Lucro de rede eletrônicos Best Buy sobe e ação dispara

A rede norte-americana de varejo de produtos eletroeletrônicos Best Buy apresentou lucro trimestral acima do esperado nesta terça-feira (14/09) e também elevou projeções de desempenho no ano. As ações da empresa subiam 5,88% às 11h25 (horário de Brasília), enquanto o índice Dow Jones caía 0,13%. Mais cedo, as ações chegaram a disparar 8%.

A maior rede do setor dos Estados Unidos reportou que seu lucro líquido subiu para US$ 254 milhões, ou US$ 0,60 por ação, no segundo trimestre fiscal, ante US$ 158 milhões, ou US$ 0,37, um ano antes. A margem operacional da empresa cresceu 1,1 ponto percentual, para 3,6%, no segundo trimestre encerrado em 28 de agosto.

A Best Buy manteve o foco nas vendas de celulares, conexões de TV paga e banda larga na tentativa de melhorar as margens em um momento de queda nos preços de televisores. Analistas esperavam, em média, lucro de US$ 0,44 por ação.

As vendas cresceram 3%, para US$ 11,34 bilhões, mas ficaram abaixo das estimativas de analistas de US$ 11,54 bilhões. A empresa elevou meta de lucro para o ano fiscal de 2011 para entre US$ 3,55 e US$ 3,70 por ação, ante faixa anterior de US$ 3,45 e US$ 3,60.

Exposição de Orquídeas e Plantas Ornamentais celebram a entrada da Primavera no Shopping Jaraguá

Para celebrar a entrada da estação das flores, a Primavera, o Shopping Jaraguá Araraquara, no interior paulista, promoverá de 16 a 19 de setembro, das 10h00 às 22h00, na praça de eventos, a Exposição de Orquídeas e Plantas Ornamentais. Os amantes da natureza e das flores terão a oportunidade de apreciar uma das maiores e mais admiradas famílias de plantas do mundo.

Experiências anteriores mostram que esse tipo de evento costuma atrair um público fiel da cidade e região. Quem visitar a exposição poderá prestigiar diversas espécies de flores e adquirir as de sua preferência. As orquídeas possuem variadas formas, tamanhos, cores e predominam em territórios tropicais.

Não deixe de visitar essa exposição. Venha passar momentos agradáveis, num ambiente seguro e confortável.

Receitas do varejo cresceram 14% até julho, diz IBGE

O comércio varejista brasileiro registrou aumento de 0,4% no volume de vendas e na receita nominal em julho deste ano, em relação ao mês anterior. O crescimento é inferior à alta de 1,0% no volume de vendas e de 0,5% na receita nominal registrada em junho. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada hoje (14/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, o volume de vendas cresceu em seis da dez atividades pesquisadas, com destaque para livros, jornais, revistas e papelaria, com aumento de 3,4%, e veículos, motos, partes e peças, com taxa de 2,9%. Também apresentaram crescimento os setores de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,9%), material de construção (1,1%), tecidos, vestuário e calçados (0,6%) e hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,1%).

Já os setores que apresentaram redução no volume de vendas de junho para julho foram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,4%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,0%), móveis e eletrodomésticos (-0,5%) e combustíveis e lubrificantes (-0,2%).

Em relação a julho de 2009, o comércio varejista registrou aumento de 10,9% no volume de vendas. De janeiro a julho e no acumulado dos últimos 12 meses, os crescimentos nos volumes foram de 11,4% e 9,7%, respectivamente. As taxas de crescimento da receita nominal foram de 13,5% em julho de 2010 em relação ao mesmo período de 2009, de 14,5% até julho e de 12,7% no acumulado dos 12 meses.

Petrobras dá início hoje a maior capitalização da história

Após grande polêmica e uma série de especulações, a Petrobras dá início nesta segunda-feira (13/09) ao processo de capitalização da empresa. A venda de ações poderá tornar-se a maior da história em todo o mundo, e atingir R$ 150 bilhões. O valor total será conhecido apenas após o dia 23 de setembro, quando deverá ser fixado o preço por ação.

Até hoje, a maior oferta de ações da história foi da Nippon Telegraph and Telephone, que levantou aproximadamente R$ 63 bilhões. Por meio dessa operação, a companhia brasileira venderá novas ações no mercado, e assim poderá arrecadar os recursos financeiros dos quais precisa para ampliar seus investimentos, sobretudo em função da exploração do pré-sal.

A venda das ações da Petrobras terá participação recorde de investidores pessoa física, segundo os bancos. No Brasil, a adesão deve superar a abertura de capital da BM&F (253,7 mil pessoas). Só de funcionários, que têm 15% de “desconto”, são esperadas 77 mil adesões. A Petrobras afirma que possui 1 milhão de acionistas. No Brasil, são 313,9 mil acionistas diretos, 89 mil de fundos FGTS e 402,5 mil de fundos Petrobras. Nos EUA, são mais 150 mil acionistas.

Quem pode investir? Qualquer pessoa poderá participar da capitalização da empresa, porém existe uma ordem de prioridade. E quem já investiu na Petrobras ou utilizou o FGTS para a compra de ações há dez anos, em outra capitalização da empresa, tem prioridade para comprar as novas ações.

O período de reserva nesses dois casos vai até quinta-feira (16/09). Caso todas as ações não sejam vendidas nesse período, a venda ficará disponível para qualquer pessoa. Neste caso, o prazo para reservas será até o dia 22 de setembro.

Catuaí Collection reúne celebridades para mostrar moda primavera-verão

O Catuaí Shopping Londrina (PR) realiza seu tradicional evento de moda, o Catuaí Collection, entre os dias 21 e 25 próximos. Referência fashion na região, o evento será aberto com uma palestra do renomado estilista Lino Villaventura, que falará sobre sua trajetória ” 30 anos de criação e Moda Brasileira” para uma platéia de lojistas e convidados.

De 22 a 25, vários desfiles coletivos e exclusivos vão movimentar o Centro de Eventos do Catuaí, com várias celebridades na passarela. Os desfiles exclusivos serão protagonizados pela Puramania, que confirmou a presença de Daniel Oliveira; Pernambucanas, com Fernanda Machado; Basic, que fará um desfile com música ao vivo com nada menos do que Arnaldo Antunes; Manu, que traz Guilherme Winter; Fórum, com Paulo Villela; e Adidas, que leva á passarela Natália Falavigna.

Na sessão infantil, haverá desfiles da Lilica e Tigor, destacando o ator mirim Mateus Costa; e Márcia Barbieri, que traz Amanda Azevedo. Modelos selecionados pelo expert Reginaldo Fonseca, da Cia Paulista de Moda completam o elenco que desfilará a moda primavera-verão. Dos desfiles coletivos participam as mais diversas lojas de moda e acessórios do shopping.

Além da palestra com Lino Villaventura, também Reginaldo Fonseca falará sobre “Como ter sucesso no mundo da Moda”, no dia 24 de setembro às 14h00. A palestra terá como foco as agências de modelos.

Os desfiles serão realizados em três horários: 19h00, 20h00 e 21h00. Os convites serão distribuídos pelas lojas participantes. Havendo cadeiras livres no horário do desfile, a sala será aberta ao público sem cobrança de ingressos.

Este ano, o Catuaí Collection será palco da última semifinal do concurso Faces Pernambucanas. O concurso, realizado pela Pernambucanas em parceria com a agência Ford Models, escolherá dois casais, nas faixa etárias de 14 a 17 anos e de 18 a 25 anos, para participar da grande final.

No dia 24, às 10h00, na Pernambucanas do centro de Londrina, a seletiva reunirá candidatos locais e de cidades vizinhas que enviaram a ficha de inscrição ou que se inscreverem na hora. Todos serão avaliados por representantes da Ford Models em um ambiente especial que escolherá os 30 melhores. E às 19h00, no dia 25, na praça de eventos do Catuaí , os candidatos disputam quatro vagas (duas femininas e duas masculinas). O desfile classificatório será apresentado pelo ator Gustavo Leão, que interpretou, recentemente, o personagem Osmar na novela Ti Ti Ti, da Globo.

Novo incidente na aviação comercial chinesa causa pânico entre passageiros

Um incidente em um avião comercial que voava de Shenyang (nordeste da China) para Xian (centro) causou pânico entre os passageiros, um fato que acontece quando a aviação chinesa continua em alerta após ter sofrido há algumas semanas seu primeiro acidente fatal em seis anos, informou hoje a agência “Xinhua”. As rodas do trem de aterrissagem do avião, um McDonell Douglas MD-90 da companhia aérea estatal China Southern Airlines, desprenderam uma grande quantidade de fumaça quando o aparelho aterrissou, o que gerou um grande alarme entre os passageiros, que tiveram que ser evacuados perante o possível incêndio, destacou a informação.

O fato não causou danos pessoais, e segundo as autoridades do aeroporto foi um falso alarme, já que a fumaça aconteceu pela combinação de um escapamento de óleo de uma roda com as altas temperaturas do trem de aterrissagem (até 500 graus centígrados). O fato revela, no entanto, o forte alerta na qual se encontra a aviação civil chinesa desde que no dia 24 de agosto um Embraer ERJ-190 caiu na cidade nordeste chinesa de Yichun, com um saldo de 42 mortos e 54 feridos.

Pão de Açúcar quer aquisições e prevê elevar vendas com o pré-sal

O apetite por aquisições do Grupo Pão de Açúcar não se esgotou. A empresa, controlada pelo empresário Abilio Diniz e a multinacional francesa Casino, protagonizou, em 2009, uma das transações mais audaciosas da história do varejo: meses depois de comprar o Ponto Frio, a empresa fundiu as operações da rede com a arquirrival Casas Bahia, passando a controlar cerca de 30% do varejo de eletroeletrônicos do País. Segundo estimativas de analistas de investimentos, os três maiores concorrentes no comércio de eletrônicos de consumo, o Magazine Luiza, a Máquina de Vendas e a Lojas Americanas, não chegam a ter 10% de participação de mercado.

Em entrevista ao iG, o presidente do Grupo Pão de Açúcar, Enéas Pestana, afirma que ainda vê espaço para novas aquisições tanto na área de alimentos como na área de eletroeletrônicos. O Pão de Açúcar também está se expandindo em segmentos que são complementares à sua atividade, como o varejo de medicamentos e de combustíveis, o que também coloca esses mercados no radar da companhia.

Dinheiro para novas aquisições não seria um problema. O Grupo Pão de Açúcar ainda mantém um baixo nível de endividamento quando comparado a grandes varejistas fora do País. Isso daria à empresa condições de alavancar recursos caso aparecesse uma oportunidade estratégica de compra sem colocar em risco a sua estrutura de capital. O valor da dívida líquida iguala-se atualmente à geração de caixa do grupo, que foi de R$ 805 milhões no primeiro semestre de 2010 (se considerado o lucro apurado antes das despesas com juros, impostos, depreciação e amortizações – Lajida).

“O endividamento da Nova Globex (empresa resultante da fusão do Ponto Frio com a Casas Bahia) também é baixo e a empresa teria condições de fazer novas aquisições “, diz Pestana. Desde a fusão com o Ponto Frio, os maiores concorrentes da Casas Bahia partiram para as compras. O Magazine Luiza adquiriu a Lojas Maia e a Insinuante fundiu suas operações com a Ricardo Eletro, criando a Máquina de Vendas. Há dois meses, a Máquina de Vendas agregou uma terceira varejista à holding, a City Lar, de Mato Grosso, e especula-se que estaria prospectando negócios em outras regiões, como o Sul e o Sudeste.

É esperado que esse movimento de consolidação continue no varejo de eletroeletrônicos, o que pode levar a Nova Globex a fazer mais aquisições para se antecipar aos seus concorrentes. O maior obstáculo, porém, é o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O órgão antitruste ainda não julgou a fusão da Casas Bahia com o Ponto Frio e outras aquisições nesse momento podem embaralhar esse processo, afirma uma fonte.

Oportunidades no mercado Brasil não faltam. Segundo Pestana, o Grupo Pão de Açúcar está de olho nas regiões que serão beneficiadas pelo pré-sal, como o Baixada Santista. “O consumo tende a crescer muito nessas áreas”, afirma o executivo.

O Nordeste é outro foco da varejista, que quer elevar sua participação de mercado na região. “O mercado nordestino expandiu-se muito nos últimos e é natural que, daqui para frente, esse crescimento já não seja mais tão grande. Mesmo assim, o Nordeste ainda oferece grandes oportunidades”, afirma Pestana. O Sul, ao contrário, é uma região que não está no radar do Grupo Pão de Açúcar neste momento.

Sobre a possível internacionalização, Pestana afirma que o Grupo Pão de Açúcar “está olhando” o cenário em alguns países, como Angola, na África, onde algumas varejistas brasileiras abriram lojas recentemente. “Mas não temos nenhum plano concreto (de investir em outros países). Ainda existe muito espaço para ser ocupado no Brasil”, diz o executivo.

Bancos fecham acordo internacional para evitar crises futuras

Representantes de bancos centrais de vários países fecharam neste domingo (12/09) em Basileia, na Suíça, um acordo sobre novas regras internacionais para o sistema bancário, com o objetivo de reduzir o risco de futuras crises. As reformas, apelidadas de Basileia 3, ainda precisam ser oficialmente aprovadas durante uma reunião com os líderes das 20 maiores economias do planeta (G20) em novembro, e só devem entrar em vigor em 2013. De acordo com o plano, fechado no Banco de Compensações Internacionais (BIS), que já foi descrito como “o banco central dos bancos centrais”, as instituições financeiras de países ricos e em desenvolvimento devem triplicar o capital mais básico disponível em reservas para garantir possíveis perdas.

O presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, afirmou que as novas regras devem fazer uma contribuição “fundamental” para a estabilidade e o crescimento financeiros de longo prazo. De acordo com o editor de Negócios da BBC, Robert Peston, o acordo é um marco na reforma do sistema bancário. As mudanças devem garantir mais agilidade para absorver futuros prejuízos de crises sem necessidade de pacotes de auxílio com dinheiro do contribuinte. “Os acordos de transição vão permitir que os bancos se adaptem aos novos padrões ao mesmo tempo em que apoiam a recuperação econômica.

Baixas reservas de capital associadas a bens desvalorizados foram um dos principais fatores da recente crise econômica mundial. Apesar do otimismo demonstrado por Trichet e outros especialistas, o acordo fechado neste domingo ficou bem abaixo do que queriam líderes britânicos, suíços e americanos. Mesmo assim, as novas regras devem obrigar alguns bancos a levantar capital com seus acionistas. Além disso, segundo analistas, o acordo pode limitar, pelo menos em curto prazo, os empréstimos de bancos, principalmente na Europa, onde os bancos já enfrentam problemas de baixas reservas por causa de empréstimos já autorizados.

Substituição tributária muda cara do ICMS

Pouco a pouco, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) deixa de ser um um tributo cobrado sobre o preço de venda do varejo ao consumidor final. Por meio da substituição tributária, o imposto tem praticamente dado lugar a um tributo diferente, recolhido pela indústria e não sobre os preços efetivamente praticados pelo varejista, mas sobre valores e margens de lucro estimados.

É o que mostra um levantamento do escritório TozziniFreire que verificou a ampliação da substituição tributária em seis Estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Amazonas. Coordenado pelos tributaristas Ana Cláudia Utumi e Jorge Zaninetti, o levantamento mostra que a ampliação da substituição tributária, iniciada por São Paulo a partir de 2008, foi seguida por outros Estados.

A substituição tributária é o regime pelo qual o ICMS, em vez de ser recolhido pelo varejista na venda ao consumidor final, é antecipado pela indústria ou pelo importador. Com base em estimativas dos preços que deverão ser praticados, a indústria ou o importador antecipam o imposto que seria pago nas etapas seguintes de comercialização.

Até 2007, a Fazenda paulista cobrava o imposto por substituição em dez segmentos. A partir de 2008 o Estado de São Paulo iniciou a ampliação do regime, que acabou se estendendo para 23 novos setores. O exemplo paulista foi seguido por outros Estados. Minas Gerais, por exemplo, possuía 19 segmentos na cobrança antecipada de ICMS até 2007. Nos três últimos anos, 19 novos segmentos entraram no regime. Dos 19 iniciais, 11 setores tinham apenas a substituição nas operações interestaduais e passaram a ficar sujeitos à antecipação do imposto também nas operações internas do Estado.

O Rio Grande do Sul foi outro Estado no qual houve ampliação da substituição. Segundo o levantamento, eram 16 segmentos na antecipação até 2007. Desde 2008 outros 24 foram incluídos na substituição. No Amazonas e em Pernambuco também houve ampliação, embora em nível menor. Foram incluídos, respectivamente, oito e sete segmentos. “A tendência dos Estados é a de concentrar a cobrança do impostos em substituição tributária”, diz Ana Cláudia. Para as Fazendas, explica, trata-se de uma solução que facilita a fiscalização. “Em vez de 100 mil pontos de venda, a Fazenda fiscaliza apenas quatro ou cinco indústrias.”

Para os varejistas, porém, a antecipação tende a ser desvantajosa porque o ICMS é cobrado sobre preços estimados e muitas vezes essas estimativas estão acima dos valores efetivamente praticados. Nesses casos, porém, explica Ana Cláudia, não há possibilidade de ressarcimento porque o Judiciário já decidiu isso a favor das Fazendas. A ampliação da substituição, acredita a advogada, contribui para descaracterizar o ICMS como tributo não cumulativo, calculado somente sobre o valor agregado. Com a maior parte dos produtos comercializados dentro da substituição, lembra, o varejista deixa de ter imposto a recolher. Por isso, o varejista acaba não conseguindo aproveitar os créditos de ICMS resultantes dos poucos casos em que compra produtos não sujeitos à antecipação do imposto.

“O Brasil criou uma jabuticaba: um IVA monofásico”, diz Clóvis Panzarini, sócio da CP Consultores e ex-coordenador de administração tributária da Fazenda paulista. Ele faz referência ao Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), como é chamado o tributo indireto cobrado sobre valor agregado. Para ele, a substituição tributária deveria ser aplicada nacionalmente e para poucos produtos e não de forma unilateral pelos Estados.

“A substituição é um regime interessante nos casos em que há homogeneidade de preços e qualidade dos produtos”, argumenta Panzarini. Ele dá como exemplo os carros. A antecipação, porém, tem atingido produtos extremamente heterogêneos, como alimentos e produtos de limpeza.