Bridgestone aposta no varejo e investe US$ 15 mi no País

Com a meta de triplicar o número de lojas até 2014 e alcançar mais de 400 unidades no Brasil, por meio de um aporte estimado em US$ 15 milhões, a multinacional Bridgestone Bandag Tire Solutions (BBTS) enfoca suas ações no varejo de produtos para veículos. Segundo o gerente de Marketing da BBTS, Ricardo Drygalla, o mercado de reposição representa para a empresa no Brasil 40% das vendas. Atualmente a empresa possui três canais varejistas: franquias para linhas de caminhões, ônibus e veículos leves; recapadoras responsáveis por fazer a recapagem dos pneus usados, e a rede oficial de revendedores que atendem a área de pneus para passeio e caminhonetes.

A empresa conta que atualmente são produzidos 6 mil pneus de caminhão e ônibus por dia para atender a demanda dos canais de vendas da rede. “Nosso plano é baseado em demandas em função das coberturas que já temos. Para crescer de forma orgânica e estratégica, vamos acompanhar o plano de desenvolvimento de rodovias que o governo apresenta no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pois queremos estar presentes nos principais trechos rodoviários do País”, disse o gerente de Marketing da BBTS.

Por meio de recursos próprios, este ano serão inauguradas 38 lojas especializadas em serviços para caminhões e ônibus denominadas BTS (Bandag Truck Service). No total, a a marca terminará o ano com 141 franquias BBTS. Segundo o gerente de Marketing da empresa, isso deve atender a demanda do segmento que aumentou com a entrada de motoristas autônomos graças à fomentação das classes emergentes. “Esperamos crescimento de 30% do número de clientes assistidos por softwares e abertura das novas franquias”, explicou o porta-voz.

Patrocinadora exclusiva de pneus da Fórmula Truck, a Bridgestone tem na rede credenciada tíquete médio de R$ 500, e ainda oferece serviços de recapagem de pneus usados, além de troca de freios, suspensão, lubrificação, sistemas elétricos, conveniência, acessórios, recapagem e soluções de gerenciamento de frotas por meio de software. Nem todas as unidades oferecem todos os serviços, isso depende da necessidade das regiões onde estão localizadas. Todos os serviços têm três meses de garantia, e os pneus novos, cinco anos, garante Drygalla.

De acordo com a empresa, o formato de lojas no Brasil deu tão certo que a marca começa a transferir o know-how a países como México, Argentina e Chile.

Shopping Sul promove Liquidação Verde

Essa não dá para perder. O Shopping Sul, de Valparaíso de Goiás (GO), realiza nos dias 10, 11 e 12 de setembro a Liquidação Sinal Verde. Durante três dias, todas as lojas participantes estarão com descontos de até 70%, uma excelente oportunidade para comprar produtos com qualidade e em ótimos preços. É para colocar o guarda-roupa em dia!

Lili e Baby abre sua primeira loja na Zona Oeste do Rio

A Lili e Baby inaugurou ontem (09/09), no Santa Cruz Shopping, na capitral fluminense, a sua primeira loja na Zona Oeste. De acordo com o proprietário Mayko Rei, o estabelecimento espera crescer aproximadamente 150 % ainda este ano.

A loja, destinada ao público infantil, é revendedora oficial das marcas Lilica Ripilica e Tigor Baby e pretende investir em novas marcas para um mercado cada vez mais exigente. “Acreditamos no potencial de compra e crescimento de Santa Cruz. Além disso, queremos cobrir a carência de uma loja com referência em moda infantil no local”, afirma Mayko.

Inflação deixa de pressionar os juros

Ao divulgar a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) realizada na semana passada, o Banco Central (BC) deu indícios de que a inflação em 2010 pode convergir para o centro da meta estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%. E de fato, essa convergência parece cada vez mais próxima. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem que a inflação observada nos últimos 12 meses passou para 4,49%, abaixo do acumulado até o mês de julho, que foi de 4,60%.

De acordo com a ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) realizada na semana passada, que manteve a taxa básica de juros (Selic) a 10,75% ao ano, os diretores do BC reconhecem a existência de riscos de elevação da inflação no curto prazo. Porém, o Copom considera que a convergência da inflação para o valor central da meta tende a se materializar. “Para tanto, ampara-se na consideração pertinente de que a política monetária atua com defasagem sobre a atividade e sobre a inflação, e de que os efeitos do processo de ajuste da taxa básica de juros iniciado em abril de 2010 ainda não se fizeram sentir integralmente”, diz o texto.

O Banco Central entende que as perspectivas para a evolução da atividade econômica doméstica continuam favoráveis, principalmente por conta do “vigor do mercado de trabalho, pelos efeitos remanescentes dos estímulos fiscais e das políticas dos bancos oficiais e, em escala menor do que a esperada anteriormente, pela atividade global”. No entanto, a atividade interna apresenta ritmo menos intenso do que o observado no início deste ano, como revelam, entre outros, dados sobre comércio, estoques e produção industrial.

Segundo a ata, desde o último encontro, os integrantes do Copom também acreditam que o menor risco à concretização de um cenário inflacionário benigno se deve ao fato de que se elevou a probabilidade de desaceleração, e até mesmo de reversão, do que chama de lento “processo de recuperação em que se encontram as economias do G-3 (Estados Unidos, Europa e Japão)”.

Para os economistas da Rosenberg Consultores Associados, a tônica da ata revela que além do aperto iniciado em abril, “que ainda não se fez sentir por completo”, as incertezas quanto ao cenário internacional são fatores que mostram convergência para o centro da meta em 2011 e primeiro semestre de 2012. Por isso, o Copom decidiu adotar uma postura cautelosa. Desta forma, a consultoria sustenta a perspectiva de que a taxa Selic deve ficar em 10,75% até o final de 2010.

Para o analista da WinTrade, José Góes, a manutenção da taxa de juros em 10,75% se deve basicamente às economias desaquecidas de países como Estados Unidos, da Europa e até da China. “Como o BC havia sinalizado, o cenário internacional contribuiu para sua decisão. Por outro lado, como a ata aponta, ainda há incertezas e se for necessário a política monetária atuará para controlar a inflação. Isto é, caso ocorra uma retomada mundial e uma maior pressão nas commodities será preciso elevar a taxa Selic. Do contrário, entendo ser possível que a taxa permaneça a mesma até 2011”, analisa.

José Góes observa ainda que apesar de a economia doméstica continuar aquecida, e a tendência é um aumento natural do IPCA nos próximos meses, por ser final de ano, a inflação fique próxima do centro da meta.

A inflação registrada no período de 12 meses, que representa a menor variação desde dezembro de 2009 (4,31%), segundo observou a coordenadora de índices de preços do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, foi resultado de uma leve aceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em agosto de 0,04%, muito próximo à taxa de julho (0,01%). Com esse resultado, o acumulado do ano está em 3,14%, acima dos 2,97% referentes a igual período de 2009.

Copa 2014: desafios e oportunidades para o varejista

Com a chegada da Copa das Confederações em 2013 e a Copa do Mundo em 2014, o comércio varejista deve se estruturar em tecnologia e inovação, além de investir na facilidade das operações financeiras, no atendimento à grande demanda por serviços e na segurança das operações de crédito.

Segundo pesquisa da empresa de consultoria Ernst & Young em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), a Copa do Mundo de 2014 poderá gerar um total de R$ 142 bilhões adicionais para o Brasil nos próximos anos. A estimativa é que sejam gerados 3,63 milhões de empregos, aumentando a renda da população em R$ 63,48 bilhões até 2014. Para o mercado varejista, as noticias são positivas e o consumo será crescente até o mundial, porém, é necessário que os comerciantes se alinhem quanto a essa demanda e, principalmente, se atualizem em questões de capacitação, tecnologia e automação bancária.

De acordo com dados do Sebrae, existem comerciantes que não possuem computadores (27%) e dos 83% que o possuem, apenas 67% utilizam um software integrado de gestão de negócios. Portanto, se analisar o mercado atual em profundidade é notório o quanto necessita de preparo. Embora o varejo ainda precise de ajustes, no país do futebol a expectativa é que o setor cresça e muito durante os próximos quatro anos.

O comércio varejista já está em fase de transformação para se adequar as necessidades e, a partir daí, colher frutos que um campeonato como esse trará para empresários e todos os brasileiros. Toda a sociedade vai se beneficiar continuamente com os investimentos feitos até lá. Até 2014, os profissionais do varejo terão mais espírito empreendedor e a capacidade de adaptarem-se as novas tendências tende a ser mais rápida, além é claro, de contar com apoio conjunto de muitas entidades, como Sebrae, Febrarban, Afrac, entre outras.

Para os próximos quatro anos, o crescimento brasileiro será cada vez mais representativo. Baseado em estudos do Ministério do Turismo sobre o Turismo no Brasil entre 2011 e 2014, elaborado pelas principais entidades e lideranças do setor nacional, o turismo se consolidará como produto de consumo, projetando a geração de 2 milhões de empregos formais e informais de 2010 a 2014.

Apenas com base nestes dados é possível cogitar de forma realista um crescimento mínimo de 12% nos anos subseqüentes. Não se trata de futurologia, mas de dados reais. Pessoas que até então se encontravam desempregadas ou sem perspectiva, agora estão tendo condições de consumir como nunca, como é o caso das classes D e C, em especial ainda, a C, que tem sido a grande propulsora da atual situação econômica no Brasil. Para o varejo, a oportunidade começa agora e o comércio como um todo precisa se modernizar.

Diante deste cenário, entra a importância dos softwares de gestão, da construção de uma base de dados que trace o perfil de consumo dos indivíduos, permitindo que o varejista adéque seus produtos ao que realmente o cliente busca, além da melhoria do atendimento, da construção de vínculos que permitam estreitar e manter relacionamentos – componente fundamental para o sucesso das empresas, pois este é o verdadeiro diferencial que uma companhia pode apresentar, e um atendimento onde o cliente sinta que é único.

Outro investimento fundamental é na automação comercial sob medida, que deve ser priorizada, uma vez que a proposta é agilizar a forma segura de todas as relações de negócios entre os diversos setores da economia. O objetivo é oferecer agilidade e diminuição de custos de operação. Porém, na grande maioria, o que se vê é o investimento simplesmente em um programa que atenda a legislação, emitindo apenas cupons fiscais e esquecendo-se da gestão do negócio, dos índices de vendas, margens de lucro, produtos a serem mais explorados, entre outros fatores para gerir o comércio e ter controle efetivo sobre a empresa.

Nova Casas Bahia prevê somar vendas de R$ 18 bilhões

A classe emergente que disparou no Brasil vira meta do novo conglomerado resultante da união da Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro, considerada pelo mercado a Nova Casas Bahia, que prevê a partir de 2012 uma expansão mais agressiva, mas estima para este ano já movimentar cerca de R$ 18 bilhões. A previsão é ainda mais otimista para 2011, ano em que a empresa prevê alcançar um volume de R$ 20 bilhões em vendas, enquanto a margem bruta deverá ficar acima de 25,5%. A previsão do Grupo Pão de Açúcar, que detém o conglomerado, é que até o final de 2011 as marcas recebam aporte superior a R$ 100 milhões, verba que será destinada à conversão de lojas Extra Eletro, bandeira que irá sumir do mercado, e à modernizações.

Segundo o presidente da Nova Casas Bahia, Raphael Klein, o próximo ano será o momento de aplicar em reformas e na conversão de lojas, e por isso a intenção é que menos lojas sejam inauguradas. Ao total serão abertas 15 lojas: cinco pontos-de-venda Ponto Frio e dez Casas Bahia. Somadas, as redes receberão um investimento de R$ 33,4 milhões nessa área; os outros R$ 40 milhões serão investidos em reformas e na conversão de lojas. “Em 2011 enfocaremos em pouca expansão para conseguir rearranjar as lojas”, afirmou Klein.

A união de Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro resultou em duas vertentes de negócios: a Nova Casas Bahia e a Nova Globex. A primeira terá como funções as áreas de varejo, crédito, garantia, seguro e recebíveis. A Nova Globex ficará com as sinergias para varejo, além de garantias e mudanças com a Extra Eletro. A Nova Globex deverá gerar sinergias de até R$ 850 milhões ao ano. A intenção da Globex é de que todas as 47 lojas Extra Eletro sejam convertidas em lojas Ponto Frio ou Casas Bahia Até o momento a marca não foi definida. “A Globex nasce para ajudar o fortalecimento de todas as marcas existentes, e para isso precisamos focar primeiro na reestruturação delas”, enfatizou Klein.

De acordo com o vice-presidente comercial da Nova Casas Bahia, Roberto Fulcherberger, haverá um reposicionamento da marca Ponto Frio, que será voltada essencialmente para as classes A e B e deve atuar prioritariamente em shoppings. “Há apenas um player hoje no mercado voltado a este público, nós vamos ser a outra opção”, disse ele, referindo-se provavelmente à rede Fast Shop.

Enquanto o Ponto Frio será centralizado em centros de compras, a rede Casas Bahia se manterá focada no consumo das classes C, D e E, mas a marca passará por um “rejuvenescimento” e manterá seu perfil de loja de rua. “O objetivo é manter a marca jovem e criar uma nova disposição, porém sem mudar o DNA do grupo”, explicou o presidente do grupo Pão de Açúcar, Enéas Pestana.

Somadas, Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro movimentaram R$ 8,946 bilhões no primeiro semestre deste ano em vendas brutas e tiveram crescimento de lojas de 26,3% perante o mesmo período no ano passado. Segundo Pestana, até meados de 2012 a Nova Globex deverá capturar 100% das sinergias originadas pela união de Ponto Frio, Casas Bahia e Extra Eletro. “Levaremos de 12 a 18 meses para atingir o nível de captura [sinergia] total”, afirmou o presidente executivo do Grupo.

Devido à reestruturação dos negócios das redes que uniram forças este ano, o porta-voz do GPA também afirmou que ainda vai demorar para a Globex ter participação na Bolsa de Valores, um assunto comentado nos bastidores do setor varejista. “A parte de eletroeletrônicos não deve se dar na entrada da Bolsa de Valores ainda este ano”, afirmou. Os executivos informaram que alguns bancos já mostraram interesse em trabalhar com o novo grupo.

Hoje, o Ponto Frio e o Pão de Açúcar operam com o Banco Itaú, enquanto a Casas Bahia trabalha com o Bradesco. “Alguns contratos vencem no fim do ano. Estamos analisando a parceria com os bancos”, disse Klein.

E a partir desta semana, os clientes do Pão de Açúcar poderão comprar pelo celular todos os produtos disponíveis nas lojas da r

Marisa inaugura novo padrão visual em loja do Shopping Rio Mar

A Marisa, rede de varejo de moda feminina, inaugurou novo visual de sua loja do Shopping Rio Mar, em Aracaju, ontem (09/09). A loja foi modernizada com padrão arquitetônico que segue agora tendências internacionais para oferecer mais comodidade e conforto às clientes.

Na loja de 1.095,12 m², que recebeu uma iluminação especial e fachada totalmente nova, as clientes Marisa vão encontrar o mix completo de produtos: moda feminina, íntima, infantil e masculina, em inúmeras opções para renovar o guarda-roupa, sempre com boa relação custo-benefício um dos grandes diferenciais da marca. O principal destaque é a Coleção Primavera-Verão, que prioriza cinco tendências (Candy Color, Navy, Militar Chic, Cosmopolitan e Lady Like) apresentadas nos desfiles internacionais e principais centros de moda.

Para recepcionar as clientes, a Marisa preparou uma série de novidades e atrações. Logo na entrada serão distribuídos balões e picolés. O sistema de som foi comandado pela DJ Katia Dark durante todo o dia.

As clientes que ainda não fizeram o Cartão Marisa já podem adquiri-lo na própria loja. Ele oferece uma série de ofertas e vantagens exclusivas. Na semana de inauguração, até 12 de setembro, as clientes que possuem o Cartão Marisa e Cartão Marisa Itaucard contarão com descontos de 20%.

Lojistas afirmam que inadimplência caiu 2,13% em agosto

A inadimplência medida pelos registros incluídos no SPC Brasil caiu 2,13% em agosto deste ano em relação julho, informou a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação de agosto último com o mesmo mês do ano passado, porém, a inadimplência cresceu 3,73%. A CNDL também verificou aquecimento na atividade do comércio, uma vez que as consultas ao SPC, feitas quando o cliente compra a prazo ou com cheque, subiram 5,5% em agosto ante julho. A alta é ainda maior na comparação de agosto com o mesmo período de 2009, de 9,35%.

Segundo a pesquisa, o cancelamento de registros de inadimplência junto ao SPC Brasil cresceu 11,31% em agosto deste ano na comparação com o mesmo mês do ano passado, taxa de aumento recorde, segundo o presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Júnior. “Essa é a maior taxa de crescimento (desse índice) em três anos, quando começamos a compilar esses dados”, disse Pellizzaro.

O cancelamento de registro no SPC ocorre quando o consumidor quita a dívida que causou a inclusão de seu nome no cadastro de inadimplentes. O aumento desses cancelamentos foi impulsionado pelo crescimento do emprego e da renda. “Isso mostra o perfil do cidadão brasileiro, preocupado com o patrimônio que é seu nome”, disse o presidente da CNDL. Ele lembra que, neste ano, praticamente todas as convenções coletivas estão gerando aumentos reais de salário, o que faz com que os consumidores tenham mais dinheiro no bolso.

A redução da quantidade de cadastrados no SPC pode ter ainda um efeito positivo nas vendas do Natal deste ano. “Com esse processo de recuperação de crédito, o volume de pessoas que vão chegar ao Natal aptas a usar credito é maior. E isso deve gerar um crescimento”, disse o especialista. Pellizzaro Júnior disse que as vendas do comércio deverão crescer mais de 10% este ano. Segundo ele, esta já é a terceira estimativa feita pela associação quanto a aumento de vendas. “No início do ano eram 6,5%, reajustamos para 8,5% depois do Dia das Mães e já podemos imaginar um crescimento de dois dígitos, superior a 10%.”

O volume das vendas é medido pela Confederação Nacional de Lojistas por meio das consultas ao SPC, que são feitas pelos lojistas a cada operação de venda a prazo ou com cheque. Em agosto deste ano, as consultas cresceram 5,5% em relação a julho e, no confronto de agosto com o mesmo mês do ano passado, a expansão foi de 9,35%.

Liquidação Bombástica aumenta em 30% as vendas da Colombo

O fluxo de clientes e o volume de vendas registrados nas filiais de Lojas Colombo nesta quinta-feira, primeiro dia da Liquidação Bombástica, confirmam a previsão da rede de um incremento de 30% nos negócios em setembro, comparativamente ao mesmo mês do ano passado. Esse desempenho vem ancorado, também, nos resultados já obtidos durante a promoção “Móveis Direto de Fábrica”, em realização durante todo o mês.

As informações são de Thiago Baisch, diretor comercial de vendas e marketing da Colombo. Conforme ele, a Liquidação Bombástica gerou um “movimento excepcional desde a abertura das lojas e, como imaginávamos, os clientes foram buscar os produtos anunciados e acabaram adquirindo também outras ofertas atrativas em várias linhas”. Para esta sexta-feira (10/09), a Colombo terá como grandes atrativos um DVD por R$ 79, câmera digital por R$ 259 e forno de micro-ondas por R$ 199. Os preços são para pagamentos à vista.

A Liquidação Bombástica prossegue até sábado (11/09) e ocorre simultaneamente nas 340 filiais localizadas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. Os consumidores que aproveitarem as ofertas, poderão retirar os produtos em liquidação no momento da compra.