Consumidores terão 16 horas de compras na capital de Rondônia

O Porto Velho Shopping está com horários especiais de funcionamento oferecendo mais tempo para as compras de Natal. Desde o dia 17 de dezembro, o shopping funciona até as 23h00 e haverá a noite da virada de Natal. Pela primeira vez em Rondônia, haverá 16 horas seguidas de compras. Dia 23 de dezembro o shopping vai abrir às 10h00 e só fechará às 02h00 do dia 24.

Várias atrações culturais vão marcar a primeira virada de Natal do shopping. Dança do ventre, solo de violino e shows musicais vão tornar as compras ainda mais especiais. Os clientes também concorrem ao sorteio de um Peugeot 307 Millesim 200 1.6 flex – edição especial, ganhando um cupom ao juntar R$200 em compras. E compras feitas com Visa valem cupons em triplo. O sorteio será dia 28 de dezembro.

Shopping mira expansão maior em 2011

Para 2011, o Shopping Iguatemi, com unidades em grandes capitais como Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, já separou uma fatia dos investimentos para a entrada em cidades do interior, de acordo com o grupo, foram investido R$ 135 milhões para a construção da unidade em São José do Rio Preto, no interior paulista, que tem previsão de entrega para 2014. “É sempre bom lembrar que apostar em interior não é apenas se restringir a São Paulo e Rio de Janeiro”, afirmou Barrizzelli. “Com a economia em alta, e a classe C crescendo em larga escala, o interior do Rio Grande do Sul, Goiás, Minas Gerais e Paraná também deverão ser bombardeados com novos shoppings”, disse o acadêmico.

Nas regiões metropolitanas, o otimismo com o término de 2010 também está em alta. O Shopping D, da zona norte de São Paulo, inaugurou 15 novas operações este ano e espera encerrar 2010 com alta de 14% nas vendas em relação a igual período de 2009.

Alshop conquista mais um benefício ao varejo

O presidente da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), Nabil Sahyoun, e representantes de outras três entidades ligadas ao setor varejista, conquistaram na tarde desta segunda-feira, junto ao governo do Estado de São Paulo, a possibilidade de parcelamento em duas vezes, por parte do varejo paulista, do recolhimento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), referente às vendas do mês de dezembro de 2010.

O benefício, dado após intensas negociações entre as entidades envolvidas, poderá ser usufruído pelo varejo paulista, mediante pagamento de duas parcelas: a primeira, com data de vencimento para o próximo dia 20 de janeiro de 2011; e a segunda, com prazo estendido até 22 de fevereiro de 2011. Antes do decreto, o recolhimento do ICMS era feito uma única vez, do dia 3 ao dia 20 de janeiro.

A Alshop alerta o varejo sobre a busca por mais informações, a fim de que todos estejam cientes sobre as formas corretas de utilização desta vantagem. “É extremamente necessário um conhecimento amplo sobre as regras a serem seguidas, mas este benefício chega em boa hora ao setor, pois os varejistas atualmente vivem um dos melhores momentos dos últimos cinco anos, com vendas expressivas, fluxo de público atingindo altos índices, e lucratividade ascendente, o que torna esta possibilidade de parcelamento do recolhimento do ICMS ainda mais vantajosa à todos. E esta iniciativa mostra o apoio ao pedido das entidades para a flexibilização dos prazos de pagamentos”, ressalta Sahyoun.

Shopping D inaugura 15 operações em 2010 e prevê 14% de aumento nas vendas

O Shopping D, em São Paulo, inaugurou 15 novas operações em 2010 e espera encerrar o ano com aumento de 14% nas vendas em relação ao mesmo período de 2009. “O crescimento contínuo no número de novas operações reflete o potencial do Shopping D e reafirma o nosso compromisso com o processo de modernização constante”, afirma o superintendente do Shopping D, Antônio Mascarenhas.

Entre as principais lojas inauguradas este ano estão: TIM; uma segunda loja da Oi; Óticas Carol; Água de Cheiro;Chilli Beans; Griletto (fast food especializado em grelhados e parmegiana, com lojas em São Paulo e Minas Gerais); e Cotton R, multimarca que comercializa grifes nacionais e internacionais. O histórico inclui também a abertura das lojas Mariah & João (moda bebê e infanto juvenil, acessórios e calçados); Bij Blazi (bijouterias e acessórios); E/A Empório Alex (moda jovem); A/Z Studio (calçados e acessórios); Parada da Fazenda (comida caseira); Zen Zen (massagens terapêuticas); Auto Estima e Xika Xika (moda feminina).

Para este mês, o Shopping D prevê a inauguração das lojas Blue Berry (sorvetes preparados com iogurte); The Jeans Boutique (moda jovem unissex), A Favorita (móveis planejados), São Paulo Mania (licenciados do São Paulo Futebol Clube) e Simtec (informática).

Censo Escolar 2010: cobertura de internet é maior que presença de quadra de esporte nas escolas

No ensino médio, 94,8% dos estudantes têm acesso à internet enquanto 79,9% desfrutam de quadra de esportes nas escolas em que estão matriculados. Esses dados são do Censo Escolar 2010 e foram divulgados pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) nesta segunda-feira (20).

Se for analisada a situação do ensino fundamental, a diferença se acentua conforme baixa o nível de ensino: nos anos finais (sexto a nono anos), 85,9% das matrículas são atendidas por acesso à rede enquanto 71,3% têm quadras. Nos anos iniciais (1º ao 5º anos), 71,6% dos estudantes são atendidos com internet, mas metade deles não tem quadra esportiva nas escolas.

Questionado sobre o investimento em acesso à internet no lugar de outros itens de infraestrutura, o presidente do Inep, Joaquim José Soares Neto, disse que as “questões são complexas” e as análises devem ser “feitas com cuidado”.

O acesso à internet supera todos os outros itens de infraestrutura: quadra de esporte, biblioteca, laboratório de ciências e acessibilidade das edificações para deficientes físicos e, até, laboratório de informática. “Ao se investir em acesso à internet também está investindo em biblioteca”, disse Neto. Apenas 30,4% das escolas brasileiras nos anos iniciais têm bibliotecas. A cada dez escolas, sete delas não possuem um acervo de livros disponível para seus estudantes.

Na etapa que vai do sexto ao nono anos, 58,7% das escolas têm bibliotecas. No ensino médio a proporção de cobertura com esse item de infraestrutura é de 74%.

De modo geral, a cobertura de infraestrutura é mais deficiente nos anos iniciais. Apenas 7,6% dos estudantes nos anos iniciais (2.237.862 matriculados) possuem laboratório de ciências nas escolas. No caso do médio, a porcentagem de alunos atendidos com esse item é de 56,6% (4.726.535 de estudantes). E, para os anos finais do fundamental, o índice é de 32, 6% (4.638.376 alunos).

Ainda há pouca oferta de espaços acessíveis a deficientes físicos. Os dados do Censo Escolar apontam que apenas 12% das escolas de ensino fundamental nos anos iniciais oferece condições para pessoas que usam cadeiras de rodas transitarem por suas dependências. Na etapa de 6º a 9º anos, a porcentagem de estabelecimentos com dependências e vias adequadas é de 23,4% e, no ensino médio, o percentual chega a 31%.

LG anuncia abertura de nova fábrica no Brasil

A empresa sul-coreana LG Electronics anunciou nesta segunda-feira (20/12) que abrirá mais uma fábrica no Brasil para aumentar a produção de componentes eletrônicos no país, sem dar detalhes do montante de seu investimento nem a data do início de operações.

A LG deve “utilizar o terreno oferecido gratuitamente por uma cidade brasileira para expandir suas vendas no Brasil”, disse o porta-voz da empresa, Cho Joong-kwon, em declarações citadas pela agência sul-coreana “Yonhap”. A fábrica deverá ser instalada na cidade de Paulínia, no interior de São Paulo, para produzir refrigeradores, fogões e outros produtos a partir de outubro de 2011, segundo a “Yonhap”.

Ipsos: 43% dos brasileiros se sentem mais confiantes para investir no futuro

Levantamento realizado pela Ipsos, a pedido da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), revela que, em dezembro, 43% dos brasileiros se sentiam um pouco ou muito mais confiantes em sua capacidade de investir no futuro (o que inclui a capacidade de poupar para se aposentar ou pagar os estudos dos filhos) do que estavam há seis meses.

Considerando os segmentos da população, a confiança maior ou muito maior dos entrevistados das classes AB foi de 49%. Já em relação à classe C, houve um registro de 46% em dezembro. Dos pesquisados das classes D e E, 29% afirmaram estar muito e um pouco mais confiantes na capacidade de investir do que há seis meses.

Há ainda aqueles que acreditam que sua capacidade de investimento é a mesma de seis meses atrás. Essa opinião atingiu 40% da classe DE, mesmo percentual verificado na classe AB e também 36% da classe C. Para a realização da pesquisa, foram feitas mil entrevistas em 70 cidades, incluindo nove regiões metropolitanas, entre os dias 9 e 15 de dezembro.

Comparando as regiões do País, os entrevistados do Norte/Centro-Oeste foram os que se mostraram mais confiantes para investir no futuro em dezembro, na comparação com seis meses atrás. Essa percepção atingiu 64% da região. Em seguida, nas regiões Nordeste e Sudeste, 48% e 40% dos entrevistados, respectivamente, se sentiram um pouco ou muito mais confiantes. Na região Sul, o índice atingiu 39%.

Por outro lado, 48% dos entrevistados do Sul sentiram que sua capacidade de investimento era a mesma de seis meses atrás, contra 40% do Sudeste, 25% do Nordeste e 21% do Norte/Centro-Oeste.

De maneira geral, 17% dos entrevistados se disseram um pouco ou muito menos confiantes para investir no futuro. Dos entrevistados das classes D e E, 25% tiveram essa opinião em dezembro, ao passo que nas classes C e AB o percentual foi de 16% e 10%, respectivamente.

Quanto às regiões, no Sudeste, 19% das pessoas estavam menos confiantes do que há seis meses com o quesito investimento futuro, seguidas pelos consumidores das regiões Nordeste (16%), Sul e Norte/Centro-Oeste (com 13% cada).

Alshop divulga balanço de vendas do último fim de semana

O clima de Natal, aliado à estabilidade da economia nacional, refletido por uma grande facilidade de crédito, somada à presença do 13º salário já no bolso da maioria dos brasileiros, foram alguns dos fatores que levaram milhões de consumidores aos 725 shoppings de todo o País neste último fim de semana antes da data de Papai Noel.

A Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), a partir de análise feita junto a mais de 20 empreendimentos de todo o Brasil, constatou que, somente nestes últimos três dias, houve um crescimento de 20% no público dos centros de compras, resultando em um avanço de 15% nas vendas, comprovando a boa fase que o varejo do setor vive no Brasil.

A Associação aponta ainda que, após nova pesquisa feita para o Natal no último dia 15 de dezembro, foi observado um pequeno aumento no porcentual de expectativa de vendas, saltando do inicial 12% para aproximadamente 13%.

Com tíquete médio estimado entre R$ 80 e R$ 110, os lojistas se prepararam bem para atender a esta demanda maior de clientes, sendo que cada um, estando em situação financeira estável, tende a comprar cerca de 20 presentes, entre itens de pequeno, médio e grande valor econômico para familiares e amigos.

E como em todo o Natal, a preferência nos itens apresenta-se bastante abrangente, como brinquedos diversos para a criançada, sem deixar de lado para as atuais tecnologias, como celulares, videogames, iPods, entre outros. Já para os adultos, e ainda na seara da tecnologia, destaque para as tevês de LCD e plasma; câmeras digitais; a convencional linha de vestuário masculina e feminina; calçados; entre outros produtos.

Por segmentos varejistas, a Alshop aponta as seguintes projeções de vendas: vestuário masculino e feminino (10%); livrarias, CDs e DVDs (14%); perfumaria e cosméticos (17%); brinquedos (13%); calçados (9%); moda esportiva (9%); eletroeletrônicos (14%); joalherias e relojoarias (9%); móveis e decoração (8%) e supermercados (11%).

“O mercado de shoppings caminha a passos largos neste período pós-crise, e a tendência é de que as principais datas do varejo, como o Natal, apresentem desempenhos cada vez mais positivos, pois a confiança dos varejistas e consumidores aumenta a cada dia, além do estímulo recebido pelos empreendedores de shoppings, o que resulta em investimentos cada vez mais consistentes para o setor”, comenta o presidente da Associação, Nabil Sahyoun.

E os centros de compras já estão funcionando com alteração em seus horários de funcionamento de suas lojas. Confira:

Até 23 de dezembro – 10h00 às 24h00
24 de dezembro (véspera de Natal) – 10h00 às 18h00
25 de dezembro (Natal) – 14h00 às 20h00 (abertura facultativa)
26 de dezembro – 14h00 às 20h00 (abertura facultativa)
27 a 30 de dezembro – 10h00 às 22h00
31 de dezembro – 10h00 às 16h00
1º de janeiro de 2011 – 14h00 às 20h00 (abertura facultativa)
2 de janeiro de 2011 – 14h00 às 20h00
(HORÁRIOS SUJEITOS A ALTERAÇÕES DE ACORDO COM CADA SHOPPING)

Dirceu duvidou de recuperação de Lula após mensalão

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu deixou o governo em 2005 duvidando da capacidade que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria para se recuperar dos estragos que o escândalo do mensalão causou à sua imagem. Dois meses depois do seu afastamento, Dirceu disse a um amigo americano que Lula dificilmente seria reeleito nas eleições de 2006 e afirmou que ele poderia desistir de concorrer a um novo mandato se ficasse “deprimido”.

De acordo com um despacho diplomático americano obtido pela organização WikiLeaks, Dirceu considerava mais provável uma vitória da oposição em 2006 e previu que o candidato do PSDB à Presidência seria o então prefeito de São Paulo, José Serra. Nenhuma das previsões de Dirceu se confirmou. O presidente Lula foi reeleito em 2006, derrotando o tucano Geraldo Alckmin. Serra, que Lula vencera em 2002, só voltou a ser candidato neste ano, quando foi batido pela candidata governista, Dilma Rousseff.

O despacho com as opiniões de Dirceu é um dos milhares de telegramas da diplomacia americana obtidos pelo WikiLeaks. A Folha e outros seis jornais têm acesso ao material antes da sua divulgação no site da organização (www.wikileaks.ch). O pacote de documentos inclui relatos de duas conversas que Dirceu teve fora do governo com um assessor especial do Departamento de Estado dos EUA, William Perry, um especialista em assuntos latino-americanos que viveu no Brasil e conhece Dirceu há quase dez anos.

O informe de agosto diz que Dirceu procurou se distanciar dos dirigentes que assumiram o comando do PT após as eleições de 2002 e classificou como “biruta e impróprio” o esquema montado para pagar dívidas da campanha de Lula e financiar os aliados do governo.

Segundo Perry, Dirceu responsabilizou o próprio Lula pelas dificuldades enfrentadas pelos petistas, criticando-o por não ter ajudado a organizar um sistema que desse ao PT “fontes de recursos empresariais legítimas”. Perry voltou a encontrar Dirceu em outubro de 2005, quando faltava pouco mais de um mês para que ele tivesse seu mandato de deputado federal cassado pela Câmara.

No meio da conversa, o americano pediu a Dirceu sua opinião sobre a necessidade de uma reforma política no país. O ex-ministro não lhe pareceu muito interessado em debater o assunto, mas criticou o modelo de financiamento dos partidos. “Dirceu admitiu que habitualmente gastou o dobro do que declarou em suas campanhas e que todos os políticos brasileiros empregam algum tipo de caixa dois”, afirma o relato do encontro.

Segundo Perry, Dirceu acusou adversários de hipocrisia e disse que irregularidades eram inevitáveis num país em que “políticos não gostam de ser vistos pegando dinheiro e doadores não gostam de ser vistos doando”.

Dirceu disse que os informes sobre seus contatos com a diplomacia americana não refletem com fidelidade suas opiniões e omitem críticas que ele diz ter feito à política externa dos Estados Unidos. “Isso aí é a versão deles para o que eu falei, mas não é exatamente o que eu penso”, disse na sexta-feira, em entrevista por telefone, de Lisboa. “Quem escreve esses telegramas às vezes quer mostrar serviço e não registra o que não interessa para eles.”

Dirceu afirmou que não era tão pessimista sobre as chances de Lula se reeleger. Ele riu do telegrama que relata a conversa em que ele teria admitido o uso de caixa dois em suas campanhas.

Na noite de sábado, o escritor Paulo Coelho, que é amigo de Dirceu e diz ter conversado com ele sobre o WikiLeaks num almoço nesse dia, publicou em seu blog comentários feitos pelo ex-ministro sobre o conteúdo dos telegramas americanos.