Mais Shopping Largo 13 apresenta “O Mágico de Oz”

No próximo sábado (19/02), com opção de duas sessões (14h00 e às 17h00), o público poderá assistir, no Mais Shopping Largo 13, de São Paulo, a encenação do espetáculo teatral “O Mágico de Oz”. O clássico imortalizado pelo cinema americano em 1939 segue encantando crianças e adultos ao longo das décadas. Com duração de 40 minutos, narra a história da menina Dorothy, que vive numa fazenda com a família e seu cãozinho Totó, mas deseja estar num lugar melhor.

Ao sair de casa, a pequena Dorothy é carregada por um furacão que a leva para um mundo desconhecido, onde vive muitas aventuras ao lado de novos amigos como o Homem de Lata, o Espantalho e o Leão Covarde. No entanto, o único que poderá trazê-la de volta à casa é o Mágico de Oz.

Banco do Brasil lucra R$ 11,7 bi em 2010 e atinge novo recorde

O Banco do Brasil (BB) anunciou nesta quinta-feira (17/02) que encerrou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 4,002 bilhões, uma queda de 3,68% sobre os R$ 4,155 bilhões obtidos um ano antes. No entanto, em todo o ano de 2010, a instituição teve lucro líquido de R$ 11,7 bilhões, após R$ 10,15 bilhões em 2009, um avanço de 15% e um novo recorde entre bancos brasileiros.

Segundo estudo da consultoria Economatica divulgado em 31 de janeiro, a maior instituição financeira do País já liderava o ranking de maiores ganhos anuais de bancos brasileiros com o resultado de 2009. Em seguida, aparecem Itaú Unibanco, com lucro de R$ 10,067 bilhões também em 2009, e o resultado do Bradesco no ano passado, de R$ 10,022 bilhões.

Segundo o banco, o resultado recorrente foi apoiado em crescimento de receitas com tarifas, queda nas despesas com provisões para risco de crédito e “reavaliação atuarial de ativos e passivos da Previ-Plano I”. As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa somaram R$ 2,14 bilhões, uma queda de 27,5% sobre o quarto trimestre de 2009 e recuo de 19% ante o terceiro trimestre de 2010. No ano, essa linha de despesa caiu 8,2%.

Enquanto isso, o índice de inadimplência medido por operações de financiamento vencidas há mais de 90 dias foi de 2,3% no trimestre encerrado em dezembro, comparado a 3,3% no mesmo período de 2009 e 2,7% entre julho e setembro do ano passado. A queda na inadimplência ocorreu junto com uma alta no nível de empréstimos do Banco do Brasil, cuja carteira de crédito cresceu 19% entre o final de 2009 e 2010, para R$ 358,4 bilhões.

Nos empréstimos concedidos pelo banco, destaca-se a alta de 32% no financiamento de veículos, para R$ 27,395 bilhões. No geral, o crédito à pessoa física avançou 23,2% sobre o final de 2009, enquanto à pessoa jurídica cresceu 19,5%. Em agronegócios, a carteira cresceu 12,9%, a R$ 75 bilhões.

O Banco do Brasil encerrou 2010 com ativos totais de R$ 811,2 bilhões, 14,5% acima do apurado no ano anterior. A rentabilidade recorrente sobre patrimônio líquido médio foi de 33,6% no trimestre passado, avançando sobre os 22,5% registrados um ano antes. As receitas com prestação de serviço somaram R$ 4,227 bilhões nos três meses até dezembro, após R$ 3,606 bilhões no mesmo período de 2009.

Campanha do Riosul Shopping é eleita a melhor do ano de 2010 pela Clear Channel

A Clear Channel promove uma ação inédita neste início de ano. Além de escolher o melhor anúncio do mês, a multinacional passa também, a partir de agora, a eleger a Campanha do Ano. O objetivo desta nova ideia é valorizar ainda mais as ações que conquistaram o público e trouxeram inovações ao mercado publicitário. A primeira a receber o título trata-se da campanha “Natal no Gelo Riosul”, desenvolvida para divulgar a pista de patinação no gelo do Riosul Shopping, na capital fluminense.

Criado pela Heads Propaganda, o projeto especial, eleito como o melhor do mês de novembro de 2010, pela Clear Channel, pôde ser visto em 16 abrigos de ônibus da multinacional localizados em frente ao shopping, considerado como um dos mais tradicionais da Zona Sul do Rio de Janeiro. As peças do mobiliário urbano foram totalmente adaptadas, com destaque para a iluminação no Ad Box, alterada para causar a impressão de que um pinguim atravessou todas as paredes dos abrigos, deixando apenas a sua silhueta marcada. A imagem do pinguim aparece apenas no último abrigo, como se estivesse preso na parede congelada. Para conquistar este efeito de rompimento do gelo, foi aplicado um adesivo nas colunas, nos vidros posteriores e na caixa de publicidade.

As informações sobre a campanha do Riosul Shopping podem ser acessadas no site da Clear Channel (www.clearchannel.com.br). A exemplo da matriz norte-americana, a Clear Channel, com o apoio do Clube de Criação do Paraná, tem desenvolvido o Projeto Campanha Melhor do Mês, elegendo as melhores campanhas de seus anunciantes nas cidades brasileiras onde atua, como forma de reconhecer a criatividade em conceito e utilização de seus equipamentos.

Shopping Paralela tem atrações especiais neste Verão

O Shopping Paralela, de Salvador, está cheio de atrações divertidas para todas as idades: o jogo Paintball, a Pista de Patinação no Gelo e o Cinema 6D, além de diversas opções de lazer como os espaços infantis Brinkids e Magic Games, e também o Kart Indoor e o UCI Orient Paralela com seis salas de cinema.

O Cinema 6D, no Piso L1, garante muitas surpresas e diversão. Os efeitos especiais adaptados ao sistema 6D, além dos efeitos de luzes e som acústico, envolvem e remetem o espectador a outras dimensões sensoriais a sensação é de estar dentro do filme, podendo sentir o vento, a água, o vapor e até aromas. O funcionamento do cinema 6D é de segunda-feira a sábado das 10h00 às 22h00 e domingos e feriados, das 12h00 às 21h00.

O Paintball é uma diversão radical que consiste em um jogo onde duas ou mais equipes competem entre si, usando carregadores de bolas que soltam tinta ao atingir o adversário. A atração fica até 11 de março no shopping. A estrutura está montada no estacionamento G1 e o ticket para trinta minutos de Paintball custa R$ 45 (quarenta e cinco reais), com direito a cem bolas de tinta. O pagamento será feito em dinheiro e o funcionamento será di ariamente, das 12h00 à meia noite. Idade mínima: 14 anos.

Já a pista de patinação no gelo de 286 m² continua animando as férias de toda a família até 27 de fevereiro. A pista está na praça de eventos, piso L1, e os tickets custam R$ 20, por 30 minutos; e R$ 25, por 45 minutos (pagamento em dinheiro). O espaço conta inclusive com um trenó para as crianças menores que queiram se divertir e custa R$ 15.

O espaço Brinkids fica no piso L1 e oferece vídeo games e brinquedos como o pula-pula, escorregadeira, tombo mix, mesa de pintura, tv com dvd, livros, e ainda, conta com as presenças de monitores para cuidar das crianças. Já o Magic Games oferece uma série de jogos eletrônicos e fica no Piso L2. E para quem curte velocidade, uma opção é o Kart Indoor que fica no estacionamento G2.

O UCI Orient Paralela reúne seis salas de cinema, uma sala 3D e espaço para festa de aniversário com a comodidade de poder escolher o assento no momento da compra do ingresso.

Até a hora de cortar o cabelo da criançada vira diversão no Shopping Paralela. Assim é no salão O POP, piso L2, que além de oferecer os serviços de beleza, conta com espaço para Festas de Aniversário e brinquedos diversos, tudo com as presenças de recreadores preparados para cuidar das crianças. Mais informações na Central de Relacionamento do Shopping Paralela no telefone (71) 3555-7019.

Frozen yogurt chega ao Criciúma Shopping

O Quiosque do Yogurt, uma novidade refrescante, deliciosa e inédita na região, chegou ao Criciúma Shopping (SC). O espaço, montado na praça de alimentação, oferece o frozen yogurt, uma sobremesa cremosa, com baixas calorias, cem gramas do produto têm pouco mais de 80 calorias, menos que uma barrinha de cereal, 0% de gordura, sem conservantes e fonte de fibras, cálcio e proteínas. O frozen yogurt está disponível nos sabores natural e jabuticaba. E o cliente poderá consumir somente o sabor natural, só o de jabuticaba ou o misto dos dois sabores.

Há potes dos tamanhos pequeno, médio e grande e se desejar, o consumidor poderá escolher 20 tipos de toppings para cobrir o seu frozen yogurt. Entre os toppings estão frutas e castanhas, o que deixará a sobremesa ainda mais gostosa sem deixar de ser saudável.

O Quiosque do Yogurt é uma rede catarinense, com sede em Florianópolis. Segundo Thomás Pessoa, proprietário da empresa, a rede tem planos de expansão e crê no potencial do Sul do Estado. “Escolhemos o Criciúma Shopping, pois acreditamos que o nosso produto, que é gostoso, saudável e descolado, tem tudo a ver com os frequentadores do shopping. O nosso quiosque tem um design inovador, e as pessoas podem esperar grandes novidades”, afirma. Segundo Pessoa, o frozen yogurt é produzido com matéria-prima italiana.

Shopping Boa Vista com quiosque de fantasias e adereços

O Shopping Boa Vista, de Recife, também entrou no clima do Carnaval. Um quiosque de fantasias e adereços está funcionando, no primeiro piso da segunda etapa, para dar uma “forcinha” a quem ainda não tem roupa ou acessório para aproveitar a folia. Fantasias de colombina, marinheiro, abelhinha, espanhola e muitas outras estão disponíveis em todos os tamanhos para crianças e adultos. Além de adereços artesanais como máscaras feitas de couro; arranjos de cabelo e capas.

“Todo folião quer algo diferente e para atender todos os gostos procuramos diversificar e produzir peças criativas”, explica a artesã responsável pela produção das peças, Katarina Ribeiro. Os trajes custam a partir de R$ 30 para o público infantil e R$ 55 para adultos. Não são feitas encomendas e nem ajustes. Ao todo, são 40 itens disponíveis para o folião que quer fazer bonito no carnaval.

O stand funciona no mesmo horário do mall, de segunda a sexta, das 09h00 às 21h00, e aos domingos, das 11h00 às 19h00. Já o pagamento é feito apenas em espécie. Há 15 anos no mercado de artesanato, Katarina fornece fantasias e adereços artesanais para várias lojas no Recife e Garanhuns.

Classe média põe pressão sobre infraestrutura no Brasil

Os recentes episódios de apagões registrados em várias regiões do Brasil são uma indicação de que a infraestrutura do País pode estar sendo pressionada pelo aumento da demanda gerado pela classe média emergente, segundo afirma reportagem publicada nesta quinta-feira (17/02) pelo diário econômico britânico Financial Times. “A classe média do Brasil, em rápido crescimento, tem colocado uma grande pressão sobre o sistema elétrico, conforme as pessoas correm para comprar suas primeiras máquinas de lavar, televisões e outros eletrodomésticos”, diz o jornal.

“No dia 4 de fevereiro, oito Estados da pobre região nordeste do Brasil ficaram sem eletricidade por várias horas. O governo culpou problemas de transmissão. Quatro dias depois, um blecaute atingiu São Paulo, a maior cidade do País e seu centro financeiro”, relata o texto. Para o FT, “os blecautes renovaram a pressão sobre Dilma Rousseff, a nova presidente do Brasil, para melhorar a infraestrutura enferrujada do país antes da realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos dois anos depois”.

O texto comenta que “a energia é uma das prioridades mais urgentes”. “O Brasil espera que o consumo de eletricidade cresça 5,3% ao ano entre 2009 e 2019, exigindo um investimento total de R$ 214 bilhões”, diz a reportagem. Apesar disso, observa o jornal, os analistas dizem que o problema é mais do que apenas investimentos, mas também de planejamento, burocracia e de disputas políticas.

“São Paulo não obteve sua quota de investimento federal porque o governador local era de um partido que não faz parte da coalizão nacional no poder”, afirma a reportagem. O jornal conclui perguntando se “os fãs de esporte serão atingidos quando a Copa do Mundo e a Olimpíada forem realizadas”. “Analistas acreditam que Rousseff, uma tecnocrata que já foi ministra da Energia, terá um interesse pessoal em resolver os problemas”, finaliza o FT.

Santos vive onda de empreendimentos corporativos classe A

Depois do boom do mercado imobiliário residencial, Santos, cidade do litoral paulista, vive agora sua primeira onda de empreendimentos corporativos classe A. Grandes construtoras do país têm apostado no potencial atrativo da cidade, de olho na vasta cadeia de fornecedores da Petrobras, que também está para iniciar a construção de sua sede, nas proximidades do porto. Desde 2008 houve aumento de 250% no número de empreendimentos desse tipo aprovados pela prefeitura e, atualmente, 14 aguardam autorização.

Três dos maiores lançamentos foram feitos no fim de 2010 e estão praticamente com todas as unidades vendidas. Da área próxima ao cais à praia, o metro quadrado desses imóveis varia a partir R$ 6,5 mil. “As vendas estão acontecendo de forma rápida, a procura é grande e é um preço praticamente similar ao de São Paulo. A tendência é aumentar (o custo do metro quadrado)”, diz a diretora de Marketing da Abyara, Paola Alambert.

Em 2010 a empresa lançou três edifícios comerciais na cidade litorânea e diz que vem mais por aí. Paola conta que há dois anos, quando a Abyara estava em busca de um escritório próprio na cidade, não encontrou uma variedade de prédios que conseguissem atender uma empresa de grande porte. Acabou por se instalar no único de alto padrão disponível, um edifício na Avenida Ana Costa construído em 2009 para abrigar os negócios do armador MSC. “A maioria são empresas que têm alguma relação com o polo de óleo e gás. Qualquer companhia que forneça algum tipo de serviço para a Petrobras vai querer estar em Santos. Aí vem toda uma outra cadeia, como advogados”, afirma Paola.

Na última década, 16 empresas ligadas à exploração de petróleo e gás natural e à atividade de apoio à extração se instalaram na cidade, incluindo multinacionais estrangeiras. “A vocação de Santos é prestação de serviços, é o setor mais forte da cidade e que sempre esteve associado ao porto e ao turismo. Com a chegada das empresas e negócios ligados ao pré-sal essa vocação natural se expandiu agora num novo e promissor mercado”, afirma o prefeito João Paulo Tavares Papa (PMDB). O setor de serviços é responsável por pouco mais de 70% do PIB municipal, que em 2008 (último dado disponível), foi de R$ 24,6 bilhões, aumento de quase 25% sobre 2007. É o sétimo do Estado e 18º do país.

A Cyrela Brazil Realty lançou em dezembro seu primeiro negócio na cidade, o Wave Offices. O prédio ficará a 300 metros da sede da Petrobras, no bairro do Valongo, com valor geral de vendas (VGV) de R$ 70 milhões. São 201 unidades com áreas que variam de 42 a 66 m2, além de junções e unidades duplex na cobertura. “Tivemos compradores de uma sala até de todo o andar”, explica o diretor comercial da Cyrela, Gilson Hochman. Ele considera “espetacular” o índice de vendas desde o lançamento: mais de 80%, com contrato assinado e o primeiro depósito feito. O condomínio terá serviços da Facilities Office para soluções do dia-a-dia dos usuários que vão desde a gestão e conservação patrimonial até a organização de reuniões e eventos.

Hoje, a construtora tem uma equipe trabalhando especificamente para buscar negócios na Baixada Santista. “Estamos prospectando oportunidades. Nossa empresa felizmente é muito líquida, não temos limitadores para bons negócios”, disse, sobre o volume disponível para investir.

A Odebrecht Realizações Imobiliárias também inaugurou recentemente a comercialização do The Blue Officemall, multiuso de alto padrão com VGV de R$ 150 milhões. As plantas variam de 42 a 1.580 m². Todas as 58 lojas do shopping foram vendidas e 82% das 481 salas comerciais já têm proprietário. O metro quadrado das salas está em R$ 6,7 mil; das lojas, em R$ 11,5 mil. “Tínhamos uma expectativa muito grande do projeto antes do lançamento e as nossas previsões acabaram por se concretizar”, diz o diretor de contrato para Santos, Marcello Arduin. Em ambos os casos, a maior parte dos compradores foi o próprio santista.

BTG estuda ter uma participação na BR Malls

O BTG Pactual estuda a compra de uma participação na BR Malls, administradora do setor de shoppings no Brasil em área bruta locável (ABL), segundo uma fonte a par do assunto. “O banco pode se tornar sócio da empresa. Não precisa ser, necessariamente, o principal acionista”, afirmou.

Procurado pelo Valor, a direção do BTG negou enfaticamente o interesse, enquanto uma fonte da GP, principal acionista da BR Malls, disse desconhecer negociações nesse sentido. “Se o BTG quer uma participação, nada o impede de ir a mercado e comprar, pois o capital da companhia é bem pulverizado em bolsa. Só não sei se isso faz sentido”, disse. Ou comprar participação relevante de algum acionista individual.

Com ações no Novo Mercado da Bovespa, a BR Malls tem entre os seus principais acionistas individuais o HSBC Investments (6,87%) e Richard Paul Matheson (4,96%), presidente do conselho de administração da companhia. Ontem, a BR Malls valia R$ 6,3 bilhões na bolsa. No seu portfólio estão empreendimentos como Shopping VillaLobos, em São Paulo, e Fashion Mall, no Rio.

As conversas acontecem em paralelo a uma nova operação de empréstimo para a rede de eletroeletrônicos Casa & Video, que poderá dar ao BTG direitos de acionista na varejista. A ideia do BTG é fortalecer a rede e, dentro de um ano, tentar vendê-la por um valor maior do que seria obtido hoje. Uma “due dilligence” na Casa & Vídeo está sendo feita pela Ernst & Young e pelo escritório de advocacia Barbosa Müsnich Aragão.

Com participação em 38 shoppings, a BR Malls soma 1,1 milhão de m² de ABL. No acumulado dos nove primeiros meses de 2010, a empresa registrou receita líquida de R$ 360,5 milhões e lucro líquido de R$ 205,8 milhões. Se concretizar, uma participação societária na BR Malls seria a mais nova investida da área de “merchant banking” do BTG, responsável por administrar os investimentos de longo prazo do grupo. No portfólio da área estão a Mitsubishi Motors do Brasil, a Suzuki Motors do Brasil, Derivados do Brasil (postos de combustível Viabrasil), Estapar (administradora de estacionamentos), Rede D Or (hospitais) e Brazil Pharma (farmácias).

Até o momento, as farmácias concentram o principal negócio do BTG no varejo. Criada em setembro de 2009, a partir da compra das 396 lojas da Farmais, a Brazil Pharma hoje soma 660 pontos de venda em 12 Estados. Em 2010, o faturamento da empresa beirou o R$ 1 bilhão. “A estratégia do banco foi adquirir o primeiro ou segundo maior varejista farmacêutico de outras regiões, fora do Sudeste, o mercado mais concorrido”, diz uma fonte do setor.

Assim, a Brazil Pharma comprou a Farmais, a maior franquia nacional em redes de farmácias, a Rosário Distrital, líder no Centro-Oeste, a Guararapes, que era dona dos pontos da Farmácia dos Pobres e é a líder do setor em Pernambuco, e a Mais Econômica, a segunda maior da região Sul do país, depois da gaúcha Panvel.