Mesmo com mais poder de compra, classe C enfrenta dificuldades para consumir

Nos últimos anos, muitos brasileiros deixaram de pertencer as classe D e E e passaram para a classe C. O aumento da renda mensal resultou em aumento de consumo, tanto que, atualmente, a classe C movimenta R$ 479 milhões por ano.

Mas, de acordo com o sócio-diretor do DataPopular, Renato Meirelles, embora esse público tenha conquistado mais facilidades na hora de comprar, ele ainda enfrenta grandes dificuldades. “Hoje esse público tem mais acesso ao crédito e tem mais credibilidade na hora de comprar, mas ele enfrenta muitas dificuldades. Não é tão fácil entrar em uma loja e sair com um bem para pagar em 18 vezes”, explica o pesquisador.

Ainda segundo Meirelles, entre as principais dificuldades enfrentadas por esse público, está o linguajar do sistema financeiro. “Muitas vezes, ele não entende o que o sistema que empresta dinheiro para ele está dizendo. Não é todo mundo que entende o que está escrito no contrato que assina na hora de contratar um empréstimo ou financiar um bem de consumo. Muitos não entendem nem a fatura do cartão de crédito, e isso é um grande problema”, afirma.

E completa: “E embora não pareça, esses consumidores também enfrentam problemas com o tipo de tratamento que recebem dos vendedores. Por mais incrível que pareça, ainda tem vendedor que atende mal um consumidor de classe C, talvez por achar que ele não tem dinheiro suficiente para comprar o que está mostrando interesse em adquirir. Esse é um grande erro. Não tenho dúvida de que as empresas que tratarem bem esses cliente e ajudarem na superação dessas dificuldades que eles enfrentam serão líderes de mercado em poucos anos”.

O diretor conta também que engana-se quem imagina que esse público gosta de produtos baratos e sem qualidade. “Já foi o tempo em que produto vagabundo e baratinho fazia sucesso na classe C. Esse é um consumidor muito exigente. Até mais exigente que o consumidor de classe A, simplesmente porque ele não tem a chance de errar. Se ele comprar algo que não seja bom, ele não pode comprar novamente. O dinheiro é contadinho. Portanto, muitas vezes, ele até prefere gastar mais em um produto de uma marca conhecida que dê a ele garantia da qualidade do produto”.

Outra característica desses consumidores é que eles pesquisam muito antes de comprar. “Eles estão realizando seus desejos de consumo. Estão com poder de compra. Mas isso não significa que estão podendo esbanjar. Então eles pesquisam muito, buscam o melhor custo/benefício, para terem recursos de comprar mais itens que até pouco tempo atrás não podiam comprar”, finaliza Meirelles.

Rae,MP assina campanha “Pedalando pela Vida” do Shopping Aricanduva

No mês de setembro, a Rae,MP lança a campanha “Pedalando pela Vida”, do Shopping Aricanduva, de São Paulo, uma ação animada e saudável que promete mobilizar muitas pessoas. No evento gratuito, o shopping convida todos para um passeio sobre rodas, utilizando bicicletas, patins, patinetes ou skates, em um percurso de oito quilômetros pela Avenida Aricanduva. Para contemplar a divulgação do evento a agência desenvolveu cartazes, faixas, banners, folhetos e cupons para sorteio de camisetas.

O passeio sobre rodas acontece no próximo dia 12 de setembro, com saída às 10h00 do estacionamento do Shopping Aricanduva. Para mais informações, os interessados podem acessar o site www.aricanduva.com.br.

Shoppings administrados pelo grupo Aliansce lançam campanha “Aliansce Solidária”

Mais do que centros de compras e lazer, os shoppings têm um importante papel social junto às comunidades. Foi pensando nisso que o grupo Aliansce criou o projeto “Aliansce Solidária”, lançado anteontem (06/09). As ações sociais, divididas em quatro fases, acontecerão simultaneamente nos shoppings fluminenses Bangu, Carioca, Caxias, Grande Rio, Passeio, Santa Cruz e Via Parque.

Aproveitando a data especial em homenagem às crianças comemorada no dia 12 de outubro, os shoppings irão receber brinquedos que serão distribuídos em instituições ou órgãos sociais de governo. Estas instituições já são parceiras de cada empreendimento em outras iniciativas sociais, de capacitação e geração de renda para as comunidades do entorno de cada empreendimento.

O “Aliansce Solidária” chega para somar-se a uma série de iniciativas com foco em inclusão social, responsabilidade ambiental e projetos em beneficio das comunidades já desenvolvidas pelos shoppings administrados pelo grupo Aliansce. Além da participação dos shoppings, o projeto visa também envolver consumidores e lojistas em uma “onda do bem”.

O objetivo do projeto é incentivar e facilitar a solidariedade. “Ao longo dos anos, a resposta da população fluminense às convocações para doações tem sido positiva. Mas quando não há convocação, as pessoas acabam deixando de doar por não saber exatamente como proceder”, avalia o diretor regional da Aliansce, Eduardo Borges. “As pessoas querem participar, querem ser solidárias. Se escolhermos um foco e disponibilizarmos postos de doações com acesso fácil, a adesão será cada vez maior”, completa.

Os brinquedos arrecadados na primeira etapa serão revertidos para as seguintes instituições: Via Parque (AMUNICOM – Associação de Moradores da Cidade de Deus); Carioca Shopping (IPASE); Caxias Shopping (Secretaria Municipal de Assistência Social de Duque de Caxias); Grande Rio (Casa da Criança Lar São José); Santa Cruz (Paróquia N.S. da Conceição); Passeio Shopping (Instituto Ana Gonzaga) e Bangu Shopping (ONG Unidos pelo Social).

Ao longo do ano, o Projeto Aliansce Solidária terá mais três focos de atuação, além da doação de brinquedos: livros, em janeiro; agasalho, em junho; e alimentos, em dezembro. “Precisamos praticar a solidariedade diariamente, porque a necessidade também é diária” completa Eduardo Borges.

Samsung considera lançar TVs com sistema operacional Android

A Samsung cogita usar o sistema operacional Google Android em modelos de televisores que acessam a internet, revelou Yoon Boo Keun, responsável pela divisão de TVs da empresa sul-coreana, em um fórum em Seul. Segundo o site da Bloomberg, uma das questões-chave do negócio é a disponibilização do conteúdo on-line, que dependeria de acordos de empresas sul-coreanas com o Google.

Assim como o 3D, o acesso a serviços on-line é uma das atuais tendências do mercado de televisores. É um recurso que deve aparecer em um número maior de modelos nos próximos anos.

Em maio, o Google anunciou sua entrada no mercado de televisores com o Google TV, uma plataforma baseada no Android que, embutida em set-top boxes e televisores, permitirá aos usuários acessar diverso material on-line. Outras empresas envolvidas no projeto são Intel, Sony e Logitech. A Sony, uma das maiores concorrentes da Samsung, deve lançar ainda neste ano um televisor com o Google TV.

Mais recentemente, a Apple anunciou que também está no jogo. O Apple TV é um receptor digital que, conectado ao televisor, oferece ao usuário conteúdo de serviços como iTunes, YouTube, Netflix e Flickr.

Magic Games abre sua primeira megaloja em shopping de Belo Horizonte

A Magic Games, megaloja com um parque indoor que oferece entretenimento, diversão e lazer para toda a família, escolheu o Boulevard Shopping, na capital mineira, para abrir sua primeira operação na capital mineira. Os belo-horizontinos vão adorar essa novidade, já presente em Juiz de Fora, e com 41 lojas em shoppings de todo o país. Situado na Avenida dos Andradas, 3.000, no bairro Santa Efigênia, o Boulevard conta com 214 lojas e tem inauguração prevista para 26 de outubro.

A rede Magic Games oferece brinquedos e jogos para todas as idades e inclui desde a tradicional piscina de bolinhas até as atrações eletrônicas de última geração. O espaço, com máquinas de jogos e diversos brinquedos, se transforma num pequeno parque de diversões. Sem dúvida, uma ótima opção para a garotada comemorar o aniversário com diversão e segurança.

Ricardo Del Campo, proprietário da Magic Games, ressalta a importância da parceria com o grupo Aliansce Shopping Centers, um dos empreendedores do shopping, com 70% de participação nos investimentos. “A Aliansce traz sempre o que há de melhor no mercado. Nós estamos presentes na maioria das capitais do país e estava faltando uma das mais importantes, Belo Horizonte, um sonho que se concretiza em 2010”. Para aumentar ainda mais a curiosidade dos mineiros, ele adianta que a loja do Boulevard Shopping vai ter um projeto diferenciado.

Hipermercados lançam moda e marca própria em vestuário

As grandes redes de hipermercados como Pão de Açúcar e Walmart começam a lançar novas tendências do segmento de vestuário, e apostam em marca própria, números maiores e linha fitness com a expectativa de aumentar em torno de 20% as vendas de roupas, calçados e acessórios dentro das lojas. De acordo com levantamento do Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), o setor têxtil representa, em média, 5,5% da receita bruta de uma grande rede do setor.

No Walmart, as ações buscam dar impulso ao segmento e são voltadas ao potencial de compra dos consumidores que não acham alternativas em shoppings. “Nosso grande diferencial são as roupas de tamanhos alternativos, que muitas vezes não são encontradas em lojas de rua ou shoppings”, disse César Roxo diretor de Vendas do Walmart. As marcas próprias no setor têxtil são apontadas pelo executivo como diferencial na hora de escolher entre lojas em shoppings e hipermercados. Com relação às importações, hoje, o Walmart importa até 20% de todo produto vendido. “Não dá para falar com precisão quanto importamos, fica sempre na casa dos 15% a 20%”, afirmou.

A variedade de roupas e produtos de cama, mesa e banho cresceu 48% em 2009 com relação a 2008, de acordo com pesquisa divulgada em agosto pela Nielsen; para 2010 o objetivo é manter a projeção de crescimento.

Para Roberto Nascimento, professor do curso de Gestão Estratégica de Marcas Próprias da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), as marcas próprias são a grande cartada dos hipermercados. “A ideia dos hipermercados é aumentar as margens de lucro, ofertando produtos de maior valor agregado com vantagem competitiva”, disse.

A vantagem competitiva, no caso das roupas, é atrair os consumidores com produtos de design próprio. “Queremos mostrar que o cliente não encontra só alimento de marca própria, mas também pode se vestir em nossas lojas”, disse Sidnei Fernandes Abreu, diretor da área têxtil do Grupo Pão de Açúcar.

A rede de hipermercados investiu na reformulação das marcas próprias de vestuário no ano passado, quando montou uma área de design de moda para as marcas Cast, Boomy e Bambini. Com mais variedade, a venda de têxteis vem crescendo a taxas de dois dígitos na rede. “Nossa primeira estratégia foi mudar a percepção do público em relação às roupas de supermercado. Investimos no visual de merchandising da loja e em desenvolvimento de produtos em termos de qualidade e tendência de moda”, disse Abreu.

No Walmart, a estratégia de mudança no conceito de compra de roupas do consumidor também foi feita com alterações físicas na loja. “Para desassociarmos a estrutura de hipermercado normal, criamos ambientes especiais com decoração diferente”, afirmou Roxo. Sem anunciar os números, o executivo afirmou apenas que além das vendas em tamanhos especiais, o carro-chefe deste ano, tem sido a linha infantil e a surpresa positiva foi a linha fitness. “Essas duas são segmentos superbem vendidos.

Para Neide Montesano, presidente da Associação Brasileira de Marcar Próprias (Abmapro), o brasileiro aprendeu a comprar marcas próprias recentemente, mesmo com esse tipo de produto ter mais de 20 anos. “O crescimento das marcas próprias prova que o consumidor busca a relação custo-benefício”, diz.

Essa relação, de acordo com o especialista em consumo Roberto Meir, pode gerar 15% de economia e soma no valor agregado do produto. “A escolha por marcas próprias não é uma tendência é uma solução. Muitas vezes o cliente encontra marcas em que a qualidade é equivalente dentro dos hipermercados e passa a ser um cliente fiel”, disse.

Mesmo com essa possibilidade, Luis Augusto Ildefonso da Silva, diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Shoppings (Alshop) não vê os supermercados como um risco de concorrência. “Talvez seja um pouco concorrente nos shoppings mais populares, mas não acho, pelo tratamento do cliente no shopping, que essa troca aconteça”, disse ele.

Minas Shopping oferece diversão no gelo para crianças e adultos

O Minas Shopping, de Belo Horizonte, traz para a capital mineira mais uma opção de lazer inovadora: o Ice Bumper. Por R$ 10, até 14 de outubro, crianças (a partir de quatro anos) e adultos de todas as idades podem pilotar os carrinhos bate-bate que deslizam sobre uma pista de gelo sintético.

Uma das grandes novidades do brinquedo são os veículos, redondos, que vão para frente e para trás e giram 360º, o que lhes dá agilidade e impede que fiquem presos nos cantos. Os carros são individuais e fáceis de pilotar: dois joysticks, um de cada lado, permitem ao piloto fazer movimentos rápidos.

O Minas Shopping está localizado na Avenida Cristiano Machado, 4.000, bairro União. Horário de funcionamento: segunda-feira a sábado, das 10h00 às 23h00; domingo, das 10h00 às 22h00.

Obama deve anunciar hoje pacote de US$ 200 bilhões

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, vai anunciar hoje (08/09) um novo pacote de estímulo à economia que somará cerca de US$ 200 bilhões, informaram ontem (07/09) agências de notícias. O pacote vai cortar impostos de empresas que comprarem novos equipamentos no curto prazo, informaram funcionários da Casa Branca que preferiram não se identificar, de acordo com as agências noticiosas.

O corte de impostos vai permitir às empresas deduzir 100% dos novos investimentos em fábricas e equipamentos, de hoje até o fim de 2011, segundo altos funcionários próximos a Obama. Esse pacote juntar-se-á a outros dois: um de US$ 100 bilhões, de apoio a pesquisa e desenvolvimento em empresas, e outro de US$ 50 bilhões, anunciado segunda-feira (06/09), para infraestrutura. A nova medida deve ser anunciada hoje por Obama, durante discurso em Cleveland.

Os três conjuntos de medidas econômicas vão somar US$ 350 bilhões, pouco menos da metade do plano de estímulo de US$ 787 bilhões que Obama enviou ao Congresso nos primeiros cem dias de sua administração. Os pacotes aparecem em um momento em que as medidas econômicas adotadas pela administração de Obama são contestadas pela oposição republicana e por vários setores da sociedade norte-americana.

Além disso, as três propostas terão de ser aprovadas por um Congresso que ainda não voltou do recesso de agosto e que quando retornar, em uma semana, terá poucas semanas antes das eleições legislativas de outubro, em que os republicanos aparecem como favoritos.

O presidente Obama apresentou na segunda-feira um plano de US$ 50 bilhões para promover a criação de empregos por meio de obras de infraestrutura nos próximos seis anos. “Vamos reconstruir 150 mil milhas [240,4 mil quilômetros] de estradas, isso é suficiente para dar a volta ao mundo seis vezes… Vamos instalar e manter 4 mil milhas [6.437 quilômetros] de ferrovia, o suficiente para ir de costa a costa”, disse Obama.

O projeto foi apresentado em comício pelo Dia do Trabalho, e Obama foi aplaudido por milhares de trabalhadores a cada frase, especialmente ao dizer que os EUA não poderão ter uma economia forte sem uma classe média forte. “Vou continuar lutando, a cada dia, a cada hora, a cada minuto, por uma virada econômica”, disse ele.

O programa de infraestrutura é uma das várias iniciativas que Obama deve apresentar esta semana, em um momento de pressão da opinião pública para que ele derrube a taxa de desemprego, que tem resistido em torno de 10%, situação que pode ser fatal para as aspirações do seu Partido Democrata na eleição parlamentar de 2 de novembro deste ano.

Um item central do novo plano do governo prevê que o Congresso eleve e torne definitivo um crédito fiscal para pesquisa e desenvolvimento empresarial, o que representaria um custo de US$ 100 bilhões em dez anos. Essa proposta deve ser apresentada nesta quarta-feira, em Cleveland. Mas economistas duvidam que alguma medida tomada agora possa trazer diferenças significativas para a economia dos EUA, e lembram que investimentos em infraestrutura em geral não estimulam a economia rapidamente.

Embora Obama tenha declarado que alguns empregos serão criados “imediatamente”, uma fonte do alto escalão do governo disse que o pacote não teria impacto imediato na economia, e que os primeiros empregos só serão criados em 2011. “Este não é um plano de estímulo, de empregos imediatos”, disse essa fonte à jornalistas, por teleconferência.

Mas a Casa Branca salientou que o pacote não irá agravar o déficit público. A fonte governamental disse que Obama pretende custear o programa ao rever, para empresas de petróleo e gás, os benefícios tributários “de que elas certamente não precisam.” “Este é um plano que se pagará totalmente. Não irá agregar déficit com o tempo: vamos trabalhar com o Congresso para vermos isso”, disse Obama.

O líder republicano no Senado Mitch McConnell disse que se trata de “um projeto de estímulo montado de

Tecnisa abrirá lojas em shoppings paulistas

A construtora Tecnisa abrirá neste mês duas lojas em shoppings para divulgar seus lançamentos imobiliários em locais de grande circulação. O Shopping Praça da Moça, em Diadema; e o Shopping União, em Osasco; foram escolhidos pela proximidade com os empreendimentos Tecnisa Flex lançados nestas cidades paulistas.

Com as lojas nos shoppings, a expectativa é de um aumento de 30% na velocidade de vendas da linha Tecnisa Flex. “Com a loja, colocamos a casa dentro do shopping. Os clientes poderão conhecer o apartamento decorado e ter a sensação de que vivem naquele imóvel”, afirma Rogério Santos, diretor de Marketing da Tecnisa.

Em março, a Tecnisa testou o conceito em uma loja de rua em Carapicuíba, São Paulo, onde os visitantes podiam conhecer maquete e apartamento-modelo decorado do empreendimento Flex Carapicuíba. “Vendemos 100% das unidades deste empreendimento em menos de 60 dias”, diz Santos. As duas lojas tem previsão de inauguração ainda em setembro, sendo que a primeira delas, no Shopping Praça da Moça, em Diadema, foi aberta no último sábado (04/09).

Os empreendimentos Tecnisa Flex são voltados ao segmento econômico e conta com apartamentos de dois e três dormitórios, de variam entre 60 e 90 m².