fazem com que a moeda ganhe status internacional. “A economia brasileira está mais líquida, os títulos brasileiros estão mais líquidos; a moeda inspira mais confiança e também tem outra razão: a rentabilidade do nosso mercado futuro é maior, devido ao fato de a taxa de juros ser maior”, ressaltou, durante apresentação ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social. Para o ministro, o fato de o real ter ultrapassado moedas como o euro e o iene nas negociações futuras é bom para o País. “Podemos dizer que a nossa moeda é uma moeda de curso internacional, tem segurança, garantia e atratividade.”

No campo do comércio exterior, Mantega rebateu as críticas de que o Brasil está dando mais ênfase a produtos primários do que a manufaturados. “Hoje, o que está dando mais dinheiro para o Brasil é o minério de ferro, não o setor siderúrgico”, afirmou. Ainda em relação às commodities, o ministro da Fazenda destacou que faltará alimento no mundo nos próximos anos em razão da demanda elevada. “E qual será o país que atenderá a esse aumento da demanda? O Brasil”, enfatizou o ministro da Fazenda.

O gerente de Operações da Confidence Câmbio, Felipe Pellegrini, diz que o fato de o real ser a segunda moeda mais negociada no mundo precisa ser analisado com cuidado. “A notícia em si não impacta o mercado, se não o diagnóstico seria uma grande baixa da moeda norte-americana.” Ele explica que a maioria dos contratos futuros é de operações de curto prazo e que os investidores estrangeiros buscam as altas taxas de juros praticadas no Brasil. “Pode ser bom por atrair o câmbio-turismo. Fica fácil viajar para fora. Contudo, o lado ruim da história é que o dinheiro fica pouco no País e não faz investimentos.” Para ele, o movimento é nitidamente especulativo, sem envolver investimentos diretos.

Quando questionado se concorda com os analistas que preveem queda da taxa Selic até 2012, Pellegrini ressaltou que taxas de juros altas atraem o investidor estrangeiro. “O mercado sente que o movimento será de altas taxas de juros, apesar de um ano eleitoral. No longo prazo, deverá diminuir, mas não dá para afirmar.” Para ele, o Brasil poderia praticar taxas de juros menores. Uma das soluções, segundo ele, seria o incentivo à produção. “Ainda que tenhamos pressões inflacionárias, há outras maneiras de segurar a inflação sem elevar a Selic. Hoje, a procura é maior que a oferta. A solução é frear com taxas maiores, ou incentivar a oferta?”

Pellegrini enxerga que o fato de um órgão internacional, o BIS, ter emitido o relatório o impacto no exterior pode ser maior. “Fica a propaganda para o Brasil, pois a notícia será lida no mundo todo. Para nós, o melhor cenário seria se os grandes investidores colocassem o dinheiro no longo prazo e incentivassem a produção nacional”, reflete o executivo.

BR Malls compra 75,4% de shopping em Minas Gerais por R$ 110,2 milhões

A BR Malls (BRML3) adquiriu 75,4% do capital social do Independência Shopping por R$ 110,2 milhões, informou a companhia em nota nesta quinta-feira (17/06). Com esta porção, a BR Malls passou a deter 83,4% do total da empresa. “O Independência Shopping foi desenvolvido e é administrado pela BR Malls, tendo sido inaugurado em abril de 2008. Com pouco mais de dois anos, o shopping apresenta grande potencial de crescimento de receitas”, explicou a BR Malls sobre o shopping adquirido, que situa-se na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Assumindo o controle do Independência Shopping, a BR Malls adicionou mais de 17,7 mil m² de ABL (Área Bruta Locável). Cabe mencionar que o shopping mineiro apresentou nos cinco primeiros meses deste ano um crescimento de 18,8% de NOI (receita operacional líquida), sendo que em 2009 a alta fora de 22,4%.

A BR Malls destacou que a expectativa para o NOI do Independência Shopping para os próximos 12 meses é de cerca de R$ 15 milhões. Esse valor, segundo a companhia, deverá afetar o NOI e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidado do grupo nos próximos resultados. “Após a referida aquisição, a BR Malls elevou sua participação média em seu portfólio de 45,2% para 46,1%, em 35 shopping centers. Seu ABL próprio passou de 467.752 m² para 485.468 m², sendo0 o ABL total da companhia de 1.034.911 m²”, concluiu a BR Malls.

Liquidação Animale no Natal Shopping

Começa nesta sexta-feira (18/06), a liquidação da grife carioca Animale. A sale da Animale é imperdível e movimenta as lojas da marca em todo o país. No Natal Shopping, na capital do Rio Grande do Norte, as peças da coleção outono-inverno estarão com até 60% de desconto. Em julho, a vitrine da Animale já vai exibir coleção nova da grife.

Subway segue com inaugurações no Brasil

A Subway segue em ritmo de crescimento e apresenta os resultados do último mês, em todo o Brasil. A rede inaugurou 11 novos restaurantes distribuídos nos estados de Maranhão e Bahia, no Nordeste; Goiás e Rondônia, no Centro Oeste; São Paulo (capital e interior) e Rio de Janeiro, no sudeste, além de Santa Catarina, na região Sul.

Para facilitar a expansão, o Brasil foi divido em territórios e conta com Agentes de Desenvolvimento, profissionais responsáveis pelas aberturas de lojas com acompanhamento de todo o processo e prospecção de novos franqueados. Atualmente, a rede conta com 440 restaurantes e deve atingir a marca de 500 estabelecimentos em 2010.

Para Junho a rede prevê 16 novas unidades no país, Roberta Damasceno, Gerente de Operações da Subway no Brasil, explica estes dados positivos e as projeções de crescimento para o país, “Um dos mercados mais importantes para a rede devido ao grande potencial de expansão, concentra-se em solo brasileiro. Além disso, o nosso modelo de negócios tem tido ampla aceitação por parte de futuros investidores, franqueados e consumidores”.