Rae,MP apresenta campanha para o evento Frutolândia no União de Osasco

As férias no Shopping União de Osasco, na Grande São Paulo, prometem muita interação para as crianças. A campanha criada pela Rae,MP tem como foco a importância das frutas na alimentação e recebe o título de Frutolândia.

Durante todo o mês de janeiro, os pequenos vão se divertir no evento pra lá de animado, que envolve aprendizado e alimentação. O espaço temático conta com diversas brincadeiras, entre elas amarelinha de frutas e teatro de fantoches. Além disso, as crianças poderão criar e preparar deliciosos e refrescantes coquetéis não-alcoólicos à base de frutas. Especialmente aos sábados, a animação será marcada pela presença de uma atração à parte: a Frutolina, personagem principal do evento, em formato de morango, que levará muita interação ao público.

O plano de divulgação criado pela Rae,MP para potencializar o evento conta com cartazes, painéis, banner informativo, adesivos de elevadores e de carrinhos de bebê, além de banners no site. Todas as peças da campanha trazem o morango personificado como protagonista.

O evento acontece até o dia 31 de janeiro, das 14h00 às 20h00, no espaço temático montado próximo aos elevadores do mall. Para mais informações acesse www.shoppinguniao.com.br.

Culinária com muita criatividade nos cursos do Maxi Shopping Jundiaí

A Central de Cursos do Maxi Shopping Jundiaí, no interior paulista vai tornar suas férias de verão ainda mais gostosa. Para isto programou uma grade de cursos com diversas sugestões de culinária. Confira.

Vendas da Cyrela em 2010 ficam no piso da meta

A incorporadora Cyrela Brazil Realty divulgou nesta sexta-feira (14/01) vendas contratadas de R$ 6,2 bilhões em 2010, representando 99,5% do piso da faixa estimada pela companhia para o ano. As vendas no quarto trimestre foram de R$ 2,5 bilhões.

Já os lançamentos em todo o ano passado totalizaram R$ 7,6 bilhões, sendo R$ 4,5 bilhões apenas no período de outubro a dezembro. Nesse caso, o número ficou perto do ponto máximo da estimativa da empresa, segundo a prévia de resultados operacionais enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Valores Mobiliários (CVM).

Férias divertidas no Shopping Boa Vista

Até 20 de fevereiro, as férias da criançada ficarão muito mais animadas no Shopping Boa Vista, de Recife. O centro de compras está com duas divertidas atrações para a meninada: o Labirinto e o Zoopa. Os brinquedos, instalados na praça de eventos (na primeira etapa), funcionam de segunda a sexta, das 09h00 às 21h00, e aos domingos, das 11h00 às 19h00.

No Labirinto, as crianças irão enfrentar desafios como escorregos, piscinas de bolinhas e trilhas para encontrar a saída. Um instrutor orientará os participantes no início da brincadeira, e durante todo o percurso elas serão supervisionadas por recreadores. A atração é voltada para crianças de 4 a 12 anos.

Já o Zoopa, é um brinquedo de tiro ao alvo composto por quatro canhões onde os participantes ficam atirando bolinhas de espuma entre si. Para “dificultar” e deixar a brincadeira ainda mais divertida os canhões ficam girando para todos os lados. Podem participar crianças a partir de 4 anos.

RibeirãoShopping e Santa Úrsula ampliam vendas

O ano de 2010 foi marcante para os shoppings da Multiplan, de acordo com dados preliminares divulgados pela companhia. Em Ribeirão Preto, no interior paulista, os dois empreendimentos controlados pela empresa tiveram crescimento expressivo nas vendas.

O Shopping Santa Úrsula, contabilizou um aumento de 31% nas vendas totais de 2010 em relação ao ano anterior, somando R$ 109,8 milhões. No último trimestre de 2010, as vendas cresceram 43,6% em relação ao mesmo período de 2009. Já no RibeirãoShopping as vendas totais em 2010 foram de no ano passado R$ 477,4 milhões, um aumento de 15,8% em relação a 2009. No quarto trimestre, as vendas cresceram 13,1%, em relação ao mesmo período do ano passado.

Os dados preliminares da Multiplan indicam que as vendas nos seus 13 shopping centers somaram R$ 7,5 bilhões em 2010, um crescimento de 22,4% em relação a 2009. Sem incluir as áreas adicionadas ao portfólio nos últimos 12 meses, as Vendas na Mesma Área cresceram 14,6% em 2010, em comparação a 2009, e 13,8% no 4T10, sobre o 4T09. As Vendas nas Mesmas Lojas cresceram 12,4% no ano e 12,6% no quarto trimestre.

Varejo de “amostra grátis” quer se expandir no Nordeste

As chamadas “lojas de amostra grátis” ainda são novidade na capital paulista. Apesar disso, já têm planos de expansão pelo país. As empresas, que têm cerca de seis meses em São Paulo e por volta de 70 mil associados, miram o Nordeste. O motivo: as indústrias que expõem nessas lojas querem cada vez mais saber como os consumidores da região avaliam os produtos.

No modelo de negócio, o cliente visita a loja e escolhe o que quer levar para casa, com um limite preestabelecido. Há desde alimentos a cosméticos e vestuário. Em troca, tem de responder a questionário com pontos que interessam à indústria, além de pagar taxa de anuidade (de R$ 25 a R$ 50). “É a opinião dos consumidores que interessa às empresas. Trata-se de uma pesquisa imparcial, em que o cliente escolhe o produto e se propõe a dar sua avaliação”, diz Luiz Kajibata Gaeta, sócio-proprietário do Clube Amostra Grátis, que abriu uma loja na Vila Madalena em maio e conta com 17 mil associados.

Segundo ele, as empresas já demonstram interesse em colher informações de outros mercados, especialmente do Nordeste. “Diante dessa demanda, estamos nos organizando e já planejamos abrir uma unidade em Recife no primeiro semestre de 2011.”

A Sample Central, que inaugurou a sua primeira unidade em junho na região da avenida Paulista e tem 53 mil cadastros, também pretende abrir uma unidade na região no próximo ano. A região Sul é vista como outra opção. “Estamos fazendo um levantamento com a indústria e sentimos o Nordeste como forte potencial”, afirma João Pedro Borges, gerente-geral e sócio da loja.

Segundo o IBGE, o Nordeste é a região que mais aumentou sua participação no PIB (Produto Interno Bruto) entre 2004 e 2008. Além disso, ultrapassou pela primeira vez o Centro-Oeste no financiamento ao consumo, ficando atrás apenas do Sudeste e do Sul, de acordo com informações de setembro deste ano do Banco Central.

A gerente de marketing da Sadia, Patrícia Cattaruzzi, vê o conceito da loja como um “formato inovador”. A empresa já expôs dois lançamentos na Sample Central e, para a gerente, foi uma experiência positiva. “Com essa ferramenta, é possível ter um termômetro do que seria o lançamento, ao percebermos quantas pessoas o escolhem na loja, e ainda trabalhar questões específicas pelos questionários que os clientes respondem.”

As lojas de amostra grátis têm a maior parte de seu faturamento justamente das pesquisas, que são pagas pela indústria.

Motel vira refúgio para desalojados em Teresópolis

Um motel fora de operação, localizado em uma das áreas atingidas pelas fortes chuvas em Teresópolis, região serrana do Rio, serve de refúgio para várias pessoas que acabaram desalojadas devido a deslizamentos de terra e enxurradas.

O Motel Cabanas fica na altura do quilômetro 69 da BR 116 (rodovia Rio-Bahia), a nove quilômetros do centro de Teresópolis e próximo às localidades de Biquinha e Bacia. A primeira fica à beira dos rios Ipaquequé, que corta o município, e Biquinha. Já a segunda, que também se situa perto desses rios, é formada por cerca de 150 barracos erguidos em uma encosta de morro.

Com as fortes chuvas que arrasaram Teresópolis na madrugada da última quarta-feira, dezenas de moradores destas localidades foram obrigados a deixar as suas casas. Como o próprio Cabanas foi muito danificado pela enchente, ficando sem funcionar, os desalojados fizeram do lugar um abrigo improvisado, contando com a ajuda da zeladora do motel, Gabriela de Souza, 34 anos.

Aberto há mais de 40 anos, o Cabanas possui três apartamentos e nove chalés pequenos. Seis deles, que ficam perto do curso do rio Biquinha, foram considerados área de risco pela Defesa Civil e não podem ser ocupados. Outra dependência impedida de ser usada é a casa da zeladora, que fica muito próxima do Ipaquequé.

“Parecia o fim do mundo”, afirma Gabriela, sobre a enchente de quarta-feira (12/01). Ela diz que o pátio interno do motel ficou totalmente inundado. A zeladora mostra o pequeno quintal de sua casa, que fica nos fundos. Ainda cheio, o Ipaquequé corre com força muito próximo ao pátio, que é protegido por bambus. “Metade desses bambus foi embora, a água levou tudo”, diz a zeladora.

Com os poucos locais disponíveis para receber os desalojados, a saída foi aglomerar diversos deles dentro de cada cabana. Segundo Gabriela, quase 30 pessoas chegaram a utilizar os três chalés que não corriam risco, sendo que um deles chegou a ter 11 ocupantes de uma mesma família ao mesmo tempo.

Assim como quase todas as localidades atingidas pelas chuvas, o motel não tem água nem luz. Os chalés estão muito danificados, pela chuva e pela ação do tempo. Em uma das garagens do local, Gabriela improvisou seu quarto e uma pequena cozinha, onde prepara comida com as doações que chegam de outros moradores da cidade, que também dão roupas às pessoas lá instaladas. A zeladora afirma que, com as poucas condições de higiene, ela convenceu alguns dos ocupantes do motel a saírem de lá, principalmente aqueles que tinham crianças.

Uma das ocupantes do motel é a comerciante Elizabete das Graças, 54 anos, moradora da Bacia. Ela, seu marido, filhos e netos tiveram de deixar o morro devido aos deslizamentos de terra. Elizabete afirma que, antes que metade da laje de sua casa desmoronasse, ela conseguiu escapar, com a água chegando à altura do seu joelho.

Depois de passar a noite na sede das Testemunhas de Jeová, a comerciante foi ao motel na manhã de quarta-feira, em busca de abrigo. Um dos filhos de Elizabete, o armador Renato Almeida, 35 anos, chegou a se abrigar no motel junto de seus três filhos, um deles, nascido há apenas 13 dias, mas acabou saindo para buscar outro lugar para morar.

Elizabete diz que ela e o marido tinham um pequeno negócio na beira da estrada, que era o principal sustento da família. Com as enchentes, o local ficou abandonado, e os produtos foram saqueados. Ela também alega ter sofrido saques na sua casa, de onde teriam sido levados objetos e mais de R$ 1 mil em economias.

Recém saída de uma internação hospitalar, a comerciante mostra os oito remédios que é obrigada a tomar, por diversos motivos, como hipertensão, colesterol, gastrite, entre outros. “Quando acabar (o estoque de remédios), acabou. Nem quero pensar nisso”, afirma. Ela diz que parou de se medicar contra a pressão alta para garantir que o marido o faça. Ele tem um aneurisma que não foi operado, e a falta do remédio, segundo Elizabete, pode ser fatal.

Cia do Sono inaugura sete novas lojas em apenas um ano

A Cia do Sono, com sede em Glorinha (RS), operou a todo vapor em 2010 com a inauguração de sete novas lojas espalhadas pelo País. No total foram três em Minas Gerais, duas no Rio Grande do Sul, uma em Brasília e outra em Santa Catarina. Em 2011, a meta é abrir mais cinco unidades, com destaque para a chegada na região Nordeste que deve receber um estabelecimento em Maceió, e outro em Juazeiro do Norte (CE). “A partir destes investimentos,
projetamos um crescimento de 12% no faturamento global”, salienta a diretora de expansão, Letícia Pedroso Barcellos.

Além isso, um dos fatos relevantes do ano que passou foi a exportação de itens para a cidade de Boston, capital de Massachusetts, nos Estados Unidos. Foram embarcados três conteineres de colchões e travesseiros até dezembro de 2010, com a estimativa de mais outro até março deste ano.

O ponto forte da empresa continua sendo o mercado interno. Por isso, os desafios para 2011 são aperfeiçoar os colchões e boxes personalizados e desenvolver um novo modelo de travesseiro. “Os colchões personalizados proporcionam condições ortopédicas ideais e duram cerca de 40% mais do que os colchões convencionais”, explica Letícia.

Em 2010, a Cia do Sono lançou um colchão com tecnologia inédita no mercado. A nova espuma desenvolvida por técnicos da própria empresa é elaborada a partir de poliuretano flexível, que mantém a principal característica do látex: a alta densidade. Além disso, esta matéria-prima evita o corte de seringueiras e contribui para a preservação do meio ambiente.

A Cia do Sono contabilizou a produção de 1.505 colchões desenvolvidos de forma exclusiva para cada cliente, 770 boxes personalizados e 4.434 travesseiros, no ano. Em todos estes itens, a quantidade de matéria-prima processada foi de 73,5 mil quilos de espuma produzida em blocos, 7,35 mil quilos de restos de espuma flocadas e recuperadas, e 105 blocos de aglomerado produzidos com espuma reciclada.

Imóveis com maior incidência de sol chegam a valer 10% mais

A preferência por imóveis com maior incidência da luz do sol e o maior conforto e iluminação que a entrada da luz solar permite faz com que locais que possuem esta característica cheguem a valer 10% mais.

Segundo o diretor de comercialização e marketing do Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e da Rede Secovi de Imóveis, Luiz Fernando Gambi, quanto mais ao sul a pessoa mora, maior é o interesse por imóveis com grande ação da luz do sol, sobretudo nos dormitórios e na sala de estar no período da manhã. Isso porque, além de conforto, a incidência da luz solar também gera economia. Assim, explica ele, “quem prioriza a entrada de raios solares, antes de comprar é importante verificar a planta do imóvel”. Janelas voltadas para o lado Norte permitem a manutenção do calor e proporcionam melhor iluminação.

Já os imóveis voltados para a face Sul são mais frios, escuros e podem apresentar problemas como mofo, umidade e dificuldade no desenvolvimento de plantas. Por outro lado, alerta Gambi, às vezes, imóveis voltados para a face sul podem ser melhores, especialmente quando os empreendimentos voltados para o lado Norte têm a entrada dos raios solares bloqueadas por outras construções.