INFLAÇÃO – desaceleração do IGP-10 em julho se deu de forma generalizada dentre seus componentes

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FGV: desaceleração do IGP-10 em julho se deu de forma generalizada dentre seus componentes

O IGP-10 avançou 1,06% em julho, ficando abaixo da expectativa do mercado de alta de 1,18%, de acordo com os dados divulgados há pouco pela FGV.

A desaceleração em relação ao mês passado, quando o indicador subiu 1,42%, se deu de forma generalizada dentre seus componentes.

O IPA agropecuário, por exemplo, saiu de uma variação positiva de 4,91% em junho para outra de 3,32%. No mesmo sentido, o IPA industrial avançou 0,37%, abaixo da ata de 0,70% observada anteriormente.

O IPC também registrou desaceleração importante, ao oscilar de 0,49% para 0,27% no período, diante das menores elevações de preços em seis de seus oito itens.

Apenas o INCC acelerou na passagem de junho para este mês, ao mostrar expansão de 1,76%, bastante acima da elevação de 0,49% do mês passado, refletindo os reajustes de salários no setor de construção civil. Assim, o índice acumula alta de 12,18% nos últimos doze meses.

Para as próximas leituras, esperamos continuidade do movimento de descompressão dos IGPs, diante da desaceleração da alta dos preços de produtos agrícolas.

ALSHOP APOIA MAIOR EVENTO DE SEGURANÇA E PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIO DO MUNDO

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“SECURITY ESSEN 2016” OCORRE NA ALEMANHA, DE 27 A 30 DE SETEMBRO DE 2016

Há mais de 40 anos, a security essen é a feira profissional de segurança mais importante do mundo. Esteja presente quando em Essen, de 27 a 30 setembro de 2016, serão apresentadas todas as facetas do setor de segurança. Na security essen são mostradas significantes inovações no ramo de técnicas de segurança e de prevenção contra incêndio, especialistas trocam experiências e idéias sobre o atual desenvolvimento setor e são selados negócios internacionais – você não pode faltar!

Em todo o mundo a security essen é a Nr. 1 em segurança e prevenção contra incêndio. Lá se reunem todos os profissionais e empresas de renome, que ocupam alta posição no setor.

Para maiores informações visite: www.security-essen.de.

Em setembro, faça parte da Feira Internacional de Segurança mais importante do mundo!

Desejamos-lhe boa estada e bons negócios na security essen 2016!

Expectativas para o IPCA de 2017 continuaram caindo na última semana

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O mercado seguiu com importantes ajustes em suas projeções para a inflação e a taxa de câmbio, com destaque para a variação do IPCA do ano que vem, em linha com a expectativa de uma taxa de câmbio mais apreciada, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 08 de julho, divulgado há pouco pelo Banco Central.

A mediana das expectativas para o IPCA caiu de 7,27% para 7,26% para 2016 e recuou de 5,43% para 5,40% para 2017.

A mediana das projeções para a taxa Selic permaneceu em 13,25% e 11,00% para o final de 2016 e 2017, respectivamente.

Já a estimativa para o PIB foi novamente ajustada, passando de uma queda de 3,35% para outra de 3,30% para este ano, e seguiu mostrando crescimento de 1,00% para 2017.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio também foram revisadas, de R$/US$ 3,46 para R$/US$ 3,40 ao final deste ano e de R$/US$ 3,70 para R$/US$ 3,55 ao final do ano que vem.

Lideranças da UNECS se reúnem com a Presidência da República

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Cerca de 500 empresários do setor de comércio e serviços participaram, nesta quinta-feira (30), de um encontro com o Presidente da República em exercício, Michel Temer, além do ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha; do ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira; e do ministro interino do Planejamento, Orçamento e Gestão, Dyogo Oliveira. O evento teve como objetivo a aproximação de um diálogo aberto e transparente entre governo e setor produtivo.

Estavam presentes os presidentes e representantes das entidades que compõe a União Nacional das Entidades do Comércio e Serviços (UNECS), representados pelo presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB), George Pinheiro. A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CDNL) foi representada pelo vice-presidente e superintendente, respectivamente, Álvaro Silveira Junior e Éverton Correia.

Temer afirmou que o desemprego afasta os brasileiros do exercício de sua cidadania. “Para ter emprego, é preciso que a iniciativa privada aja e tenha sucesso na sua atuação. Só tem emprego, se a indústria, o comércio e os demais setores produtivos do país estiverem funcionando.” O Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, enfatizou que é importante não só usar bem os recursos, mas também “arrecadar apenas o necessário e na medida em que o equilíbrio fiscal seja atingido com uma carga tributária que aos poucos deve cair, desonerando o setor produtivo".

Michel Temer declarou se sentir mais responsável para com suas obrigações. “Quando os senhores vêm aqui para dizer, ‘olhe, senhor governante, nós estamos contigo’, eu me sentido muito mais obrigado a agir correta e competentemente em face das exigências que o país faz à classe política e governante". O presidente da CACB, George Pinheiro, reforçou a confiança dos empresários no governo para a retomada do crescimento.

Expectativa para o IPCA de 2017 mostrou queda importante

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Expectativa para o IPCA de 2017 mostrou queda importante, abrindo espaço para novas revisões baixistas nas próximas semanas

O mercado fez importante ajustes em suas projeções para a inflação, com destaque para a variação do IPCA do ano que vem, em linha com a expectativa de uma taxa de câmbio mais apreciada, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 01 de julho, divulgado há pouco pelo Banco Central.

A mediana das expectativas para o IPCA caiu de 7,29% para 7,26% para 2016 e recuou de 5,50% para 5,43% para 2017.

A mediana das projeções para a taxa Selic seguiu em 13,25% e 11,0% para o final de 2016 e 2017, respectivamente. Já a estimativa para o PIB foi ajustada, passando de uma queda de 3,44% para outra de 3,35% neste ano e seguiu mostrando crescimento de 1% no ano que vem.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio também foram revisdas, de R$/US$ 3,60 para R$/US$ 3,46 ao final deste ano e de R$/US$ 3,80 para R$/US$ 3,70 ao final do ano que vem.

Melhora da confiança do comércio e do setor de serviços se manteve em junho

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Mantendo a tendência dos últimos meses, a retomada disseminada da confiança entre os diversos setores da economia sustenta a estabilização da economia que temos observado neste segundo trimestre. Divulgados há pouco pela FGV, os índices de confiança do comércio e do setor de serviço confirmam esse movimento, com avanços 2,8 e 1,9 pontos, respectivamente, entre maio e junho.

No caso da sondagem do comércio, a melhora foi puxada tanto pela avaliação da situação corrente como das expectativas, cujos índices subiram 2,4 e 3,3 pontos no período.

Na mesma direção, a alta da confiança de serviços foi impulsionada pelo avanço de 3,0 pontos do índice de expectativas e de 1,0 ponto da avaliação da situação atual. Com isso, nota-se recuperação mais forte das expectativas quando comparamos com o desempenho da situação corrente.

Para o segundo semestre, entendemos que teremos sinais mais notáveis do retomada da atividade econômica, reforçados pela confiança em níveis mais favoráveis.

SENADO APROVA PLC QUE ATUALIZA O SIMPLES NACIONAL

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Os senadores aprovaram, nesta terça-feira (28),o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 125/2015, que atualiza a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Como houve alteração, a matéria voltará para a análise da Câmara dos Deputados.

De acordo com o diretor político parlamentar do Sistema Fenacon Sescap/Sescon, Valdir Pietrobon, o projeto que garante regras tributárias simplificadas para as empresas é de grande relevância para a economia nacional, pois contribui com a geração de emprego e renda no país. "As micro e pequenas empresas são um segmento fundamental para impulsionar o mercado de trabalho. Por isso, alterar as regras do Simples Nacional vai ajudá-las a não fechar as portas, além de aquecer a economia nacional", destacou.

Entre as mudanças aprovadas no Senado, está a elevação de R$ 3,6 milhões para R$ 4,8 milhões do teto anual da empresa de pequeno porte (EPP) e o parcelamento especial de débitos das empresas do Simples de 120 meses, com a possibilidade de redução de multas e juros. O projeto também eleva o limite de receita bruta anual para o enquadramento como microempreendedor individual, que passa dos atuais R$ 60 mil para R$ 81 mil. Além disso, isenta alguns tipos de empresa na exportação e prevê a figura do investidor anjo -pessoa com recursos que financia diretamente empreendimentos em seu estágio inicial (start up).

"O texto é bom e as mudanças propostas são relevantes e necessárias. No entanto, conforme o projeto aprovado pelos senadores, grande parte dos ajustes vai entrar em vigor somente em janeiro de 2018 e muitas empresas não têm fôlego para aguardar esta data tão distante. Além disso, o teto de R$ 4,8 milhões vai ficar defasado. Ou seja, estas alterações precisam entrar em vigor de forma mais rápida, pois muitas empresas podem não suportar até lá", ressaltou Valdir Pietrobon

Confiança da indústria manteve a tendência de recuperação em junho

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Confiança da indústria manteve a tendência de recuperação em junho, puxada pela melhora das expectativas

O índice de confiança da indústria atingiu 83,4 pontos em junho, o maior patamar registrado desde fevereiro de 2015, conforme divulgado há pouco pela leitura final da Sondagem da Indústria da FGV.

O resultado é equivalente a um avanço de 4,2 pontos na margem, superando o resultado prévio, que indicava alta de 3,9 pontos. O movimento foi impulsionado, majoritariamente, pela melhor avaliação das expectativas, cujo indicador subiu 7,5 pontos no período, com sinalização favorável para a retomada da produção.

No mesmo sentido, o índice de situação atual apresentou alta de 0,7 ponto. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada ficou praticamente estável na passagem de maio para este mês, ao passar de 73,8% para 73,9%. Dessa forma, mantendo a indicação dos diversos indicadores de confiança conhecidos nos últimos meses, essa melhora da confiança do setor industrial em junho reforça nossa expectativa de estabilização da atividade econômica já neste trimestre.

Mercado revisou suas expectativas para o IPCA e Selic

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O mercado fez alguns ajustes em suas projeções, com destaque o IPCA e a taxa Selic, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 24 de junho, divulgado há pouco pelo Banco Central.

A mediana das expectativas para o IPCA subiu de 7,25% para 7,29% em 2016 e permaneceu em 5,50% em 2017.

A mediana das projeções para a taxa Selic subiu de 13,00% para 13,25% no final de 2016 e recuou de 11,25% para 11,00% ao final do próximo ano.

Já as estimativas para o PIB permaneceram iguais para 2016 e 2017, apontando uma queda de 3,44% e uma alta de 1,00%, respectivamente.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio também permaneceram em R$/US$ 3,60 no final deste ano e de R$/US$ 3,80 no final do ano que vem.