Impulsionada pelo Brasil, AL ultrapassa Europa como segundo maior mercado de celular do mundo

Impulsionada pelo desempenho do Brasil e de outros países do Cone Sul, a América Latina se tornou o segundo maior mercado de telefonia celular do mundo, segundo dados da consultoria Wireless Intelligence, com sede em Londres.

Com 530 milhões de linhas telefônicas móveis até o fim do primeiro semestre deste ano, cerca de 15 milhões criadas só no segundo trimestre, o continente superou a Europa Ocidental em 15 milhões de assinaturas.

Com 188 milhões de conexões, o Brasil responde por um terço do mercado latino-americano de celulares e deve atingir um nível de penetração de 100% até o fim do ano. Avaliando-se país a país, o Brasil é o quinto maior mercado mundial para o setor. “Nos últimos anos temos visto como a tecnologia celular se expande na América Latina. Em particular no Brasil, o investimento tem sido grande. Em comparação com os saturados mercados europeus, na América Latina há bastante espaço para crescer”, disse o analista da Wirelless Intelligence Joss Gillet.

“No último trimestre do ano também vimos um grande investimento em serviços de marketing na região, o que está trazendo uma maior demanda.” De acordo com a Wireless Intelligence, a penetração de telefonia celular no continente latino-americano chega a 90% da população, impulsionada, em grande medida, pelo vigor de mercados como o chileno e o argentino, onde há mais celulares que pessoas.

Em ambos os países, o índice de penetração dos celulares é superior a 100%, uma cifra que a consultoria crê que se estenderá para o resto da região em 2012. “O Chile é um dos mercados mais maduros na região, com uma taxa de penetração de 110% e um crescimento anual de 14%”, afirma o relatório. Gillet aponta, no entanto, que o mercado latino-americano ainda pode melhorar em comparação com o europeu nos quesitos variedade de planos e opções de preços. “No futuro, os planos mais baratos e a concorrência que se observa na Europa poderiam chegar à América Latina se o mercado começar a amadurecer e a demanda crescer. Há cada vez menos interesse na telefonia de voz e mais na de dados”, aponta o especialista.

Ainda na América Latina, o México conta com 86 milhões de conexões de telefonia celular e um índice de penetração de 76% entre a população. Cuba é o menor mercado da região, com 650 mil linhas e uma penetração de 6%. Só cinco países no mundo têm um mercado proporcionalmente menor que o cubano.

Globalmente, a liderança mundial no setor de telefonia celular continua sendo a região da Ásia-Pacífico, com 2,4 bilhões de assinaturas, ou 47% do total global. A Wireless Intelligence estima que o mundo deve chegar a 6 bilhões de linhas telefônicas móveis na segunda metade de 2012.

Shopping Plaza Macaé comemora o mês das crianças

Desde o dia 1º de outubro, o Shopping Plaza Macaé (RJ) está com uma extensa programação especialmente criada para comemorar Dia das Crianças. A criançada poderá aproveitar as comemorações até o dia 12 de outubro, participando de atrações como espetáculo circense, contação de história, oficina de artes, shows de mágica, animação com personagens infantis, peças de teatro e o musical High School Show. “O Shopping Plaza Macaé vai proporcionar uma comemoração muito divertida para homenagear as crianças pelo seu dia”, afirma Emília Mendes, gerente de marketing do shopping. “Estamos investindo numa programação variada para crianças de diversas faixas etárias”, complementa.

As atividades são gratuitas. Já o ingresso para ter acesso às apresentações de teatro infantil é a doação de um brinquedo novo ou usado. Os brinquedos arrecadados serão doados ao Centro Transformação Humana (CETH), Centro Municipal de Apoio à Infância e Adolescência (CEMAIA) e ao Orfanato Lar de Maria.

É obrigatória a presença dos pais ou responsável. Mais informações no site www.plazamacae.com.br.

Shopping Plaza Sul participa da campanha “Leia São Paulo”

Em 29 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Livro. Para lembrar a data e incentivar a leitura, o Shopping Plaza Sul, da capital paulista, irá participar da campanha “Leia São Paulo”, criada e coordenada pelo Colégio Marista Nossa Senhora da Glória. O empreendimento será um dos postos de arrecadação de livros até 31 de outubro.

Com o objetivo de facilitar o acesso da população carente à literatura, a campanha irá permitir que livros usados cheguem a entidades assistenciais, que podem se cadastrar para receber o material. Para se inscrever, as entidades podem entrar em contato pelo telefone (11) 3207-5866. Mais informações no http://leiasaopaulo.wordpress.com/.

Os postos de arrecadação no Shopping Plaza Sul estarão localizados no Piso Imigrantes. O empreendimento está situado na Praça Leonor Kaupa, nº 100, no bairro da Saúde.

Oito anos depois de Lula, mercados veem segundo turno com cautela

Os mercados, que se agitaram em 2002 com a possível eleição de Luiz Inácio Lula da Silva para a sucessão de Fernando Henrique Cardoso, agora veem com cautela o segundo turno da disputa presidencial entre José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT), segundo analistas entrevistados pela BBC Brasil.

Oito anos atrás, diante da provável vitória de Lula, o dólar subia, as avaliações das agências de risco pioravam e até o megainvestidor George Soros dizia que o Brasil daria um calote na dívida. O então candidato do PT teve que vir a público para garantir a manutenção dos compromissos com credores, restaurar a tranquilidade no sistema financeiro e abrir caminho para a oposição da época chegar ao Planalto. Agora, com a retomada do crescimento e o clima de otimismo na economia brasileira, Lula é governo, faz campanha por Dilma e é o tucano Serra, justamente o candidato derrotado em 2002, quem tem de convencer o eleitor a apostar em uma mudança no Planalto.

Para o diretor da consultoria Prospectiva, Ricardo Sennes, “temor” é uma palavra muito forte para avaliar a reação do mercado a uma possível vitória de Serra. Ele diz, no entanto, que diversos setores consideram o tucano um interlocutor mais difícil de negociar do que Dilma. “Serra tem convicções fortes em alguns temas, o que não o torna muito palatável para ouvir certas sugestões”, afirmou Sennes à BBC Brasil.

Já o professor de Ambiente Econômico Global do Insper, Otto Nogami, vê no mercado uma “certa desconfiança” quanto a Serra, mas acrescenta que um governo do PSDB seria mais favorável ao setor privado por, supostamente, favorecer um crescimento mais “estruturado”, a partir de uma política fiscal mais conservadora. “Muita gente diz que a continuidade do governo (do PT) seria melhor para ganhar dinheiro, mas não necessariamente para criar uma situação sólida para a economia”, avalia Nogami.

Os dois especialistas concordam ao afirmar que sinais dados por Serra de possíveis mudanças na política monetária e cambial, incluindo ajustes na governança do Banco Central e na cotação do real, por exemplo, podem gerar incerteza e estimular cautela no mercado, mas sem consequências mais graves. “Interferências nas leis de mercado, seja de câmbio ou juros, não são muito bem vistas, surge certa preocupação”, diz Nogami. Ele acrescenta, entretanto, que qualquer instabilidade que possa ocorrer na bolsa de valores será pontual.

Sennes também admite que “a forma e o conteúdo” das possíveis intervenções de Serra podem gerar expectativa, mas lembra que o tucano tem uma relação muito boa com o setor financeiro desde a criação, em 1995, do Proer – programa que possibilitou a reestruturação dos bancos brasileiros durante a sua gestão como ministro do Planejamento (1995-1996).

O sócio-diretor da LCA Consultoria, Fernando Sampaio, vê no Congresso um maior potencial gerador de incerteza quanto a um governo de Serra. Para ele, dificuldades na montagem de uma base parlamentar preocupariam mais o mercado de ações do que a incerteza nas diretrizes econômicas. Tanto Sampaio como Sennes veem o setor empresarial dividido quanto a apoiar um ou outro candidato no segundo turno. Segundo o diretor da LCA, os interesses específicos setoriais causam uma “dispersão de posicionamentos”.

Já o diretor da Prospectiva diz ser “curioso” que o setor privado se divida entre Dilma e Serra. “Em geral, supõe-se que um candidato de centro teria mais apoio do empresariado, mas o governo Lula e a Dilma conseguem ter um relacionamento positivo com vários setores”, afirma.

Grupo Fitta muda loja para atrair clientes no varejo

O grupo Fitta inaugurou na última terça-feira (05/10), no BH Shopping, em Belo Horizonte (MG), a loja-piloto do novo projeto das agências da rede. Pioneiras no franchising de agências de câmbio e mercado de ouro e metais preciosos no Brasil, as lojas terão um layout mais afinado com o varejo. “Nosso novo direcionamento pretende fazer a Fitta ser reconhecida como um grande nome no varejo de câmbio. Queremos que o cliente tenha uma experiência de compra, e não apenas faça troca de moedas”, afirma Luiz Ramos, diretor comercial do grupo.

Entre as principais mudanças da loja está a vitrine modular, composta por quatro painéis, que podem ser modificados a cada campanha ou tema que a empresa for trabalhar. As cabines de atendimento também poderão ser atualizadas constantemente, uma ferramenta importante para atrair clientes no varejo, ressalta Ramos. As alterações incluíram também a logomarca da empresa. O nome Fitta foi colocado em uma caixa azul, aposta da empresa para passar uma imagem mais moderna e objetiva, além de ser reconhecida mais facilmente.

O menu com todos os produtos da Fitta, localizado ao fundo da cabine de atendimento, busca mostrar de forma mais rápida e dinâmica os serviços que a loja oferece. Antes da mudança no layout da loja, essa comunicação era feita por meio de flyers, que ficavam disponíveis nos balcões dos guichês. “A informação ficou muito mais clara para o cliente. Saiu do papel e foi para a parede”, afirma Ramos.

O atendimento dos funcionários e o projeto da sala de espera também foram reformulados. Estão baseados em uma lógica de conforto e treinamento de pessoal. As novas lojas estarão equipadas para receber, de forma mais cômoda, pessoas com deficiência e mães com carrinhos de bebê. O atendimento prioritário será feito em uma área exclusiva.

As novas unidades da Fitta serão inauguradas com o novo formato, e as lojas que já existem passarão por atualização gradual. O grupo Fitta existe desde 1999 e há três anos funciona com o sistema de franquias. A rede já conta com seis unidades próprias e 48 franqueadas e, em 2009, faturou R$ 1,5 bilhão. Com o novo projeto, o plano é ter mais 40 franqueados no Brasil.

Programa de Fidelidade do Central Plaza Shopping comemora primeiro aniversário

Este mês é de festa para o Programa de Fidelidade do Central Plaza Shopping, de São Paulo. É seu primeiro aniversário e, desde sua implantação, há 12 meses, muitos e muitos clientes tornaram-se associados e hoje representam mais de 10 mil pessoas fiéis ao empreendimento. Além disso, cerca de 15 mil presentes já foram distribuídos pelo Central Card de acordo com o grau de relacionamento do cliente com o shopping. Foram relógios, kits beleza, canecas térmicas, chinelos, kits torcedor, ingressos de cinema, e muito mais.

De acordo com a supervisora de marketing do Central Plaza Shopping, Kelli Calijuri de Carvalho, procuramos presentear sempre todas as pessoas que nos têm como referência. Por isso desenvolvemos ações visando valorizar não somente datas importantes como também o dia-a-dia de quem nos visita, demonstrando assim a nossa gratidão pela preferência.

E, para comemorar tamanho sucesso, o Central Plaza Shopping estará presenteando os novos associados com uma linda Bolsa estilo bag em tecido cru. O acessório será concedido no ato da inscrição. “Esse é mais um presente que daremos à Região em agradecimento a confiança do público que sempre honrou e elegeu o Central Plaza Shopping como seu espaço preferencial para as boas compras e encontros com amigos e familiares”, conclui Kelli.

O programa, desenvolvido pela We’5 em parceria com o shopping, é pioneiro na região da Zona Leste. Através dessa ferramenta, o consumidor assíduo passa a usufruir de inúmeras vantagens, entre elas descontos em lojas, promoções, sorteios e muito mais, durante o ano inteiro. E para participar é muito fácil. Basta se dirigir ao balcão de atendimento, preencher o cadastro e associar-se gratuitamente.

Shopping Nações Unidas recebe Claudio Zoli no Suba no Caixote

O Shopping Nações Unidas, em São Paulo, na região da Avenida Luís Carlos Berrini, recebe nessa quinta-feira (07/10), às 13h30, no espaço Suba no Caixote, o cantor carioca Claudio Zoli.

Com 25 anos de carreira, Claudio Zoli integrou em diversas bandas, “Noite do Prazer” foi uma das músicas em que revelou o artista, que mescla seu trabalho as influências do ritmo americano, com o suingue brasileiro, criando uma maneira particular e original de fazer música.
No show, em formato trio com versão violão, baixo e percussão, o novo trabalho do CD e DVD “Diamantes” estará presente em seu repertório que promete não deixar ninguém parado, com uma apresentação mais intimista e muita focada na qualidade de seu som.

Com objetivo de diferenciar o shopping, o projeto “Suba no Caixote” busca a quebra de rotina e diversão levando entretenimento a trabalhadores e clientes da região. O evento acontece quinzenalmente às quintas- feiras, com no mínimo duas apresentações em cada por mês, e se estenderá até novembro desse ano.

Sudeste ainda é a região mais cara para construir: R$ 798,44 por metro quadrado

Moradores da região Sudeste foram os que mais desembolsaram na hora de construir um imóvel no mês passado. Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (07/10), revela que o custo do metro quadrado na região chegou a R$ 798,44, incluindo materiais e mão de obra, enquanto que o custo médio nacional atingiu R$ 757,86 em setembro.

Em seguida estão as regiões Norte, onde o valor do metro quadrado alcançou R$ 770,99, Sul, com o metro quadrado a R$ 741,81, e Centro-Oeste, onde os custos atingiram R$ 741,41. Os moradores do Nordeste, por sua vez, foram os que pagaram menos na hora de construir no mês passado: R$ 707,24.

Em setembro, a maior variação mensal dos custos ficou com a região Norte, onde os custos ficaram 1,78% mais caros. Já a variação do Centro-Oeste foi a menor do mês, de 0,16%. Por sua vez, no Nordeste, o índice variou 0,21%; no Sudeste, 0,25%; enquanto no Sul a variação foi de 0,17%.

Ao analisar os dados por estado, o Pará registrou a maior variação mensal, de 3,93%, devido aos reajustes salariais. Roraima também registrou uma variação elevada, de 2,30%. Na outra ponta, as menores elevações ficaram com Mato Grosso do Sul, onde os custos registraram alta de 0,04%. Mato Grosso, Distrito Federal e Acre empataram com variação de 0,10% em setembro. No acumulado do ano, Pernambuco (1,50%) e Rio Grande do Norte (2,39%) apresentaram os menores índices. Já Rondônia registrou aumento de 16,77% nos custos da construção em nove meses.

Com relação ao estado mais caro para se construir, o Rio de Janeiro, com R$ 838,45, aparece em primeiro lugar. Por outro lado, o Rio Grande do Norte registrou o menor custo, de R$ 653,25.

O Índice Nacional da Construção Civil engloba o preço dos materiais, que ficaram 0,41% mais caros em setembro, e da mão-de-obra, que apresentou variação de 0,27% no período analisado.

Dia das Crianças é no São Gonçalo Shopping

Não somente os presentes farão a alegria do público mirim, que vai poder se divertir gratuitamente com uma série de atividades programadas para o período de 8 a 17 de outubro, na praça de eventos (segundo piso) do São Gonçalo Shopping, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Haverá um cenário colorido e lúdico com parede de escalada, escorredor, piscina de bolinhas, labirinto, pula pula, escultura com balões e pintura de rosto. O personagem Ronald Mc Donald’s também participará da festa. As crianças poderão utilizar os brinquedos de domingo a quinta-feira, das 12h00 às 20h00, e sexta e sábado, das 11h00 às 21h00.

Outro evento será realizado no próximo domingo (10/10), às 17h00. A garotada entrará no “mundo do rádio” com o Show Rádio Maluca, show com formato de programa de auditório, para crianças de todas as idades. Uma programação familiar, interativa e envolvente, sempre em clima de alegria e muita comunicação. Zé Zuca e Mariano cantam, tocam, contam história e brincam com a platéia.

O comunicador é o cantor e compositor Zé Zuca, que apresenta os diversos quadros, provocando a participação constante da platéia. Conta com seu impagável assistente e parceiro de palco Mariano, que também toca violão, cavaquinho e uma parafernália sonora que mistura brinquedos, talheres e objetos sonoros. Além disso, todo domingo, às 15h00, tem o Clubinho Alegria, na praça de alimentação.