Modelo de cobrança de estacionamento no Shopping Iguatemi Caxias é discutido

A administração do Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul (RS), discute como será a cobrança do estacionamento, previsto para vigorar em outubro. Uma nova reunião para definir o preço da vaga foi marcada nesta quinta-feira. Embora o valor do estacionamento não tenha sido definido nesta terça, conforme prometido, o superintendente Julio Duso disse que a exploração do serviço será terceirizada. Além do preço, ainda não se sabe se os veículos estacionados terão seguro, se os lojistas e funcionários terão isenção e qual será o período de tolerância para utilizar o estacionamento.

Dos 35 shoppings pertencentes ao grupo BR Malls no Brasil, o de Caxias era o único que ainda não cobrava para estacionar, conforme Duso. O sistema adotado por outros empreendimentos da rede adianta o que se pode esperar na cidade. O Iguatemi de Porto Alegre tem muitas características em comum com o estabelecimento de Caxias, além de ser o shopping da marca mais próximo .

Ambos foram os primeiros shoppings centers de duas cidades. No começo, nenhum cobrava estacionamento. Porto Alegre, porém, já cobra há dez anos. O Iguatemi Caxias libera o estacionamento desde a abertura, em 1996. A cobrança na Capital só não iniciou antes por causa de uma discussão com a prefeitura, contrária ao estacionamento pago. A prefeitura acabou perdendo a batalha judicial, já que não podia legislar em uma propriedade privada, explica Fernando Zilles, gerente-geral do Iguatemi Porto Alegre.

O superintendente de Caxias argumenta que a cobrança é uma medida de segurança, mesmo motivo pelo estacionamento pago em empreendimentos da rede. “Nós tínhamos um grande número de furtos de automóveis. Fomos obrigados a estabelecer um controle. Hoje, temos um caso a cada dois anos”, relata o gerente do Iguatemi de Porto Alegre.

O sistema de vigilância em vigor, mesmo que os veículos não estejam cobertos por seguro, já vem combatendo esses problemas em Caxias. Conforme Duso, o monitoramento é feito por 78 câmeras e não há problemas com furtos e roubos. Outra justificativa para a cobrança, segundo Duso, é a otimização das vagas. “Tem gente que estaciona aqui e vai para Porto Alegre e só volta para pegar o carro no outro dia. Nós não temos um estacionamento público”, critica Duso.

A expectativa dos caxienses é saber quanto uma ida ao shopping vai pesar no orçamento. A direção do Iguatemi Porto Alegre se baseou na localização descentralizada, no bairro Chácara das Pedras, para definir o modelo de cobrança. “Em região central, há pessoas que colocam o carro no shopping e vão fazer outras coisas. Se é com essa característica, a tendência é cobrar por hora para desestimular quem não é consumidor. No nosso caso, não temos nada em volta, por isso podemos cobrar um valor fixo”, explica Zilles.

O Iguatemi da Capital não terceirizou o estacionamento. Esse modelo permite que o dinheiro arrecadado seja investido no próprio shopping. “A arrecadação do estacionamento representa 10% do líquido bruto. Mantemos 80 pessoas para o controle de entrada e saída de automóveis. Oferecemos seguros aos carros estacionados”, aponta o diretor.

Sonae Sierra prepara-se para entrar na Bolsa

Seguir os passos das líderes em empreendimentos de shopping center como BR Malls, Multiplan, Aliansce: esta é a meta do grupo Sonae Sierra, que entrega papéis para dar entrada na listagem da Bolsa de Valores para a abertura de seu capital. A empresa está em período de silêncio no momento, pelo que não pode se pronunciar sobre a oferta pública de ações (OPA) que se encontra sob análise da Comissão de Valores Imobiliários (CVM).

Paralelamente a Sonae segue sua estratégia de crescimento com o desenvolvimento de três novos projetos: Uberlândia Shopping, em Uberlândia (MG), Boulevard Londrina Shopping (PR) e Passeio das Águas Shopping, em Goiânia (GO). A marca de empreendimentos também está fazendo expansões do Parque D. Pedro Shopping, em Campinas (SP), e do Shopping Metrópole, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, empresas do setor que têm capital aberto na bolsa têm mais possibilidades de crescimento. “Hoje, as empresas que produzem IPO são as que mais movimentam o seu fluxo de caixa”, enfatizou. Ele complementou dizendo que logo depois do mercado de capitais vêm os fundos estrangeiros e nacionais, que veem o mercado varejista como um dos mais lucrativos da economia brasileira. Quem também acelera esse mercado são bancos, que hoje por meio de juros menores emprestam dinheiro a companhias desse segmento. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Amazonas apresentam fundos específicos para o desenvolvimento deste segmento.

O setor teve no primeiro semestre a abertura de 25 shoppings pelo País, e até o fim do ano deve inaugurar mais 25 centros de compras. Serão, ao fim de 2010 cerca 40 novos shoppings, nas cinco regiões brasileiras.

Quem atualmente garante seu crescimento nas cinco regiões brasileiras e não descarta a possibilidade de ir às compras de empresas em locais como centro-oeste, nordeste e norte é a empresa Aliansce. “Hoje, fundos estrangeiros perfazem 60% do capital da empresa”, explicou o diretor regional da Aliansce, Ewerton Visco. O porta-voz acrescentou que até 2012 deverão lançar um shopping em Maceió (AL) em parceria com a Multiplan.

Visco garante que a Aliansce deve fazer ampliação em todos os malls que ela possui no nordeste, e que, diferentemente dos shoppings que surgem no mercado, não deve fazer empreendimentos coligados a hipermercados e hotéis. As vendas nos shopping centers da companhia tiveram um crescimento de 24,2% no segundo trimestre de 2010. As vendas nas mesmas áreas e lojas apresentaram um crescimento de 9,3% e 10,0%, respectivamente. O lucro líquido apresentou crescimento de 134,4% se comparado ao do mesmo período de 2009, alcançando R$ 16,3 milhões, ou de 31,7% a mais na receita bruta do 2º trimestre deste ano, totalizando R$ 52,1 milhões.

As taxas de ocupação dos shoppings da Aliansce se mantêm acima da marca de 98% desde meados de 2008. Já no ano de 2009 apresentaram uma taxa de ocupação de 98,1%. Além do crescimento em vários indicadores, o ano de 2009 também ficará marcado para a Aliansce pelo processo de abertura de capital, concluído com a emissão de ações no dia 27 de janeiro de 2010. Por meio dessa oferta pública primária de ações, a empresa captou R$ 450 milhões com a emissão de R$ 50 milhões ações ordinárias.

Em julho deste ano, a companhia adquiriu uma fração adicional de 2,06% do Super Shopping Osasco. Com esta aquisição, a companhia passa a deter 33,58% do empreendimento e adicionou 363,4 m² de área bruta locável (ABL) própria ao portfólio. A obra mais recente é o Parque Shopping Belém, localizado no Pará. Marcas como Centauro, Marisa, Visão, Riachuelo, C&A, Bobs, Le Postiche e Spoleto estão presentes no empreendimento.

BBB Jardins

Nesta quinta-feira (26/08) começa a liquidação mais esperada pelos sergipanos. E o que já era bom está ainda melhor. A edição inverno 2010 do BBB Jardins, no Shopping Jardins, de Aracaju, vai até o dia 2 de setembro. Isto mesmo! Agora são oito dias de vantagens e muitas atrações no empreendimentos. Os descontos chegam a 50%. É tudo de bom, bonito e barato por até a metade do preço.

E para embalar as compras, muita música e performances artísticas. No sábado, tem chorinho nas praças de alimentação e, no domingo, o jazz itinerante leva boa música a todo o mall. Além disso, a fanfarra BBB alegra os dias de compras. Perder? Nem pensar! É uma semana com tudo de bom, bonito e barato só para você.

McDia Feliz acontecerá no Shopping Jaraguá

No dia 28 de agosto, o Shopping Jaraguá Indaiatuba, no interior paulista, mais uma vez, promoverá em parceria com o Mc Donalds, o McDia Feliz, que será realizado na praça de eventos, das 10h30min às 19h30min. O evento, que chega à sua 22ª edição, também contará com apresentações musicais, dança, mágicos e muito mais.

O público que participar, contribuirá com a ação de cunho social para o combate de câncer infato-juvenil. O dinheiro arrecadado com as vendas de sanduíches Big Mac (vendido separadamente ou incluído na McOferta número 1), materiais promocionais como camisetas, bonés, chaveiros, entre outros produtos, será revertido para projetos de diversas entidades que cuidam de crianças e adolescentes com câncer em todo o país.

Em 2009, apenas no dia 29 de agosto, foram vendidos mais de 1,3 milhão sanduíches Big Mac em território nacional, o que contribuiu para a arrecadação recorde de R$ 11,7 milhões. Ao todo, são mais de 100 instituições apoiadas no país, com mais de R$ 100 milhões arrecadados desde 1988 e que beneficiam cerca de 30 mil crianças anualmente.

Ao longo dos últimos 21 anos, os recursos obtidos com o McDia Feliz têm viabilizado a implantação de unidades de internação, ambulatórios, salas de quimioterapia, casas de apoio e unidades de transplante de medula óssea.

O McDia Feliz foi criado pelo McDonalds no Canadá, em 1977, e realizado pela primeira vez no Brasil em 1988, em São Paulo. Em 1989, chegou ao Rio de Janeiro, e, a partir de 1990, passou a ser nacional, envolvendo todos os restaurantes da rede no país. Atualmente, acontece em 14 países: Argentina, Austrália, Áustria, Brasil, Canadá, Estados Unidos, Finlândia, França, Inglaterra, Irlanda, Nova Zelândia, Noruega, Suécia e Suíça.

O Shopping Jaraguá apoia essa ação social e conta com a presença da população para o sucesso da iniciativa.

Mais de 80% dos americanos já tiveram PC infectado por vírus, diz pesquisa

Em torno de dois terços dos usuários americanos demonstram preocupação sobre a possibilidade de terem importantes informações roubadas de seus computadores, como dados bancários, número dos cartões de crédito ou identidade na internet, afirma uma pesquisa da empresa Kindsight. Ao serem perguntados sobre seus maiores receios quanto à segurança digital, 65% dos entrevistados elegeram esse item como o maior temor. Na segunda colocação, ficou o roubo de informações pessoais (34%), seguido pelo ataque de ameaças virtuais que transformam o computador em um “zumbi” (29%) e o prejuízo à máquina provocado por vírus (25%).

O estudo também verificou que 81% dos pesquisados já tiveram seu computador infectado por uma praga virtual, 29% dos quais, nos últimos três meses. Apesar desses índices alarmantes, uma boa parte dos usuários não demonstra conhecimento na hora de garantir a segurança de seu PC: 59% dos internautas disseram que têm seus antivírus desatualizados e só 53% habilitaram um firewall para sua rede de compartilhamento doméstica.

“Os resultados de nossa pesquisa mostram que o público está preocupado com o roubo de identidades e com a proteção online”, disse o CEO da Kindsight, Mike Gassewitz. “Nos últimos anos, os hackers desenvolveram uma nova classe de sofisticados crimes digitais. Metódicos no planejamento para maximizar o lucro de seus ataques, esses criminosos são muito hábeis em identificar falhas de segurança nos computadores de suas vítimas”. O executivo alerta que, munido dos dados financeiros do usuário, o hacker pode esvaziar sua contas bancária, um dano que para ser revertido demanda tempo e esforço.

A pesquisa ouviu 1,2 mil internautas com idade entre 18 e 55 anos, que possuíssem pelo menos um computador em casa com conexão banda larga, e que passassem, no mínimo, algumas horas conectados à internet a partir de seus domicílios.

Brasil é líder em vírus que roubam dados bancários, diz pesquisa

O Brasil ocupa um lugar de destaque no cenário mundial do cibercrime. De acordo com uma pesquisa divulgada nesta terça (24/08) pela empresa de segurança online Kaspersky Lab, o país é um dos líderes em produção de vírus especializados no roubo de dados bancários, conhecidos como trojan bankers. Além disso, o Brasil é responsável por algo entre 3% a 8% dos cerca de 3,5 mil novos vírus criados no mundo diariamente. O pico de participação é na época do Natal, devido ao crescimento das compras na web.Já entre os trojans bankers a fatia é muito maior, quase quatro de cada dez vírus do tipo são criados aqui.

De acordo com Fabio Assolini, analista de malware da empresa no Brasil, 95% dos vírus desenvolvido no país tem por objetivo roubar dados bancários e número de cartão de crédito dos internautas. “E os outros 5% dão suporte para eles, roubando senhas de acesso a redes sociais e messenger, por exemplo”, disse.

Os dados de janeiro a agosto coletados pela Kaspersky mostram que 13% dos micros no país já foram infectados por trojans bancários. Na sequência, aparece o Kido (também conhecido por Conficker), com 10%. “Isso mostra como as pessoas não atualizam o sistema, pois existe um update da Microsoft para ele há dois anos”, diz o analista.

Outro tipo de infecção que tem crescido nos últimos meses é a chamada injeção de SQL. Nesse ataque, os crackers mudam o código-fonte de um site e adicionam códigos maliciosos. Ao visitar a página, esse comando é executado silenciosamente pelo navegador, e pode, entre outras coisas, instalar um malware na máquina do usuário. Tudo isso sem que ele perceba o que aconteceu. Nesse caso, uma medida paliativa é sempre utilizar a versão mais recente do browser, e evitar o uso do Internet Explorer, o mais visado pelos cibercriminosos.

Também estão começando a surgir trojans que exploram falhas no Java, inserindo applets (programinhas) Java em sites legítimos, que rodam automaticamente no micro. No entanto, nesse caso surge uma janela no navegador, perguntando se o usuário deseja executar aquele programa.

Em termos de sistemas operacionais, o Windows XP ainda responde por 57% dos micros infectados. O Windows 7 já está com 32%, e o Vista, com 12%. “Isso é preocupante, por que a Microsoft encerrou o suporte ao XP SP2”, diz o analista. São Paulo é líder no número de infecções, com 22,5%, seguido pelo Rio de Janeiro, com 18,5% e Distrito Federal, com 10%, revela a pesquisa.

Assolini também falou sobre outros dois métodos muito usados pelos cibercriminosos no país: a mudança do arquivo “hosts” e do proxy do navegador. No primeiro caso, o vírus altera a tabela de endereçamento usado pelo Windows para encaminhar o browser a um site. Então, quando o internauta digita www.seubanco.com.br, é levado para uma cópia do site, embora na URL apareça o nome verdadeiro. No segundo método, todo o tráfego do micro contaminado passa por um servidor “ponte” (o proxy), uma situação ainda mais perigosa.

E as ameaças estão vindo de todos os lados, até dos amigos. Assolini diz que ja existem vírus que usam as redes sociais e os comunicadores instantâneos (principalmente o Messenger) para espalhar malware. “Por isso, tome cuidado até com as mensagens enviadas por pessoas que você conhece, pois podem ter sido geradas por vírus”, explica.

As dicas para evitar tudo isso são as de sempre: manter o sistema operacional e os aplicativos atualizados e ter uma boa solução de segurança no micro. Além disso, uma boa dose de bom-senso: afinal, clicar no link da mensagem “veja minhas fotos nua” ou “veja as fotos da traição” nunca corresponde à realidade do que é proposto, dizem os experts.

Empresa sem fins lucrativos lança antivírus para países do Terceiro Mundo

Uma empresa norte-americana sem fins lucrativos chamada Team Cymru, anunciou o lançamento de uma ferramenta de segurança que detecta malwares em PCs. O alvo principal da solução são os países de Terceiro Mundo, principalmente algumas regiões da África e Ásia, sendo que o aplicativo ficará disponível a partir do dia 6 de setembro. “A África, por exemplo, está à beira de uma explosão maciça de serviços de banda larga, conectividade e uso de internet devido aos pesados investimentos em cabeamento transoceânico e outras infraestruturas”, declarou Steve Santorelli, evangelista global da Team Cymru.

“O continente tem alguns engenheiros de segurança apaixonados e muito capazes, mas vemos que a África pode repetir alguns dos erros de outras regiões mais desenvolvidas, que cresceram em seu uso da internet nas últimas décadas. Muitos dos fornecedores não enxergam essas nações em desenvolvimento como um mercado promissor. Como não somos um deles, vemos estas áreas como merecedoras de nossa ajuda”.

A ferramenta leva o nome de WinMHR e suas técnicas de varredura no PC usam um banco de dados intitulado Team Cymrus Malware Hash Registry, um diretório de arquivos que já foram identificados como maliciosos por outras fabricantes de software antivírus e pesquisadores de segurança. Além disso, as assinaturas de malware são constantemente atualizadas pela Team Cymru, de modo que os usuários não precisam realizar updates. Nenhum tipo de arquivo é enviado pela rede, apenas os hashes dos mesmos. “Ele verifica os arquivos em um banco central de dados, que é um dos mais abrangentes do mundo”, disse Santorelli. “Pode não parecer muito, mas isso nunca foi feito antes e é uma abordagem que pode equilibrar a briga em favor daqueles que lutam contra o cybercrime”.

O WinMHR poderá ser baixado por qualquer pessoa e é compatível com os Windows XP, Vista e 7, sendo que ele pode ser usado inclusive em empresas. No entanto, a Cymru informa que a solução não substitui os softwares antivírus, trabalhando mais como uma camada adicional de proteção em um PC.

Shoppings administrados pelo grupo Aliansce apóiam campanha McDia Feliz

Seis shoppings administrados pelo grupo Aliansce no Rio de Janeiro, vão vestir a camisa do combate ao câncer infanto-juvenil e apoiar a campanha do McDonalds no próximo dia 28 de agosto, o McDia Feliz. A ação de solidariedade acontecerá nos shoppings Bangu, Carioca, Caxias, Grande Rio, Passeio e Via Parque. Além desses, o Shopping Leblon e o Santa Cruz participarão com folhetos institucionais e merchandising. Para evitar filas no dia do evento, os shoppings realizarão a venda antecipada de tíquetes do sanduíche Big Mac.

Desde o início do projeto no Brasil, em 1988, o McDia Feliz vem beneficiando aproximadamente 30 mil crianças anualmente, com o apoio de cerca de cem instituições. Até hoje já foram arrecadados mais de R$ 100 milhões.

No Bangu Shopping, as vendas dos tickets antecipados acontecerão nos dias 26 e 27, na própria loja McDonalds, das 16h00 às 22h00.

No Carioca Shopping, a venda antecipada acontecerá nos dias nos dias 25, 26 e 27, no balcão de informações, no primeiro piso (em frente à C&A), das 10h00 às 22h00. Os clientes que passarem pelo Carioca no dia do evento poderão participar de atividades gratuitas o dia inteiro na Praça de Alimentação. Entre as atrações, recreação infantil com o Tio Léo, apresentação de dança com as academias Rosana Morgado, Valéria Monteiro, Hiran Sereni e Alex de Carvalho, entre outros.

No Caxias Shopping, o stand para venda antecipada de Big Mac funcionará no primeiro piso, próximo à loja Di Santinni, nos dias 25, 26 e 27, das 10h00 às 22h00. Os clientes que passarem pelo Caxias Shopping no dia do evento poderão participar de atividades gratuitas o dia inteiro. Entre as atrações, show com o cantor Halex, recreação infantil com Tia Mary e Tio Coelho, brincadeiras com “Máscara e Companhia” e “Brincando com Abelhinha”, além de apresentações de dança com “Cia. de Dança Professor Dimas” e “Natasha & Companhia”.

No Shopping Grande Rio, as vendas dos tickets antecipados acontecerão entre os dias 25 e 28, na entrada principal do shopping, das 12h00 às 18h00. Os clientes que passarem pelo Grande Rio no dia do evento poderão participar de atividades gratuitas durante todo o dia. Entre as atrações estão oficina de pipas, apresentação de dança, recreação infantil com Tio Bob, brincadeiras de máscara, além de apresentações de dança com Cia. de Dança Fashion Rio, Cia. de Dança Professor Dimas, entre outros.

No Passeio Shopping, a venda antecipada acontece entre os dias 25 e 28 em um balcão localizado no primeiro piso, bem na entrada do shopping. Na quinta-feira, o horário de atendimento é das 09h00 às 20h00 ; sexta e sábado, das 09h00 às 21h00.

No Via Parque Shopping a venda antecipada acontecerá entre os dias 25 e 28, no Espaço Cliente (segundo piso), das 10h00 às 22h00.

O McDia Feliz foi criado no Canadá, em 1977, para ajudar instituições que, reconhecidamente, asseguram tratamento e assistência às crianças com câncer. No Brasil foi realizado pela primeira vez em 1988, em São Paulo, se estendendo para todo o país em 1990. Uma vez por ano, todas as lojas da rede McDonalds destinam o dinheiro arrecadado com a venda do sanduíche Big Mac para uma instituição destinada ao combate ao câncer.

EUA investigam Universal por remessas de R$ 420 milhões

A Igreja Universal do Reino de Deus é investigada nos Estados Unidos sob suspeita de ter praticado os crimes de lavagem de dinheiro e conspiração, similar ao que o Código Penal brasileiro chama de formação de quadrilha.

Dois doleiros brasileiros disseram a promotores americanos, em acordo de delação premiada, ter remetido ilegalmente o equivalente a R$ 420 milhões do Brasil para Nova York, no período entre 1995 e 2001. As remessas eram na razão de R$ 5 milhões por mês, segundo a dupla. Os investigadores americanos tentam descobrir o que a Universal teria feito com esses recursos nos EUA. A apuração é feita em caráter sigiloso e tem entre os seus alvos o bispo Edir Macedo e a tesoureira da igreja em Nova York, Regina da Silva.

O advogado criminalista da Universal Antônio Sérgio de Moraes Pitombo diz que não pode se manifestar sobre a investigação da Promotoria de Nova York porque se trata de um caso de cooperação internacional entre Brasil e EUA, cujas informações são confidenciais. Ele confirma, porém, que a apuração existe.

Moraes Pitombo aceitou falar genericamente sobre as suspeitas que recaem sobre a igreja. Segundo ele, é preciso relativizar a palavra dos doleiros que estão colaborando com as investigações nos EUA e no Brasil. “Não posso me manifestar sobre o mérito do processo, mas é preciso tomar muito cuidado com a palavra de colaboradores que cometeram crimes e estão tentando reduzir suas penas”, afirma. Segundo o advogado, há centenas de casos de delação premiada nos EUA em que supostos colaboradores da Justiça mentiam para proteger clientes ou para colocar a polícia atrás de pistas falsas.

A suspeita de remessa ilegal é incompatível com os padrões de administração da Universal, na visão dele. “Pelos cuidados fiscais e contábeis da igreja, a remessa [de dólares por doleiros] seria completamente inviável”. Ainda segundo ele, o volume de remessas citado pelos doleiros não faz o menor sentido. “Remessas na proporção de R$ 5 milhões por mês são inverossímeis”, afirma.