Papai Noel chegou ao Shopping Jaraguá Indaiatuba no embalo do trio elétrico

A chegada do Papai Noel no Shopping Jaraguá Indaiatuba, no interior paulista, no último sábado (20/11), foi marcada por uma grande festa. Neste ano, no lugar de seu tradicional trenó, o bom velhinho veio em cima de um trio elétrico. Acompanhado de suas assistentes, o Papai Noel desfilou pelas principais ruas no entorno do shopping, cumprimentando a população e fazendo a festa da garotada pelas ruas e os que o aguardavam dentro do centro de comparas.

O trio circulou durante duas horas por todo o centro de Indaiatuba, chegando às 16h00 no estacionamento do shopping. Ele entrou pelo corredor principal e foi direto ao trono localizado na praça de eventos do shopping. O Papai Noel aproveitou para conversar e tirar fotos com as crianças que passaram pelo shopping e conferiram a decoração natalina, inaugurada no mesmo dia, com o tema “Historias de Natal”.

Regulamentação de tarifas de cartões não afeta ações de Redecard e Cielo

A regulamentação de tarifas do setor de cartões, anunciada nesta quinta-feira (25/11) pelo Banco Central, não deve trazer impacto aos papéis da Redecard (RDCD3) e da Cielo (CIEL3) na BM&F Bovespa, avaliou a analista-chefe da Ativa Corretora, Luciana Leocadio.

Segundo o BC, o objetivo da nova regulamentação é facilitar a comparação de preços, a escolha do tipo de cartão, além de aumentar a transparência e reduzir a assimetria de informações nas relações entre instituições e clientes. “As medidas aprovadas pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) não afetam as operações da Redecard e da Cielo. As novas regras estão mais relacionadas com os bancos, por isso, as ações das duas empresas não devem sofrer impacto algum desta nova regulamentação”, argumentou Luciana.

A analista-chefe destacou ainda que os papéis de bancos também não deverão ser afetados. “Os grandes bancos, que são responsáveis por emitir grande parte dos cartões em circulação hoje, também não serão atingidos pela medida”, disse Luciana, destacando que o mercado já estava preparado para estas mudanças anunciadas pelo BC.

Entre as principais mudanças nas regras, destaca-se a obrigatoriedade do cartão de crédito básico para pessoas físicas, emitidos por bancos comerciais, múltiplos, caixas econômicas e sociedades de crédito, financiamento e investimento. Este cartão somente poderá ser usado para pagamentos de bens e serviços em estabelecimentos credenciados e sua anuidade deve ser a menor para os cartões de crédito disponibilizados.

Além desse cartão, há ainda os associados a programas de benefícios e recompensas, classificados como serviço diferenciado. Neste cartão, poderá ser cobrada somente a tarifa de anuidade, englobando a disponibilização e utilização da rede de estabelecimentos credenciados no país ou no exterior, para pagamentos de bens e serviços e disponibilização do programa de benefícios.

A regulamentação estabelece ainda a obrigatoriedade de divulgação dos benefícios e recompensas associados em tabela específica, em local e formato visíveis ao público nas instituições financeiras. Estas medidas passam a vigorar a partir de 1º de março de 2011 e as instituições terão até 31 de maio do próximo ano para estruturar os serviços relacionados aos cartões nos moldes da nova regulamentação e até 31 de maio de 2012 para adequar os contratos de cartão de crédito firmados até 31 de maio de 2011.

Ainda segundo o BC, o valor mínimo da fatura do cartão de crédito não poderá ser inferior a 15% do saldo total da fatura, a partir de 1º de junho de 2011, e não poderá ser inferior a 20% do saldo a partir de 1º de dezembro do mesmo ano.

Para Leonel Andrade, presidente da Credicard, a regulamentação do mercado de cartões deve ser cada vez maior. “Nós todos temos culpa, porque em um mercado tão crescente, pecamos pela qualidade. Quando você não faz algo, alguém vem e faz no seu lugar”, afirmou a uma plateia do setor, que participou do 2º Fórum CardMonitor de Inteligência do Mercado, realizado nesta quinta-feira em São Paulo.

Em referência às novas regras lançadas para o setor nesta quinta, ele disse que elas são positivas porque trazem mais clareza, o que é bom para todos os players. A padronização das tarifas, de acordo com ele, torna as regras mais claras para o consumidor, inclusive os novos entrantes, enquanto atrai mais investidores para o mercado.

Terraço Shopping – Um ano para comemorar

O ano de 2010 foi um dos melhores para o Terraço Shopping. Essa é a conclusão do superintendente do empreendimento da capital federal, Marcos Atayde. E os números confirmam: de janeiro a outubro, houve crescimento de 6% nas vendas e 8% no fluxo de pessoas em relação ao mesmo período do ano passado. “Essa melhora é reflexo do conhecimento do shopping, das mudanças de mix e do “apadrinhamento” da comunidade e visitantes”, afirma Atayde.

Para o próximo ano, a meta é dar continuidade aos investimentos que ofereçam maior conveniência e lazer para os clientes. “Continuaremos com o processo de adequação comercial, substituindo operações e auxiliando na mudança de posicionamento de algumas lojas. Com isso, estimamos crescimento de 5% em vendas e 12% no fluxo de pessoas para o ano de 2011”, complementa.

Em 2010, houve aumento de 35% no investimento de ações em mídia. “Trabalhamos para tornar o shopping cada vez mais presente na memória dos brasilienses. Para isso, o centro de compras investiu R$ 1,5 milhão em ações promocionais, mídia, campanhas convencionais e online.”, explica Atayde.

Com o objetivo de oferecer um centro de convivência completo para o seu público, o time de estabelecimentos do shopping ganhou reforços em 2010. Desde o início do ano, foram abertas oito novas operações em segmentos diferentes: as lojas de moda Babioli, Paixão Nacional e Banca de Camisetas; a cafeteria e bomboniere Cristallo; a iougurteria Berry Cool; a loja de móveis planejados Finger; a CVC e a gelateria italiana Diletto. E, para incrementar ainda mais o mix de lojas, a perspectiva é que, até o final de dezembro, outras sete novas lojas sejam inauguradas. São elas: Avanzzo, Bibi Calçados, Chilli Beans, Suporte e Cia e Josefina Rosa Cor, Maria Moça e a Damyller.

Com a chegada de novas lojas e a ampliação do mix, o Terraço, localizado entre os bairros Sudoeste, Octogonal e Cruzeiro, passa a contar com 140 estabelecimentos comerciais. Entre elas, o curso de idiomas (Yázigi), o SPA (Up Day Spa) e o parque aquático da academia Júlio Adnet, com duas piscinas. Uma delas, semi-olímpica. “Terminamos o ano com praticamente 100% de nossas lojas locadas” diz Atayde.

Primeiro shopping aberto da capital, o Terraço tem em sua arquitetura e localização diferenciais que agradam e atraem visitantes de todas as partes da cidade. Além disso, sua excelência em gastronomia já rendeu o prêmio de “melhor praça e complexo gastronômico de Brasília”. Em 2010, algumas lojas, do segmento gastronômico, investiram em reformas e ampliações para agradar aos clientes: Kopenhagen e a Maki (temakeria). Outras lojas que também fazem parte do mix do centro de compras foram repaginadas: Korpus, Gabinete do Fio, Arquipélago, Puket, Hering.

Em 2010, o centro de compras realizou a quarta edição do tradicional bazar e ofereceu aos clientes descontos de até 70%. O evento apostou no formato indoor, vendas realizadas dentro das lojas, e em novidades para atrair a atenção do público para as promoções. Destacam-se as atrações culturais diárias e a promoção Troca Notas. Além disso, os clientes contaram com a assessoria da consultora de moda Alessandra Campanha para realizar suas compras.

O shopping, que se consolidou como referência em projetos especiais para agradar os brasilienses, planeja manter em 2011 as atrações musicais e teatrais sucessos em 2010, além de promover novas edições do Bazar Terraço Shopping.

Brasília Shopping tem Natal recheado de presentes

Nada de verde e vermelho. Este ano, o Brasília Shopping foge do tradicional e traz uma decoração inédita e muito colorida. “O Natal do Mundo Playmobil” resgata o universo dos anos 1980 e aposta no sucesso dos populares bonequinhos alemães para agradar às crianças de todas as idades.

No ritmo da decoração, beleza e versatilidade se mantêm como palavras de ordem da promoção do Natal 2010. Assim como os customizáveis bonecos Playmobil, que se transformam em qualquer personagem, os presentes do centro de compras, quatro modelos do Novo Uno, versão Way (motor EVO 1.0), têm como diferenciais a capacidade de customização interna e externa.

Para concorrer aos carros-design da montadora italiana FIAT é simples: a cada R$ 50 em notas fiscais de compras feitas entre 16 de novembro e 27 de dezembro, o cliente tem direito a um cupom para participar dos sorteios que serão realizados no dia 28 de dezembro. O regulamento está disponível no site www.brasiliashopping.com.br.

Segundo o superintendente Geraldo Mello, a inovação da campanha está justamente no fato dela reunir dois ícones de alma jovem. “A promoção do Brasília Shopping está afinada ao tema moderno e inovador da decoração. Vamos presentear os consumidores com o melhor carro do ano segundo a Associação Brasileira da Imprensa Automotiva”, conta.

Além de trazer magia aos freqüentadores, a época também movimenta as contratações do centro comercial. O Brasília Shopping prevê aumento de 10% no quadro de funcionários temporários. De acordo com Geraldo Mello, o investimento do shopping no Natal de 2010 entre a promoção, a mídia e a decoração é de R$1,3 milhão. “Nossa idéia é proporcionar momentos especiais na data comemorativa mais importante para o público e para o comércio. A expectativa é de um aumento de 15% nas vendas e 10% no fluxo de pessoas em relação ao Natal de 2009”, ressalta o superintendente.

Urbia leva shoppings à cidades do Centro-Norte

Parauapebas (PA), Marabá (PA), Boa Vista (RR), Várzea Grande (MT) e Três Lagoas (MS). Municípios que somam juntos cerca de 900 mil habitantes, menos do que tem sozinha a cidade de Campinas, a maior do interior paulista. Até pouco tempo atrás, dificilmente alguém pensaria em um shopping nessas cidades do Centro-Norte do país. Mas a saturação de projetos nas grandes capitais, onde o custo do terreno disparou, aliada ao aumento do poder aquisitivo da população mais pobre, tem levado empreendedores como a Urbia a explorar rincões brasileiros.

Criada há apenas dois anos pelo engenheiro André Agostinho e o economista Dario Noronha, a Urbia tem na manga cinco projetos que somam R$ 420 milhões para os próximos três anos. Seu interesse inicial foi por pequenos centros comerciais (“street centers”), mas os sócios investidores (Harpia Ventures e Rimal) quiseram enveredar por grandes empreendimentos.

Cada um dos projetos da Urbia preenche dois requisitos básicos: a cidade está prestes a receber uma enxurrada de investimentos do setor privado ou já anda em ritmo acelerado devido ao bom momento da sua principal atividade econômica. A ambição da Urbia é ser a primeira a instalar um shopping nesses locais, mas ela não está só.

Marabá, por exemplo, com 200 mil habitantes, teve dois shopping lançados neste ano. O primeiro foi o da AD Shopping que, em parceria com o Grupo Leolar, do Pará, anunciou em julho que pretende inaugurar o seu Shopping Pátio Marabá, de 32 mil m² de área bruta locável (ABL), em 2012.

Em setembro, foi a vez da Urbia apresentar o projeto do Unique Shopping Marabá, de 33 mil m² de ABL, que será aberto em 2013. O palco da disputa é a cidade polo do novo projeto siderúrgico da Vale do Rio Doce, que contratou milhares de funcionários para o local. “Vai ser uma briga boa”, resume Dario Noronha, sócio da Urbia.

Ex-IBM e AT&T, Noronha estreou no negócio de shoppings como consultor e se tornou investidor. Na disputa por lojas âncoras e satélites para os empreendimentos em Marabá, o empresário reconhece que os dois shoppings, distantes cerca de dois quilômetros apenas, vão ter dificuldades no início. “Quem saiu na frente vai se sustentar”, garante Toni Bonna, diretor da AD Shopping, que investiu R$ 160 milhões no Pátio Marabá, onde serão erguidas uma torre comercial e dois hotéis. “É uma região próspera onde a população não contava com empreendimentos desse tipo, que ofereçam conforto e segurança”, diz o diretor da varejista Esplanada, Ely Barreiros, que vai abrir uma loja no Pátio Marabá e outra no Unique de Paraupebas, outro projeto da Urbia, distante 160 quilômetros.

Em Parauapebas, uma jovem cidade de 22 anos que tem a operação de extração de ferro da Vale como principal atividade, será inaugurado em março o primeiro shopping da Urbia. “Nós tivemos que instalar uma subestação de energia na cidade, que não estava preparada para receber um shopping”, diz Agostinho, da Urbia. A maior parte dos recursos em Paraupeba e Marabá vem do Banco da Amazônia.

Outros empreendimentos da Urbia estão em Boa Vista, única capital do país sem shopping; em Várzea Grande, que deve se beneficiar com a Copa de 2014 devido à proximidade com o futuro estádio na capital, Cuiabá; e em Três Lagoas, considerada a capital mundial da celulose.

Makro amplia rede e vai até o cliente

Uma das primeiras medidas que o venezuelano Roger Laughlin tomou ao chegar ao comando da rede atacadista Makro no Brasil, há nove meses, foi procurar cliente. Nada menos que 380 pessoas foram contratadas para visitar hotéis, restaurantes e empresas de “catering” (fornecedoras de refeições), segmento chamado de “horeca” no jargão do setor, estratégico para a companhia holandesa.

Os profissionais visitam os estabelecimentos, informam sobre as ofertas e descobrem quais falhas precisam ser corrigidas no mix de produtos das 76 lojas no país. As vendas para o segmento, que estavam praticamente estagnadas até janeiro, começaram a reagir e, no acumulado de julho a outubro, cresceram mais de 30%.

Em 2011, Laughlin vai lançar a venda personalizada na unidade do cliente, com serviço de entrega; e aumentar a diversificação das atividades no país, com novos postos de combustíveis e a criação de lojas de conveniência. “Não se pode ter um negócio e esperar que o cliente venha até você”, diz o executivo de 59 anos, que começou sua relação com o Makro há 16 anos, quando tinha uma importadora em Caracas.

Enviado para o país depois de quatro anos no Makro Argentina, onde implantou o sistema Siga (Serviços Integrados Gastronômicos Argentinos), agora prepara iniciativa semelhante para o Brasil, onde comanda 8 mil funcionários. Normalmente atendidos por pequenos distribuidores, os clientes “horeca” vão receber a visita de um vendedor do Makro, que vai tirar o pedido no estabelecimento e agendar a entrega. No alvo, estão até ambulantes. “Há cooperativas que reúnem donos de barracas de lanches, instaladas em frente a fábricas, até no interior, que faturam mais do que grandes restaurantes por quilo”, diz o diretor de marketing do Makro, Gustavo Delamanha. Cerca de 30 pessoas serão contratadas para o plano piloto da versão brasileira do Siga, que começa por São Paulo.

Em 2011, a empresa vai investir em quatro novas lojas de atacado, na Grande São Paulo e no Nordeste, dois restaurantes (anexos às lojas), dez postos de combustível e dez lojas de conveniência. Estas são um negócio novo para o Makro no país. No total, serão investidos R$ 240 milhões, incluindo a reforma de pontos de venda. “Nossos postos de combustível estão instalados próximos às lojas, mas estudamos ter uma rede independente”, diz Laughlin. Nesse caso, o crescimento viria por meio de aquisições, afirma.

A compra de concorrentes também não está descartada. “Mas não precisa ser um atacado convencional”, diz Laughlin, dando como exemplo a a atacadista de limpeza e perfumaria Basualdo, adquirida pelo Makro Argentina no ano passado. Hoje, o Makro Brasil é dono de 76 lojas, 70 restaurantes e 28 postos, presentes em 24 Estados e no Distrito Federal. No ano passado, registrou receita líquida de R$ 4,6 bilhões, com alta de 6% sobre 2008, e lucro líquido de R$ 105 milhões, 15% superior. Para 2010, a meta é aumentar o índice de crescimento da receita, para 12%.

Para arrancar nas vendas, a rede vem investindo cada vez mais em não alimentos, que hoje representam 15% das vendas. “Só no Makro o dono de um estabelecimento pode encontrar tudo, desde eletrodomésticos e televisores até cama, mesa e banho”, diz Laughlin. A meta é que a receita de não-alimentos salte para 25% do total em dois anos. A sua margem é o dobro da oferecida por alimentos, diz o executivo. A participação de 25% também é almejada para os perecíveis, que hoje somam 18% das vendas.

Na estratégia da empresa, tem até uma carreta transformada em escola culinária. Lançada há dois anos, a escola itinerante busca capacitar pequenos estabelecimentos do interior do país e já visitou 33 cidades. Uma parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) está em estudo para aumentar esse atendimento em 2011. “É possível que o Makro prepare uma segunda carreta”, promete Laughlin.

Quiosque da Nutty Bavarian é inaugurado no Balneário Camboriú Shopping

Os consumidores de Santa Catarina vão poder se deliciar em mais um quiosque dos irresistíveis produtos da Nutty Bavarian (www.nuttybavarian.com.br). Desta vez, o ponto de venda dos nuts glaceados está localizado no Balneário Camboriú Shopping.

Após a instalação de um quiosque da rede no Joinville Garten Shopping, resolveu apostar na abertura do segundo ponto depois de identificarem a forte aceitação dos produtos da marca pelo público, o baixo custo de investimento, a solidez e a rápida lucratividade. “Eu procurava um retorno rápido e a Nutty me oferecia isso em até um ano e meio, enquanto que em outras franquias a média gira em torno de três anos” diz a franqueada Keila Reis.

Portanto, os consumidores que visitarem Balneário Camboriú Shopping já podem comprar as variedades de castanhas glaceadas doces (macadâmias, nozes, castanhas de caju, amendoins e amêndoas) e salgadas (amendoins, castanha de caju, amêndoas e macadâmias) vendidas em embalagens com Cone (80g) – R$ 9 (embalagem pink), Super Cone (120g) – R$ 12 (embalagem laranja), Mega Cone (160g) – R$ 15 (embalagem verde), Nutinho (160g) + brinde – R$ 16 (embalagem infantil), Nuteca (160g) + brinde – R$ 16 (embalagem infantil) e Caixa (320g) – R$ 30 (única que não é em formato de cone).

Comparada a outras redes de franquia do setor alimentício, a Nutty Bavarian exige pouco investimento (R$ 65 mil) e oferece retorno com faturamento médio mensal entre R$ 18 mil e R$ 22 mil. O fluxo de clientes por mês gira em torno de 3 mil consumidores por quiosque. Atualmente, a rede consome em média 20 toneladas de nuts por mês, somando 240 toneladas anuais, que gera um faturamento médio na casa dos R$ 10 milhões ao ano.

Canoas Shopping concede prêmio Destaques do Ano 2010

Os vencedores do Destaques do Ano Canoas Shopping 2010 foram conhecidos, na noite dessa terça-feira (23/11), em jantar realizado na Câmara de Indústria, Comércio e Serviço de Canoas (CICS) da cidade do estado do Rio Grande do Sul. O evento, que reuniu os lojistas do shopping, executivos do centro comercial e convidados, apontou as operações que mais se destacaram ao longo do ano nas categorias Empreendedor de Sucesso, Lojista do Ano e Top of Mind. O evento homenageou os premiados em festa temática inspirada nos Beatles.

Os agraciados foram escolhidos por critérios específicos de cada categoria, pela administração do Canoas Shopping (Empreendedor de Sucesso e Lojista do Ano) e por voto popular (Top of Mind). Na categoria Empreendedor de Sucesso, a Baby Center foi reconhecida como a loja que obteve êxito notável na liderança de seu empreendimento, ampliando a visão de seus negócios. Foram finalistas na categoria: Infopel e Sabor Campeiro.

O prêmio de Lojista do Ano foi para a Seychelles, que se destacou por seus investimentos, pelo aumento de vendas e pelo envolvimento em eventos ligados ao varejo. Ortobom, Unificado e Lummo Presentes foram finalistas na categoria. O Top of Mind foi conquistado pela Loja Paquetá, categoria destacada pelo voto popular, que reconhece a operação mais lembrada pelos clientes do Canoas Shopping. Foram finalistas Gaston, Gang e Maria da Praia.

“Se neste momento comemoramos a expansão do shopping e a chegada de novas operações, por outro lado, destacamos a paciente espera e a confiança dos lojistas que aqui já estavam estabelecidos”, declarou a superintendente do Canoas Shopping, Haidée Höfs, ao parabenizar os lojistas, em nome do shopping e da Mais Valor Planejamento e Gestão de Negócios, responsável pela administração do centro de compras.

Faro Urbano é o mais novo player de sucesso entre os sites de compras coletivas

Segundo André Terenciano, gerente de Marketing da empresa, essa modalidade de e-commerce oferece uma dinâmica ímpar, pois as pessoas se unem para realizar uma compra e conseguir um grande desconto, que sozinhas não conseguiriam. Em contrapartida, o empreendedor tem retorno imediato sobre o negócio. Isso reflete em giro rápido e movimenta a economia com uma agilidade jamais vista.

A negociação dos descontos fica entre 50 e 90%, e a oferta de produtos é direcionada a usuários cadastrados, que ficam “antenados” esperando uma nova oferta entrar no ar. “Com dois meses de atividade conquistamos cerca de 400 mil associados e estamos trabalhando muito na captação de boas promoções. Começamos com a praça de São Paulo e estamos, aos poucos, pulverizando para o Brasil todo”, diz Terenciano.

A compra coletiva está mudando o comportamento de compra do consumidor. Segundo André, o foco do negócio está em oferecer experiências aos clientes, baseadas em seus interesses, e não somente nas tendências do mercado de compras coletivas. Também há um cuidado especial na escolha dos fornecedores, onde verificamos sempre os melhores locais, produtos e serviços e a viabilidade das parcerias.

Hoje é possível aproveitar a força de toda a coletividade trazida por meio das redes sociais para gerar negócios. Existem diversas formas de gerar negócios na internet e a compra coletiva é uma delas. Quando se tem visibilidade e uma oferta atrativa, mesmo que por um dia, gerar negócios fica mais fácil. O Faro Urbano apresenta uma ótima oportunidade em termos de visibilidade de marca, produtos e serviços. E, adicionalmente tem um custo muito inferior comparado às mídias tradicionais, representando uma alternativa a curtíssimo prazo para movimentar negócios.

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