Smartphones impulsionam crescimento no mercado de celulares

A consultoria de tecnologia IDC elevou sua previsão de crescimento para o mercado de celulares na terça-feira (07/09), devido à forte demanda por novos smartphones.

A IDC elevou a projeção de crescimento em smartphones de 44% para 55%, citando a crescente demanda por aparelhos mais avançados, o que levou à revisão do mercado global, cuja previsão de alta passou de 12,6% para 14,1%. “A chegada de novos produtos e a esperada onda de compra de smartphones no segundo semestre do ano impulsionarão o mercado bem acima das expectativas anteriores”, afirmou o analista Kevin Restivo.

A consultoria disse que o panorama para 2011 também é favorável, com o mercado de smartphones crescendo 24,5% apesar das incertezas econômicas.

Exposição Rio Tietê – Imagens que o Brasil não vê é destaque no Central Plaza Shopping

O Central Plaza Shopping, de São Paulo, em parceria com o Projeto Reciclando Vidas, traz para o público a exposição “Rio Tietê – Imagens que o Brasil não vê”, uma homenagem ao aniversário do rio, que será comemorado no dia 22 de setembro. A mostra é um “diário de viagem” pelas lentes de Denis Ferraz (idealizador do projeto Reciclando Vidas) mostrando brilhantemente o Tietê e suas particularidades desde sua nascente, em Salesópolis, e todo o seu percurso de 1136 km, chegando a Itapura.

Neste trajeto pode ser admirada tanto a sua beleza quanto a destruição causada pelo homem e pelo chamado progresso em sua falta de planejamento. Além dos mais de 50 paineis com fotos, o público poderá conhecer várias amostras de águas retiradas ao longo do rio, juntamente com a análise feita pela Cetesb da qualidade destas águas. No dia 22 de setembro, aniversário do Rio Tietê, faremos a distribuição de mudas e sementes de Ipê, chamando a atenção para uma maneira de tratarmos melhor nosso planeta e, em especial, nosso Rio Verdadeiro (Ti=Rio / Ete= Verdadeiro).

De acordo com a supervisora de marketing do Central Plaza Shopping, Kelli Calijuri de Carvalho, a iniciativa é uma forma de homenagear o rio, além de despertar nas pessoas uma consciência maior para o cuidado que devemos ter com nossas águas e outras riquezas naturais do planeta. “Se cada um fizer um pouquinho, ao final, o resultado será grandioso não só para nós mesmos, mas para nossos filhos e outras gerações, minimizando assim os efeitos devastadores.”

Venha apreciar muitas curiosidades do principal rio do Estado de São Paulo. É o Central Plaza Shopping pensando muito mais na natureza e em você!

Shopping Nações Unidas estréia “Suba no Caixote” com Fabio Rabin

O Shopping Nações Unidas, em São Paulo, estreia hoje (09/09), às 13h30, o espaço “Suba no Caixote”, com apresentação de standup do humorista Fabio Rabin.

Ator de humor de personagens, Fábio já trabalhou em programas como Pánico na Tv, da Rede TV, e na rádio, onde desempenhava o papel de Silveira no quadro Na Madruga e Beijo na Boca ou tapa na Cara. Atualmente trabalha no programa Comédia MTV, ao lado dos humoristas Marcelo Adnet e Daniela Calabresa.

Com objetivo de diferenciar o shopping na região, o projeto “Suba no Caixote” busca a quebra de rotina e diversão levando entretenimento a trabalhadores e clientes da região. O evento acontecerá sempre as quintas- feira do mês, com no mínimo duas apresentações, e se estenderá até novembro desse ano.

Com quatro meses de estiagem, seca atinge rios amazônicos e afeta agricultura

A estiagem no Norte do país já ultrapassa quatro meses e começa a afetar rios da região, como o Solimões, que vê seu leito ser tomado por bancos de areia. Entre os Estados mais atingidos pela seca estão Pará (sul do Estado), Acre (parte norte), Amazonas (parte sul) e Rondônia (norte).

No Pará, há municípios onde não chove há mais de 120 dias e a situação é agravada por focos de queimadas. O índice de chuvas foi zero nas cidades paraenses de Santana do Araguaia, Redenção e Floresta do Araguaia. Outras cidades paraenses registram índices de menos de 20 milímetros por metro quadrado acumulados em um mês.

No Amazonas, o índice pluviométrico da maioria das cidades do sul e centro do Estado está entre 10% e 30% abaixo da média para o período, informa o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Alguns municípios amazonenses, como Manicoré e Lábrea, acumulam quedas mensais seguidas do índice pluviométrico. De junho para agosto, a redução em Manicorá foi de 139 para 22 milímetros por metro quadrado.

Na fronteira do Acre, a umidade relativa do ar apresentou índice abaixo de 30%, atípico para a região. Como resultado, houve uma redução da formação de nuvens e de chuvas.

O coordenador do 2º Distrito do Inmet, José Raimundo Souza, afirma que toda a região Norte do país está enfrentando a estiagem. O fenômeno acontece todos os anos, no entanto, em 2010, houve a antecipação em um mês. Segundo Souza, as chuvas deveriam cessar somente em junho, mas começaram a ficar escassas em maio. Por conta disso, rios regidos por elas, como o Solimões, o Tocantins e o Araguaia, também secaram mais cedo. “2010 só foi diferente dos outros anos por causa da antecipação da estiagem. Mas nada que repita situação como a enfrentada em 2005, quando houve a maior seca, com gado morrendo por causa da falta de água no Marajó”, comentou.

Mega promoção no Farol Shopping

O evento de queima de estoque que já é tradição no Farol Shopping, em Tubarão (SC), está de volta. De 9 a 12 de setembro o Mega Bazar traz as peças da última coleção com descontos de até 70%.

Na promoção, o cliente pode conferir produtos das coleções de inverno das lojas World Tennis, Rainha Mix, Ativa Esportes, City Blue, Lilica & Tigor, Blacksilver, Hering Store, Cacau Show, Camisaria Colombo, Colcci, Eluza, Empty, Mormaii, Oasis, Art Finit, Zinzane e Marilda Jóias a preços reduzidos. “Promoções de queima de estoque trazem resultados positivos para o lojista e para o consumidor, além de possibilitarem que os clientes comprem produtos de qualidade com preços bem mais acessíveis”, explica a Gerente de Marketing do Farol Shopping, Flávia Borba.

O Mega Bazar ocorre no piso térreo da garagem do Farol Shopping, e atende das 10h00 às 22h00 nos quatro dias de evento.

RJ terá Bilhete Único a partir de 30 de outubro

O Bilhete Único Municipal passa a valer a partir do dia 30 de outubro na cidade do Rio de Janeiro. Com o bilhete, os passageiros poderão realizar duas viagens em um período de duas horas a um custo de R$ 2,40.

Os contratos serão assinados pelos consórcios Internorte, Intersul, Transcarioca e Santa Cruz no próximo dia 17. Os maiores beneficiados pela política de integração tarifária serão os moradores da zona oeste, que realizam deslocamentos mais longos do que os de outras regiões da cidade.

Brasil recua para 58º em ranking de competitividade

O último relatório de competitividade global do Fórum Econômico Mundial, divulgado ontem (08/09), revelou dois “Brasis” diferentes. Um tem feito progressos significativos em áreas como sofisticação do mundo empresarial, desenvolvimento do mercado financeiro e ambiente macroeconômico. O outro é, entre as 139 nações analisadas, o pior classificado nos quesitos impacto da tributação e peso da regulamentação governamental. Tem instituições fracas, um dos piores ensinos primários do mundo, mercado de trabalho rígido e ainda sofre com a incidência da malária.

Em 2010, a trajetória dos pontos fracos pesou um pouco mais que a dos positivos, fazendo o país perder duas posições e ir para o 58º lugar no ranking, que mede a capacidade de as economias atingirem crescimento sustentado e prosperidade.

Análise mais detalhada mostra que o Brasil registrou piora na sua colocação em 64% dos mais de cem indicadores (agrupados em 12 categorias) acompanhados pelo fórum entre 2009 e 2010. Teve melhora relativa em cerca de 27% dos indicadores e ficou estável em quase 9%. “O Brasil melhorou muito nos últimos anos em termos de estabilidade macroeconômica e abertura de mercados, fez avanços em educação”, disse Irene Mia, uma das coordenadoras do relatório.

Mas, segundo Mia, as fraquezas estruturais que o Brasil ainda exibe “limitam a capacidade do país de crescer mais rapidamente e de forma mais sustentada”. Entre as barreiras, ela cita o regime tributário, as dificuldades para contratar e demitir funcionários, e a qualidade ainda baixa das instituições e do ensino primário. O último relatório de competitividade ressalta que o Brasil havia avançado 16 posições entre 2007 e 2009.

Mas uma análise desde 2005 (quando ocorreram mudanças metodológicas importantes) mostra que o progresso em anos recentes refletiu, em grande parte, recuperação em relação a pioras entre 2006 e 2007.

A Folha fez uma análise do relatório de 2010 usando a mesma base de países existente em 2005. No período, o país avançou três posições. O resultado é melhor que o de emergentes como Argentina, México, Índia e Rússia, que perderam lugares no ranking desde então. Mas fica aquém dos progressos de Indonésia, China, Vietnã e Turquia, que avançaram, respectivamente, 29, 21, 19 e 14 posições no período.

Entre 2009 e 2010, o Brasil fez avanços relativos em categorias como sofisticação do ambiente de negócios, infraestrutura e desenvolvimento do mercado financeiro. Mas regrediu, em termos comparativos, na maioria dos aspectos ligados a instituições, eficiência do mercado de trabalho e de bens, saúde e educação.

Fechamento de lojas nas datas festivas representa prejuízo nas vendas

Mais um feriadão terminou e os comerciantes de Brasília voltaram a enfrentar um problema recorrente: a cidade fica vazia com boa parte da população viajando, e, consequentemente, os lucros caem. Em 2010, há um agravante da questão. Em dissídio com os trabalhadores, os comerciantes ainda não conseguiram entrar em um acordo sobre folgas nos feriados. Em razão da briga, 7 de setembro deste ano foi um dia em que todos os estabelecimentos de rua e a maioria dos que funcionam nos shoppings da cidade, os que mais lucram nessas datas, fecharam.

Pelo mesmo motivo, ainda está ameaçado o funcionamento do comércio nas quatro próximas datas comemorativas do calendário: Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, Dia de Finados, Proclamação da República e Dia do Evangélico, em 2, 15 e 30 de novembro, respectivamente. Outro ponto negativo para os lojistas é que este ano há mais feriados em dias úteis do que 2009: são 14 contra 11. Diante do cenário, a previsão da maioria das entidades representativas do setor é de prejuízo nos meses de feriado prolongado.

“Estamos prevendo que setembro será um mês com números a desejar”, afirma Geraldo Araújo, vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF). De acordo com ele, feriadões geralmente atrapalham as vendas, com exceção das datas que são, ao mesmo tempo, comemorativas e comerciais — caso da Páscoa, por exemplo. “Se emenda (o feriado), é ruim. Chega a ter queda de até 3% nas vendas no mês cheio, comparado ao mês anterior. A gente quer que resolva logo o dissídio, para haver menos incerteza”, diz. Segundo Araújo, o sete de Setembro penalizou especialmente os comerciantes, por ter caído próximo do quinto dia útil do mês, quando o salário cai na conta da maioria dos trabalhadores.

Vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista-DF), Edson de Castro admite que feriados prolongados são “complicados” para os lojistas e que o impasse na negociação salarial com os comerciários é negativo para a atividade econômica. Mas é menos pessimista quanto ao impacto causado nas vendas nos feriados, seja pelo conflito entre patrões e empregados, seja pela baixa normal nas vendas em razão do esvaziamento da cidade. “No Dia da Independência, as lojas não abriram, mas houve o fim de semana e a véspera do feriado. Quem ficou em Brasília aproveitou para passear, principalmente no shopping”, comenta. “Brasília está com shoppings de primeira linha e já recebe mais turistas.”

Uma loja de artigos esportivos que funciona no Terraço Shopping foi obrigada a fechar anteontem (07/09), sob a pena de ser multada pela Justiça trabalhista, mas adotou uma estratégia a fim de minimizar perdas nas vendas. A vendedora Bruna Ranielle de Azevedo Silva, 22 anos, conta que o estabelecimento abriu um quiosque na Esplanada dos Ministérios, onde comercializou seus produtos que fazem mais sucesso. “Levamos todas as camisas oficiais de time, nacionais e internacionais, e as canecas, que são muito queridas”, conta.

Se os feriadões são um mau negócio para as lojas do varejo, bares e restaurantes comemoram. Segundo o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar), Clayton Machado, a data-base dos trabalhadores do segmento foi negociada pacificamente e os estabelecimentos abrem nos feriados. “A hotelaria está ruim porque nenhum esforço é feito no sentido de captar turistas, mas a gastronomia e os bares captam aqueles clientes que não viajaram”, afirma.

Gerente de um restaurante especializado em frutos do mar, Antônio Bispo diz que feriados geralmente alavancam as vendas da casa. “Para a gente é muito bom, porque segunda, terça e quarta-feira são dias de pouco movimento para nós em épocas normais. Nos feriados prolongados que pegam o início da semana, isso muda totalmente”, diz.

Brasileiros aderem às compras e transações via celular

O comércio eletrônico feito por meio de telefonia móvel ganha cada vez mais espaço entre os usuários brasileiros. Em 2009, foram feitas 100 milhões de transações via celular, um crescimento de 250% em relação ao número de 2008, de acordo com dados do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil, divulgado pelo Banco Central.

Apesar da ascensão, o número ainda representa apenas 5% do total de transações feitas no país. Mas, considerando-se o número crescente de smartphones no mercado brasileiro, não há como negar: utilizar aplicativos de celular para pagar contas, fazer transferências e investimentos se tornará tão simples e corriqueiro como acessar o internet banking no computador. O banco do futuro pode estar, sim, em um pequeno aparelho guardado no seu bolso.

De acordo com a consultoria sueca Berg Insight, em 2009 havia 55 milhões de usuários de banco móvel no mundo. Até 2015, o número deve chegar a 894 milhões. “O usuário de internet banking via celular é muito objetivo”, afirma Marcelo Marzola, sócio da consultoria Predicta. “Ele acessa para efetuar as mesmas transações que faz em um computador convencional.”

As perspectivas apontam para a migração do usuário para o celular, mas ainda há barreiras tecnológicas. Um obstáculo para os bancos e as empresas de comércio eletrônico é fazer com que os usuários confiem na segurança das transações feitas por meio de aplicativos.

Segundo Marzola, o principal cuidado para garantir a segurança deve ser tomado por usuários. “O nível de segurança que temos nos aplicativos é suficientemente elevado para garantir o uso. As maiores falhas de segurança ainda estão no usuário em si, quando acessa sites suspeitos e sujeitos a ação de hackers”, diz o especialista.

Para se proteger de eventuais furtos de aparelhos e, consequentemente, de informações bancárias, é preciso utilizar todas as ferramentas de segurança proporcionadas pelo fabricante, como travar o celular com chaves de segurança e limpar os arquivos de dados constantemente. “Os aplicativos continuam sujeitos às verificações de segurança do banco a cada acesso. Então fica difícil, apenas com o furto do aparelho, um estranho conseguir acessar a conta corrente”, afirma o especialista.