Brasil e Japão fecham acordo de aposentadoria para beneficiar imigrantes

O Brasil e o Japão fecharam um acordo na área da Previdência Social que vai permitir que imigrantes usem tempo de serviço no exterior para o cálculo da aposentadoria nos dois países. O acordo deve contemplar os cerca de 250 mil trabalhadores brasileiros que vivem no Japão e os 90 mil japoneses que trabalham no Brasil. O pagamento será proporcional ao tempo de serviço prestado e às contribuições pagas em cada país.

O acordo fechado entre os dois governos levou quase seis anos para ser finalizado e deve ser assinado no final de julho, afirmou nesta segunda-feira Mariângela Rebuá de Andrade Simões, diretora-geral do Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior, do Ministério das Relações Exteriores. “Os japoneses são muito detalhistas, por isso o acordo demorou a sair”, comentou a chefe do Setor de Comunidades da Embaixada do Brasil em Tóquio, Patrícia Cortes. Depois de assinado pelos ministros da Previdência, o texto precisa ser ratificado pelo Legislativo dos dois países.

O acordo, que só deve entrar em vigor em janeiro de 2011, também vale para pedidos de pensão por morte. “Essa era uma antiga reivindicação da comunidade brasileira que vive no país”, lembra Mariângela.

Marly Higashi, 53, por exemplo, é uma que será beneficiada. Ela está há 16 anos no Japão e há seis contribui com a Previdência local. “Na verdade, comecei a pagar porque temia sofrer algum tipo de acidente e ficar inválida, sem direito a nenhum benefício”, conta. Somado ao tempo que contribuiu no Brasil, ela estará próxima do tempo mínimo para se aposentar no Japão.

No Brasil, o período mínimo de contribuição é de 35 anos (30 anos para mulheres). No Japão, são pelo menos 25 anos. Mas os maiores benefícios são pagos àqueles que contribuem mais de 40 anos. Mas assim como a maioria dos brasileiros que vivem no arquipélago, por um bom tempo Marly se recusou a pagar o plano previdenciário por achar “que estaria jogando dinheiro fora”. “Quando eu voltasse para o Brasil, iria receber só uma pequena parte de volta”, justifica.

No Japão, em função da legislação local, é possível pedir reembolso de uma pequena parte das contribuições pessoais feitas ao sistema previdenciário local ao deixar definitivamente o país. Porém, com o acordo entre os dois países, a aposentadoria só será possível se os trabalhadores não resgatarem este valor ao deixar o Japão. Ao pedir o reembolso, o contribuinte perde automaticamente os direitos previdenciários a partir do saque. Com a assinatura do acordo, a expectativa é de que a grande maioria dos cerca de 250 mil brasileiros que vivem atualmente no Japão se inscrevam no sistema de Previdência local.

Os trabalhadores brasileiros e japoneses transferidos por suas empresas por um período máximo de cinco anos também poderão continuar a contribuir com a Previdência do seu país, evitando assim a bitributação. O Brasil já possui acordos previdenciários com dez países (Argentina, Cabo Verde, Espanha, Grécia, Chile, Itália, Luxemburgo, Paraguai, Uruguai e Portugal). Em fevereiro, fechou mais um, com os Estados Unidos. Já o Japão possui acordos nesta área com a Alemanha, a Inglaterra, os EUA, a Bélgica, a França, o Canadá e a Coreia do Sul.

Para ratificar o acordo, o ministro da Previdência, Carlos Eduardo Gabas, deve ir ao Japão no final de julho. A assinatura deve fazer parte das comemorações que o governo brasileiro está organizando para celebrar os 20 anos do início do êxodo de dekasseguis para o Japão.

Em 1990, o Japão promulgou a nova Lei de Controle de Entradas e Saídas do País, permitindo assim a entrada de filhos, netos e cônjuges de japoneses com visto de trabalho. Foi o início “oficial” do movimento dekassegui, que no auge, em 2008, chegou a contabilizar 320 mil brasileiros residindo no país.

Além da possível assinatura do acordo, será realizado um seminário sobre as duas décadas da imigração brasileira no Japão, no dia 30 de julho em Tóquio, e uma festa popular em Nagoya,

Loja do McDonalds em Itaquera é campeã de vendas da América Latina

A loja do McDonalds do Shopping Metrô Itaquera, na zona leste de São Paulo, foi a campeã de vendas entre todas as lojas da América Latina e ocupa a 22ª posição no ranking mundial de clientes entre as 32 mil lojas da marca.

De acordo com dados da empresa, apesar de menor se comparada às demais lojas – tem 150 m², enquanto as unidades têm entre 250 e 300, a loja recebeu 2,3 milhões de consumidores em 2009 e vendeu cerca de R$ 8,7 milhões neste período. Só no mês de dezembro, quase 370 mil clientes passaram pelo restaurante. Os recordes são beneficiados pelo aumento da renda da população brasileira. O público da loja é formado principalmente por famílias e adolescentes das classes C e D.

Inscrições para o concurso “Novos Talentos 2010/2011” estão abertas

As inscrições para a edição 2010/2011 do concurso Novos Talentos, promovido pelo Shopping Barra, de Salvador, estão abertas. Podem participar designers de moda, estudantes da área e autodidatas que já atuem no campo profissional do estilismo. Os interessados devem entregar a ficha de inscrição na Central de Relacionamento do shopping, na ala Norte do 1º piso, até o dia 20 de julho. A ficha pode ser obtida na própria central ou através do site www.shoppingbarra.com.

Posteriormente, os candidatos têm até o dia 27 de julho para apresentarem o material exigido pelo edital: projeto conceitual com dez croquis, duas peças confeccionadas, dois looks no manequim fotografados e currículo. O edital do concurso também está disponível no site do Barra. O júri, formado por especialistas em moda, indicará três vencedores, que desfilarão suas propostas de coleções no quadro Novos Talentos do Barra Fashion. Na escolha dos projetos, serão avaliados itens como criatividade, qualidade no acabamento e modelagem.

Consolidação desafia redes do Sul do país

Desde a última quarta-feira (23/06), o Sul é a única região brasileira que não tem lojas da novíssima Máquina de Vendas, o segundo maior conglomerado varejista do país. Com a recente entrada da mato-grossense City Lar, o grupo criado em março por Insinuante, da Bahia, e Ricardo Eletro, de Minas Gerais, controla agora 754 lojas espalhadas por 24 unidades da federação. Um time ambicioso que vem reduzindo a distância que o separa do líder do mercado, formado pela união das mais de mil lojas de Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro.

É de se esperar que cedo ou tarde a Máquina de Vendas tente entrar na Região Sul. Também não se descarta um eventual contra-ataque da Magazine Luiza, que até agora ficou à margem da onda de consolidação do varejo e segue à procura de empresas para comprar. Em resposta a esse movimento, a palavra de ordem nas principais redes regionais que atuam no Paraná é continuar avançando para não virar caça. Bem ao estilo “a melhor defesa é o ataque”, a catarinense Salfer e a paranaense MM Mercadomóveis mantêm uma alucinante rotina de abertura de novas lojas.

A MM, que há pouco mais de três anos tinha 75 unidades no Paraná e em Santa Catarina, quer fechar o ano com pelo menos 140 e chegar à marca de 200 em 2012. “Essas fusões e aquisições que temos visto apenas dão razão à estratégia que adotamos nos últimos anos, de nos fortalecermos regionalmente. Alcançamos a liderança no Paraná no ano passado, hoje estamos entre as seis maiores varejistas com sede no Sul, e até 2016 queremos estar entre as três”, diz Márcio Pauliki, superintendente do Grupo MM. Segundo ele, a rede já prepara o terreno para ingressar em 40 cidades paranaenses e 27 catarinenses nos próximos anos.

A Salfer não fica para trás. Tem três inaugurações marcadas apenas para esta semana – em Prudentópolis, Criciúma e Blumenau – e terminará o mês de junho com seis novos pontos comerciais. “Hoje temos 175 lojas nos dois estados, e o plano é fechar o ano com 210”, conta o diretor comercial da rede catarinense, Sérgio Bittencourt. “Esse movimento de consolidação é natural e não vai parar já, cedo ou tarde ele chega ao Sul. Ou a gente cresce ou é vendido, e vender a empresa não é a intenção de nossos acionistas.”

Salfer e MM afirmam que podem cumprir suas metas apenas com crescimento orgânico, mas nenhuma descarta comprar grupos menores. Pauliki, da MM, revela já estar à caça de redes com 20 a 30 lojas na faixa oeste do Paraná e de Santa Catarina. “Não vou dizer que estamos em processo avançado de negociação, mas já estamos fazendo levantamentos de algumas empresas. A capacidade ‘fuçativa’ ficou muito importante nos últimos tempos”, brinca o superintendente.

Embalado pelo aumento do emprego, da renda e do crédito, o mercado de móveis e eletrodomésticos cresce há sete anos seguidos no Brasil e há oito no Paraná – em 2010, a expansão das vendas chega à casa dos 20%. Mas isso não tem bastado para saciar o apetite das varejistas. Para sobreviver, não basta vender mais: é preciso lucrar mais, explica Cláudio Felisoni, coordenador do Pro­­gra­ma de Administração do Varejo da Fundação Instituto de Admi­nistração (Provar/FIA). “Os produtos e serviços estão cada vez mais parecidos uns com os outros, particularmente nesse mercado de bens duráveis. O consumidor é cada vez mais bem informado e os preços de venda, mais parecidos. Isso quer dizer que as margens de lucro das varejistas estão baixando. Ao multiplicar o número de unidades, você consegue aumentar os volumes vendidos e, como os custos operacionais não crescem na mesma proporção, pode elevar os lucros.”

Opções de compra para as gigantes do varejo parecem não faltar no Sul do país: considerando-se apenas as que têm sede no Paraná, há pelo menos seis varejistas com redes entre 40 e 100 lojas. O que não quer dizer que elas tenham interesse em negociar, nem que a vida de uma gigante possa ser fácil por aqui.

Ônibus interestadual vai ficar mais caro a partir de julho

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou nesta sexta-feira (25/06), por meio da Resolução 3.538, publicada no Diário Oficial da União (DOU), o reajuste de 2,134% para as passagens de ônibus interestaduais e internacionais de longa distância. O reajuste passará a valer a partir da zero hora do dia 1º de julho.

Desde 2007, o percentual de reajuste é calculado por meio da fórmula paramétrica.Os coeficientes tarifários máximos a serem aplicados aos diferentes serviços interestaduais e internacionais de longa distância devem ser expressos em R$/pass.km. De acordo com a agência, o valor de cada passagem é calculado por passageiro. Para se chegar ao montante final, deve-se multiplicar a distância da linha pelo valor constante, considerando o tipo de pavimento (pavimentado, implantado ou leito natural) e o tipo de serviço (convencional, executivo, semi-leito ou leito). Após esse cálculo devem ser adicionados: a tarifa de embarque específica do terminal, o ICMS estadual incidente sobre a tarifa e o rateio do pedágio, quando houver, por passageiro.

Os itens de custo constantes da fórmula de reajuste adotada para o serviço de transporte rodoviário internacional e interestadual de passageiros de longa distância são os seguintes: Combustível: 23,12%; Lubrificantes: 0,26%; Material de Rodagem: 3,173%; Pessoal: 36,952%; Peças e Acessórios: 3,813%; Veículos e outros ativos: 28,971% e Despesas Gerais: 3,711%.Os itens de custo são reajustados de acordo com índices de inflação setoriais, fornecidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este reajuste não se aplica ao serviço rodoviário interestadual e internacional semiurbano de passageiros (até 75 km), que é concedido em julho.

Novas regras mudam dia-a-dia das drogarias

O varejo farmacêutico espera a definição sobre a Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que regulamenta a prestação de serviços nas farmácias do País e retira de gôndolas e prateleiras medicamentos vendidos sem receita. O assunto volta à tona com o julgamento do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), previsto para as próximas semanas. Assim, redes do varejo farmacêutico terão de investir mais em mão de obra qualificada e infraestrutura das lojas para continuarem a ser competitivas e não perderem as vendas por impulso.

Segundo Sérgio Mena Barreto, presidente da Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogaria (Abrafarma), de acordo com a Lei, as farmácias e drogarias ficam proibidas de comercializar medicamentos isentos de prescrição (MIP) fora do balcão. Estes equivalem a 20% do faturamento do setor. Com a restrição, redes como a Drogaria São Paulo temem perder vendas. “A Resolução da Diretoria Colegiada (RDC pode impactar negativamente as vendas. Vai demandar mais trabalho ao balconista”, afirmou Ronaldo de Carvalho, presidente da Drogaria São Paulo, que agora se tornou a líder do setor, em termos de faturamento, depois de adquirir, na semana passada, a rede paulista Drogão. A Drogaria São Paulo, com esta estratégia, passa a projetar um faturamento médio de R$ 2,5 bilhões para este ano.

Ano passado, o varejo farmacêutico como um todo movimentou cerca de R$ 15 bilhões, e a expectativa deste ano é de um incremento de 25%. Números tão atrativos como esses mobilizam ações como as da Feira do Setor Farmacêutico (Econofarma), que para auxiliar as empresas varejistas organizou o fórum sobre a RDC- 44/09, em parceria com a Roche, a maior empresa de biotecnologia do mundo, que em 2009 registrou vendas de 49,1 bilhões de francos suíços.

Com as mudanças das regras do setor, buscar alternativas para a adequação no canal de venda é a palavra de ordem do mercado. Uma das estratégias que as redes usarão para fidelizar clientes agora é a de oferecer serviços como medição de pressão e temperatura, teste de glicemia e aplicação de brincos, antes proibidos pela Anvisa. Segundo Valdemir Skirgaila, consultor de varejo, a cobrança é facultativa.

Outra medida exposta no evento para garantir a rentabilidade das redes é a “Farmácia Modelo” que oferece ao empresário, uma loja, com os balcões todos de vidro, até a parte de baixo, garantindo assim a exposição dos MIP. Em um espaço de 50 metros, o custo da reforma com esse tipo de mobiliário gira em torno de R$ 15 mil. “Pensamos na farmácia, acima de tudo, como um ponto comercial. Sem a exposição, vai diminuir a venda por impulso”, afirma Skirgaila.

A Abrafarma tem como associadas 28 redes de farmácia e vê a medida como perda para o consumidor, que passa a depender do auxílio do profissional da drogaria para efetuar a compra. Outro destaque é o aumento de preços, que, caso aconteça a diminuição da demanda, pode ocasionar também menos oferta. Segundo Barreto, presidente da entidade, o setor cresceu nos últimos quatro anos a taxas médias de 25%, atraindo fundos de investimentos nacionais e internacionais, mas agora, com as restrições, este cenário pode mudar.

Lançado durante a Econofarma em São Paulo, o site www.espaçoude.far.br surge como nova opção de informações ao mercado. Esta parceria entre a Roche, a distribuidora Santa Cruz e a Omron foi criada para oferecer um treinamento on-line para os estabelecimentos que desejam prestar serviços de atenção farmacêutica, e deverão necessitar de mais informações e orientações.

O fórum teve participação de 200 farmacistas e destacou que, com a determinação da agência regulatória, os estabelecimentos passaram a ser considerados centros de atenção farmacêutica. A ideia foi mostrar que a área de atuação desses estabelecimentos foi ampliada: além de vender medicamentos, as farmácias podem agora prestar serviços.

Lojas Renner expande atuação com loja em SP

Considerada a segunda maior rede de lojas de departamentos de vestuário do País, o conglomerado Lojas Renner mantém planos de crescimento regional para alcançar novos consumidores. Prova disso é que a empresa vai inaugurar nesta semana a sua 18ª operação na capital paulista, além de ter aberto canais de apoio aos consumidores em unidades no nordeste do País, para ajudar regiões que tenham sido afetadas pelas recentes enchentes que assolaram algumas cidades brasileiras este mês.

No caso da nova loja na capital paulista, está prevista no dia 30 de junho a abertura da unidade que foi instalada no Raposo Shopping e agregou 2 mil m² de área de venda. Segundo a empresa, esta unidade responde como a 39ª no Estado de São Paulo. “A abertura no Raposo Shopping é mais uma parceria com o grupo Brookfield que tem tudo para trazer ótimos resultados. Com sortimento diversificado, localização privilegiada e concentração populacional, o empreendimento é uma ótima oportunidade para a Lojas Renner ampliar sua presença em São Paulo”, afirma o diretor de Operações, Paulo Soares.

No nordeste, a ação da empresa assume enfoque social. Na última sexta-feira (25/06), as lojas da Renner localizadas nas cidades de Maceió, Recife e Jaboatão dos Guararapes tornaram-se postos de coleta de roupas, calçados e alimentos não perecíveis para ajudar as vítimas das chuvas. Estas unidades estão localizadas no Maceió Shopping (AL), no Shopping Recife (PE), na Rua Imperatriz Teresa Cristina, na capital pernambucana, e no Shopping Guararapes (PE). Para as famílias desabrigadas, a Renner doará o total de 7 mil peças de vestuário e dez toneladas de alimentos.

Consumo das famílias cresce 7,1% em abril, frente a igual mês de 2009

O consumo das famílias apresentou expansão de 7,1% em abril, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo revelam dados do Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), divulgado nesta segunda-feira (28/06). Frente ao mês imediatamente anterior, o consumo das famílias, entretanto, apresentou queda de 0,9%, após acréscimo de 1,3% em março. Em 12 meses, a alta acumulada é de 6,3%, e no ano é de 8,7%.

De acordo com o relatório, considerando a oferta agregada, os destaques do quarto mês de 2010 ficaram com os setores de Indústria e Agropecuária, que avançaram, nesta ordem, 13,6% e 11,6%, frente a igual período do ano passado. No que diz respeito ao setor de Serviços houve alta de 5,5% no período analisado.

Seu inverno fica mais quente com a programação musical do Shopping Butantã

Muita alegria, descontração e calor humano em junho com o happy hour pra lá de animado no Shopping Butantã, na capital paulista. Talentosos artistas estarão mostrando o melhor da música nacional e internacional na praça de alimentação do shopping. As apresentações acontecem de segunda a sexta, das 20h00 às 22h00. Confira a programação:

SEGUNDAS: Jorge Canti (MPB, Pop) – Desde os quatro anos de idade Canti já se interessava pela música influenciado por sua mãe que tocava acordeom. Com isso, foi crescendo e experimentando vários instrumentos de corda e percussão até se apaixonar pelo violão e passar a tocar nas noites de Sampa, consagrando-se como artista profissional. Nos estúdios aprendeu a versatilidade de gravar vários estilos, do forró ao R&B, ao lado de artistas famosos como Eliana de Lima, Guarabyra e outros. Com uma voz doce e repertório variado, influenciado por Djavan, Cláudio Zolly e Zé Ramalho, Canti conquistou seu espaço no cenário musical.

TERÇAS: Luciano Ricetto (MPB, POP Rock e Internacional) – Cantor com 27 anos de carreira, apresenta-se sozinho ou com mais dois músicos, às terças-feiras, e faz o maior sucesso, graças à sua voz de qualidade singular. Seu estilo é USA Rock e canta Elvis, U2 e The Police, The Beatles, Legião Urbana, Capital Inicial, entre outros.

QUARTAS: Vinícius Roncato (MPB, Pop Rock Nacional) – No formato voz e violão Roncato vem fazendo shows pela noite de São Paulo desde 1998. Dono de um timbre suave e agradável, o músico conquista fãs por onde se apresenta, interpretando canções de Djavan, João Bosco, Ed Motta, Caetano Veloso, Lenine e outros.

QUINTAS: René Nunes (MPB) – Compositor, cantor e instrumentista nascido em São Paulo tomou gosto pela música ainda na infância. Em 1993 ingressou na Cia. Os Menestréis tocando e atuando no Espetáculo Noturno, de Osvaldo Montenegro, até o final de 94. De lá pra cá passou a ser convidado para tocar em eventos, casas noturnas, shoppings, bares e bandas de bailes.

SEXTAS: Juliana Frassati (MPB e Internacional) – A cantora e compositora nascida em São Paulo é considerada uma artista amante da música brasileira contemporânea. Autodidata, Juliana começou aos 15 anos cantando em bares e hotéis. Participou do concurso “Nova Cantora do Domingão do Faustão” e ficou entre as semifinalistas.