China diz que cortou 1,5 bilhão de toneladas de CO2 em cinco anos

A China esforçou-se para mostrar que está realmente empenhada em combater o aquecimento global, já que é a maior emissora de gases do efeito estufa na atualidade, durante a COP-16, Conferência do Clima, que ocorre em Cancún, no México. Segundo o negociador Xie Zhenhua, em cinco anos a economia chinesa cresceu anualmente de 9 a 10%, enquanto reduziu as emissões de CO2 em 1,5 bilhão de toneladas. Ainda de acordo com o negociador, mais de U$ 300 milhões foram investidos em energias renováveis no país. Apesar disto, dados Projeto Global de Carbono indicam que as emissões de CO2 por combustíveis fósseis na China dispararam nos últimos anos, de 5,1 bilhões de toneladas em 2005 para cerca de 7,34 bilhões de toneladas em 2009.

Entretanto, é fato que a China é um dos países que mais investe em energia verde. No último ranking da Ernst & Young, de novembro, o país era o primeiro em atratividade para projetos de energia renovável, passando os EUA, principalmente com grande potencialidade em energia eólica. A China ofereceu, no Acordo de Copenhague, como meta voluntária, reduzir sua intensidade de carbono, ou seja, a quantidade de gás lançado por dólar produzido pela economia.

A promessa é de cortar de 40% a 45% das emissões até 2020, em relação aos níveis de 2005. Como a tendência da economia chinesa é crescer mais nos próximos anos, esta meta não reduziria os lançamentos em números absolutos. O país ainda tem o objetivo de gerar 15% de sua eletricidade por fontes renováveis em dez anos. “As metas de redução são parte de um esforço que a China está fazendo. Reduzimos o consumo per capita em 20%. Esta é uma atitude voluntária, usando os próprios recursos, e, uma vez firmada, é um compromisso que deve ser honrado”, diz Zhenhua.

Segundo especialistas, a China está mesmo investindo pesado em energias renováveis, primeiro para não depender de outros países e, depois, para ser ela a detentora da tecnologia que só ganha valor no mercado com a crescente necessidade de fontes de energia que não poluem o meio ambiente.

Carlos Nobre, pesquisador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) explica que a China quer ser potência na área de tecnologia verde e que hoje compete com os EUA. “A China não aceita mais comprar tecnologia de outros países, ela produz muito, mas ainda assim importa tecnologia”.

A principal fonte de energia chinesa é o carvão, que emite muito CO2 na atmosfera. Como a industrialização é crescente, as emissões também são. “Mas o país está se tornando pioneiro em energia eólica e também está desenvolvendo painéis solares”, conta Tércio Ambrizzi, diretor do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP.

Assim, a briga pela posse da tecnologia verde só tende a crescer. “Os países desenvolvidos querem vender a tecnologia, já os países em desenvolvidos querem que ela seja transferida. É uma grande fonte de dinheiro. Se você notar, os países ricos preferem dar dinheiros a fundos à transferir tecnologia. Aí eles repassam bilhões, mas ganham trilhões com a venda da tecnologia”, ressalta o diretor. E claro, a China também quer abocanhar um pedaço desse mercado.

Embora deixe claro seu esforço em reduzir as emissões, o chinês ressalta a necessidade de continuar com um segundo período do Protocolo de Kyoto. “Devemos trabalhar todo juntos para combater o problema da mudança climática que é global. Mas é importante lembrar que a China tem o centésimo PIB per capita do mundo e são mais de 150 milhões de pessoas vivendo abaixo do nível de pobreza. No desenvolvimento, enfrentamos tarefas difíceis, como melhorar as condições de vida, erradicar pobreza e ao mesmo tempo proteger o ambiente e reduzir a emissão dos gases”.

Por fim, Zhenhua lembra que é importante aprender com os erros dos países desenvolvidos na busca por um crescimento sustentável e que acordos bilaterais estão sendo construídos para reduzir as emissões.

Lojas Colombo inaugura duas novas operações Premium no estado de São Paulo

A Lojas Colombo reforça sua atuação no mercado paulista com a abertura de mais duas filiais com o conceito Premium. No dia 8 de dezembro acontece evento especial de inauguração da unidade localizada no CenterVale Shopping, em São José dos Campos, no interior do Estado. No dia seguinte será a vez da filial do Shopping Granja Vianna, na cidade de Cotia.

Os investimentos nas duas unidades somam cerca de R$ 2,2 milhões. Com isso, a Colombo chega a sua sétima operação no formato Premium em São Paulo, e a 16ª do País. Em São Paulo, a grife Colombo Premium já está presente nos shoppings Parque Dom Pedro e Iguatemi Campinas, ambos em Campinas; Plaza Avenida, em São José do Rio Preto; Anália Franco e Vila Olímpia, na Capital.

No CenterVale Shopping, localizado na Avenida Benedito Matarazzo, 9403, a marca Colombo já estava presente com uma operação standard. Agora, com a evolução do formato para Premium, a loja de 785 m² privilegia o público A e B com produtos eletroeletrônicos de alta tecnologia dos mais importantes fabricantes nacionais. A filial do Granja Vianna, no km 23 da Rodovia Raposo Tavares, já nasce neste formato, com instalações que ocupam uma área de 500 m² no primeiro piso do empreendimento.

Shopping Difusora lança campanha Natal Solidário

O Natal é época de trocas de presentes, reunião com a família e reflexão. Em uma data tão importante e comemorada pelo mundo, a solidariedade também tem seu espaço. E foi pensando nisso que o Shopping Difusora, de Caruaru (PE), lança, a partir de hoje (07/12), o Natal Solidário. Paralelo à campanha Natal das Emoções do shopping, que está sorteando uma picape Frontier da Nissan, a cada R$ 50 em compras, o projeto solidário visa fazer da festa natalina de algumas crianças em uma data inesquecível.

O Natal Solidário é uma parceira com a Associação dos Portadores de Deficiência de Caruaru (Apodec), que desde 1995 atende pessoas com algum tipo de necessidade especial. Em um dos corredores do Difusora, no primeiro piso, em frente a Lojas Americanas, uma árvore de Natal estará enfeitada com cartas de natal, feito por 50 crianças da Apodec, que pedem os presentes que eles gostariam de receber, a exemplo de brinquedos, roupas, calçados, eletro-eletrônicos, entre outros. Clientes, lojistas, funcionários do shopping e população em geral poderão adotar um dos pedidos e fazer uma criança mais feliz. Uma promotora estará no local para maiores informações.

A entrega dos presentes será feita pelo Papai Noel do Shopping Difusora, no dia 23 de dezembro, durante jantar de confraternização da Apodec, que este ano comemora 15 anos, ajudando a muitos e expressando a solidariedade em suas atividades. A entrega dos presentes está sendo muito aguardada e, com certeza, esse dia vai ficar gravado na memória das crianças como um momento muito especial.

O ciclo natalino é sustentado pela solidariedade e pela luz, não a que ilumina os nossos olhos, mas o coração das pessoas. A iniciativa de doar presentes para estas crianças que têm uma vida tão difícil é muito importante. Adote uma cartinha do projeto Natal Solidário do Shopping Difusora e Apodec e torne o Natal de várias crianças especiais mais completo.

Fundada em 13 de janeiro de 1995, a Apodec tem como objetivo capacitar, profissionalizar e inserir no mercado de trabalho pessoas com deficiências físicas ou mentais. Além disso, realiza trabalhos no âmbito esportivo, atendimento em diversas áreas de saúde, como ortopedia, odontologia e pediatria, além de reforço pedagógico.

A instituição também facilita o encaminhamento dos deficientes para serviços sociais como INSS e Passe Livre. Toda a equipe acompanha de perto os associados, com visitas domiciliares, disponibilizando doações de cestas básicas, empréstimos de cadeiras de rodas entre outros benefícios. A Apodec tem mais de 300 associados e promove permanentemente ações de estímulo à inclusão social.

Caderneta de poupança soma R$ 370 bi em depósitos e bate recorde em novembro

Os depósitos na caderneta de poupança superaram os saques em novembro em R$ 4 bilhões, segundo dados do Banco Central. No mês passado, o total de recursos depositados na caderneta alcançou o patamar inédito de R$ 370 bilhões. No acumulado do ano, a poupança registra uma captação líquida recorde de R$ 32,3 bilhões, aumento de 52% em relação ao verificado no mesmo período do ano passado.

Desde maio de 2009, a poupança vem registrando entrada de recursos. No começo daquele ano, houve saída de dinheiro, devido aos efeitos da crise econômica. Os resultados do fim de ano são influenciados pelo pagamento do 13º salário. Por isso, a expectativa é de captação positiva em dezembro.

Segundo dados da Caixa Econômica Federal, que responde por 34% dos depósitos, a região Sudeste permanece com o maior número de clientes (46%), seguida pelo Nordeste (23%). Cerca de 40% dos poupadores têm entre 21 e 40 anos de idade. Em novembro, a poupança teve uma rentabilidade de 0,53%, inferior à inflação medida pelo IGP-M (1,45%). A mesma coisa aconteceu com a maioria das aplicações financeiras, como CDBs (0,81%) e fundos DI (0,81%, em média).

Porto Velho Shopping investe em promoções e presenteia clientes na capital de Rondônia

O Natal é a data mais esperada do varejo. O Porto Velho Shopping (RO) oferece vários atrativos para tornar as compras ainda mais especiais. A decoração de Natal, os eventos natalinos e a música ambiente fazem a diferença para os clientes. A novidade é a campanha promocional que sorteará um Peugeot 307 Millesim 200 1.6 flex – edição especial. Juntando R$ 200 em compras o cliente ganha um cupom para concorrer ao prêmio. E compras feitas com Visa valem cupons em triplo.

A promoção é cumulativa, ou seja, o cliente pode juntar notas de diferentes compras, e apresentá-las no balcão da promoção. O sistema computadorizado vai acumulando os pontos do cliente e, quando o valor das compras chegar a R$ 200 ele recebe um cupom. A campanha é válida para as compras realizadas no shopping, de 1º a 27 de dezembro. Ao preencher o cupom é necessário responder á pergunta: “Que shopping vai sortear um carro zero quilômetro neste Natal?”. O sorteio será dia 28, às 19h00. Informações: (69) 3218-8038.

E há várias facilidades para as compras. Recentemente foram instalados dois caixas 24 horas. Há uma agência do Banco Bradesco, um posto de atendimento do Banco do Brasil e será inaugurada a agência da Caixa Econômica Federal este mês.

O shopping espera receber 700 mil pessoas durante o período de compras para o Natal, 35% a mais que em 2009. E um horário especial de compras será programado para atender às expectativas do público.

Mantega diz que governo fará corte de gastos públicos em 2011

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem (06/12) que o Governo Federal reduzirá os gastos públicos no ano que vem. Segundo ele, que participou de um seminário Diálogos Capitais, no Rio de Janeiro, a ideia é diminuir a demanda do Estado, abrir espaço para a demanda privada e permitir a redução da taxa de juros em 2011. “Agora que a economia brasileira está recuperada (depois da crise), a partir de 2011, vamos reduzir, por exemplo, gastos de custeio. O Estado vai fazer um ajuste, diminuir subsídios e impedir a constituição de novos gastos. Esse é o desafio que nós temos, mas não é um desafio fácil”, disse Mantega.

De acordo com o ministro, o volume do ajuste ainda será definido pelo Ministério do Planejamento e pela Secretaria do Tesouro Nacional. Ele adiantou que o corte de gastos atingirá todos os ministérios e poderá afetar inclusive o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), já que alguns novos projetos poderão ocorrer em ritmo mais lento.

Mantega também deve pedir ajuda ao Congresso Nacional, para que não sejam aprovados novos projetos de lei que levarão a aumento de gastos públicos, como o reajuste salarial do Poder Judiciário e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 300, que prevê o aumento do salário de policiais e bombeiros de todo o país. Mantega também pede que o salário mínimo não seja superior a R$ 540. O ministro disse, no entanto, que o ajuste fiscal a ser feito pelo governo no próximo ano não comprometerá o crescimento econômico. “Não se trata do velho ajuste fiscal do passado, de triste memória, que derrubava a economia”, afirmou.

Segundo ele, ao fazer o ajuste, o governo poderá substituir uma política fiscal por uma política monetária. “Com a redução dos gastos públicos, principalmente de custeio, vamos gerar poupança pública e abrir espaço para a redução da taxa de juros. E, ao reduzir os juros, vamos estimular o setor privado. Esse corte de gastos abre espaço considerável para a redução dos juros, até porque o Brasil ainda está muito defasado em relação ao cenário internacional e isso causa problemas, inclusive, com o câmbio”, disse Mantega.

O ministro afirmou que, dentro de duas semanas, o governo deve anunciar medidas para estimular o aumento do crédito privado de longo prazo, para diminuir o volume de crédito oferecido pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Mantega disse ainda que o governo federal também terá desafios, a partir do ano que vem, na redução de tributos sem desequilibrar as contas públicas, na manutenção do equilíbrio das contas externas e para evitar a valorização do real frente a outras moedas. “Não é uma briga fácil. Por isso, chamo de guerra cambial”, disse.

Caixa prevê crescimento de 30% da carteira de crédito em 2011

O volume de crédito da Caixa Econômica Federal em 2011 deve crescer em torno de 30%, segundo o vice-presidente de Finanças da instituição, Márcio Percival. Segundo ele, apesar de expressivo, o crescimento do volume total de crédito é inferior ao previsto para esse ano, acima de 40%. “Para o conjunto do crédito, estamos prevendo uma expansão perto de 30 por cento. Este ano estamos crescendo 44,45%. Com o aumento da concorrência, vamos desacelerar o nosso crédito”, disse ele à jornalistas após evento.

O executivo disse que a Caixa está finalizando os cálculos para avaliar o impacto das medidas anunciadas na sexta-feira pelo Banco Central para conter a expansão do crédito no país. Percival adiantou que este impacto sobre o crédito para pessoa física será significativo.”Acho que essa medida do Banco Central vai na direção de tentar segurar um pouco o crédito … Você vai diminuir um pouco o ímpeto das pessoas pelo crédito, e com isso vai se criando condições para pensar no crédito de mais longo prazo, mais voltados para investimento e infraestrutura”, afirmou. “A gente ainda está calculando, mas podemos dizer que vai ser um impacto grande para a pessoa física, porque há um aumento do custo e a diminuição da demanda”, acrescentou.

Percival estima que o crédito para pessoa física vai crescer em torno de 20% este ano, patamar considerado sustentável por ele para os próximos anos. Ele afirmou ainda que a carteira de crédito da Caixa para o setor imobiliário vai superar R$ 60 bilhões, contra aproximadamente R$ 47 bilhões no ano passado. “Já são mais de 800 mil casa do programa Minha Casa, Minha Vida contratadas”, declarou. “Vamos crescer no ano que vem, mas não vai ser tudo isso”, finalizou.

Câmbio ajuda ceia importada ficar até 40% mais barata

Grandes redes de supermercados e o comércio especializado na venda de alimentos e bebidas típicos das festas de fim de ano anunciam produtos importados a preços de 10% a 40% inferiores àqueles pagos pelo consumidor no ano passado. A 20 dias do Natal, os estoques receberam, na semana passada, quase a totalidade das mercadorias encomendadas pelo varejo. Restam as remessas de última hora, basicamente, de mercadorias perecíveis ou que atrasaram no embarque, a exemplo das castanhas portuguesas. Só a pesquisa de preços vai dizer até que ponto os ganhos nas compras no exterior com o dólar barato frente ao real estariam sendo repassados às gôndolas.

No fechamento do mercado financeiro de sexta-feira (03/12), a moeda norte-americana foi cotada a R$ 1,685, menor valor apurado desde 5 de novembro (R$ 1,679), representando queda acumulada de 3,33% este ano. Em 2009, o recuo do dólar já havia sido recorde de 25,3%. O consumidor pode levar vantagens, agora, não só em função do repasse das baixas da taxa cambial, mas também em decorrência do aumento das importações diretas do setor supermercadista e da farta oferta de itens estrangeiros nas prateleiras, o que estimula a concorrência entre as empresas.

Conforme levantamento feito pelo jornal Estado de Minas na semana passada, nozes, uvas passas, tâmaras, figo turco, castanha potuguesa, panetones, azeites e vinhos importados são os itens mais destacados aos quais o varejo informa ter repassado o benefício da queda do dólar ou estabilidade dos preços no exterior. Uma das empresas que investiu na compra sem intermediários, o Verdemar Supermercados & Padaria, rede de cinco lojas, chega a contabilizar quase 50% de redução dos preços de panetones italianos da marca Bistefani, segundo o sócio e diretor comercial Alexandre Poni.

“Dependendo da oferta e da procura, ainda vamos ver mais reduções de preços. A variação cambial nos permitiu ofertar muito mais alimentos e bebidas e trazer novidades às lojas”, afirma. Os panetones italianos de meio quilo estão sendo ofertados a R$ 18,98, como chamarizes da lista de itens privilegiados no marketing da rede. O consumidor encontra o uísque escocês Grande Macnish a R$ 49,98 e a garrafa de 500 ml do azeite português da marca própria da rede a R$ 9,98, ante o preço de R$ 12,98 de dezembro do ano passado.

Outro benefício do dólar baixo, de acordo com Alexandre Poni, está no fato de proporcionar ao varejo compensar diferenças de preços relacionadas à sazonalidade da oferta, como no caso das frutas secas. Exemplo disso é o figo turco empacotado que o Verdemar oferece a R$ 21,98 por quilo, 12% abaixo do preço final do produto no ano passado (R$ 24,98).

A maré favorável das importações levou o comerciante Antônio Sérgio Tavares, dono do Império dos Cocos, empresa especializada em artigos de delicatessen do Mercado Central de Belo Horizonte, a remarcar para baixo o quilo da castanha portuguesa, oferecida a R$ 42 na semana passada, R$ 4 por quilo a menos na comparação com a primeira remessa. “À medida em que a oferta aumenta, a negociação com o importador é possível e nós não podemos deixar de considerar a grande concorrência com o colega ao lado e os supermercados”, afirma.

As tâmaras importadas do Irã e da Califórnia já ensaiam um comportamento mais favorável ao consumidor, com uma diminuição de quase 42% entre os R$ 24 por quilo cobrados nesta época em 2009 e os R$ 14 anunciados nas tabuletas na semana passada. Eduardo Carlos de Campos, gerente do Empório Ananda, instalado no Mercado Central de BH, diz que a oferta crescerá nas próximas semanas, sinal de que os preços têm fôlego para emagrecer, caso clássico das castanhas portuguesas. “Até uma semana antes do Natal, o consumidor deverá perceber baixas de preços”, afirma.

Corais natalinos no Praiamar Shopping

O Praiamar Shopping, de Santos, no litoral paulista, também celebra a chegada do Natal com o instrumento indispensável para uma boa apresentação musical: a voz. Quem passar pelo shopping vai ficar encantado com as apresentações dos corais Maturessência, Sintonia Fraterna e Francisquine.

Os grupos se apresentam na escadaria da entrada principal do Praiamar, às 20h00.

Confira a programação:

07/12 Coral Maturessência
13/12 Coral Sintonia Fraterna
14/12 Coral Francisquine