Pesquisa: 64% mudam forma de pagamento, se loja oferecer vantagens

Mesmo chegando à loja com a intenção de pagar pela compra com o cartão de crédito ou débito, os consumidores facilmente trocam a forma de pagamento, caso a loja lhes ofereça alguma vantagem adicional.

Uma pesquisa da GfK mostrou que 64% dos brasileiros dizem que alteram a forma de pagamento para dinheiro à vista ou outras formas. As mulheres são as mais propensas à oferta de vantagens: 66%. A mesma inclinação pôde ser observada entre pessoas com idade de 35 a 44 anos (78%) e das classes C e D (65%).

A capital paulista apresenta uma elevada taxa de pessoas que, quando entrevistadas, afirmaram que alterariam a forma de pagamento mediante a oferta de vantagens, com 73% das pessoas fazendo tal afirmação. Na região metropolitana, a taxa cai para 64%. Os homens são os mais insistentes quanto à forma de pagamento que desejavam utilizar inicialmente (27%), bem como os ouvidos com idades entre 45 e 55 anos (41%) e das classes A e B (28%).

Tecnologia do Ice Bumper vai divertir crianças e adultos

O brinquedo que chegou a pouco dos Estados Unidos vai divertir crianças e adultos no Taubaté Shopping, no interior paulista, até 19 de setembro. Com alta tecnologia, a nova sensação de divertimento é fácil de pilotar: são carrinhos bate-bate que deslizam em uma pista de gelo sintético.

Os veículos do Ice Bumper são movidos à bateria e contam com joysticks futuristas para serem guiados. Vão para frente ou para trás e giram 360° fazendo o carrinho esbarrar facilmente e não ficam presos nos cantos. É uma brincadeira segura, permitida a adultos e crianças acima de cinco anos. O ingresso para os carrinhos, que são individuais, custarão R$ 10.

Eletroeletrônicos vão faturar R$ 125 bi em 2010

O faturamento da indústria de eletroeletrônicos deverá crescer 12% em 2010, na comparação com 2009. A projeção da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) é de que o setor fature R$ 125,643 bilhões neste ano. Em 2009, o montante foi de R$ 111,839 bilhões. A previsão consta do estudo A Indústria Elétrica e Eletrônica em 2020 – Detalhamento e Atualização de Propostas, divulgado na última quinta-feira (05/08). As áreas que registraram maior crescimento foram as de informática, equipamentos industriais e utilidades domésticas, com expansão de 15%.

De acordo com a Abinee, o faturamento da área de informática foi de R$ 35,27 bilhões em 2009 e deverá chegar a R$ 40,4 bilhões em 2010. Já os equipamentos industriais, que tiveram atingiram de R$ 15 bilhões no ano passado, devem ampliar para R$ 17,18 bilhões. E a de utilidades domésticas devem faturar R$ 15,381 bilhões em 2010, ante aos R$ 13,427 registrados em 2009. “A maior área continua sendo a de informática”, avalia o coordenador do grupo de trabalho responsável pelo estudo, Aluizio Byrro. “A meta é a de fazer com que o faturamento do setor de eletroeletrônicos passe de 4% para 7% do PIB (Produto Interno Bruto) até 2020”, acrescentou.

Ele reiterou a carência que o País tem em relação à formação de técnicos e engenheiros, e os “prejuízos sensíveis” causados pelo câmbio. “Além disso, nos preocupa a necessidade de investimentos vultuosos, principalmente para a área de componentes.” “A situação ainda é muito boa para as empresas que atuam nas áreas ligadas a computadores, celulares e eletrodomésticos, mas as importações, uma das grandes preocupações do nosso setor, têm prejudicado.

Depois de uma abertura mal feita nos anos 1990, cerca de 200 indústrias desapareceram por este motivo”, argumentou o presidente da Abinee, Humberto Barbato. “Perdemos muito espaço por causa das importações”, completou Byrro, que defende “tornar realidade” o plano nacional de banda larga para amenizar os riscos para as empresas nacionais.

O documento é resultado dos debates entre empresas associadas à Abinee e autoridades governamentais. Ele apresenta reflexões sobre os desafios do setor para os próximos dez anos, bem como a formulação de propostas que possam promover o fortalecimento do setor elétrico e eletrônico do País.

I Mostra de Dança no Downtown

Inédito no condomínio, a I Mostra de Dança Downtown promete trazer movimento neste sábado, dia 14, às 17h00, na Praça da Concórdia. Um programa gratuito para toda a família traz uma combinação que reúne arte, música e dança clássica, em uma Mostra com os bailarinos da companhia de dança Escola Petite Danse, recém premiados pelo Festival de Joinville 2010.

No repertório, diferentes estilos que vão desde o Ballet Clássico, Jazz, passando pela Dança Contemporânea e Street Dance, até alguns trechos de grandes Ballets, como o Gand Pas de Deux de Cisne Negro, Esmeralda e o conjunto La Bayadère. Entre as coreografias a serem apresentadas na Mostra, estão as que foram premiadas no Festival de Joinville nos primeiro, segundo e terceiro lugar.

Um diferencial do evento é a presença da bailarina Mayara Magri, também aluna da escola de dança, que recebeu o título de Melhor Bailarina, sendo indicada pelo Conselho Artístico do Festival para participar da competição internacional Grand Prix de Lausane, na Suíça.

Barra Fashion será realizado no mall do Shopping Barra

Novidade no Barra Fashion deste ano. O evento de moda promovido pelo Shopping Barra, de Salvador, que será realizado de 21 a 26 de setembro, acontecerá nas dependências do mall e não no piso garagem como na edição passada.

“A proposta deste ano é colocar os consumidores mais próximos da moda”, revela Karina Brito, gerente de Marketing do Barra, sobre a nova concepção do evento que chega à sua 14ª edição. Aguardem mais surpresas!

Carioca Shopping apresenta a peça “Peter Pan”

O Carioca Shopping, no Rio de Janeiro, promove domingo, dia 15 de agosto, um teatro interativo. O evento, gratuito, terá como tema as aventuras de Peter Pan. O shopping vai se transformar na Terra do Nunca e as crianças participam ajudando Peter Pan e Sininho em suas aventuras.

Além do teatro, o evento terá recreação e muitas brincadeiras. No final, a garotada ainda ganha brindes. Vale conferir. A apresentação do Teatro Infantil do Peter Pan é gratuita e acontece a partir das 16h00. O Carioca Shopping fica na Avenida Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha. Tel.: (21) 3688-2001.

O smartphone está preparado para substituir o cartão de crédito?

Agora que as operadoras americanas AT&T e a Verizon decidiram capacitar seus smartphones para serem usados como cartões de crédito, você deve estar se perguntando: “Isso é realmente uma boa ideia?” De fato, não é difícil imaginar um pessoa com más intenções tomando posse de seu aparelho esquecido em um restaurante e indo às compras com ele. Como, exatamente, as operadoras e fabricantes de celulares planejam tornar a operação segura o bastante para ser utilizada no mercado de massa em transações financeiras cada vez mais frequentes?

A resposta é que os consumidores terão de adotar práticas e passar a usar aplicativos tradicionalmente presentes no meio corporativo. Por mais que as transações com cartões de crédito sejam criptografadas antes de serem enviadas às redes, isso não impedirá que alguém roube seu aparelho e o use como bem entender, nem que algum arquivo malicioso invada o dispositivo a fim de obter os dados de sua conta. Em outras palavras, o smartphone terá de ser tão seguro quanto o software usado pelas companhias de cartões.

“A segurança de uma transação será tão boa quanto a segurança do dispositivo”, afirmou Dan Hoffman, CTO da Smobile, empresa especializada na proteção de dispositivos móveis. “Deve-se olhar para os smartphones da mesma maneira que para os computadores”, defende.

A princípio, os usuários que forem utilizar seus aparelhos como cartão de crédito deverão instalar um aplicativo que permitirá apagar todos os dados neles, mesmo remotamente. Esse tipo de recurso é muito popular na linha BlackBerry, mas tem ganho destaque em iPhones e Androids há pouco tempo. Além do aplicativo, os clientes precisarão se inscrever em algum serviço de backup para celulares, de modo que possam recuperar as informações deixadas no smartphone perdido, transferindo-as para o novo.

Ainda assim, acesso remoto e serviço de backup são apenas o começo da história. Em uma época em que os usuários podem baixar para seus celulares programas com arquivos maliciosos, um cuidado muito maior será necessário para que vírus e malwares sejam evitados. “Com a proliferação dos aplicativos, é difícil decidir quais são seguros”, admite George Kurtz, CTO da McAfee. “Entre muitas outras coisas, estamos especialmente preocupados com os programas maliciosos que, ao serem baixados para o smartphone, infectam o dispositivo e podem roubar informações financeiras e usar tais credenciais para cometer fraudes”.

Troca de celular com defeito: a polêmica continua

O Procon-SP esclarece: ao indeferir o mandado de segurança da Associação Brasileira de Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) contra a notificação sobre a obrigatoriedade da troca de celulares com defeito de fabricação, a Juíza da 12ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo não decidiu que as empresas estão desobrigadas fazer a troca desses aparelhos. E o prazo de uma semana para que as empresas apresentem as informações solicitadas, sobre se e como farão a troca imediata dos aparelhos, está no fim. Caso as empresas não cumpram a notificação ficarão sujeitas às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor.

Para a juíza, a norma técnica do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça, emitida no fim de junho e citada na notificação encaminhada pelo Procon-SP à Abinee, não tem caráter normativo, mas sim interpretativo, da aplicação do Código de Defesa do Consumidor.

Segundo a norma técnica do DPDC, o prazo de 30 dias para envio do produto com defeito à assistência técnica não se aplica a bens essenciais, categoria a que foi alçado o aparelho celular. Portanto, nos casos de problemas de qualidade, os consumidores podem exigir de forma imediata, e conforme sua escolha, a substituição do produto defeituoso, a restituição dos valores pagos ou o abatimento do preço, opções previstas no artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor.

100 mil identidades digitais devem ser emitidas no Brasil em 2010

O novo documento de identificação civil digital levará nove anos para atingir os mais de 190 milhões brasileiros. Segundo informou na última quinta-feira (05/08) o diretor do Instituto Nacional de Identificação (INI), da Polícia Federal, Marcos Elias Cláudio de Araújo, a proposta é fazer um projeto piloto para que até o final deste ano 100 mil documentos sejam emitidos.

Com a nova identidade civil, as unidades da federação passarão a acessar um banco de dados nacional, no qual serão incluídas as informações essenciais e as impressões digitais de cada indivíduo. No primeiro momento, o chamado registro de identificação civil não substituirá o documento atual, o registro geral continuará em vigor. O novo documento terá uma numeração diferenciada que, ao longo do tempo, substituirá a antiga.

O documento funcionará nos moldes de um cartão de crédito. O cartão será inserido dentro de uma máquina e o cidadão colocará sua impressão digital. Isso impedirá que, em caso de furto ou perda, o documento possa ser utilizado por outra pessoa. Esse novo tipo de identificação substituirá outros documentos e terá funções que ainda serão definidas. De acordo com o diretor do INI, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) quer que, nas próximas eleições, o cartão já seja utilizado. “Isto possibilitará fazer uma eleição desvinculada da urna, ou seja, o eleitor poderá votar em qualquer parte do país”, explicou Araújo.

O ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, deu posse ao Comitê Gestor do Sistema Nacional de Registro de Identificação Civil, formado por membros dos ministérios e representantes dos estados. Barreto destacou o avanço que representa a criação do novo documento para o país. “Cada um de nós portamos cédulas de identidade igual às feitas no início do século passado. Esse é um documento mais moderno e mais seguro. O documento de identidade brasileiro é um dos mais atrasados dentre os países da América do Sul”, afirmou.

A participação dos estados e do Distrito Federal se dará por adesão. Até o momento, São Paulo e Minas Gerais apresentaram-se contrários à mudança. Segundo o ministro, houve incompreensão do papel da União na expedição do documento. “Temos certeza que todos os estados se integrarão neste projeto. Alguns estados achavam que o governo federal centralizaria a expedição de documentos, mas não é verdade. Os estados detêm a prerrogativa de expedir o documento de identidade e continuarão com ela”, destacou.