Yogolove lança sabor uva rubi para o verão

A Yogolove desenvolveu um novo frozen yogurt que vai virar mania no verão carioca: é o sabor uva rubi, que já está disponível na loja do BarraShopping. Em breve também no Botafogo Praia Shopping. Leve e com gostinho da uva brasileira, é a melhor opção para quem quer apreciar uma saudável e gostosa sobremesa.

Além do novo sabor, também é possível encontrar as opções tradicionais como Cream Natural, Frutas Vermelhas, Misto (natural com uva rubi) e a versão diet com 0% de açúcar e 0% de gordura (somente na unidade do BarraShopping). O frozen de iogurte é fabricado com receita original italiana.

Leve e cremoso, é 100% natural, com 0% de gordura. O pequeno sai por R$ 6; o médio por R$ 8; e o grande por R$ 10. Podem ser incrementados com ingredientes dispostos num balcão, como frutas, caldas e castanhas. Cada item custa R$ 1; três itens, R$ 2.

Vale Sul Shopping sedia 1ª Semana da Qualidade de Vida de São José dos Campos

Despertar a consciência do indivíduo para a importância de cuidar de si, de sua saúde e bem-estar é o objetivo da 1ª Semana da Qualidade de Vida de São José dos Campos, no interior paulista, que será realizada até o próximo dia 2 de novembro na praça de eventos do Vale Sul Shopping. O evento é uma parceria do Vale Sul Shopping com Associação Entrada Franca, que se dedica ao tema qualidade de vida, e a agência Cítrica – Comunicação e Marketing.

Com enfoque numa ação interativa, foram programados exibição de vídeos, atendimentos com profissionais de várias áreas, que também ministrarão palestras e farão a coordenação de atividades físicas, que são realizadas todos os dias, das 14h00 às 16h00 com o fisioterapeuta e instrutor de Pilates Claudio Godoy Bertazzoni, da CFE (Centro de Fisioterapia & Esporte). Todas as atividades são gratuitas.

Hope Lingerie inaugura loja em Curitiba

A Hope inaugura no final de outubro a segunda unidade em Curitiba, dessa vez no ParkShoppingBarigui. “A capital paranaense tem apresentado altos índices de crescimento econômico e grande receptividade pela nossa marca. A região Sul representa 18% de nossas vendas e a ideia é aumentar cada vez mais a presença nos três Estados”, afirma Carlos Eduardo Padula, diretor comercial da Hope.

A unidade de Curitiba, a 47ª da rede, será comandada pelos empresários Salmo e Patrícia Teig, ambos curitibanos. O casal, que já possui uma loja no Shopping Mueller, está animado com o novo investimento e tem planos para abrir outras lojas na região. “Acreditamos que o mercado de lingerie está em expansão no Brasil e a HOPE está muito bem posicionada, por isso, após o sucesso da primeira unidade, optamos por mais uma”, diz Salmo. O investimento para a abertura da loja foi de aproximadamente R$ 350 mil e a expectativa é que o retorno aconteça em menos de dois anos.

Em acelerado processo de expansão, a empresa terminará o ano com 52 operações, o que representa um avanço de 73,3% na comparação com 2009. Entre as cidades que receberão investimentos neste ano estão Vitória, Niterói, Salvador, Maringá, São José do Rio Preto, Recife e Rio de Janeiro.

Um dos principais investimentos da Hope neste ano foi a contratação da übermodel Gisele Bündchen. “A escolha da Gisele coincide com um momento especial da empresa em que rumamos em direção à liderança do mercado brasileiro de lingerie. E ninguém melhor do que Gisele para celebrar esta nova fase”, explica o presidente Nissim Hara.

As franquias Hope Lingerie trazem a solidez de uma marca com 44 anos de uma história grandiosa, com produção e tecnologia 100% brasileira. Há cinco anos a empresa investe no sistema de franchising e tem obtido excelentes resultados. “A maioria dos nossos parceiros já está na sua terceira loja”, comenta Hara. Empreendedores interessados em mais informações sobre a marca podem acessar o site http://www.hopelingerie.com.br/franquias.html.

TRE refuta novas eleições para senador no Pará; PMDB recorre

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Pará anunciou ontem (28/10) que não convocará nova eleição para senador por causa da inelegibilidade dos deputados federais Jader Barbalho (PMDB) e Paulo Rocha (PT), ambos atingidos pela Lei da Ficha Limpa. De acordo com o TRT, não há necessidade de novo pleito porque os votos dos dois parlamentares não foram incluídos na contabilidade oficial da eleição. Dessa forma, não será modificado o resultado para senador. Ficam eleitos o atual senador Flexa Ribeiro (PSDB), com 67,73% dos votos válidos, e a vereadora Marinor Brito (PSOL), com 27,11%.

O PMDB do Pará disse que vai entrar com recurso e que tomará todas as providências jurídicas necessárias para a realização de nova eleição. Segundo o partido, ambos os candidatos barrados têm 57% dos votos, o que resultaria na anulação do pleito.

Anteontem à noite (27/10), os ministros decidiram, diante da falta de uma posição majoritária na Corte, por sete votos a três, que a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o assunto será acatada. Eles julgaram o recurso de Jader contra o indeferimento de sua candidatura pelo TSE. Esse entendimento serviu para consolidar a validade da aplicação da Lei da Ficha Limpa para as eleições deste ano. Jader renunciou em 2001 acusado de desvios na Sudam e no Banpará. Rocha também renunciou para fugir da cassação, em 2005, por envolvimento no caso do mensalão do PT, e deverá ter ser recurso negado, da mesma forma que aconteceu com o peemedebista.

Por um critério de desempate, os ministros, amparados num dispositivo do regimento interno do tribunal, decidiram que, em caso de empate, prevaleceria a decisão TSE. Isso quer dizer que a lei em vigor e se aplica a todos os casos semelhantes ao de Jader, em que políticos renunciaram ao mandato para fugir de processos de cassação.

O professor da Universidade de Brasília (UnB) Nicolau Dino, especializado em Direito Eleitoral, disse ao DCI que a decisão tomada pelos ministros deverá se manter até a convocação do novo ministro, o 11º da Corte. Para o especialista, nada poderá mudar o que já foi decidido.

Na sessão de anteontem, o STF decidiu também que Joaquim Roriz (PSC-DF) está mesmo inelegível nestas eleições por ter também renunciado ao mandato de senador, em 2007, a fim de escapar da cassação. Ele foi acusado de comandar um esquema de desvio de recursos do Banco de Brasília. Ao contrário do que ocorreu no julgamento do recurso do ex-governador do Distrito Federal, os ministros chegaram desta vez a um resultado.

Com esse resultado, Roriz estaria numa situação complicada se não tivesse desistido e sido substituído pela mulher, Weslian Roriz (PSC). Ele estaria impedido, bem na reta final do segundo turno, de permanecer na disputa. Como o petista não alcançou mais de 50% dos votos válidos, o terceiro colocado nas eleições, Toninho do PSol, seria convocado para o embate do próximo domingo (31/10). Agora Roriz está fora das disputas eleitorais dos próximos 16 anos: ele só poderá se candidatar em eleições no Distrito Federal em 2026, quando terá 90 anos.

Roriz disse ontem que a Lei da Ficha Limpa foi feita com o intuito de prejudicá-lo. “O que eu entendo é que essa lei foi feita única e exclusivamente para atingir Roriz”, afirmou. Questionado sobre os impedimentos para as próximas eleições, respondeu: “Vai ter outra (lei) revogando”.

A decisão tomada pelos dez ministros do STF reconheceu que a renúncia para escapar de processo de cassação será considerada condição de inelegibilidade, mas isso não quer dizer que o colegiado vá analisar da mesma forma os 12 recursos que já estão no Supremo. Todos esses casos ainda serão julgados pelo STF e poderão ter resultados distintos.

Essa decisão não vale para casos como o do deputado reeleito Paulo Maluf (PP-SP), barrado por ter sido condenado por órgão colegiado, ou do senador eleito Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), impedido de se candidatar porque foi condenado pela Justiça Eleitoral por compra de votos.

CenterVale Shopping recebe mais prêmios de sustentabilidade

O CenterVale Shopping, de São José dos Campos, no interior paulista, foi o vencedor, pela segunda vez consecutiva, do 5º Prêmio de Responsabilidade Social e Sustentabilidade no Varejo, promovido pela Fundação Getúlio Vargas na categoria Shopping Center.

A premiação aconteceu ontem (28/10), em São Paulo, e é realizado a cada dois anos. Foram 463 projetos inscritos por empresas e entidades varejistas. A equipe foi representada por 20 dos funcionários na premiação.

Shopping Nações prepara a sua chegada

A nossa missão não é fazer um shopping e ir embora, queremos aprender com a cultura da cidade. Ser parte de Bauru e transformá-la, declara Marcelo Sabino, diretor do grupo Vertico, que, na noite de quarta-feira (27/10) anunciou oficialmente a inauguração do Shopping Nações, no antigo terreno da Antarctica, em Bauru, no interior paulista, para 2012. C&A, Colombo, Ponto Frio, Centauro, Puppy Play e Show Play serão as seis lojas âncoras do empreendimento, que já conta com o Assaí, unidade de atacado e varejo do grupo Pão de Açúcar em fase de contração de colaboradores.

No total de 70 mil m², serão 33.182 de área bruta locável onde estarão mais oito megalojas, 280 lojas praça de alimentação, home center e estacionamento para mais de 2 mil veículos, com a maioria das vagas cobertas. O investimento é de R$ 208 milhões e envolve empresários do grupo Vertico e participação do bauruense GCD Malls, representado por Ademir Lopes Correa e Divaldo e Daniel Disposti, além do grupo Marca, presidido Avelino Cortelini, que já investe na cidade.

Entre os investidores paulistas estão Walter e Paulo Torre, Márcio Costa, Dante Cobucci, Bruno Setúbal e Olavo Setúbal Júnior, presidente do banco Itaú, que também marcou presença no evento realizado espaço Estoril Garden. Além de suprir uma demanda comercial latente, o Shopping Nações traz à cidade um novo eixo de comércio, impulsionando o desenvolvimento na região da Nações Norte.

O prefeito Rodrigo Agostinho comentou que além da movimentação econômica, o novo shopping será responsável pela expansão do Centro, que em todos estes anos nunca ultrapassou o Ribeirão das Flores e com o empreendimento a região da Vila Cardia ganha um novo status. “Os investidores compraram todos os imóveis da região da Marcondes Salgado e da Conde Matarazzo necessários não só para a construção do shopping mas para todo o projeto viário que um empreendimento desse porte necessita. Com isso teremos um alargamento das vias, uma nova rotatória e o fim dos alagamentos naqueles pontos”, enumera Rodrigo. O prefeito ainda conta que imóveis próximos já têm suas cotações a preços de áreas nobres como a Getúlio Vargas.

Com muitos empresários locais interessados em participar no Shopping Nações, o diretor Marcelo Sabino aponta que agora “é tempo de obra”. “Estamos há muito tempo estudando Bauru e seu potencial, uma cidade do Interior que atende uma demanda de mais de um milhão de habitantes e não tem um shopping regional.

A prefeitura confirma o “namoro de longa data”. Foram mais de 50 reuniões até a aprovação do projeto. Mas os empreendedores já tomaram participação nos eventos da cidade, quando apoiaram a Festa do Sanduíche e o prêmio Destaques do Ano. E também vão preservar a chaminé da velha fábrica e salvar boa parte das árvores locais.

O presidente da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun, com 35 anos de experiência no segmento, apontou em Bauru que até o fim do ano o país contará com 750 shoppings centers que atendem às necessidades globais de seus 420 milhões de consumidores. Nesta sexta (29/10), o interior responde por 63% dos shoppings no Estado de São Paulo, que representa 23% do Brasil.

Um investimento de R$ 20 milhões

Polo industrial e econômico do noroeste paranaense, Paranavaí (a 75 quilômetros de Maringá) aguarda há anos por uma opção de lazer, compras e prestação de serviços tão comum em grandes centros urbanos: os shoppings.

A espera, no entanto, deve acabar no segundo semestre de 2011, com a inauguração do Shopping Cidade Paranavaí. O investimento será na ordem de R$ 20 milhões. A estrutura terá 65 lojas, distribuídas em 9,5 mil m² de área construída em um ponto estratégico da cidade: na Avenida Getúlio Vargas, em frente à prefeitura.

A divulgação do novo empreendimento ocorreu após o acordo entre a diretoria do Shopping Cidade, que opera em Maringá, com o proprietário do prédio onde funcionará o conglomerado de lojas. “Foram 90 dias de negociação e o contrato foi assinado na semana passada”, comentou o gerente comercial, Jair Morroni. “Temos recursos para a realização da obra e trabalhamos com a previsão de inaugurar o shopping em outubro do próximo ano”, acrescenta.

O Shopping Cidade Paranavaí, adianta Morroni, terá duas empresas âncora, uma delas de departamentos, praça de alimentação, com seis lojas de fast food e um restaurante, escada rolante, estacionamento para setenta veículos e duas salas de cinema. “As salas terão o padrão das existentes no shopping de Maringá”, explica Morroni, que estará focado na comercialização dos espaços a partir de novembro deste ano. “É certo que teremos boas marcas e franquias”.

A Associação Comercial e Empresarial de Paranavaí (Aciap) recebeu com ânimo o anúncio do investimento na cidade. Para o presidente da entidade, Guto Costa, um shopping bem estruturado vai atrair mais consumidores de cidades vizinhas e conter a evasão do consumidor paranavaiense para outras cidades, como Maringá. “O shopping traz status para a cidade e ajuda inclusive o comércio de rua. Todo mundo ganha”, avalia.

Em pleno funcionamento, o shopping vai abrir de 180 a 200 postos de trabalho diretos e até 600 indiretos. Motivo que aumenta a expectativa do comércio local, porque mais emprego significa mais dinheiro em circulação na praça. “Paranavaí é carente de um investimento dessa natureza”, ressalta o executivo da Aciap, Heli Antônio. “É um sonho antigo contarmos com um shopping, com cinema, praça de alimentação, opções de lazer, grandes marcas, e franquias conhecidas”, comenta.

Morroni explica que, assim como em Maringá, o novo shopping estará focado na emergente classe C. “O shopping hoje é um empreendimento democrático, porque não atinge mais apenas as classes A e B”, comenta.

Brasileiro não está disposto a pagar mais impostos em troca de serviços públicos

A maioria dos brasileiros admite que não pagaria mais impostos para ter direito a mais serviços públicos. Pesquisa realizada pela Esaf (Escola de Administração Fazendária), do Ministério da Fazenda, aponta que 53,7% dos brasileiros não estão dispostos a ter aumentada sua carga tributária, mesmo que recebessem em troca mais serviços. Outros 42,6% disseram que pagariam mais impostos e contribuições com maior contrapartida governamental.

Quando feita a análise por região, o Sul é a que mais recusa a ideia de aumento na carga tributária (58,9%). As regiões Norte e Nordeste são as mais favoráveis ao aumento nos impostos, tendo como benefício o aumento de serviços públicos à sua disposição. Os contribuintes dispostos a pagar mais somam 45,8% e 48,2%, respectivamente.

O estudo, que teve com objetivo detectar a percepção dos brasileiros a respeito dos impostos, também questionou o nível de gravidade da sonegação considerado pela população. Para 78,9%, este é um problema grave ou muito grave. Apenas 7,2% consideram que a sonegação de impostos não configura um problema.

Quanto à punição dos sonegadores, os brasileiros se mostraram divididos. Enquanto 41,6% acreditam que a probabilidade de punição é baixa ou nenhuma, 51,4% acreditam que o risco é alto ou médio dos sonegadores serem punidos no País. A maioria dos entrevistados (57%) declarou que não denunciaria uma pessoa que sonega impostos, contra 35,5% dos que responderam que fariam denúncia.

Segundo o estudo, entre os motivos apontados pelas pessoas para não denunciarem, estão a isenção de responsabilidade pessoal, pois consideram que a fiscalização é incumbência da Receita Federal e de outros órgãos oficiais.

Municípios brasileiros se rendem à indústria de shoppings

A indústria de shoppings espera receber, até o fim de 2012, cerca de cem novos centros de compras, segundo expectativa da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping). E muitas regiões que não eram atendidas por este mercado passarão a contar com seus empreendimentos, ostentando o título de pioneiros nestes locais, e tornando-se bases de avanço ainda maior do varejo destas cidades.

O Shopping Cidade Paranavaí, previsto para chegar ao município paranaense de mesmo nome até o segundo semestre de 2012; Via Verde Shopping, o primeiro centro de compras do estado do Acre, com expectativa de inauguração para agosto de 2011; North Shopping Barretos, no interior paulista, previsto para abrir suas portas no próximo mês; Shopping Pelotas (RS); Shopping Pátio Marabá e Unique Shopping Parauapebas, estes dois no estado do Pará, são alguns dos empreendimentos responsáveis por impulsionar ainda mais o varejo local.

Compõem ainda este quadro centros de compras já abertos ao público, mas que mantém sua hegemonia no mercado de shoppings regional, como o Cariri Shopping, de Juazeiro do Norte (CE); Taubaté Shopping, no interior paulista; Porto Velho Shopping, na capital de Rondônia; entre vários outros.

“Não é surpresa esta penetração por parte da indústria de shoppings, pois há tempos o crescimento deste mercado é altamente perceptível, chegando a atingir um percentual superior ao avanço do PIB nacional. Soma-se a isso a necessidade das grandes marcas varejistas em instalarem-se em centros antes nunca trabalhados comercialmente, o que favorece o investimento por parte dos empreendedores de shoppings na construção destes estabelecimentos. A tendência é deste panorama crescer ainda mais, movimentando a economia local, e transformando-se em um verdadeiro ponto de lazer e compras para os moradores destas localidades”, comenta o presidente da Alshop, Nabil Sahyoun.