Santander inaugura agência no Shopping Plaza Macaé

Hoje (27/08), será inaugurada a agência do Banco Santander no Shopping Plaza Macaé (RJ). Com aproximadamente 400 m², a nova agência será mais uma opção para os clientes do banco. “Estamos no Polo Off Shore, onde não há agências bancárias. A nova agência do banco Santander será a primeira dessa área”, afirma Emília Mendes, gerente de marketing do Shopping Plaza Macaé.

O Shopping Plaza Macaé tem desenvolvido uma série de ações que firmam o shopping como destino de compras, lazer e serviços não só para os moradores de Macaé como também para a grande população flutuante da cidade.

Vendas no varejo devem continuar em alta até o fim do ano, diz Fecomercio

Nível de renda da população e acesso a crédito devem alavancar as vendas no varejo até o fim do ano. É o que revela a pesquisa de Intensão de Consumo das Famílias (ICF), apurado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), que, em relação a julho, apontou alta de 1,6%, marcando 138,5 pontos em uma escala que varia de 0 a 200 pontos e denota otimismo quando acima de 100.

Guilherme Dietze, assessor econômico da Fecomercio, destaca que, este mês, o resultado atingido pelo ICF é o segundo melhor de sua série histórica, iniciada há exatamente um ano, em agosto de 2009. “Desde então, a intenção de consumo cresceu 15,2%”, comenta. “O único resultado mais elevado foi o de janeiro, quando o ICF marcava 138,7 pontos”, completa.

Segundo o economista, a relação entre renda, acesso ao crédito e nível de emprego é o tripé que sustenta o impulso apresentado pelo indicador. “Dos sete itens que compões o ICF, somente Renda Atual apresentou variação negativa”, aponta Dietze. “No entanto, essa é uma revisão natural, já que avaliação dos paulistas quanto ao nível de renda atual segue elevada, marcando 152,4 pontos”, pondera.

Além da satisfação com seus rendimentos, os paulistas avaliam positivamente as questões relacionadas à aquisição de crédito, sendo o item Acesso a Crédito o que apresentou maior pontuação na avaliação de agosto, 159,4 pontos. A percepção dos consumidores quanto às facilidades de acesso ao crédito são confirmadas por dados do Banco Central (BC), que registra a menor taxa de juro para pessoa física da série histórica, 40,4% ao ano. “O aumento da massa salarial real somado ao fácil acesso ao crédito fortalecem o poder de aquisição das famílias”, afirma Dietze.

A confiança que os paulistas têm de que não perderão seus postos de trabalho é a ultima perna de sustentação para o otimismo registrado pelo ICF de agosto, afinal, a segurança de ter o emprego e a renda garantidas para o mês seguinte é fundamental para determinar a intenção de consumo. A avaliação do item Emprego Atual melhorou 1% em relação a julho, marcando 139,2 pontos. Paralelamente, os paulistas estão mais otimistas quanto à possibilidade de crescimento profissional. O item Perspectiva Profissional teve um salto de 5,5% na comparação com julho, alcançando 129,4 pontos.

Apoiado por este tripé, o Nível de Consumo Atual cresceu 3,1% em agosto. “As Perspectivas de Consumo para os próximos 12 meses apresentaram uma alta ainda mais significante, 5,7%”, destaca Dietze. O economista também afirma que os paulistas acreditam que o momento é propício para a compra de bens duráveis, que normalmente tem um maior valor unitário. “O item Momento para Duráveis permaneceu estável em relação a julho, mas marca 133 pontos, confirmando a disposição das famílias em consumir esses bens”, explica.

Por fim, Dietze pondera que as vendas no comércio varejista devem apresentar um bom desempenho até o fim do ano, apoiadas tanto no crescimento da intenção de consumo, quanto na elevada confiança do consumidor paulista que, segundo o Índice de Confiança do Consumidor, também aferido pela Fecomercio, é a maior desde 1994.

Shopping Cidade Jardim recebe 40% a mais de turistas

O Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, registrou nos últimos seis meses um aumento de 40% de clientes nacionais e internacionais em relação ao mesmo período de 2009. Identificando o potencial de atração de visitantes de fora da cidade ou mesmo do país, o centro de compras desenvolveu uma ação de marketing dirigida especificamente para esse segmento de público.

Além de anúncios em veículos voltados para os turistas que vêm a São Paulo, tais como guias e revistas de turismo, também foi firmada parceria com associações, como a São Paulo Convention Bureau, e com linhas aéreas. Outra medida adotada foi a aproximação com os concierges dos principais hotéis da cidade e os situados nas imediações, para que estimulem seus hóspedes a visitarem o Cidade Jardim. “Percebemos que muita gente vem ao shopping não para comprar algo específico, mas também para passear e para conhecer o local, então decidimos investir nesse público”, revela Sandrine Nass, gerente de marketing do centro de compras. “Já verificamos a presença de pessoas vindas dos mais diversos lugares como, por exemplo, Itália, Estados Unidos e até mesmo Angola, além de muita gente do interior do Estado e também do Nordeste e do Centro-Oeste. Outro dia, também recebemos a visita de um grupo de mulheres palestinas”, completa.

O aumento é perceptível aos olhos dos lojistas, como relata Márcia Pinheiro, proprietária da Fogal. “Percebi um número realmente grande de turistas. Em nossa unidade no Shopping Cidade Jardim recebemos pessoas do Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju, Miami e Panamá, entre outras localidades”. Ela ainda completa dizendo que a marca conquistou nestes dois anos de shopping “uma quantidade muito maior de clientes fora da capital paulista do que nos 19 anos da unidade da rua Bela Cintra, nos Jardins”.

Com acomodação da economia, supermercados devem revisar faturamento no ano

O processo de acomodação pelo qual passa a economia doméstica pode levar a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) a reduzir sua previsão para o faturamento do setor em 2010, atualmente estimada em alta de 8%.

Nos sete primeiros meses do ano, as vendas dos supermercados brasileiros acumulam alta real de 5,26%, o que significa forte desaceleração ante o ritmo visto até março, quando o indicador apontava avanço de 8,6%. Nos três últimos meses, contudo, as vendas vêm demonstrando tendência de estabilização, apontando uma média de 5,5% de expansão. “Vamos rever (a meta para o ano) em setembro”, disse o presidente da Abras, Sussumu Honda, nesta quinta-feira.

Segundo ele, o movimento é resultado do recuo de preços, principalmente de alimentos, nos últimos meses, afetando negativamente o faturamento das redes supermercadistas. “A demanda e a renda estão aumentando, mas sem pressão inflacionária”, afirmou Honda, ressaltando que, por outro lado, os volumes de vendas seguem aquecidos.

Apesar de admitir a necessidade de revisão da projeção anual, a entidade aposta em um cenário positivo para o segundo semestre, quando devem ser vistos números acima de 5,5% de crescimento, porém, ainda inferiores aos observados no primeiro trimestre. “O mês mais forte para o setor é dezembro”, acrescentou o economista da Abras Flávio Tayra.

A Abras informou nesta quinta-feira (26/08) que em julho as vendas reais dos supermercados cresceram 3,47% na comparação com o mesmo mês no ano passado. Em relação a junho deste ano, houve expansão de 4,2%.

A entidade também apresentou os dados da cesta AbrasMercado, composta por 35 produtos e calculada pela GfK, que em julho recuou 1,54% contra o mês imediatamente anterior. Foi o segundo mês consecutivo de queda nos preços da cesta, o que, segundo Honda, confirma a tendência de arrefecimento. “Foram dois meses seguidos de deflação, e não são deflações pequenas… O nível de retração dos preços está muito grande”, disse ele.

Já na comparação anual, o valor da cesta subiu 1,36%, passando de R$ 268,02 em julho de 2009 para R$ 271,67 no mês passado.

Artesãos do Sul abrem loja no Criciúma Shopping

Os consumidores terão novos produtos disponíveis no Criciúma Shopping (SC). E não se trata de roupas, calçados, acessórios ou equipamentos tecnológicos. E sim artesanato. A loja é diferente das demais do gênero existentes em Criciúma e é fruto da organização de um grupo de artesãos de Tubarão a Passo de Torres, que originou em 2010, a Associação Artes e Ofícios – Artesanato Sul Catarinense.

Segundo Patricia Pagani Martins, coordenadora da Artes e Ofícios, a loja comercializará produtos em cerâmica, fibras, mosaico, tecidos, madeira e tapeçaria confeccionados pelos 30 artesãos associados e outros pertencentes a grupos de produção convidados, para ampliar o mix de produtos disponíveis.

A loja, que abriu as portas nesta terça-feira (24/08), funcionará ao lado do BBbowling das 10h00 às 22h00, de segunda a sábado, e das 14h00 às 20h00 aos domingos. “Estamos com as melhores expectativas possíveis em relação a loja. É um passo importante e as pessoas que já conhecem o trabalho ou os que ainda irão conhecer, poderão ter a certeza de que nos preocuparemos sempre em oferecer artesanato de qualidade”, afirma Patricia.

Parte dos artesãos participaram do projeto Arte Catarina, realizado pelo Sebrae, que apoiou a formação da Artes e Ofícios. O Criciúma Shopping também é apoiador da associação.

Estoques da indústria de SP devem atingir equilíbrio até o fim de 2010

Os estoques estão excessivos na indústria paulista, mas devem voltar a níveis equilibrados até o fim do ano. A afirmação foi feita pelo diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação da Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Francini. O sobre-estoque no setor também é revelado pelo indicador Sensor da Fiesp, que mede a percepção do empresário para alguns setores da economia brasileira.

O indicador geral atingiu 53,8 pontos em agosto, ante 52,4 pontos registrados em julho, revelando que a indústria paulista permanece em ritmo de crescimento. O indicador relativo aos estoques, por outro lado, passou de 47,6 pontos em julho para 43,1 pontos em agosto. “A indústria vinha num ritmo muito forte no primeiro trimestre. Depois começou a acontecer um período de ressaca, com a retirada dos incentivos tributários. Mas a visão para frente continua positiva”, afirmou Francini enfatizando que o ciclo de ajustes dos estoques deve voltar nos próximos meses.

Francini também afirma que a queda de 0,4% no total de salários reais da indústria paulista em julho frente a junho, considerando ajustes sazonais, também não é preocupante. O especialista afirma que o ambiente no setor industrial, em geral, aponta para ganhos reais nos salários. “Os salários vão crescer no segundo semestre assim como a renda”.

Segundo dados divulgados pela Fiesp nesta quinta-feira (26/08), houve um aumento de 6,7% no total de salários reais em julho na comparação com, o mesmo período do ano passado. O total de vendas reais, por sua vez, avançou 1,2% em julho na comparação mensal, enquanto na comparação com julho de 2009 houve aumento de 8%.

Empresas brasileiras buscam profissionais dedicados, diz pesquisa

Um estudo realizado pelo Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas (CDPV) aponta que 37% das empresas brasileiras afirmam que a dedicação é um dos principais atributos procurados nos profissionais. Além disso, os empresários buscam pessoas que tenham atitude, característica indicada por 26% dos empresários, e profissionalismo, que teve 19% das respostas. Já 18% disseram que querem profissionais criativos para trabalhar em sua equipe.

Para o segundo semestre deste ano, 84% das empresas pretendem contratar e quase metade das vagas (46%) será para a área comercial. Os outros postos abertos serão para atender a demanda do crescimento previsto. O estudo indica que todas as empresas entrevistadas acreditam que haverá alta na receita este ano, sendo que 92% esperaram ampliar sua carteira de clientes e 8% preveem crescer por meio de seus próprios clientes.

Sobre o ponto de vista comercial, 66% dos empresários indicam como principal dificuldade de operação a falta de mão-de-obra qualificada, principalmente em vendas. As empresas citaram ainda como entrave a alta carga tributária, com 18%. O levantamento foi realizado com 150 empresas da indústria, varejo e serviços de médio e grande porte.

Espaço Garten Gold: inovação, moda e gastronomia no Joinville Garten Shopping

Uma atmosfera de requinte, bom gosto e sofisticação onde os principais ingredientes são as últimas tendências, cores e estilos da moda e os melhores sabores da gastronomia. Com esses conceitos o Garten Gold será inaugurado no Joinville Garten Shopping (SC) no dia 1º de setembro, a partir das 19h30. Os consumidores antenados com as últimas tendências da moda e os amantes da gastronomia que apreciam o que há de melhor em produtos e serviços terão no espaço Garten Gold profissionais especializados para fazer as melhores escolhas em um ambiente moderno que inspira alto estilo.

O espaço inova trazendo um novo conceito para Joinville: o de personal stylist e personal shopper. São profissionais que vão ajudar os clientes a escolher roupas de acordo com seu estilo de vida (personal stylist) e ajudá-los a fazer compras, escolhendo as roupas que melhor combinam com seu estilo e orçamento (personal shopper).

Além desses serviços, os clientes terão acesso a espaço vip e descontos especiais. Os clientes Gold vão desfrutar de jantares exclusivos com receitas requintadas e dicas de grandes chefs para quem deseja aprimorar e degustar o melhor da culinária. “Trouxemos a Joinville um espaço moderno, exclusivo na Região Sul, sofisticado e aliado ao alto estilo dos nossos clientes que buscam informação e modernidade”, sintetiza Michael Domingues, gerente de Marketing do Joinville Garten Shopping e idealizador do projeto.

Os serviços diferenciados do Garten Gold são estruturados pela Universidade de Joinville (Univille), referência no ensino e na formação de profissionais no Estado, que atenderão os clientes Gold de forma personalizada e adequada ao seu estilo de vida em datas pré-agendadas. Todas as compras valem pontos. Atingindo a pontuação mínima, é possível ser um cliente Gold. O regulamento está disponível no site www.joinvillegartenshopping.com.br.

Telefone celular é arma para a expansão do Bolsa Família

Um projeto experimental de levar o Bolsa Família pelo telefone celular deve ser testado até o próximo ano em oito cidades brasileiras. Se der certo, o projeto funcionará como um programa suplementar de inclusão bancária da Classe E (famílias com renda média de R$ 571 por mês). Desde 2009 há um movimento dentro do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) para usar a capilaridade da telefonia móvel como plataforma de pagamento do programa de transferência de renda em regiões do País onde a penetração bancária ainda é considerada baixa.

Hoje o serviço de telefonia celular tem 187 milhões de linhas instaladas e chega a 99,6% dos municípios brasileiros. Dentre o público-alvo do programa social, a penetração do serviço é próxima a 65%, ou seja, 12 milhões de famílias (25% da população brasileira). Na visão do Ministério, a utilização do celular no projeto pode gerar a diminuição de custos dos serviços bancários, previstos pelo MDS, e que possivelmente serão oferecidos em pequenas cidades do nordeste.

Para o diretor de Benefícios do Ministério do Desenvolvimento Social, Anderson Brandão, a vantagem da utilização da telefonia móvel na propagação do serviço bancário é a habilidade desenvolvida pelos beneficiários do Bolsa Família de utilizar um celular. “Quanto mais a gente se envolve nesse tema de celular, a gente descobre que ele é um veículo capaz de diminuir os custos de se manter uma conta virtual, se compararmos esse modelo com o de um banco tradicional.”

De acordo com ele, o tema está em discussão no ministério há um ano, mas a iniciativa ainda não tem prazo definido para ser posta em prática, pois esbarra na falta de regulamentação específica da modalidade de pagamentos pelo celular. “É uma fase de estudos sobre como transformar o programa de transferência de renda em um veículo de expansão da inclusão financeira no Brasil”, disse o diretor.

Tudo indica que um projeto experimental do “Bolsa Família Móvel” pode sair no próximo ano, com a implantação do serviço em oito cidades brasileiras (ainda não definidas pelo MDS). O uso do serviço em larga escala, porém, ainda depende de uma regulamentação do serviço de meios de pagamento mobile, que deve ocorrer nos próximos anos, mas ainda sem data definida, segundo o Banco Central (BC).

“A configuração desse mercado ainda não está bem definida. Antes de implantar algo definitivo a gente precisa saber se está falando de colocar o dinheiro em uma operadora ou numa instituição financeira normal”, explicou Brandão. E emendou: “E isso faz toda a diferença, pois se o governo vai dar um certo rumo para o mercado ele tem de ter certeza de que a população não vai sofrer com as consequências”.

Para José Antonio Marciano, chefe do Departamento de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos (Deban), do Banco Central, é impossível regulamentar o setor antes que ele tome fôlego, o que, na visão das instituições financeiras, demoraria em média três anos. “Não temos uma previsão de quando vai sair uma regulamentação, porque o mercado de pagamentos mobile está surgindo e nós não podemos regulamentar o mercado antes mesmo que ele surja”, afirmou.

Ao mesmo tempo em que a discussão sobre o uso celular como integrador do Bolsa Família ganha corpo no Governo, o projeto de expansão da banda larga demonstra vigor com o anúncio da lista das cem primeiras cidades que serão cobertas pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), além das 16 capitais já divulgadas anteriormente. Porém, de acordo com o governo, mais de 50% das cidades eleitas para iniciar o projeto têm índice de penetração da banda larga inferior a 0,19%. Em linha com o pleito das operadoras privadas, nesse primeiro momento, a Telebrás não vai operar diretamente o fornecimento do serviço ao consumidor final; ela dará esse papel aos pequenos provedores, que serão os principais agentes do plano.