Drogaria Iguatemi é reinaugurada com conceito de boutique de bem-estar

Com nada menos que 40 anos de existência, a Drogaria Iguatemi inova mais uma vez com um conceito de boutique de bem-estar em sua loja do Shopping Iguatemi, em São Paulo, um dos endereços mais elegantes e sofisticados da cidade. A loja, reinaugurada na semana passada, passou por uma completa reestruturação, cujo objetivo foi transformar o local em um espaço único voltado à beleza, à saúde e ao bem-estar de seus clientes, seguindo o objetivo da empresa desde a sua criação: proporcionar um novo conceito de farmácia tornando possível, a venda de medicamentos, cosméticos e perfumaria num ambiente aconchegante e de maneira diferenciada.

A agência européia Bloom Consulting, com sede em Madrid e especialista em estratégias de fortalecimento de marca, foi responsável pela nova identidade visual da Drogaria Iguatemi. A idéia do projeto foi concebida para agregar à comunicação conceitos como luxo, versatilidade, dinamismo, beleza e bem-estar, valores já incorporados à imagem da empresa. O novo logo mantém as iniciais da rede, mas com um design moderno e sofisticado.

A preocupação da empresa vai muito além de um espaço físico luxuoso. Há o compromisso de garantir um atendimento personalizado, através de uma equipe de profissionais composta por farmacêuticos, consultoras e maquiadores treinados para prestar um ótimo atendimento.

“Somos responsáveis por constantemente identificar, validar e promover as melhores tendências e soluções relacionadas a bem-estar. Nossas consultoras de vendas entendem as necessidades do nosso cliente e sempre estão prontas para apresentar as novidades, de acordo com recomendações dermatológicas e de especialistas das marcas”, diz Leonardo Diniz Jorge, diretor da empresa. São mais de 2 mil lançamentos ao ano que vão de produtos do cotidiano aos mais raros e sofisticados.

Após a grande reforma que envolveu um investimento aproximado de R$ 1 milhão, o espaço conta com piso de mármore e fibra de vidro, um lustre com 4,5 mil cristais importados da Áustria, além de mobília confeccionada para facilitar ainda mais a localização e a acessibilidade dos produtos.

A nova loja chega com um aumento criterioso em seu mix de produtos com 20 novas marcas, como L’Occitane, esmaltes Orly, linha capilar J.F. Lazartigue e a grife de maquiagem inglesa Eyeko. Além da loja-conceito, a Drogaria Iguatemi também está presente nos shoppings Market Place e Iguatemi Campinas, e negocia para 2011 a abertura de mais três lojas. Uma delas será localizada no Shopping Iguatemi Alphaville, estando as outras ainda em planejamento. Para este ano, a rede espera crescer 25% em vendas.

Pagar com cartão ficará mais seguro

Até 30 de setembro, o pagamento por meio de cartão estará mais seguro no Brasil. Esse é o prazo estabelecido pela Visa para o grande varejo, as processadoras e as credenciadoras (como Cielo e Redecard) se adequarem às regras do PCI Council. O PCI é um conselho mundial, formado pelas principais bandeiras de cartão, que cria padrões de segurança.

As grandes varejistas, classificadas com nível 1 pela Visa, são os comércios que registram mais de 6 milhões de transações por ano. Em 2011, será a vez das empresas nível 2, que têm entre 1 e 6 milhões de transações. Já a MasterCard exige que comércios que registram mais de 150 mil transações por ano se adaptem ao PCI até 30 de junho de 2011.

Com a adoção dos novos padrões de segurança, inclusive para transações on-line, as empresas receberão uma certificação, que deverá ser atualizada anualmente. Sem o certificado, elas poderão ser responsabilizadas por fraudes que utilizem brechas no seu sistema, tendo que arcar com os prejuízos. “Se a empresa não se adequar, pode até perder o direito de transacionar Visa”, alerta Edson Ortega, diretor de Produtos da Visa Brasil.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito (Abecs), há cerca de 30 empresas que se enquadram no nível 1 e outras 400 que estão no nível 2. O coordenador do comitê de segurança da Abecs, Henrique Takaki, contou que apenas o McDonalds e a rede de supermercado Dia estão 100% certificados. “Há grande adesão às regras do PCI, mas o processo é longo, pois exige mudança de infraestrutura e de comportamento nas empresas.”

Para se adaptarem, as empresas realizam auditorias. A Módulo, consultoria autorizada pelo PCI, prevê quadruplicar o número de auditorias em 2010. “Ao menos 300 empresas devem fazer auditoria neste ano. Muita gente está se antecipando”, afirma o diretor da Módulo Carlos Alberto Costa.

O diretor de Tecnologia do McDonalds, Roberto Galdieri, conta que o Brasil foi o primeiro país da rede a ser certificado, há três anos. “Desde 2007, já investimos R$ 3 milhões para obter e atualizar a certificação”, afirmou Galdieri. A CSU, que processa informação de mais de 24 milhões de cartões no Brasil, já investiu cerca de R$ 8 milhões para obter a certificação, prevista para agosto. O processo começou em 2009, com um levantamento de todo o sistema de segurança da processadora.

A CSU atualizou, então, softwares de proteção, soluções de criptografia e dispositivos de firewall (barreiras para impedir a saída de informações desprotegidas e a entrada de vírus no sistema). “O PCI exige que a senha do cartão armazenada seja criptografada para que nem nossos funcionários tenham acesso”, explica a diretora da CSU Anacristina Lugli. As processadoras prestam serviços para os emissores dos cartões, checando se há restrições que impeçam a autorização da compra.

3ª Feira de Produtos Coloniais começa sexta-feira

Nos próximos dias, o doce aroma do campo irá invadir os corredores do Farol Shopping, em Tubarão (SC). A 3ª Feira de Produtos Coloniais, organizada pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, Epagri, inicia nesta sexta-feira (16/07).

Até 18 de julho, os visitantes do shopping poderão conhecer mais sobre a cultura e economia dos principais centros rurais da região.”O evento funciona como uma vitrine na qual mostramos o que há de melhor na região agrícola. O mais importante na feira é oferecer ao público urbano esta oportunidade de conhecer o que existe em termos de cultura e economia nos nossos centros rurais”, explica a coordenadora do evento, Lenir Pirola.

Com a participação de 14 municípios, a feira trará ao público a exposição e comercialização de produtos rurais e trabalhos manuais, além de mostra das belezas naturais e demais atrativos das cidades participantes. O evento ocorre no andar térreo do estacionamento do Farol Shopping das 10h00 às 22h00.

Além disso, o público também contará com diversas apresentações culturais, que ocorrem todos os dias a partir das 20h00. Confira a programação para o evento:

Dia 16/07
Coral dos Idosos (Rio Fortuna)
Coral Municipal de Tubarão
Gaiteiros Mirins – Leandro e Letícia (Sangão)

Dia 17/07
Grupo de Dança Afro (Gravatal)
Capoeira “Vem pra Roda” (Gravatal)

Dia 18/07
Coral Municipal de Gravatal

Devolução de valor pago em imóvel será de uma só vez

O Tribunal de Justiça de São Paulo editou três súmulas, no dia 5 deste mês, que facilitam a devolução do dinheiro já pago por quem desiste da compra de um imóvel com pagamento a prazo. Súmulas são a reunião de decisões reiteradas sobre um mesmo assunto e servem para uniformizar o entendimento dos julgadores e dar maior segurança para quem espera uma decisão judicial.

Segundo a primeira súmula, o comprador, mesmo inadimplente, pode pedir a rescisão do contrato e tem a garantia da restituição das parcelas que já pagou. O valor devolvido será o total pago menos o que o vendedor gastou em despesas administrativas e publicidade. Também será descontado o correspondente ao tempo em que o imóvel foi ocupado pelo comprador. Pode haver ainda cobrança de multa, não abordada nas súmulas.

Segundo o desembargador Fernando Antônio Maia da Cunha, presidente da Seção de Direito Privado do TJ, a incidência de multa deve ser analisada caso a caso. Em seu entendimento, se estiver prevista no contrato e não for considerada abusiva, a multa deve ser aplicada.

A segunda súmula estabelece que a restituição ao compromissário comprador deve ser feita em parcela única, mesmo que o preço a ser pago pelo imóvel tenha sido dividido em várias parcelas.

A terceira súmula traz uma vantagem processual: caso o comprador seja processado pelo vendedor por inadimplência, pode fazer o pedido de restituição no próprio processo. Antes, tinha de ajuizar outra ação para receber de volta o que havia pago.

Vendas globais de computadores pessoais crescem 22,4%

As vendas globais de computadores pessoais cresceram 22,4% no segundo trimestre de 2010, somando 81,5 milhões de máquinas no período, de acordo com dados da consultoria IDC. A reposição da base de computadores pelas empresas explica boa parte desse resultado, disse Bob O Donnell, vice-presidente da IDC para Clientes e Displays. Outro fator de destaque é a proliferação de computadores de baixo custo.

Para o próximo trimestre, o analista avalia que as empresas continuarão a puxar o ritmo de crescimento, não da mesma forma como foi visto nos últimos trimestres, mas haverá crescimento devido a reposições planejadas, destacou Bob O Donnell. A procura por computadores de mesa foi maior do que o previsto no mundo devido às empresas que trocaram sua base de equipamentos velhos por novos. As vendas na Europa foram puxadas por consumidores finais e empresas.

As vendas de netbooks e notebooks tiveram ligeira queda nos Estados Unidos em função do lançamento do último lançamento da Apple, o iPad, informou a consultoria. Entre os fabricantes, a HP permanece como o líder de vendas de computadores, mas com queda de participação de mercado de 19,7% para 18,1%. A empresa vendeu 147 milhões.

A Dell passou a Acer e voltou a ocupar o segundo lugar no ranking, com participação de mercado de 13% e vendas de 10,6 milhões de máquinas. Já a Acer Group foi para a terceira colocação, com 12,6% (10,2 milhões), seguida da Lenovo, com 10,2%(8,3 milhões), Toshiba, com 5,3% (4,3 milhões) e a ASUS, com 5,3% (4,3 milhões).

Mais três mortes são atribuídas ao frio no Sul do Brasil

A massa de ar polar que cobre a região Sul do Brasil pode ter provocado mais três mortes na quarta-feira (14/07). No dia anterior, outras duas mortes já haviam sido atribuídas ao frio intenso na região.

Em Curitiba (PR), onde a temperatura chegou a 6°C, um morador de rua de 48 anos foi encontrado morto pela manhã com sinais de hipotermia. Ele estava debaixo de uma marquise de uma farmácia, sem cobertor, apenas deitado em cima de papelões. A equipe do Samu que atendeu a ocorrência já o encontrou com sinais claros de morte por frio: pele pálida, boca espumando e músculos rígidos.

Em Mandaguari (PR), a 403 km de Curitiba, um homem de 40 anos também morreu devido ao frio, segundo os bombeiros. Embriagado, ele desmaiou e caiu na calçada. A terceira morte atribuída ao frio ocorreu em Santana do Livramento (RS). A vítima, um morador de rua de 47 anos, foi encontrada morta, descalça e vestindo calça e camiseta.

Estudos revelam que selos verdes confundem consumidor

Eles são desenvolvidos para informar ao consumidor que o produto é certificado em razão de atender a normas socioambientais, mas às vezes acabam confundindo. Dois estudos divulgados recentemente revelam que os chamados selos verdes acabam, muitas vezes, sendo colocados pelas próprias empresas, sem qualquer auditoria ou verificação independente.

O levantamento realizado no Brasil pelas consultorias Unomarketing, Mob Consult e Ideia Sustentável apontou a existência de 600 selos verdes ou com atributos de sustentabilidade no país, atribuídos, em grande parte, por meio de critérios questionáveis. A ideia é reforçada por um outro estudo, de nível internacional. O World Resources Institute (WRI) mapeou em 42 países a existência de 340 selos socioambientais, dos quais menos de um terço monitora os reais impactos sociais e ambientais da cadeia produtiva.

“Há uma grande quantidade de selos autodeclarados: eles não são auditados de maneira independente e contam apenas com a chancela da própria empresa que comercializa os produtos”, explicou ao Estadão o representante da consultoria Ideia Sustentável, Ricardo Voltolini. Em âmbito nacional, o problema é identificado porque falta no Brasil um órgão ou entidade que faça o papel de dar aval às certificações que existem no mercado.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), por exemplo, emitem selos como o Procel (de eficiência energética para eletrodomésticos). Já certificações conhecidas no mercado internacional, como FSC (manejo florestal) e Ecocert (orgânicos), passam por auditorias feitas por organismos independentes.

Segundo definição da ABNT, a certificação ambiental atesta, por meio de uma marca inserida na embalagem, que determinado produto ou serviço apresenta menor impacto ambiental em relação a outros disponíveis no mercado. O problema para o consumidor é a ausência de informação sobre a confiabilidade dos selos. “O consumidor deve ler os rótulos com atenção, pesquisar, buscar referências”, sugere Voltolini.

O mercado para produtos ambientalmente corretos cresce gradualmente. Só o Japão possui mais de 3 mil produtos certificados à disposição do consumidor. De acordo com dados do estudo A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (Teeb, na sigla em inglês), elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), o segmento para produtos agrícolas certificados alcançará US$ 210 bilhões em 2020. Em 2008, ele chegou a US$ 40 bilhões.

No Brasil, 21% dos consumidores levam em conta as questões socioambientais no momento das compras, segundo Voltolini. Com foco voltado para o consumidor mais consciente, empresas brasileiras de setores como cosméticos, têxteis, siderurgia, pneus reformados, gráficas e até de fraldas descartáveis buscam uma certificação ambiental mais padronizada. A ABNT tem há 17 anos um programa de certificação chamado Qualidade Ambiental, que só passou a receber pedidos das indústrias em 2009. As primeiras certificações verdes da ABNT devem ser emitidas ainda em 2010.

Para o diretor de qualidade do Inmetro, Alfredo Lobo, o consumidor brasileiro já utiliza os selos como um fator de decisão de compra. Ele cita como principal exemplo o selo Procel. “Hoje, 78% dos consumidores levam o selo de economia de energia em conta na tomada de decisão de compra e 40% aceitariam pagar mais pelo produto com selo.” Além de economia de energia, o Inmetro certifica produtos de origem florestal (selo Cerflor), e também alimentos, como frutas, dentro de critérios de sustentabilidade.

O Inmetro estuda, em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), os critérios para a emissão de um futuro selo verde para carros. A ideia, segundo Lobo, é unir dados referentes ao consumo de combustível dos veículos e também as emissões de poluentes em uma única certificação.

Comissão aprova isenção de servidor inativo aos 65 anos

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o fim da cobrança de contribuição previdenciária para servidores inativos aprovou nesta quarta-feira a proposta de emenda constitucional (PEC) que prevê redução gradual da contribuição de servidores aposentados e pensionistas. A PEC ainda tem que ser aprovação do plenário em dois turnos.

A proposta aprovada foi um substitutivo do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), no qual o servidor, ao completar 61 anos de idade, passará a pagar 80% da contribuição. Esse índice será 20% menor a cada ano, até chegar à isenção completa aos 65 anos de idade.

A proposta inclui aposentados e pensionistas do serviço público de todas as esferas governamentais. Além disso, os servidores aposentados por invalidez permanente também ficarão isentos.

A contribuição previdenciária de aposentadoria e pensões do serviço público é de 11% sobre a parcela que ultrapassa o teto previdenciário do INSS, hoje em R$ 3,4 mil.

EUA: estímulo salvou 3 milhões de empregos, diz Casa Branca

A Casa Branca anunciou nesta quarta-feira (14/07) que o número de empregos “criados ou salvos” nos Estados Unidos em meio ao plano de reativação econômica lançado no início do mandato do presidente Barack Obama alcançou os 3 milhões.

Em janeiro, a presidência indicou que a economia tinha superado a barreira dos 2 milhões de empregos, atribuídos à lei que destinou em torno de US$ 787 bilhões à recuperação, promulgada em fevereiro de 2009. Essa cifra de 3 milhões de empregos está incluída em um relatório que será publicado pelo grupo de conselheiros econômicos do presidente (CEA), afirmou a Casa Branca em um comunicado. Segundo a presidência, o objetivo inicial de 3,5 milhões de postos de trabalho deverá ser alcançado até o fim do ano.

A eficácia do plano de reativação também foi defendida pelo vice-presidente Joe Biden, em um momento em que a capacidade do presidente Obama de estimular o crescimento é criticada por parte da opinião pública e pela oposição republicana. “As medidas adotadas por essa administração levam o país a uma boa direção depois do descarrilamento da economia?”, perguntou Biden. “Há razão para o otimismo? Minha resposta é sim”, completou. “Há muito trabalho a ser feito, mas há motivos para otimismo”.

“Não é momento de cantar vitória”, respondeu o líder da minoria republicana do Senado, Mitch McConnell, afirmando que não é o emprego que sobe mais rapidamente na economia americana e, sim, “a dívida nacional”.