Super Casas Bahia deste ano é cancelada em São Paulo e no Rio

As Casas Bahia cancelaram a edição 2010 da Super Casas Bahia, megaloja sazonal de fim de ano, em São Paulo e no Rio de Janeiro. A empresa informou que a decisão foi tomada em razão do processo de integração com o Grupo Pão de Açúcar.

O comunicado diz que a companhia está concentrando esforços “na busca de sinergias para a integração de atividades, equipes, procedimentos e demais operações”. Estimativas de mercado apontam que as unidades da Super Casas Bahia tenham faturado em São Paulo (no Anhembi) e no Rio de Janeiro (no Rio Centro) perto de R$ 115 milhões na edição do ano passado. A edição deste ano seria a oitava na capital paulista e a terceira no Rio.

No ano passado, a abertura das duas megalojas coincidiu com a data do anúncio da união entre as Casas Bahia e o Grupo Pão de Açúcar (4 de dezembro). A operação criou a Nova Globex, companhia de capital aberto que agrega também a bandeira Ponto Frio. Ainda de acordo com as Casas Bahia, o cancelamento do evento de fim de ano não terá impacto no faturamento bruto de 2010, projetado em R$ 18 bilhões.

Moviecom do Maxi Shopping Jundiaí agora com Sala 3D

Setembro está cheio de novidades no Maxi Shopping Jundiaí, no interior paulista. Para os cinéfilos de plantão, o Moviecom Cinemas apresenta a primeira sala de projeção 3D, com capacidade para 339 lugares, tela maior (14,5 x 7 metros) e prateada – “Silver Screen” – apropriada para projetar filmes em 3D. Em breve, a sala ganhará, ainda, novas poltronas e inovações acústicas.

De acordo com o diretor de Operações e Marketing do Moviecom, Gustavo Ballarin, a Sala 5 (3D) fará com que o público venha desfrutar de uma experiência que envolve todos os sentidos. “É uma evolução e um novo conceito de qualidade que chega à cidade para proporcionar ao espectador sensações únicas”, diz Ballarin.

Para assistir ao filme em 3D, as pessoas receberão óculos especiais e confortáveis, podendo ser utilizados sem nenhum problema por usuários de óculos de grau. O acessório é entregue e recolhido por funcionários no início e fim de cada sessão e, em seguida, levados para uma lavanderia no próprio cinema onde são higienizados e secos por uma máquina especial.

Além da nova Sala 3D, recentemente o Moviecom lançou, no lounge do Complexo do Maxi Shopping Jundiaí, um novo conceito de divulgação de filmes, com 32 novas TVs digitais espalhadas pelo cinema. Nelas há cartazes em formato digital, informações de horários das sessões, trailers dos filmes em exibição e futuros lançamentos, tabelas de preços e todas as informações necessárias para levar conforto e qualidade aos seus clientes.

Já está disponível no cinema, também, o Cartão de Vantagens eZip. Com ele o cliente tem preços diferenciados nos ingressos e acumula pontos nas suas compras que podem virar brindes ou mais entradas. Além disso, o eZip tem ações pontuais como ingressos gratuitos em datas específicas. O cartão pode ser adquirido diretamente nas bilheterias por R$ 10 e dá direito a um convite para qualquer sessão, dia e/ou horário.

Todas essas novidades do Moviecom Cinemas de Jundiaí vêm de encontro ao amplo processo de revitalização e modernização que o Maxi Shopping Jundiaí está implantando. Até o final de 2010, o empreendimento terá novos corredores, com nova iluminação, forro de gesso e repaginação do piso em toda a parte pioneira, inaugurada em 1989. As mudanças englobam ainda a Praça de Alimentação, Alamedas de Serviços, Praça das Carpas e Entradas do Shopping, além da chegada de novas e importantes marcas.

Anatel aprova edital da Banda H para atrair novas empresas de celular

O conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ontem (16/09) o edital de licitação da última frequência da terceira geração (3G) da telefonia celular, denominada Banda H. A agência fixou regras que preveem a abertura do mercado de telefonia móvel para um quinto competidor no país, além da Vivo, Claro, TIM e Oi.

A conselheira Emília Ribeiro afirmou que a minuta do edital será encaminhada ao Tribunal de Contas da União (TCU) para ser apreciada no prazo máximo de 30 dias. “Ao receber de volta o edital, vamos fazer as alterações propostas e publicá-lo imediatamente”, afirmou a conselheira que relatou o processo aprovado. De acordo com o conselheiro Jarbas Valente, a Anatel pode publicar o aviso de licitação assim que vencer o prazo de 30 dias do TCU, caso o órgão de controle não se manifeste. A expectativa do conselheiro é de que o leilão seja realizado no início de dezembro.

As regras da licitação preveem a oferta inicial de 15 áreas com blocos de frequências de dez megahertz (Mhz). As regras tendem a beneficiar empresas como a Nextel e a francesa Vivendi, controladora da GVT. O objetivo da Anatel é ampliar a competição no setor de telefonia móvel. Caso não apareçam empresas interessadas que não atuam no mercado, chamadas de “entrantes”, o órgão disponibilizará a frequências às empresas que já atuam nas regiões como faixas de extensão.

Logo após a licitação da Banda H, o leilão colocará em disputa as frequências que a Anatel tem disponível, as chamadas “de sobras”, que estão distribuídas entre as faixas de 1,8 gigahertz (GHz) e 2,1 GHz. As empresas interessadas nestas frequências serão submetidas às mesmas regras que priorizam o ingresso de novas empresas no mercado de celular.
Ao todo, serão licitados 165 lotes de frequências da Banda H e sobras. Levará o lote a empresa que oferecer o maior lance. A soma dos preços mínimos da Banda H totalizou 1,1 bilhão, enquanto os das demais faixas resultarão no montante mínimo de 700 milhões.

Valente ressaltou que, no leilão de 2007, o preço mínimo das faixas ofertadas totalizou R$ 2,7 bilhões. Ao fim do leilão, as empresas se dispuseram a pagar R$ 5,4 bilhões.

Um em cada sete americanos vive abaixo da linha da pobreza

O número de pessoas que vivem na pobreza nos Estados Unidos subiu no ano passado para 43,7 milhões, ou seja, um em cada sete cidadãos, o número mais alto desde que o censo começou a coletar dados, informaram autoridades nesta quinta-feira (16/09). Na comparação com 2008, mais 4 milhões de americanos passaram a viver abaixo da linha de pobreza em 2009, com menos de US$ 22 mil por ano em famílias de quatro membros, informou David Johnson, chefe do escritório do censo dos Estados Unidos.

A taxa de pobreza subiu de 13,2% em 2008 para 14,3% em 2009, ou uma em cada sete pessoas, para alcançar seu nível mais alto desde 1994, informou Johnson, no dia em que o censo divulgou seu relatório anual sobre pobreza, cobertura de seguro-saúde e renda. “Mas a taxa está 8,1 ponto abaixo de 1959, o primeiro ano em que as estimativas ficaram disponíveis”, disse.

O aumento do desemprego foi apontado por Johnson como responsável pelo aumento da taxa de pobreza, apesar de ele ter se recusado a especular sobre as “causas reais”. O número de pessoas sem seguro-saúde também está ligado às altas taxas de desemprego. Esse volume também atingiu um recorde, ultrapassando a marca de 50 milhões no ano passado pela primeira vez, disse Johnson.

Quase 51 milhões de americanos não teve seguro-saúde em 2009, acima dos 46,3 milhões de 2008, mostrou o censo, baseado em dados coletados no início deste ano. “Este é o número mais alto de não segurados desde 1987, o primeiro ano em que os dados passaram a ser coletados”, disse Johnson.

Os mais atingidos pela pobreza são negros e hispânicos, em torno de um quarto dos quais vivem na pobreza, mais que o dobro da taxa de não hispânicos brancos. As crianças também foram atingidas pelo aumento da pobreza nas nações desenvolvidas, com um em cada cinco pessoas com menos de 18 anos, em torno de 15,5 mihões de crianças, vivendo na pobreza no ano passado.

Dez por cento dos menores nos Estados Unidos, ou 7,5 milhões de crianças, não têm plano de saúde. Crianças que vivem em lares pobres tem 1,5 vez mais chances de não ter seguro-saúde; 15% das crianças vivendo na pobreza não tinham seguro-saúde.

O censo mostrou também que renda média das famílias americanas caiu em 2009 a seu nível mais baixo em 12 anos. A renda média real (sem impostos e benefícios sociais) caiu a 49.777 dólares, um recuo de 0,7% em relação ao ano precedente, ficando no mais baixo nível desde 1997.

O organismo considera insignificante a diferença entre 2008 e 2009 do ponto de vista estatístico, mas “desde 2007, ano que precedeu a recessão, a renda das famílias caiu 4,2%, ficando hoje 5% abaixo do pico de 1999 (US$ 52.388)”. “Há duas razões que explicam esta tendência: o crescimento econômico decepcionante na década, e que o crescimento que tivemos não se traduziu em benefícios para a maioria das famílias….”. “Este benefício foi distribuído, ao contrário, de maneira desproporcional, entre os altos executivos e as empresas”, destaca o jornalista do New York Times David Leonhardt.

Full Promotion para Shoppings

A Echo Full Promotion, fundada em 1990 e que atua na implementação de soluções criativas e em logística de eventos, ampliou seu portfólio e está com sede nova no bairro do Campo Belo, em São Paulo. Além de oferecer a implantação de congressos, seminários, feiras, workshops, estandes, lançamentos de produtos e demais eventos coorporativos, a Echo, que é presidida por Antônio Carlos Miglioli, acaba de criar um departamento especializado para atender o segmento de shoppings.

A nova área vai oferecer planejando, coordenação e desenvolvimento de ações promocionais para o calendário comercial, entre eles eventos infantis, culturais e esportivos. Ações institucionais e corporativas do segmento também ganharão atenção especial, como por exemplo para lançamentos, inaugurações e expansão de centros comerciais, e a criação de estandes para participação em eventos de negócios.

Entre seus clientes atuais, a Echo atende ao grupo Aliansce Shopping Centers, para quem já produziu e assinou o evento de inauguração do Santana Parque Shopping (São Paulo), a inauguração da expansão do Shopping Taboão, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, além de eventos de moda para vários shoppings em todo o Brasil.

Para Antonio Carlos Miglioli, ou AC, como gosta de ser chamado, “o momento atual exige planejamento, criatividade, agilidade e preços competitivos para atender um mercado dinâmico como o do varejo”. A expectativa do empresário é encerrar o ano de 2011 como a maior agência especializada em shoppings do País. A Echo Full Promotion (www.echofullpromotion.com.br) está localizada na Rua da Prata, 112, bairro do Campo Belo, em São Paulo. Telefone (11) 2372-1315.

Opção pela classe C faz Ricoy prever vendas de R$ 1,4 bilhão

Uma das redes mais assediadas entre os supermercados do País, o grupo Ricoy, cujo foco é nas vendas às classes C e D e E, almeja faturar neste ano R$ 1,4 bilhão, cerca de 75% a mais do que no ano passado. Atualmente a rede possui 80 lojas, das quais 55 estão em São Paulo, Grande São Paulo e litoral, e 25, no interior do estado.

Segundo o presidente da rede, Paulo Tadau, com os olhos voltados para a classe emergente desde sua concepção, no ano passado a rede concretizou o plano de expansão no interior de São Paulo, após dar início à aquisição, em maio de 2009, de 12 lojas da rede Gimenes, que entrou com pedido de recuperação judicial. Posteriormente ao acordo jurídico, a rede comprou outras três unidades do Gimenes que estavam fechadas e fora de operação antes do pedido de recuperação judicial: a de Barretos, a de Franca e a do bairro Campos Elíseos (Av. Costa e Silva), em Ribeirão Preto.

Mais duas unidades foram adquiridas da Rede Pedigoni, na cidade de Franca, no interior paulista. Antes destas aquisições, a Ricoy marcava presença no interior com seis lojas em Itapetininga (com a bandeira Pão de Mel) e duas em Itu, ambas também no interior de São Paulo. Tadau explicou que isso aconteceu devido à procura por lojas de preço e produtos diferenciados ter aumentado. “De três anos para cá as classes C, D e E têm ido até o supermercado comprar as principais marcas”, enfatizou ele.

Apesar dos bons resultados obtidos até o momento, o presidente afirma não ter interesse em abertura de capital. “Está tudo bem do jeito que está. Não preciso disso no momento”, disse o porta-voz da rede, que hoje cresce por meio de recursos próprios e que começou o negócio com sua primeira loja em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, há mais de 30 anos. Quando lhe foi perguntado o valor do tíquete médio, ele preferiu não divulgá-lo.

Como o setor supermercadista tem um dos melhores desempenhos no varejo, não é de estranhar que o Ricoy, que tem inclusive Sussumu Honda como um dos sócios – ele é presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), seja assediado pela concorrência. Quanto a isso o presidente da Ricoy foi categórico: “Sempre tem alguém especulando. Se pagar o que eu pedir pode levar embora”, explicou.

O executivo acompanha o mercado, e analisa índices inclusive como o do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que mede o movimento das vendas a prazo. Ontem, a entidade apontou que o segmento registrou alta de 10,6 % na primeira quinzena de setembro, na comparação com dados registrados em igual período de 2009. De acordo com a Abras, em julho o segmento teve um aumento de vendas de 3,47% se comparado aos dados do mesmo mês do ano passado. “Continuamos a apresentar um forte aumento nas vendas em volume”, disse Sussumu Honda.

A rede Ricoy foi fundada em 1994, por meio de uma joint venture (associação) entre as redes Riviera e Yokoi, que estavam no mercado desde a década de 1970. A partir de então foram criadas outras lojas da bandeira Ricoy, que nos anos seguintes passou a administrar as bandeiras Economax, A Mais, Pão de Mel e Peri. Das 80 lojas, 62 são Ricoy, duas são Riviera, quatro são A Mais, uma é Economax, e cinco são Pão de Mel.

Como a briga no varejo é forte, hoje a ideia é buscar atender melhor a classe em ascensão, e a Ricoy há um ano e meio fez um acordo com o banco Itaú para dar vantagens de até 40 dias para pagamento das compras sem juros, desconto em até 100 produtos e direito a quatro cartões adicionais gratuitos.

No varejo brasileiro, o vice-líder do setor, Carrefour, atrás apenas do Grupo Pão de Açúcar, admite seu foco na classe emergente, além de crescimento de forma orgânica, mas não descarta sair às compras de outras redes, e a Ricoy pode estar na mira. “Temos recursos disponíveis para fazer compras que estejam alinhadas aos nossos interesses”, comentou o diretor executivo mundial do Carrefour, Lars Olofsson, r

Evento marcou o lançamento comercial do Shopping Hortolândia

Ontem (16/09), entre 09h00 às 12h00, profissionais do mercado e autoridades têm encontro marcado na cidade de Hortolândia, interior de São Paulo. Na ocasião, o diretor da REP Centros Comerciais, Marcos Saad, e o executivo Marcos Romiti, responsável pelo planejamento e desenvolvimento do Shopping Hortolândia, na região metropolitana de Campinas, no interior paulista, recebem convidados para apresentar o projeto, seus benefícios, conceito, viabilidade comercial e impactos na economia local.

A cerimônia contou, ainda, com a participação de Mônica Moreira, gerente de Relações Institucionais do Walmart, uma das maiores marcas supermercadistas do setor, que já assegurou seu espaço para operação no novo empreendimento. Ao lado da Walmart, outra boa notícia para os consumidores da região é a confirmação, também, da C&A, que irá figurar entre as lojas âncoras do Shopping Hortolândia.

Uma das mais experientes gestoras de centros comerciais e shoppings do País, a REP Centros Comerciais detectou em Hortolândia a oportunidade para lançar um empreendimento à altura do potencial da cidade. Estudos de mercado comprovaram ascensão do poder aquisitivo e, portanto, forte demanda de sua população por novos serviços e produtos. É neste cenário que nascerá o Shopping Hortolândia, projeto no qual a REP investe R$ 40 milhões para levar consumo de qualidade e mais comodidade à região; contribuindo, em paralelo, para o aquecimento da economia local, movimentação de negócios, geração de empregos e valorização da região de entorno.

Construído em área de 33 mil m², o Shopping Hortolândia contará com arquitetura moderna, três pisos e 788 vagas de estacionamento. Sua Área Bruta Locável (ABL) corresponde a 16 mil metros quadrados, na qual estarão distribuídas um total de 120 lojas. Com um mix completo para as diversas opções de compras, o novo shopping proporcionará também novas alternativas de lazer à população local, que ganhará seis modernas salas de cinema em formato stadium, além de uma agradável praça de alimentação, projetada para reunir 18 operações, com boas e variadas opções de cardápio.

Procura por crédito corporativo cresce 5,5% no mês de agosto

A procura das empresas brasileiras por crédito cresceu 5,5% em agosto em relação a julho, informou ontem (16/09) a Serasa Experian, empresa especializada em informações financeiras. Esta foi a segunda alta mensal seguida nesta base de comparação. Perante agosto do ano passado, houve alta de 8,2% da demanda.

Nos oito primeiros meses de 2010, a procura por crédito acumula alta de 7,7% ante igual período de 2009. Para os analistas da Serasa Experian, “o resultado favorável de agosto, em termos da evolução da demanda empresarial por crédito, confirma a retomada do crescimento econômico em ritmo mais acelerado neste terceiro trimestre, depois do desaquecimento observado no segundo trimestre de 2010”.

A análise por porte indica que todas as categorias de empresa procuraram mais crédito em agosto. As micro e pequenas empresas puxaram o movimento, com alta de 5,8% da demanda no mês passado, ante julho. As médias empresas registraram crescimento de 0,7% na demanda por crédito, enquanto as grandes empresas apresentaram taxa positiva de 0,3% no mesmo período. Entre as regiões, o maior crescimento na procura por crédito ocorreu no nordeste (alta de 8,0% em agosto ante julho). Em seguida aparecem o norte (6,6%), o sudeste (5,9%), o centro-oeste (4,9%) e o sul (2,6%).

O levantamento mostra ainda que, entre os diferentes setores, a demanda por crédito na indústria cresceu 4,1% em agosto, ante julho. No caso do comércio, a alta foi de 5,4%, e no setor de serviços o aumento foi de 6,2% no mesmo período. O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Crédito leva em conta uma amostra de 1,2 milhão de CNPJs em todo o País, consultados mensalmente na base de dados da empresa.

Receita abre nesta sexta consulta às declarações da malha fina do IR 2007

A Receita Federal libera nesta sexta-feira (17/09) a consulta ao lote residual do Imposto de Renda Pessoa Física 2007, que contém 23.897 contribuintes. Deste total, 4.674 têm imposto a receber, somando R$ 12,078 milhões. O dinheiro será depositado no próximo dia 24, com correção de 35,60%, referente à variação da taxa Selic. Outros 14.459 contribuintes têm imposto a pagar, em um montante de R$ 33,426 milhões. Neste lote, 4.764 contribuintes não têm imposto a pagar nem a restituir. Para saber se a declaração foi liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br) ou ligar para o Receitafone 146.

No caso das restituições, caso o valor não seja creditado na data prevista, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento através do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Vale lembrar que a Receita Federal liberou, na quarta-feira (15/09), as restituições do quarto lote multiexercício, que contém restituições dos exercícios de 2010 e a malha fina do IR 2008 e 2009. No total, foram depositados R$ 1 bilhão, para 1.125.217 contribuintes. No mesmo dia, foi aberta a consulta à malha fina do IR 2005, que inclui 404 contribuintes, dos quais 155 têm imposto a receber, somando R$ 281,5 mil. O dinheiro será depositado no próximo dia 22, com correção de 65,69%, referente à variação da taxa Selic.

Outros 160 contribuintes têm imposto a pagar, em um montante de R$ 668,698 mil, enquanto 89 pessoas não têm imposto a pagar nem a restituir.