Goiânia Shopping inaugura decoração de Natal no dia 19

No dia 19 de novembro, o Goiânia Shopping inaugura as decorações interna e externa de Natal com a chegada do Papai Noel ao shopping. O tema escolhido para a decoração deste ano é “Natal Encantado”. No mesmo dia, será dado início à promoção de Natal, que este ano terá a maior premiação já sorteada pelo shopping.

A praça de eventos, piso 1, foi o local escolhido para a montagem da decoração principal do shopping. É nela que será instalado o pinheiro gigante e o Cantinho do Papai Noel, que terá seu trono localizado na parte interna do pinheiro, onde poderá interagir com os visitantes, que passarão por dentro da estrutura.

Ao redor do pinheiro, serão instalados 18 bonecos animatrônicos, adereços natalinos sofisticados, caixas de presentes com laços e diversos pinheiros ricamente decorados e iluminados. O cenário do Natal Encantado possui ainda som ambiente e uma rena animatrônica, que contará histórias natalinas escritas pelas autoras goianas Augusta Faro e Valéria Belém. Pelos corredores do shopping, festões decorados com laços e micro–lâmpadas e pinheiros completam a decoração.

Este ano, a parte externa do Goiânia Shopping vai receber uma iluminação inédita. Na fachada, a decoração será feita com flocos de neve iluminados, snowingleds e mais de 500 conjuntos de lâmpadas de led. Além da fachada, as árvores da Área Verde do shopping também vão receber a tradicional iluminação de Natal, que transforma o Goiânia Shopping em um dos principais cartões postais e pontos de visitação no Natal.

O Papai Noel chegará ao shopping no dia 19 de novembro para inaugurar as decorações interna e externa de Natal. O shopping está preparando uma chegada que promete encantar clientes e os moradores da região do shopping.

BR Malls planeja inaugurar ao menos dois shoppings por ano até 2020

A BR Malls pretende inaugurar pelo menos dois shoppings por ano nos próximos dez anos, segundo Leandro Bousquet Viana, diretor financeiro e de relações com investidores. Nesse trimestre, a empresa registrou uma receita líquida de R$ 131,1 milhões, crescimento de 32,1% em relação ao mesmo trimestre de 2009, e a participação da receita de aluguel mínimo na receita total diminuiu.

No terceiro trimestre, a receita bruta da BR Malls foi de 142,9 milhões de reais, representando um aumento de 32,7% em relação ao mesmo período de 2009. O crescimento de 35,2 milhões de reais é explicado principalmente pelo aluguel mínimo (que aumentou 12%), pelo aumento de custos de prestação de serviços (crescimento de 35,4%) pelo mall e merchandising (aumento de 21,9%) pelo aluguel percentual (aumento de 62,4%), pela taxa de cessão (luvas) e pela receita de estacionamento (crescimento de 114,4%).

A receita bruta dividiu-se em aluguel (65,9%), estacionamento (13,9%), prestação de serviços (7,6%), taxa de cessão (11,2%), taxa de transferência (0,7%) e outras (0,7%). No aluguel, a participação do aluguel percentual foi de 7,3%; de mall e merchandising foi de 8,0% e do aluguel mínimo foi de 50,6%. No mesmo período de 2009, o aluguel mínimo havia contribuído com 80% da receita. “Não foi ela que diminuiu, foram as outras que cresceram, especialmente estacionamento e aluguel variável”, disse o diretor.

Quando as vendas crescem muito, a administradora de shoppings passa a cobrar o aluguel percentual (referente à porcentagem de vendas). O lojista paga sempre o maior valor. Quando o contrato é renovado o valor do aluguel mínimo é reajustado segundo o crescimento das vendas.

Essa é a explicação da BR Malls para a menor participação do aluguel mínimo na receita. A situação tende a se normalizar, uma vez que a administradora vem aumentando o valor dos contratos de aluguel em mais de 20%, e o aumento será mantido caso as vendas continuem crescendo. Os contratos são de cinco anos e cerca de 20% são renovados a cada ano. “Sabemos que existe espaço para a gente continuar subindo aluguel”, disse o diretor.

O custo de ocupação como percentual das vendas dos lojistas caiu 0,3 p.p. em relação ao terceiro trimestre de 2009, chegando a 9,3%. Esse indicador mede quanto custa para o lojista ocupar a loja em relação ao seu percentual de vendas. Grande parte da explicação da queda desse custo é o aumento das vendas dos lojistas, com as vendas por metro quadrado crescendo 18,3% em relação ao terceiro trimestre de 2009. “Se está mais barato que em outros lugares tem mais espaço para reajustar o aluguel”, disse o diretor.

Grupo Almeida Júnior anuncia o maior shopping de Santa Catarina

O Grupo Almeida Junior, dono da maior rede de shoppings do estado de Santa Catarina e oitava maior do país, anuncia na próxima quarta-feira (10/11) os detalhes sobre o maior centro de compras do Estado. O Continente Park Shopping tem investimento anunciado de R$ 220 milhões, e será construído na BR 101, em São José.

Quando for inaugurado em 2011, o novo shopping terá 100 mil m² de área construída e 44 mil de Área Bruta Locável (ABL), destinada às lojas e quiosques. Esse valor representa 80% mais espaço do que o maior shopping da Capital, o Beiramar, que tem 24 mil m² para 210 lojas. O mesmo grupo prevê para abril de 2011 a inauguração do Blumenau Norte Shopping, segundo com a marca Almeida Junior na cidade. O otimismo para o setor de shoppings centers se estende para além do Natal. Ao mesmo tempo em que novos empreendimentos são construídos, outros anunciam expansão.

No aniversário de quatro anos do Floripa Shopping, o superintendente Antônio Britto anuncia a inauguração das lojas Havan e Magazine Luiza. Dois novos restaurantes ocuparão uma área de 900 metros quadrados: o steak house Spettus e o restaurante oriental Nikko, que serve comida japonesa e tailandesa. Os clientes dos restaurantes terão vista para a Reserva Ecológica de Carijós e para o mar.

A expansão soma R$ 14 milhões de investimento e terá 4 mil metros quadrados de área construída. Britto afirma que a ampliação já estava prevista, mas foi antecipada em um ano. “O shopping, desde sua inauguração, sempre apresentou crescimentos positivos e substanciais. Isso fez com que esse plano de expansão fosse antecipado diante dos resultados que o empreendimento apresenta”, comemora o superintendente. E tem mais. Para 2011, está prevista a inauguração do Floripa Office, um novo prédio de escritórios anexo ao shopping. As obras começam agora e devem durar 12 meses.

O Shopping Itaguaçu, de São José, também cresceu. Há duas semanas, inaugurou lojas de marcas nacionais como a Carioca Sports (que vende artigos esportivos, uma megastore de 1,1 mil m²), Yogoberry (do sorvete feito de iogurte), Burger King (fast food) e Arezzo (calçados femininos). A nova área tem 1,2 mil m² e 25 novas operações, entre lojas e quiosques.

O Supermercado Imperatriz foi recém-inaugurado e o Banco Bradesco terá uma agência de 220 m² dentro do shopping. A área externa vai ganhar uma unidade da Polícia Militar de SC e o estacionamento será ampliado com mais 75 vagas.

Indústria e políticos repudiam a CPMF

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson de Andrade, afirmou na última sexta-feira (05/11) ser contrário à recriação da CPMF. “Temos de nos mobilizar. Somos contra. Os governadores têm de encontrar outra solução. Não é possível elevar mais a carga tributária da sociedade”, disse, ao se referir a 14 dos 27 governadores eleitos, que apoiam a volta do tributo.

Segundo Andrade, a CPMF é um imposto de má qualidade e incide de forma cumulativa na cadeia produtiva, o que não é conhecido pela população. “Há produtos que terão impacto de até 8% no aumento de custo. Isso quem paga não é a indústria ou o empresário, é a sociedade”, disse. Para ele, os cidadãos vão pagar o imposto de “forma dissimulada, pois não conhecem quanto estão pagando”. Ele destacou que o “País hoje clama por transparência”, o que deve incluir assuntos de ordem tributária. A CPMF é alvo até de governadores.

Segundo Beto Richa, eleito para governar o Paraná, o governo federal é o “primo rico” da Federação porque fica com a maior parte do bolo tributário do Brasil. Em entrevista exclusiva ao DCI, Richa criticou a ideia de recriação da CPMF, o imposto do cheque extinto no final de 2007 em uma vitória histórica da oposição no Senado. Richa prefere que a criação de uma contribuição seja tratada dentro de uma reforma tributária mais ampla. “Temos de discutir. Ver as questões, os pactos federativos, a redistribuição de forma mais justa desse bolo tributário, onde os municípios e estados são muito penalizados e o primo rico é só o governo federal, que fica com parte considerável dessa arrecadação”, afirmou.

Para Richa, se o governo tentar recriar o tributo terá de enfrentar forte resistência: “A sociedade brasileira não suporta mais impostos e contribuições”. Nos estados, a arrecadação de ICMS este ano deve superar até o fim deste mês o total de 2009. De acordo com o Confaz, que reúne os secretários estaduais da Fazenda, o recolhimento de ICMS de janeiro a agosto foi de R$ 169,992 bilhões, R$ 60 bilhões a menos que no ano passado.

A média mensal de arrecadação este ano está em R$ 20 bilhões. Se este ritmo for mantido, o crescimento será de 9%. Especialistas afirmam que em 2011 o ritmo deve cair, também por conta da guerra fiscal entre os estados.

Shopping Cidade Jardim ajuda o projeto Criança Esperança

A partir do inicio de novembro Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, disponibilizará em todos os caixas do estacionamento uma “máquina” para clientes que quiserem fazer doações à campanha Criança Esperança, projeto da Rede Globo em parceria com a UNESCO que está completando 25 anos. É a primeira vez no Brasil que um shopping desenvolve esse tipo de ação.

Estas máquinas, que dispõem de tecnologia inédita desenvolvida pela empresa brasileira Rede Trel, facilitam fazer as doações, ao emitir o comprovante e fornecer um número único (PIN) para consultas via internet. As doações podem ser de R$ 1 a R$ 99,99 reais e as máquinas estarão disponíveis no shopping até maio de 2011. Nesta nova iniciativa social, o Shopping Cidade Jardim incentiva seus clientes a ajudarem mais de 4 milhões de crianças assistidas pela campanha Criança Esperança.

Primeira expansão do Floripa Shopping será em dezembro

Preparando-se para o Natal e a alta temporada, o Floripa Shopping (SC) antecipa a sua primeira expansão. Serão quatro grandes operações comerciais, entre elas a primeira loja Havan da Ilha, uma mega loja do Magazine Luiza, além de dois estabelecimentos exclusivos no segmento de gastronomia.

A área construída no projeto da expansão é de 4,5 mil m², dos quais 2,8 mil são de área bruta locável, onde serão estabelecidas as novas lojas do empreendimento. Os restaurantes que irão complementar o mix serão o premiado Spettus Steak House, presente em outras capitais do Brasil e no exterior, e o Nikko, especializado em comida japonesa e tailandesa.

“Temos praça de alimentação com mais de 20 opções de self service, lanches, café e fast food, mas faltavam opções de gastronomia como esses restaurantes, que além de modernos, tem uma equipe especializada, com menu e espaços exclusivos. Além dessas novidades, teremos também a Havan, que é uma das maiores redes de varejo de Santa Catarina, e a Magazine Luiza, uma das maiores redes do varejo nacional, que chega para completar o mix do segmento de eletroeletrônicos”, comenta o superintendente do Floripa Shopping, Antonio Britto.

O investimento total da nova obra foi de R$ 10 milhões, dos quais R$ 5 milhões são de infraestrutura, divulgação e gerenciamento de obras por parte do shopping e o restante de investimentos dos empresários das novas operações. Toda essa aquisição e previsão de término das obras ainda em 2010 têm também como propósito o crescimento nas vendas de final de ano e temporada que, segundo Antonio Britto, deve ficar 40% maior com relação ao mesmo período do ano passado.

Para o empreendedor do Floripa Shopping, Filipe Demeterco, a primeira expansão será em 2010, mas o Floripa Shopping tem a previsão de crescer ainda mais nos próximos anos. “O empreendimento já nasceu com o projeto de ampliação vertical, de mais um piso de lojas e outros três de estacionamento”, comenta Demeterco.

Suba no Caixote acontece no Shopping Nações Unidas

O Shopping Nações Unidas, de São Paulo, recebe nessa quinta-feira (11/11), às 13h30, no espaço Suba no Caixote, o cantor carioca Léo Maia. Léo, que aos sete anos já pegava o violão e tirava com o pai seus primeiros acordes com a música “Sossego”, mescla em seu trabalho influências musical com suingue de rock, samba, soul, groove e até reggae.

No show, em formato acústico, o cantor apresentará músicas do seu último trabalho o CD “Sopro do Dragão”, além de outras dos seus álbuns “Cidadão do Bem” e “Cavalo de Jorge”.

Com objetivo de diferenciar o shopping, o projeto “Suba no Caixote” busca a quebra de rotina e diversão levando entretenimento a trabalhadores e clientes da região. O evento que já recebeu atrações como o músico Cláudio Zoli, além dos comediantes Fabio Rabin e Luiz França, acontece quinzenalmente às quintas- feiras, de cada mês, e se estenderá até novembro desse ano.

Brasileiro está mais otimista quanto ao próprio endividamento

O brasileiro esteve mais otimista, em outubro, em relação ao endividamento futuro, de acordo com o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor), divulgado nesta sexta-feira (05/11) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

O índice que mede o endividamento atingiu 114,1 pontos no mês passado. Na comparação com setembro, quando o índice registrou 111,4 pontos, houve avanço de 3,3%, após dois meses de queda seguidos. No índice, uma pontuação acima de cem significa otimismo e, abaixo dessa marca, pessimismo.

Questionados sobre qual a expectativa para os próximos meses, em relação ao próprio endividamento, 45% dos consumidores afirmaram que terão o mesmo número de dívidas dos últimos três meses. Na análise por renda, 22% dos consumidores que recebem até um salário mínimo declararam que estarão mais ou muito mais endividados nos próximos três meses, liderando as perspectivas pessimistas. Na outra ponta, apenas 8% dos entrevistados com renda superior dez salários mínimos deram as mesmas respostas.

Quando se comparam homens e mulheres, 17% deles e 16% delas dizem que ficarão mais ou muito mais endividado. Quanto à declaração de que estarão menos ou muito menos endividados, eles lideram, com 41% das citações, contra 36% delas. Por faixa etária, consumidores de 16 a 24 anos apresentam o maior índice daqueles que se declaram mais ou muito endividados, com 19% das respostas.

O Inec é elaborado a partir de pesquisa de opinião pública de abrangência nacional, conduzida pelo Ibope com 2.002 pessoas. A pesquisa tem periodicidade mensal e foi realizada entre os dias 15 a 18 de outubro, para esta última edição.

Brasileiro está mais otimista quanto ao próprio endividamento

O brasileiro esteve mais otimista, em outubro, em relação ao endividamento futuro, de acordo com o Inec (Índice Nacional de Expectativa do Consumidor), divulgado nesta sexta-feira (05/11) pela CNI (Confederação Nacional da Indústria).

O índice que mede o endividamento atingiu 114,1 pontos no mês passado. Na comparação com setembro, quando o índice registrou 111,4 pontos, houve avanço de 3,3%, após dois meses de queda seguidos. No índice, uma pontuação acima de cem significa otimismo e, abaixo dessa marca, pessimismo.

Questionados sobre qual a expectativa para os próximos meses, em relação ao próprio endividamento, 45% dos consumidores afirmaram que terão o mesmo número de dívidas dos últimos três meses. Na análise por renda, 22% dos consumidores que recebem até um salário mínimo declararam que estarão mais ou muito mais endividados nos próximos três meses, liderando as perspectivas pessimistas. Na outra ponta, apenas 8% dos entrevistados com renda superior dez salários mínimos deram as mesmas respostas.

Quando se comparam homens e mulheres, 17% deles e 16% delas dizem que ficarão mais ou muito mais endividado. Quanto à declaração de que estarão menos ou muito menos endividados, eles lideram, com 41% das citações, contra 36% delas. Por faixa etária, consumidores de 16 a 24 anos apresentam o maior índice daqueles que se declaram mais ou muito endividados, com 19% das respostas.

O Inec é elaborado a partir de pesquisa de opinião pública de abrangência nacional, conduzida pelo Ibope com 2.002 pessoas. A pesquisa tem periodicidade mensal e foi realizada entre os dias 15 a 18 de outubro, para esta última edição.