Intercollection Shopping Interlagos traz os”Clássicos da Moda” para a passarela

O Shopping Interlagos, em São Paulo, apresenta a Coleção Primavera Verão 2010/2011 de suas lojas, nos desfiles “Intercollection”, que acontecerão nos dias 15, 16 e 17 de setembro, às 16 e 20 horas, na Praça de Eventos, sob a direção de Reginaldo Fonseca, da Cia Paulista de Moda. Para apresentar as nuances e os looks que já estão invadindo as vitrines e em breve estarão nas ruas, a atriz Sheron Menezes (15) e os atores Marco Antônio Gimenez (16) e Rodrigo Veronese (17), além de um casting de modelos conceituados, irão mostrar, com muita elegância, a moda produzida para pessoas de bom gosto, que desejam estar sempre atualizadas.

De acordo com o produtor do evento e diretor da Cia Paulista de Moda, Reginaldo Fonseca, os desfiles Intercollection do Shopping Interlagos irão mostrar as tendências da próxima estação que se caracterizam por total liberdade de expressão, democracia do gosto e o desejo de livre experimentar. “A palavra de ordem para as mulheres é ser sexy; já para os homens, a casualidade traz a marca registrada do Verão. Sendo assim, os desfiles da Intercollection levam a moda das vitrines do Shopping para a passarela e para o consumidor, com um misto de elegância e ousadia”, ressalta Reginaldo.

Com o tema “Clássicos da Moda”, as coreografias serão, também, um show à parte, com direito a apresentações musicais reverenciando os trajes e acessórios mais utilizados pelas diversas gerações. Outra atração do evento será a apresentação de Adriana Collin, anunciando as nuances e os modelos que entrarão na passarela.

De acordo com a superintendente do Shopping Interlagos, Carla Bordon Gomes, os desfiles envolveram recursos da ordem de R$ 400 mil e estima-se que haja um aumento de público de 8% e incremento de vendas de 10%, em relação ao mesmo período de 2009.

Grifes desejadas por brasileiros relutam em se instalar no país

O dólar fraco e o crescimento exuberante transformaram milhares de turistas brasileiros no exterior em clientes preferenciais de gigantes globais do varejo. Para a infelicidade de quem busca produtos de boa qualidade a preços invejáveis, muitas relutam em abrir filiais por aqui.

Empresas como Ikea e TopShop, por exemplo, priorizaram a Ásia como ponto de partida na expansão em emergentes, processo reforçado pela crise mundial. Consultores de varejo mencionam, além da concorrência asiática, a carga tributária e a capacidade logística como obstáculos ao desembarque das grandes marcas.

As taxas de importação de mercadorias diminuem a competitividade delas. “Um produto pode ser 50% mais barato fora do país. O Brasil ainda não conseguiu criar marcas com aceitação, qualidade e preço, como os da inglesa TopShop e da sueca H&M”, diz Carlos Ferreirinha, presidente da MCF Consultoria e Conhecimento, especializada no mercado de luxo. Ferreirinha ainda destaca que os impostos no Brasil inviabilizam, por exemplo, que uma camiseta branca básica seja vendida por US$ 5 (R$ 8,61). “E é isso que o brasileiro encontra lá fora.”

Já para Alejandro Pinedo, diretor-geral da consultoria Interbrand, a logística é o maior empecilho para a instalação de empresas estrangeiras em território nacional. “O que não falta no Brasil é mercado. O maior motivo para empresas não se estabelecerem aqui são as dificuldades logísticas”, afirma.

“Os mercados asiáticos são mais “market-friendly”. Eles [os estrangeiros] vão olhar para o PIB, o consumo, a população, o crescimento, mas eles também querem saber o quão fácil é ser um negócio naquele país”, explica Martha Stickings, da Business Monitor International. Os especialistas criticam a limitação de portos e alfândegas, a burocracia e o mercado de trabalho engessado.

Para eles, os países asiáticos atraem pelo potencial de crescimento para os próximos anos, com taxas médias superiores a 7%, de maior apelo que os 4% projetados para o Brasil. Todas as marcas consultadas já atuam em países na Ásia. “Se tivesse alguns milhões para investir, iria para a China também”, diz Boris Plarner, da consultoria internacional Planet Retail. Ele aponta o Brasil como a opção C das grandes marcas europeias, atrás dos Estados Unidos e dos asiáticos.

Apesar das dificuldades, algumas marcas possuem planos concretos para se instalarem no país. A britânica Agent Provocateur, de lingeries, por exemplo, já está em busca de parceiros por aqui e a francesa Sephora anunciou o desembarque depois de “namorar” o Brasil por dez anos.

Canoas Shopping realiza campanha ambiental

Ações em defesa do meio ambiente marcarão a chegada da primavera no Canoas Shopping, em Canoas (RS). Entre os dias 23 e 30 de setembro, a campanha Muda Meu Mundo alertará a população sobre soluções simples que podem fazer a diferença na proteção do planeta. Em parceria com o Greenpeace, o shopping promoverá exposição e atividades de incentivo a práticas sustentáveis.

Entre as ações da campanha, está a Exposição Código Florestal. A mostra do Greenpeace é formada por oito painéis que contam histórias de ataques às florestas do país. O trabalho reúne imagens que impressionam e convidam à reflexão sobre o futuro da Amazônia, maior floresta tropical do planeta, e demais áreas verdes brasileiras. Durante a exposição, a ONG irá cadastrar interessados em ingressar como ativista na organização. Ao longo da campanha Muda Meu Mundo, os clientes também poderão dar o melhor destino a pilhas e baterias usadas, as quais poderão ser descartadas no shopping.

EUA podem encarar desemprego por longo período

Os Estados Unidos podem viver um longo período com altos índices de desemprego, disse hoje o novo chefe do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, Austen Goolsbee. “Não acho que o índice de desemprego vá diminuir significativamente em um futuro próximo”, declarou Goolsbee em um programa da rede de televisão “Fox”.

Em agosto passado, o índice de desemprego subiu um décimo e chegou a 9,6%, e embora o ritmo de perdas de postos de trabalho tenha diminuido no último ano e meio, milhões de pessoas estão sem conseguir emprego. “O desemprego continuará sendo alto”, disse Goolsbee, que lembrou que “esta recessão foi a mais profunda de várias décadas”.

Desde o início da crise, em dezembro de 2007, a maior economia do mundo perdeu mais de oito milhões de postos de trabalho e “passará um tempo antes que o índice de desemprego diminua”, acrescentou. A economia dos EUA retomou o crescimento em meados de 2009, mas o ritmo anual de aumento do Produto Interno Bruto diminuiu de 3,7%, entre janeiro e março, a 1,6%, entre abril e junho. O consenso dos economistas é de que, em 2011, a economia crescerá 2,5%, três décimos a menos que o projetado pelos próprios analistas há um mês.

Magic Feet Abre Loja no CenterVale Shopping

A Magic Feet, especializada em produtos infantis como tênis, sandálias, botas e acessórios, chegou ao Brasil em 2008, e atualmente investe em sua expansão, através do sistema de franchising. A marca planeja, até o final de 2010, a abertura de mais quatro lojas, entre elas, a loja do CenterVale Shopping, em São José dos Campos, no interior paulista, que será inaugurada dia 15 de setembro, no piso Dutra.

A abertura desta loja faz parte do projeto de revitalização iniciado pelo shopping este ano, e outros dez negócios vão ser inaugurados nos próximos meses. “Nosso projeto é nacional, com abertura de lojas em Curitiba, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Maceió, entre outras capitais, além do interior do estado de São Paulo, explica Mazhar Obeid”, executivo responsável pela expansão da rede. A rede faz parte do Grupo Authentic Feet, detentor de outras duas redes do segmento calçadista, o que possibilitou perceber carências nesta fatia infantil e também a movimentação financeira que este público pode agregar numa marca.

As explicações para a aposta numa marca específica para atendimento e produtos de crianças de 0 a 12 anos são diversas, dentre as quais possibilitar aos consumidores o conforto e acesso a estes produtos em shoppings, uma vez que a maior parte de distribuição de varejo estão em lojas de rua, além da possibilidade para os principais fornecedores de terem acesso a uma rede de perspectiva de crescimento nacional, ou seja, um grande número de portas para este nicho de mercado.

“Nossas lojas seguem um padrão diferenciado no visual, no ambiente otimizado de aspecto clean sugestivo, nos produtos de excelente qualidade das melhores marcas mundiais como Adidas, Nike, Puma, Converse, Reebok, Asics, Klin, Pampili, Bibi, e no atendimento totalmente personalizado para os pais e crianças, que cada vez mais determinam o momento e o produto a ser comprado, devido ao grande número de canais de comunicação acessíveis a elas”, comenta Adriano Salum.

O investimento inicial de um franqueado da Magic Feet, sem contar o ponto comercial que varia de um local para o outro, é a partir de R$ 550 mil, com o retorno de previsto de 36 meses, em cidades com população acima de 300 mil habitantes tendo as lojas de 50 a 70 m². A perspectiva de faturamento mensal de uma loja pode variar em torno de 10 a 15 % de lucro.

Para garantir esta porcentagem de faturamento, a rede aposta na venda dos produtos de marcas com credibilidade que evidenciam a qualidade, o desing e seguem as tendências de consumo mundiais. “Evidente que as grandes marcas esportivas têm um pouco mais de apelo modal, mas as marcas infantis também caminham com excelentes produtos de moda e perfeito acabamento garantindo o sucesso de vendas”, finaliza o diretor.

Show de moda, beleza e solidariedade no lifestyle do Shopping Iguatemi Caxias

Gente bonita esteve presente no lifestyle do Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul (RS), na última quinta-feira (09/09), quando Arezzo, Canal, Morana, Scala e Victor Hugo se uniram para mostrar as tendências para o alto verão com um desfile de bolsas, sapatos e roupas.

Durante o evento, que encerrou a campanha Salto Solidário encabeçada pelas Arezzo e Gstock em prol da Apae, Gilvana Hoffman entregou o valor das bolsas customizadas por dez personalidades da sociedade caxiense, e que fizeram parte do projeto Arte na Bolsa, além de doações feitas pelos convidados do desfile, para a presidente da APAE, Bernadete Pavan Vezaro.

Compras pela internet têm indenização para atraso

Atraídos pela facilidade de comprar sem sair de casa usando a Internet, os consumidores devem ficar atentos aos seus direitos se algo sair errado. A falha na entrega de um produto pode, por exemplo, render até R$ 20,4 mil em indenização por danos morais para o cliente. O alerta é da Associação Nacional de Apoio ao Consumidor e Trabalhador (Anacont). O presidente da entidade, José Roberto de Oliveira, explica que as empresas que vendem pela Internet devem seguir os mesmos critérios das lojas “físicas”.

Dentre as queixas mais comuns estão defeitos nos produtos ou demora na entrega. “O consumidor deve entrar na Justiça se o produto não for entregue no prazo estipulado. A pessoa se programou e acabou ficando sem a mercadoria. Dependendo da situação em que a falha ocorreu, como datas comemorativas, a indenização pode chegar a 40 salários mínimos (R$ 20,4 mil)”, diz o advogado.

Frequentadora assídua das lojas virtuais, a recepcionista Rejane dos Santos, 32 anos, teve problema uma vez, quando um notebook demorou 22 dias para chegar. O prazo para entrega era de sete dias: “Apesar desse problema, não deixarei de comprar pela Internet. Mas desde aquele dia tenho mais cuidado ao escolher o site antes de comprar”, diz.

Alguns cuidados simples antes de dar o clique final fazem toda a diferença para evitar futuros transtornos. Um dos mercados mais importantes do País, o comércio eletrônico deve faturar R$ 14,3 bilhões até o final de ano. O valor representa crescimento de 35% em relação ao ano passado, que registrou R$ 6,7 bilhões.

O Idec orienta ao consumidor para que conheça o site antes da compra. Há pessoas de má-fé que criam páginas com nomes parecidos com os de marcas famosas apenas para enganar os menos atentos. O cliente faz a compra, não recebe o produto e, quando vai reclamar, descobre que a loja não existe. O ideal é preferir as conhecidas. Além do e-mail, o consumidor deve verificar se a loja oferece outros meios para que se possa encontrá-la, caso aconteça algum problema. É bom confirmar dados como o endereço, o telefone, a razão social e o CNPJ.

O cliente não deve se iludir com a aparência do site nem com a facilidade de acesso. É válido se preocupar em verificar se a empresa possui certificado de segurança, para que dados sigilosos não fiquem expostos na rede virtual. Verifique se todas as informações necessárias para a compra estão disponíveis no site: características do produto, preço, forma de pagamento, valor do frete, prazo de entrega etc. Também deve constar o nome e o endereço do fabricante. No caso de sites internacionais, o conteúdo deve estar em português.

Imprima toda a publicidade que encontrar no site e guarde o comprovante de pedido e de pagamento, pois poderão servir de prova caso haja algum problema no futuro. Tudo o que estiver estipulado na propaganda deverá ser cumprido. Ao comprar em site estrangeiro, informe-se sobre o valor das taxas de importação e do frete. Também procure saber se a empresa tem representantes no Brasil, pois ficará mais fácil para reclamar possíveis defeitos.

Combine com a empresa, por escrito, uma data para a entrega do produto. Se a loja não cumprir o prazo, o cliente poderá cancelar a compra e pedir o dinheiro de volta. Ao receber o produto, verifique se está em perfeitas condições de uso. Se houver irregularidades (como embalagem aberta ou avariada), devolva o produto e peça para a empresa providenciar a troca ou a devolução do dinheiro.

Se o produto não for exatamente igual ao anunciado na propaganda, o cliente pode exigir que se cumpra a oferta ou pedir o dinheiro de volta. O Código de Defesa do Consumidor estipula prazo de sete dias para devolução de produto comprado fora do estabelecimento comercial (Internet, Correios, etc.). Mas há empresas que não devolvem o valor do frete.

Franchise Store promove encontro em São Paulo

A Franchise Store promove encontro voltado aos interessados em adquirir uma franquia Yoggi, rede de frozen yogurt que mais cresce no país, nesta terça-feira (14/09), às 09h00, na Avenida Nove de Julho 4.400, SP. O evento gratuito apresentará aos participantes detalhes da rede, investimento necessário e plano de expansão. O Yoggi pretende fechar o mês de outubro com 52 lojas no país. A meta é chegar a 2012 com 300 unidades.

A empresa cresce acima da média do mercado. Em três meses foram 18 franquias vendidas, nove só em maio. Um recorde para a Franchise Store, responsável pela expansão da rede e a primeira loja para venda de franquia do país. Os interessados podem se cadastrar pelo email yoggi@franchisestore.com.br ou pelo telefone (11) 3467-3535.

Obras do Shopping Popular estão em fase avançada no Centro de Maceió

As obras do Shopping Popular, no Centro de Maceió, estão avançadas e a previsão de inauguração do local é para 2011. Atualmente, o empreendimento está na fase de infraestrutura, com a construção das vigas que dão sustentação ao teto e ao piso superior.

O Shopping Popular terá capacidade para 430 lojas. Todas elas serão do tipo box de alvenaria, e a seleção dos comerciantes que irão ocupá-las será feita tanto pela Prefeitura como pela Associação dos Camelôs. A Prefeitura fará o cruzamento de dados, para evitar que pessoas de uma mesma família e que residam numa mesma casa tenham mais de uma loja no espaço. Outra medida será a realização de sorteio da localização das lojas, já que o local terá um piso superior.

Segundo a Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Sempla), a distribuição dos boxes também poderá ser feita de acordo com o tipo de produto vendido. Roupas serão vendidas próximas aos boxes de calçados, por exemplo. A ideia é distribuir as lojas como num shopping tradicional.

A Prefeitura também irá formalizar a situação dos comerciantes. Para isso, todos os 430 lojistas devem aderir a uma espécie de “Simples”, o programa do governo federal que facilita e desburocratiza a legalização de pequenos negócios. Por conta disso, será proibida a comercialização de produtos piratas no espaço.

Além das lojas, o empreendimento também terá uma lotérica e uma farmácia popular. Também serão instalados um elevador e uma escada rolante, para facilitar o acesso dos consumidores ao local. A Prefeitura investiu R$ 1,5 milhão na compra de dois imóveis no Centro para a construção do Shopping Popular.