Férias no Shopping Barra com cinema 6D e pinball humano

Duas atrações inéditas em Salvador prometem atrair as crianças para o Shopping Barra nessas férias. O Cinema com seis dimensões e o Pinball já estão instalados na praça principal do shopping.

No gigantesco e colorido Pinball inflável, as crianças vivem a experiência de entrar no brinquedo e se tornar a própria “bola humana”, enquanto que a brincadeira é assistida por um boneco de jogador de pinball. Os materiais infláveis garantem segurança aos participantes que podem ter entre 3 e 12 anos. Uma sessão dura seis minutos e permite a presença de até seis crianças.

A outra novidade é o Cine 6D, simulador de filmes em 3D unido a efeitos especiais de vento, chuva, cheiro e luzes, proporcionando uma experiência sensorial em seis dimensões. O cinema possui oito poltronas e os espectadores, munidos de óculos especiais, têm a sensação de estarem dentro da imagem projetada. Há seis opções de filmes com duração média de cinco minutos: A Mina de Ouro, Viagem Interplanetária, Parque dos Dinossauros, Viagem ao Fundo do Mar, A Fábrica de Chocolate e Trem Fantasma. Crianças a partir de cinco anos podem participar das sessões.

Os dois brinquedos são operados por equipes de monitores especializados e dispõem de todos os recursos para garantir segurança e tranquilidade durante as atividades. “Nessa época do ano a praça principal é reservada ao lazer infantil. Procuramos inovar, trazendo novidades a cada ano”, diz Karina Brito, gerente de marketing do Barra. O valor do ingresso para a utilização de cada brinquedo é de R$ 8.

Brasil encerra dezembro com venda recorde de veículos

As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil em dezembro bateram o recorde histórico de março de 2010, somando 361,3 mil unidades, informou uma fonte com acesso aos dados à Reuters nesta segunda-feira (03/01).

Em todo o ano de 2010, as vendas somaram 3,33 milhões de unidades, um crescimento de 10,6% sobre as 3,01 milhões de 2009. O volume anual confirma expectativa da indústria sobre o quarto recorde consecutivo nas vendas do setor. Na comparação com novembro, as vendas de dezembro foram 16% maiores e ante o mesmo mês de 2009 houve alta de 30%.

O desempenho ocorreu mesmo com o Banco Central (BC) tomando medidas no início do mês passado para enxugar liquidez da economia e conter a inflação. “Houve um certo incentivo das empresas para desovar estoques e antecipação de compra devido às medidas do BC”, afirmou o professor de economia da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite.

Ele considerou o resultado do mês passado como “um pouco exagerado” em termos de capacidade das montadoras de atender ao mercado. “Vai ser necessária uma estabilização, pelo menos em 2011, para que as empresas possam adequar sua capacidade de oferta ao crescimento da demanda”, comentou.

Entre as medidas adotadas pelo BC está o aumento no nível de compulsório exigido dos bancos para financiamentos à pessoa física com prazos acima de 24 meses. Antes da decisão do BC, o prazo médio de financiamento de veículos estava em 42 meses. “As concessionárias acabaram mantendo algumas das condições de financiamento no final de 2010, mas as medidas do BC começarão a fazer efeito agora”, disse Leite, que aposta em queda ou estabilidade das vendas de carros no primeiro trimestre de 2011 sobre um ano antes.

Para 2011, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) espera renovação do recorde visto em 2010, para 3,63 milhões de veículos, incluindo também caminhões e ônibus.

Embora a Fiat tenha mantido a liderança do setor em 2010, General Motors e Ford apresentaram os maiores crescimentos percentuais de vendas entre as quatro principais montadoras de veículos instaladas no Brasil. A montadora italiana encerrou 2010 com vendas de 760.495 automóveis e comerciais leves no País, alta de 3,2% sobre o volume vendido em 2009 e se aproximando do limite de sua capacidade produtiva atual de cerca de 800 mil unidades anualmente.

Diante do quadro, a Fiat anunciou no final de 2010 investimento de R$ 3 bilhões para construir sua segunda fábrica de automóveis no Brasil, com capacidade para 200 mil veículos por ano. A empresa espera ter vendas de um milhão de carros por ano no Brasil até 2014, em um momento em que a competição se acirra com a chegada de novas montadoras asiáticas ao mercado interno, como a chinesa Chery.

A Volkswagen comercializou 700.354 veículos em todo o ano passado no Brasil, crescimento de 2,3% sobre 2009, conforme os dados obtidos com a fonte. A General Motors registrou 657.700 emplacamentos, expansão de 10,4%. A Ford fechou o ano com 336.281 unidades vendidas, alta de 10,6%.

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) apresentará dados de vendas em dezembro e de 2010 do setor na quarta-feira (05/01). Já a Anfavea apresentará um balanço da indústria, também incluindo produção e exportações, na quinta-feira (06/01).

Empresas admitem ter preconceito com consumidores das classes C e D

Sete em cada dez empresas que atuam no mercado popular admitem existir algum tipo de preconceito ou resistência interna em suas organizações para atender o consumidor de baixa renda. Somente 20% dos profissionais consideram estar de fato preparados para fazer negócios em um mercado que movimenta cerca de R$ 900 bilhões, se considerada somente a massa de renda dos brasileiros das classes C (com renda familiar de três a dez salários mínimos) e D (um a três).

Os resultados são apontados em pesquisa realizada, a pedido da Folha, pelo Instituto Data Popular, especializado em baixa renda. No levantamento foram ouvidos 117 executivos, em cargos de comando, de cem empresas com faturamento anual a partir de R$ 100 milhões e que já oferecem produtos e serviços para a nova classe média.

Reajuste do mínimo ficará abaixo da inflação pela primeira vez em 14 anos

O governo reconheceu nesta segunda-feira (03/01), discretamente, que o reajuste do salário mínimo ficará abaixo da inflação pela primeira vez desde 1997. A portaria que elevou os benefícios previdenciários utilizou o percentual de 6,41%, mostrando qual é o cálculo oficial para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado no ano passado. Já o salário mínimo teve reajuste de 5,9% ao ser elevado de R$ 510 para 540, o que, considerando o INPC projetado, corresponde a uma perda de 0,5% de seu poder de compra.

Para repor a inflação acumulada, o mínimo deveria subir para exatos R$ 542,69, valor que provavelmente seria arredondado para R$ 545. A medida provisória que reajustou o piso salarial ainda será examinada pelo Congresso. As centrais sindicais pressionam por um aumento para até R$ 580.

De acordo com o Ministério da Previdência, o reajuste para os beneficiários que ganham acima do piso previdenciário representará despesa adicional de R$ 7,987 bilhões nos benefícios do INSS. Ao todo, serão beneficiadas 8,7 milhões de pessoas. Já o reajuste dos benefícios de até um salário mínimo, que beneficiam 15,5 milhões de pessoas, representam um custo extra de R$ 5,148 bilhões.

No texto, o governo também determina as novas alíquotas de contribuição do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) dos trabalhadores empregados, domésticos e avulsos: 8% para aqueles que ganham até R$ 1.106,90; 9% para quem ganha entre R$ 1.106,91 e R$ 1.844,83 e 11% para os que recebem R$ 1.844,84 e R$ 3.689,66. As alíquotas são referentes aos salários pagos em janeiro e serão recolhidas no próximo mês. Os recolhimentos dos salários de dezembro seguem a tabela anterior.

Previdência: principal desafio é incluir trabalhadores informais no sistema

O novo ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves, afirmou nesta segunda-feira (03/01) que um dos principais desafio da pasta será incluir os trabalhadores informais no sistema previdenciário. Ele citou também como desafio o crescimento do número de beneficiários da Previdência Social. “Temos que administrar o inchaço do sistema e as dificuldades para financiá-lo. Além disso, teremos que administrar o imenso vazio da economia informal”, disse, segundo a Agência Brasil. De acordo com Alves, as pessoas que trabalham na informalidade, apesar de não contribuírem, são cidadão e têm direitos.

Durante o discurso de posse, o novo ministro declarou que a reforma previdenciária demanda tempo e negociação com o Congresso Nacional e com a sociedade. Disse ainda que a reforma não pode ser feito de forma abrupta. Entretanto, acrescentou que, mesmo sem a reforma, é possível reduzir os trâmites burocráticos, além de aumentar a qualidade do atendimento ao cidadão.

Ricardo Eletro promove saldão

A Ricardo Eletro promove, de 6 a 9 de janeiro, o tradicional saldão de início do ano, com descontos de até 80% em todas as linhas. O evento acontece em todas as lojas da rede no Brasil e os produtos disponíveis são os de mostruários e saldo. Segundo Rodrigo Nunes, vice- presidente da Ricardo Eletro, a expectativa é vender 17% a mais em relação ao saldão do ano passado.

O estoque do saldão serão as mercadorias disponíveis nas lojas, portanto, os consumidores devem chegar cedo para garantir os preços atrativos de produtos, como eletrodomésticos, eletrônicos e eletroportáteis.

O horário de funcionamento das lojas de rua durante o saldão será de 08h00 às 19h00. As lojas de shopping abrirão de 10h00 às 22h00. Os clientes que possuem o cartão da rede terão o benefício de ter acesso aos produtos uma hora antes da abertura da loja para o público.

By Tennis seleciona para unidade em São Gonçalo (RJ)

A By Tennis, rede de calçados esportivos, realiza processo seletivo para interessados em trabalhar na loja que será inaugurada no São Gonçalo Shopping (RJ). São vagas para os cargos de vendedor e operador de caixa.

A By Tennis procura profissionais dinâmicos, maiores de 18 anos, ambos sexos, para trabalhar das 9h às 17h ou das 14h30 às 22h30, inclusive nos finais de semana. Não é necessário ter experiência. A empresa oferece benefícios como vale-refeição, assistência médica, assistência odontológica, seguro de vida, uniforme e Programa de Participação nos Resultados (pago semestralmente). A primeira etapa do processo seletivo consiste em entrevista e aplicação de teste. Depois os candidatos serão submetidos a uma dinâmica em grupo com a participação do gerente da loja.

Os interessados devem enviar currículo até o dia 10 de janeiro para o e-mail cv.expansao4@gruposbf.com.br, colocando no título da mensagem: Shopping São Gonçalo. O currículo deve ser inserido também no corpo do e-mail. Toda a comunicação, inclusive convite para processo seletivo, será feita através de SMS ou e-mail.

Classes C, D e E despejaram R$ 1,2 trilhão na economia em 2010

A festa das classes populares, que emergiram como a principal força de consumo do país, foi completa em 2010. Ao longo do ano, os consumidores das classes C, D e E, juntos, despejaram na economia brasileira nada menos do que R$ 1,2 trilhão, um terço do valor estimado do Produto Interno Bruto (PIB) nacional para o ano.

Essa enxurrada de dinheiro movimentou a economia por meio da aquisição de televisores de última geração (LCD, plasma e LED), geladeiras, fogões, móveis, computadores de mesa ou notebooks, roupas e material para a construção civil, entre outros itens de consumo. E, embora, a sede de comprar tenha como base a oferta de crédito, especialistas avaliam que ainda não há sinais de endividamento excessivo nessa camada da população.

Há um ano, a empregada doméstica Adriana Leonardo, casada e com um filho, vem conseguindo guardar uma quantia mensal regularmente na poupança. Só em dezembro ela conseguiu depositar R$ 500, dinheiro que pretendia gastar dando entrada numa TV nova. “Ganhei uma televisão e guardei no banco o dinheiro que iria gastar”, comemora. O esforço para poupar não vem impedindo que ela reforme a sua casa. No mês passado, por exemplo, Adriana comprou o material para fazer a laje. “Minha casa está bem adiantada. Estamos conseguindo reformar e poupar”, festeja.

De acordo com o sócio-diretor do instituto Data Popular, Renato Meirelles, é evidente que houve uma expansão acentuada nas linhas de financiamento para a nova classe média brasileira e que nos últimos anos elas têm sido usadas com maior frequência. “Mesmo assim, não há nenhuma pesquisa que indique uma tendência de perda do controle no uso do crédito pelas classes C e D”, garante.

Estudos elaborados pelo Data Popular mostram que 69% dos cartões de crédito em uso no Brasil estão nas mãos dos emergentes, o que significa dizer que eles movimentam 52% do dinheiro de plástico no país. No geral, diz Meirelles, os consumidores usam o crédito para equipar a casa comprando TVs, máquinas de lavar roupas e geladeira duplex (que substituem as simples de uma porta), microcomputadores, notebooks, netbooks e carros.

“Há dez anos os brasileiros não deviam porque não se emprestava dinheiro para gente pobre. Hoje, o nível de endividamento no país ainda é muito baixo, ainda tem muita roda para ser rodada até que isso se torne um problema”, acredita André Torretta, sócio-diretor da Ponte Estratégia. De acordo com ele, é claro que ainda falta educação financeira no Brasil. “Mas isso não quer dizer que nos Estados Unidos os consumidores sejam financeiramente mais educados e se endividem menos”, observa. Mesmo assim, nas classes C e D há quem troque os pés pelas mãos, como ocorre também nas classes A e B.

Losângela Rafaele Justino, auxiliar de supervisão de atendimento, tem um salário líquido de R$ 760 e reclama: “Estou endividada demais”. Com o dinheiro do contracheque, ela paga R$ 478 de mensalidade da faculdade de administração hospitalar. Isso sem contar os gastos com xerox e alimentação. “Além disso, sou uma pessoa consumista”, reconhece. Ela gosta de comprar, de andar bem vestida e de ir ao salão todo fim de semana para fazer cabelo e unha. Juntando tudo, acaba gastando R$ 1,2 mil ao mês, R$ 440 a mais do que ganha. Para administrar a vida, diz que vai empurrando com a barriga, vende os tíquetes-alimentação e mora na casa dos pais, onde tem uma TV de plasma e TV a cabo no quarto. “Ainda estou pagando a TV, que custou R$ 750. Comprei em dez vezes”, conta.

“Liquida Estoque” volta ao Shopping Bonsucesso

Pelo segundo ano consecutivo o Shopping Bonsucesso, de Guarulhos, na Grande São Paulo, realiza mais uma maratona de liquidações. O Liquida Estoque campanha promovida com quase todas as lojas do estabelecimento, exceto alimentação e serviços, acontecerá de 8 a 15 de janeiro.

A ação envolverá boa parte dos lojistas que liquidarão as mercadorias de Natal como vestuários, calçados, acessórios, entre outros produtos com descontos que variam de 10% a 70%. A expectativa do shopping é que com as liquidações as vendas mantenham-se aquecidas neste início de ano.

O Shopping Bonsucesso, depois da expansão, passou a contar com mais de 130 lojas, tornando-se o melhor local para opção de compras em Guarulhos e região, por oferecer variedades em vestuários, calçados, acessórios, bancos, perfumaria, centro de estética, salão de beleza, redes de farmácias, serviços financeiros, automotivos, eletroeletrônicos, praça de alimentação, parque indoor e circuito Cinemas.

Além do seu mix de lojas, o empreendimento tem investido em cultura e lazer, proporcionando para o seu público decorações temáticas e eventos gratuitos com celebridades.