Floripa Shopping recebe Semana da Árvore do Projeto Sambaqui Sustentável

Ações de sustentabilidade e de melhorias para o meio ambiente são iniciativas constantes do Floripa Shopping, na capital catarinense, realizadas por meio do Preserva Floripa – Sistema de Gestão Ambiental do empreendimento.

Hoje (21/09) é comemorado o Dia da Árvore, e desde ontem (20/09) já vêm sendo realizada a Semana da Árvore no empreendimento, em parceria com o Projeto Sambaqui Sustentável. Até o dia 26 de setembro terão oficinas e ações de conscientização ambiental no Piso L1, em frente à loja Americanas.

Troca de óleo e lixo reciclável por mudas de árvores; oficinas, em parceria com a Escola Dinâmica; e exposição de pinturas, em parceria com a Primavera Garden; são algumas das atividades que serão desenvolvidas durante toda a semana. “A gestão de resíduos, tanto doméstico como da construção civil, um dos nossos focos, e resíduos hospitalares, são serviços prestados pelo Projeto Sambaqui, quando buscamos um melhor aproveitamento das matérias primas, o reuso, a reciclagem e o destino correto. Através dessas ações, a Sambaqui Projetos Sustentáveis busca a harmonização entre a economia, o meio ambiente e a sociedade”, afirma o biólogo Gabriel de Souza.

Além disso, na sexta-feira (24/09), à tarde, os parceiros farão um plantio simbólico de mudas nativas na frente do Floripa Shopping. “As atividades têm como objetivo conscientizar e educar os adultos e crianças que estiverem passando pelo shopping ou visitarem o evento. O Floripa também trabalha e busca a consciência ambiental, por isso firmou parceria com o Projeto Sambaqui Sustentável e irá disponibilizar ações sustentáveis”, comenta a gerente de marketing do shopping, Monica Freitas.

Crediário perde espaço e vira minoritário nas redes de varejo

O tradicional carnê vem perdendo espaço entre as formas de pagamento nas principais redes de varejo. Nas Casas Bahia, o maior grupo do setor no país, a participação do carnê caiu da quase totalidade (80%), há cinco anos, para os atuais 15% a 20%. Na Máquina de Vendas, formada por Ricardo Eletro e Insinuante, o uso do crediário também vem perdendo força entre os clientes. “Nos últimos cinco anos, representava 35% das vendas, agora está em torno de 15%”, diz Samuel Henrique Belo, diretor de serviços financeiros da holding.

Entre 2005 e este ano, o número de cartões de crédito no país cresceu 126%, enquanto os cartões de loja tiveram alta de 131%, segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) com base em estimativa para 2010.

Na opinião de especialistas, a tendência é que o movimento se intensifique nos próximos anos com um maior acesso das classes C e D aos cartões. A previsão da entidade é que as transações com cartões de crédito cresçam 115% e as de cartões de loja subam 67% até 2015. “O cartão de crédito tem um grande peso no nosso negócio e ao longo do tempo isso vem crescendo. Com mais renda e emprego, está ocorrendo uma cartonização das classes C e D, o que impulsiona esse movimento”, diz Orivaldo Padilha, diretor-financeiro da Globex, empresa formada por Casas Bahia, Ponto Frio e Extra Eletro.

No Ponto Frio, a modalidade representa hoje menos de 2% dos pagamentos, enquanto o plástico responde por cerca de 73%. E, com o reposicionamento da marca, a tendência é que “chegue próximo a zero nos próximos anos”. “Como pretendemos atingir prioritariamente as classes A e B, acredito que o carnê seja cada vez menos usado nas lojas do Ponto Frio”, avalia Padilha.

O professor do centro de excelência em varejo da FGV (Fundação Getulio Vargas), Maurício Morgado, acredita que os cartões de crédito e de loja deverão assumir o lugar do carnê nos próximos anos. “O crediário tradicional está sumindo”. Segundo ele, o principal fator favorável às novas formas de pagamento é a conveniência. “No carnê, o consumidor ter que voltar à loja para fazer o pagamento todos os meses, o que não é prático”.

O diretor da Abecs, Elinton Bobrik, concorda. “Cada vez mais o carnê é raro no processo de financiamento. Ele irá acabar eventualmente”. O especialistas destaca vantagens do cartão, tanto para o consumidor quanto para o varejo. “O cliente, por exemplo, não precisa passar por uma análise cadastral a cada compra. É um processo muito mais simples”.

Para o comércio, o risco de inadimplência também fica menor com as parceriais com operadoras de crédito. “Quem corre o risco de não receber o pagamento é o emissor do cartão. Se for um private label (cartão da loja), a análise do consumidor é feita antes. O processo acaba sendo simplificado e isso significa redução de custos do negócio”, afirma Bobrik.

Apesar da queda que vem ocorrendo, o diretor-financeiro da Globex, acredita que esse meio de pagamento continuará existindo. “Ele perdeu espaço, mas ainda tem um público cativo, que o manterá ativo. Daqui para frente, deverá fica estável”, afirma Padilha.

Mudança no controle do Shopping Crystal

O processo de aquisição da 40% do Shopping Crystal Plaza, na capital paranaense, pela BRMalls foi anunciado pela companhia nesta semana, por meio de um comunicado no site da empresa. Com a negociação, que consumiu R$ 60 milhões divididos em duas parcelas, a primeira paga no dia 15 de setembro e a outra, daqui um ano, a transação vai permitir à companhia o controle administrativo e comercial do shopping.

Somente em Curitiba, a BRMalls já detém participação em outros dois shoppings, o Estação Convention Center e o Shopping Curitiba, cada qual, segundo análise da própria companhia, com perfis bastante distintos. O primeiro, voltado para a classe média e, o segundo, para a classe média alta. Já o Shopping Crystal tem um posicionamento de mercado para o atendimento de consumidores da classe alta.

Em todo o território nacional, a companhia participa, contando com o Crystal, de 36 shoppings distribuídos pelas cinco regiões do país, sendo que desse total, 25 são administrados por ela e 28 comercializados. É considerada a maior rede integrada de shoppings com uma Área Bruta Local (ABL) que ultrapassa 1 milhão de m².

Sobre os novos projetos que a companhia pretende para a nova aquisição, a assessoria de imprensa da BRMalls explicou que tais decisões só serão anunciadas com a conclusão dessa fase de transição. Comenta-se que há planos de expansão da Área Bruta Locável (ABL) do shopping que, atualmente, possui 12,3 mil m² de ABL distribuídos em quatro andares com 135 lojas, cinco salas de cinema e um estacionamento com 590 vagas.

O novo empreendimento da BRMalls está situado à 400 metros do Shopping Curitiba e à 1,3 quilômetros do Estação Convention Center. A localização foi levada em conta pela companhia que aposta nas sinergias operacionais e comerciais.

Rede de lanchonetes tem 45 vagas para Campinas e Valinhos

A rede de restaurantes McDonalds está com 45 vagas abertas para o cargo de atendente de restaurante em Campinas e Valinhos, ambas no interior paulista. São 30 vagas para os restaurantes da Avenida John Boyd. Dunlop, 131, e nos shoppings Galleria, Parque D. Pedro e Campinas Shopping, e 15 vagas para os dois restaurantes de Valinhos, na Avenida dos Esportes,649 e no Shopping Valinhos, e 30 vagas estão abertas em Campinas. As contratações são para início imediato.

Os interessados não precisam ter experiência anterior e a empresa dá preferência a candidatos que residam nas proximidades dos restaurantes. O candidato ao cargo de atendente para o período diurno deve ter mais de 16 anos e estar cursando ou já ter concluído o ensino médio. Para as vagas do período noturno é necessário ser maior de 18 anos, estar cursando ou já ter concluído o ensino médio.

Para concorrer às vagas, o candidato deve preencher a ficha de inscrição nos próprios restaurantes McDonalds, nos endereços acima, ou encaminhar currículo para o e-mail: augusto.alvarenga@br.mcd.com. Informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3243-4668.

Ricardo Eletro e Insinuante pretendem modernizar o crediário

A holding Máquina de Vendas, formada por Ricardo Eletro e Insinuante, planeja lançar em cerca de 90 dias um novo modelo de crediário. “Vamos dar uma nova roupagem para o crediário”, diz Samuel Henrique Belo, diretor de serviços financeiros da companhia. Segundo ele, a empresa, a terceira maior do país, estuda a mudança há um ano. “Queremos juntar as facilidades do cartão de crédito, como a praticidade de não passar por uma avaliação de crédito a cada compra, com os benefícios do carnê, de ter um limite maior.”

O cliente poderá usar o cartão dentro e fora da loja. “A novidade é que vamos dar a ele mais poder de compra do que no cartão de crédito ou no cartão de loja que temos hoje.” De acordo com o diretor, enquanto um cartão de crédito concede em média limite de 80% da renda ao consumidor ao total da compra, esse cartão permitirá que ele comprometa por mês até 30% da sua renda com a parcela, o que ao fim resulta em um crédito mais elevado. “No caso de um cliente com renda de R$ 1 mil, o cartão lhe concede R$ 800 de crédito, já no nosso novo crediário ele poderá gastar por exemplo R$ 3 mil, desde que a parcela fique em até R$ 300 num pagamento em dez meses”, explica.

O parcelamento nos cartões de crédito ou de loja pode ter custo menor do que no carnê. Como o risco da inadimplência no crediário fica por conta do varejista, há normalmente juros embutidos na operação. Já no cartão muitas vezes é possível comprar sem juros, porém em menos parcelas.

Nas Casas Bahia, por exemplo, um fogão de quatro bocas é vendido por R$ 399 à vista ou em até cinco vezes sem juros no cartão da loja. Já no pagamento com o carnê, pode ser feito em 20 parcelas de R$ 29,90, mas o valor total pago sobe para R$ 598. “Quando o consumidor não consegue pagar o valor integral do cartão na data do vencimento, os juros são os maiores do mercado”, alerta Roberto Vertamatti, conselheiro da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Segundo pesquisa de agosto da associação, o comércio cobra em média 5,68% ao mês ou 94,05% ao ano e o rotativo do cartão de crédito 10,69% ao mês e 238,30% ao ano.

A caixa Nilda Silva Ferreira, 33, trocou o crediário pelo cartão justamente por causa do custo. “O carnê sempre tem juros, então prefiro usar o cartão e pagar sem. Só recorro ao carnê quando preciso fazer a compra de um bem mais caro, que prefiro pagar em várias parcelas. Às vezes também dá para usar o cartão, mas o meu limite não é suficiente”, conta.

Já o enfermeiro Álvaro Benedito Mattos, de 56 anos, compra sempre no carnê, apesar de saber que muitas vezes paga a mais. “Tenho cinco carnês hoje. Acho prático saber o valor certinho que vou pagar e não abro mão do carnê, por mais que tenha cartão de crédito”. Segundo ele, o crediário traz mais segurança. “Se um dia ficar devendo, sei que a loja vai me ligar para negociar. Já no cartão de crédito não tem jeito, vou pagar juros altíssimos e ficar com o nome sujo”.

Lojas Maia mudam para Magazine Luiza

A partir do próximo mês, a rede alagoana de varejo Lojas Maia irá agregar o nome Magazine Luiza na fachada das suas 140 lojas espalhadas pelo Nordeste. A rede nordestina foi comprada em julho pelo Magazine Luiza.

Segundo a empresária Luiza Trajano, dona da rede Magazine Luiza, trata-se de o primeiro passo para o processo de integração das duas redes. A ideia é que dentro de seis meses todas as lojas passem a se chamar Magazine Luiza.

Práticas sustentáveis reduzem custos nas organizações

Não é conversa fiada, nem propaganda gratuita. Diversas empresas brasileiras já começaram a colher os frutos do investimento em práticas sustentáveis, levando em conta não só os lucros, mas também os aspectos sociais e ambientais do País.

Que tal reduzir em até 70% os custos com energia elétrica? O Salvador Shopping, na capital baiana, conseguiu esta meta, diminuindo os gastos, no período de 10h00 às 15h00, ao adotar no projeto arquitetônico uma estrutura em vidro especial com 5,5 mil m², que permite a iluminação natural e ainda ajuda a reduzir o calor.

As inovações não param por aí: o aproveitamento da água das chuvas, o esgoto à vácuo e a pouca utilização de madeira na estrutura de construção rendeu o prêmio ouro do Conselho Internacional para shoppings da América Latina. “Hoje todo mundo pensa em sustentabilidade, o empresariado está preocupado com isso”, justifica Antonio Andrade Júnior, diretor da Andrade Mendonça, construtora responsável pela obra.

A fábrica da Millenium na Bahia também acumula prêmios e benefícios. Única indústria do País a receber do Ministério de Minas e Energia o Prêmio Nacional de Conservação e Uso Racional de Energia 2009, a empresa instalou um comitê interno de conservação de energias, substituiu equipamentos antigos por outros com melhor eficiência energética e, nos últimos dois anos, diminuiu a proporção de matérias-primas utilizadas.

De acordo com o diretor industrial da empresa no Brasil, Ronaldo Alcântara, os investimentos de R$ 4 milhões permitiram uma economia anual de R$ 4,76 milhões às operações da fábrica, além da redução de 12,01% na emissão de dióxido de carbono na atmosfera. Os resultados são empolgantes. De 2001 a 2005 houve redução de 10,8% no consumo de energia e de 2005 até o momento, os valores foram reduzidos em outros 28,8%. “O mais importante foi o treinamento das nossas equipes, que se concentram no desenvolvimento de soluções para esses resultados”, destaca o diretor da empresa.

O sonho da casa própria no Taubaté Shopping

Aproveitando a boa fase do mercado imobiliário, o Taubaté Shopping, no interior paulista, oferece a seus clientes a oportunidade de ter a casa do sonho ou optar bom m bom investimento. Desde ontem (20/09) e até o dia 26 de setembro, o 3º Mega Feirão MRV-INMOB irá ocupar uma área de 200 m² na praça de eventos oferecendo casas e apartamentos de um, dois, três e quatro dormitórios, buscando atender a toda gama de interessados em adquirir um imóvel.

Cerca de 800 unidades estarão disponíveis e os clientes terão à disposição, além dos corretores, despachantes para simulação e montagem de processos de financiamentos. O evento terá apoio da Caixa Econômica Federal que estará dando suporte com foco no Programa Habitacional Minha Casa Minha Vida.

BNDES financiará peças para equipamentos de informática e automação

O Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou o escopo de atuação do seu cartão BNDES para financiar partes, peças e componentes utilizados na industrialização, manutenção e modernização de bens de capital e equipamentos de informática e automação industrial.

O banco de fomento informou, por nota, que a abertura trará benefícios diretos ao público-alvo do cartão, que são as micro, pequenas e médias empresas, pois a linha de crédito oferecida por meio do cartão BNDES passará a financiar toda a cadeira produtiva, desde a aquisição dos insumos industriais até a oferta do bem acabado, passando por serviços técnico-especializados de desenvolvimetno e produto e processo de avaliação de conformidade.

A linha de crédito do cartão BNDES é rotativa e pré-aprovada, com limite de até R$ 1 milhão por banco emissor (Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Banrisul), com prestações fixas, prazo de pagamento de até 48 meses e taxa de juros (atualmente em 0,97% ao mês). As operações são realizadas por meio do portal do banco de fomento.

Com as novas medidas, fica estabelecido que, no âmbito das peças, partes e componentes para bens de capital de uso industrial, serão financiados os itens novos e nacionais utilizados na industrialização, modernização e manutenção de máquinas, equipamentos e sistemas industriais. Os itens apoiáveis devem apresentar um índice de nacionalização mínimo de 60% em valor e em peso.

Em se tratando de componentes eletrônicos para bens de informática e automação, serão considerados para financiamento as peças, partes e componentes de informática e automação novos (tais como partes para monitores, circuitos impressos e placas montadas, entre outros), compreendidos pela Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), de acordo com a Lei de Informática.