Falta de escritórios coloca São Paulo e Rio de Janeiro entre as mais caras do mundo

Douglas Frye, presidente mundial da Colliers, consultoria global de venda e aluguel de imóveis comerciais, nunca tinha vindo ao Brasil, apesar de ter inúmeras informações sobre o país e de a subsidiária estar aqui desde 1997. Impressionado com o tamanho do país e com a energia e atitude dos brasileiros, Frye fala, com desenvoltura, sobre dados demográficos e ascensão da classe média. “O Brasil é o país que tem a melhor história para contar hoje”, diz o executivo. “A China ainda peca na questão da transparência.”

O executivo acaba de voltar do Fórum Mundial de Davos e se diz impressionado com a popularidade do país. “A liderança global está mudando e o Brasil é um dos principais destaques”, afirma. “Talvez vocês não percebam como usam bem a tecnologia a seu favor, vocês são grandes usuários de internet”. Mas ressalta, também, os desafios da infraestrutura e do crescimento rápido. “O Brasil terá que saber gerenciar essa expansão”, afirma.

Apesar do forte aumento de preços no mercado imobiliário brasileiro nos últimos dois anos – no mercado de escritórios, os alugueéis chegaram a dobrar em endereços mais nobres e, na média, em 2010, os preços tiveram aumento real de 17% – Frye defende que não existe bolha. “A alta dos preços dos imóveis é saudável e tem fundamento, está baseada simplesmente na demanda e oferta.”

Estudo global da Colliers mostra que São Paulo e Rio são as duas cidades do mundo com taxa de vacância (índice de escritórios vagos) mais baixas do mundo, 2,6% e 1,6%, respectivamente. Na América Latina, essa taxa é de 5,9%. Em Nova York, a vacância é de 12,4%. Em Londres está em 8,2% e em Shangai, de 13,1%.

A evolução do mercado de escritórios é recente. Apesar da crise de 2008, a rápida recuperação do mercado brasileiro e a necessidade das companhias em expandir atuação e, consequentemente, buscar espaços maiores, fez com que a oferta disponível fosse ocupada rapidamente. Em 2003, a taxa de vacância em São Paulo era de 14,7%, contra 2,6% em 2010. É uma das quedas mais expressivas em sete anos.

Desde o ano passado, as duas cidades brasileiras figuram no ranking dos aluguéis de escritórios mais caros do mundo, situação favorecida pela valorização do real frente ao dólar. Levantamento global da Colliers, com base nos preços de dezembro de 2010, mostra que o preço médio do metro quadrado no Rio custava US$ 94,74 (o que coloca a cidade na sexta posição, atrás de cidades como Hong Kong, Londres e Paris). São Paulo ficou em oitavo lugar, com aluguel médio de US$ 79,73 o m². Na Faria Lima, por exemplo, os preços pedidos já se aproximam de R$ 200.

Uma comparação com outras cidades da América Latina torna mais evidente a falta de oferta de escritórios de alto padrão no Brasil. Segundo dados da Colliers, São Paulo tem hoje menos escritórios do que Buenos Aires e Santiago e a metade da Cidade do México. Essa situação, no entanto, é temporária. O mercado é cíclico e, diante do aquecimento atual, há muitos projetos por vir. O mercado paulistano receberá cerca de 230 mil m² em 2011, 13% do estoque atual. Até 2014, a cidade de São Paulo ganhará cerca de 850 mil m2 em novos edifícios e há mais 600 mil m2 em projeto, ainda sem data de definida para lançamento.

Atualmente, São Paulo é a oitava cidade com maior quantidade de metros quadrados em construção, perde para quatro cidades chinesas, Moscou, Tóquio e Cidade do México. “O Brasil vai chegar no topo dos investimentos em 2012”, afirma, acrescentando que, com o aumento da oferta, os preços dos aluguéis devem se estabilizar.

A visita de Frye ao Brasil se justifica tanto pela importância do país no cenário global, quanto pela estratégia da companhia. A Colliers pretende fazer a aquisição de uma empresa de gestão de condomínios, mercado no qual as suas concorrentes diretas já atuam. Com faturamento global de US$ 2 bilhões em 2010, a Colliers não abre a receita no Brasil.

Inflação em SP tem leve desaceleração; alimentos sobem menos

A inflação ao consumidor em São Paulo teve ligeira desaceleração em meados do mês, conforme maiores preços de despesas pessoais e vestuário foram contrabalançadas por um arrefecimento de alimentos, transportes e saúde. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) avançou 0,56% na segunda quadrissemana de maio, ante 0,64% na primeira, informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) nesta terça-feira (17/05).

Os custos do grupo Alimentação subiram 0,20% nesta leitura, contra 0,30% na anterior. Os de Transportes, que vinham sendo pressionados pelos combustíveis, avançaram 0,87% na segunda quadrissemana, ante 1,14% na primeira. Os preços de Saúde diminuíram a alta de 1,59% para 1,36%.

Por outro lado, os preços de Despesas pessoais tiveram elevação de 0,91% nesta leitura, contra 0,88% na anterior. Os de Vestuário aceleraram a alta para 1,13%, após 1,02%. O dado da segunda quadrissemana mediu os preços de 16 de abril a 15 de maio. O IPC mede a variação dos preços no município de São Paulo de famílias com renda até 20 salários mínimos.

CREDENCIAMENTO ABERTO: Brasilshop discute o futuro dos shopping centers

No próximo dia 9 de junho, a partir das 10h30, dentro da série de apresentações realizadas durante o Congresso Brasilshop, em São Paulo, acontecerá um painel com o tema “O Futuro dos Shopping Centers”, comandado pelo presidente da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), Luiz Fernando Veiga. O evento ocorrerá nas dependências do Expo Center Norte, simultâneamente à Feira de Franquias da Brasilshop.

O cenário do mercado de centros de compras para os próximos anos; o impacto do varejo deste setor; a atual tendência de interiorização de shoppings; entre outros temas serão amplamente abordados pelo executivo, sempre abrindo espaço para os congressistas presentes fazerem suas perguntas, fazendo do painel um verdadeiro fórum de discussões.

Jornalista, garanta seu credenciamento para a cobertura desta apresentação pelo e-mail: imprensa@localhost, ou pelo telefone (11) 3284-8493. É necessário informar nome completo, veículo, RG ou CPF, e telefone de contato.

A Brasilshop 2011 – Feira e Congresso Internacional de Varejo tem o patrocínio Gold do Banco do Brasil; patrocínio Silver da Redecard e Sebrae; patrocínio Partner: Le Postiche; Giraffas; Patroni Pizza; Vila Romana; TNG; Marisol; Spoleto; Imaginarium; Preçolândia; CVC Turismo; Pontal Calçados; Chilli Beans; Colchões Ortobom e Arezzo. Apoio Institucional: ABF, Governo Federal; Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Apoio de Mídia: Jornal Brasil Econômico; Revista Istoé Dinheiro e Revista NoVarejo. Apoio: Groupon e Mastercard. A comunicação do evento fica a cargo da Brave Mkt e Design. Promoção e Organização: Ness Eventos. Realização: Alshop.

Serviço:

Painel “O Futuro dos Shopping Centers”
Palestrante: Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers)
Data: 9 de junho, de 10h30 às 12h15
Local: Centro de Convenções do Expo Center Norte – Salas Cantareira 4, 5 e 6
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo/SP
Sobre a Brasilshop

Mais um ano de sucesso e muito relacionamento com os grandes nomes do varejo nacional. Este é um dos objetivos esperados na realização da 11ª edição consecutiva da versão paulistana da Brasilshop – Feira e Congresso Internacional de Varejo, evento que, mais uma vez, acontecerá no Centro de Convenções do Expo Center Norte, em São Paulo, entre 8 e 11 de junho.

Quatro dias de atividades, sendo três deles também dedicados à apresentação de um ciclo de paineis, poderão ser acompanhadas por centenas de congressistas, entre empresários lojistas; executivos varejistas; empreendedores e profissionais de shopping de diversas áreas; além de estudantes do ensino superior e de pós-graduações, tornando a Brasilshop uma excelente oportunidade de relacionamento e novos negócios.

No ano passado, o evento recebeu um público de mais de 42 mil pessoas circulando pelos corredores da feira, realizada em parceria com a ABF Franchising Expo, e um volume de negócios concluídos estimado em R$ 66 milhões. Ainda em 2010, o Congresso recebeu personalidades de destaque do varejo, marketing, política e economia, como o jornalista Paulo Henrique Amorim, da Rede Record de Televisão, que mediou uma discussão sobre o atual cenário econômico mundial e suas perspectivas; o presidente da agência de publicidade W/Brasil, Washington Olivetto; entre outros.

Informações para Imprensa
Thiago Paes
Assessoria de Imprensa Alshop
Assoc. Bras. de Lojistas de Shopping
Tel. (11) 3284-8493 Cel. (11) 8229-8862
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C&A Iguatemi Caxias com descontos de até 40% em toda a loja

A C&A do Shopping Iguatemi Caxias, de Caxias do Sul (RS), programou uma liquidação que promete aquecer as vendas e deixar os clientes ainda mais charmosos para a estação mais sofisticada do ano. Até 18 de maio, o público da fast fashion pode comprar vários looks irresistíveis com preços incríveis.

A loja toda está com descontos que chegam a 40%. São centenas de calças, malhas, blusas de diferentes coleções para todos os gostos e estilos.

Catuaí Shopping Maringá realiza concurso para escolher nome do mascote

Um furão é o mascote do Projeto Ambiental do Catuaí Shopping Maringá (PR), escolhido por meio de votação entre os internautas. E até o dia 30 de maio qualquer pessoa poderá ajudar a escolher o nome do animalzinho, que fará parte de todo o material de divulgação do programa “Recicle suas ideias”.

Para participar, é necessário preencher um formulário que estará disponível no balcão de informações justificando o nome escolhido. Uma comissão julgadora composta por representantes do shopping e da agência de propaganda que criou a campanha escolherá o nome do mascote entre as sugestões apresentadas. O autor do melhor nome ganhará um netbook. Depois, será inaugurada a trilha ecológica Catuaí e será possível à comunidade agendar horário para visitar a reserva ao lado do shopping para conhecer a fauna e a flora locais.

China ganha com a divisão no Mercosul

Enquanto Brasil e Argentina não encontram uma solução para suas divergências comerciais, a China já vê na briga uma oportunidade de ampliar seus negócios com esses dois países. No Brasil, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o ministro do Comércio da China, Chen Deming, participam hoje (16/05) de um encontro empresarial que terá como objetivo avaliar as oportunidades de ampliação de investimentos chineses no Brasil, além de incrementar a pauta de exportações brasileiras com produtos de maior valor agregado.

Rodadas de negócios acontecerão na Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília. Chen Deming passou pela Argentina antes de vir ao Brasil e pediu que o governo argentino, juntamente com o chinês, se esforcem para diminuir atritos comerciais e para aumentar a cooperação, de benefício mútuo. “Hoje, a Argentina é um importante parceiro comercial: na América Latina só perde para a parceria entre China e o Brasil”, disse.

O comércio bilateral entre China e Argentina cresceu 53,9% no primeiro trimestre deste ano, disse Chen, em almoço com 200 empresários. No Brasil, uma delegação de 66 empresários discute as alternativas de novos negócios no País. Segundo a CNI, estarão presentes empresas chinesas das áreas de energia, infraestrutura, bancos, alta tecnologia e agronegócio. A delegação chinesa chegou ao Brasil na última terça-feira (10/05) e passou por outros estados do norte e do nordeste brasileiro, e na última sexta-feira reuniu-se com empresários paulistas na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na sexta-feira (13/05), a ministra de Indústria da Argentina, Débora Giorgi, enviou uma longa (quatro páginas) e dura carta-resposta ao ministro do Desenvolvimento brasileiro, na qual reclama da falta de diálogo entre os dois países antes da imposição de barreiras ao comércio de automóveis argentinos. A carta acusa o Brasil de não cumprir acordos que visam a equilibrar o comércio bilateral entre os dois países.

Giorgi iniciou a carta defendendo as barreiras adotadas a produtos brasileiros. “Quero enfatizar que as medidas que o governo argentino tomou se enquadram em um conjunto de acordos da Organização Mundial de Comércio e não são destinadas a nenhum país em particular, muito menos ao Brasil.”

Combate à cegueira em campanha do Cascavel JL Shopping

Dia 26 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Glaucoma e o Instituto da Visão realizará a campanha de prevenção no dia 24, das 10h00 às 20h00, no Cascavel JL Shopping (PR). A mobilização tem como principal objetivo conscientizar as pessoas sobre o fato de que essa doença é crônica, não tem cura e pode causar a perda da visão se não for tratada a tempo.

Oitenta por cento dos casos detectados não apresentam sintomas, por isso a avaliação oftalmológica é indispensável. Sabendo disso, o Instituto da Visão realiza desde sua fundação (em 1998) mobilizações para combater não só esse problema, mas também acuidade visual e catarata. As campanhas são organizadas pelo Dr. César Bressanim, chefe dos departamentos de glaucoma e córnea do centro hospitalar. Por ser professor do curso de medicina da Unioeste, o oftalmologista leva a esses eventos o apoio dos alunos da faculdade, que unem-se a toda a equipe do Instituto na disponibilização de tempo, atendimento e dedicação aos habitantes de Cascavel e região.

Mais de 7 mil cidadãos já receberam atendimento gratuito do grupo, que sabe do fato de que muitos brasileiros não têm acesso a serviços de saúde. Assim, os integrantes do Instituto da Visão oferecem os serviços à população para evitar que o caso se agrave, gerando perdas irreversíveis causadas pelo glaucoma, que atinge 65 milhões de pessoas em todo o mundo.

Além do Dr. César Bressanim, estarão presentes na Campanha de Combate ao Glaucoma os oftalmologistas Gláucio Bressanim, Maria Cristina Kobayashi e André Himauari. A programação será a seguinte: distribuição de material informativo, orientação para busca de tratamento, preenchimento de cadastro, realização de tonometria de sopro e exame de Fundo de Olho para os casos considerados suspeitos. Embora o público alvo da campanha seja o adulto, todos os interessados com mais de dez anos de idade receberão atendimento da equipe. Mais informações: (45) 2101-1155, com Aitana.

Mudanças no sistema tributário começarão em junho, diz Vaccarezza

O líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou na última sexta-feira (13/05), durante um debate na Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), que as mudanças no sistema tributário brasileiro serão feitas aos poucos e terão início em junho. Para ele, os ajustes precisam desonerar a indústria, a folha de pagamento, além de incentivar a redução da informalidade no País.

Sobre as mudanças no recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o deputado declarou que não é possível. “Isso atingiria São Paulo, então, não é possível fazer no momento. Essa mudança só poderá ocorrer se os outros estados evoluírem”, explicou.

O deputado sugeriu que a cobrança do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) na folha de pagamento poderia ser feita sobre o faturamento e não mais sobre o contrato. “Só com essa ação a folha de pagamento seria reduzida em praticamente 30%”, explicou. Ele criticou ainda a burocracia do País. Para Vaccarezza, das 183 mil leis federais, muitas são inaplicáveis e obsoletas. “Muitas leis são colidentes com a Constituição e entre si e são escritas de tal forma que você não sabe o que significa. Existe um pensamento burocrático que é um absurdo no País. A burocracia brasileira não garante segurança”, disse.

Além disso, ele criticou a defasagem dos modais de transporte. Segundo ele, os 30 anos sem investimento no setor refletiram agora em portos e aeroportos deficientes, sem capacidade de atender à demanda e um sistema ferroviário inexistente. “Não há nenhuma ferrovia que ligue o centro de produção de produtos agrícolas aos portos. Nós não temos um transporte adequado, nem de cargas, nem de passageiros”. O deputado falou ainda do sistema educacional brasileiro, “reforçando a urgência na elaboração de uma política de estado para transformar o setor no Brasil”.

No encontro, Vaccarezza declarou rapidamente sobre a importância de fazer a reforma da Previdência pensando nos próximos 30 anos. A reforma política, tão debatida nos últimos anos, também foi comentada por ele. “Nós temos um problema de representação dos grandes estados no Congresso (SP, RJ, MG e BA)”. Segundo ele, estados como Acre, Rondônia e Sergipe não precisariam ter oito representantes na Câmara, pois a questão proporcional fica desigual, quando comparados a estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.

Termina hoje no Jaú Shopping a exposição Boa Sorte: codinome esperança

Hoje é o último dia que acontece no Jaú Shopping, do interior paulista, a exposição fotográfica “Boa Sorte: codinome esperança”, do fotógrafo Flávio Nascimentos, jornalista e repórter fotográfico da Agência Estado. A mostra, promovida pelo SESI – Serviço Social da Indústria – é composta por 16 fotos coloridas sobre o cotidiano de trabalhadores rurais que vivem em assentamentos na Fazenda Boa Sorte, localizada em Restinga, município paulista.

A exposição fica aberta a visitação pública gratuita, em horário de funcionamento do Jaú Shopping.