Conheça o seu “inimigo”: dicas tributárias para as empresas de e-commerce

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Há muito tempo, o comércio eletrônico deixou de ser um “mercado do futuro” para transformar-se em uma realidade no Brasil, e a cada dia ganha mais adeptos.

Tal mudança no padrão de consumo dos brasileiros está intimamente vinculada à busca incessante do setor por inovar e facilitar a experiência de compra, seja por meio de sites “mobile” para acesso via celular, experiências de realidade virtual ou tecnologias como a RFID, NFC e geolocalização para envio de ofertas específicas.

Não por acaso, a Ebit, especializada em informações do varejo eletrônico, estima um crescimento de 12% do setor de e-commerce brasileiro em 2017, atingindo um faturamento de R$ 49,7 bilhões.

Apesar desse cenário favorável, as empresas do setor, assim como tantas outras, sofrem com as altas alíquotas e a crescente “burocratização” dos recolhimentos do ICMS. Mas nem tudo está perdido! Abaixo separamos uma série de dicas e oportunidades para você “vencer esta guerra”.

1. ICMS PARA E-COMMERCE

Desde 2016, as empresas de E-commerce convivem com uma nova sistemática de recolhimento do ICMS nas operações que destinam bens e serviços a consumidores finais, não contribuintes, localizados em outra unidade da Federação.

A mudança ocorreu por meio da Emenda Constitucional nº 87/2015, aprovada em abril de 2015 que pretendia “corrigir” a distribuição desigual do ICMS nos Estados, já que até então todo o imposto era destinado exclusivamente aos Estados de origem das mercadorias, em geral localizados nas regiões Sul e Sudeste.

Com as alterações, passou-se a exigir o recolhimento da diferença entre a alíquota interna e a interestadual do ICMS ao Estado de destino, por meio da emissão da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais (GNRE) para cada uma das operações ou mediante a inscrição como contribuinte no Estado de destino e a realização de recolhimento mensal.

Impossível negar à clara “burocratização” das operações trazida pela nova regulamentação e o consequente aumento dos custos internos das empresas em razão da necessidade de expansão da estrutura (funcionários, sistema de controle e etc) para operacionalização dos recolhimentos para cada um dos Estados.

Estas imposições, conjuntamente com a crise econômica enfrentada pelo Brasil nos dois últimos anos fizeram “muitas vítimas”. Entre os maiores prejudicados, como já se previa, estão as pequenas empresas de e-commerce que incapazes de suportar as novas imposições acabaram vendo suas atividades inviabilizadas.

Para as “sobreviventes”, ressalta-se a necessidade de observarem um roteiro detalhado de procedimentos que incluem:

  • Verificação das alíquotas dos Estados de Origem e Destino da mercadoria (interestadual e interna);
  • Cálculo da diferença e observância da proporção fixada para o ano de 2017 que será de 60% para o Estado de Destino e 40% para o Estado de Origem;
  • Estudo das legislações locais e atenção aos procedimentos e cumprimento das obrigações acessórias de cada um dos Estados.

2. REGIME ESPECIAL DE SÃO PAULO

Mas nem todas as notícias são negativas! Pelo contrário, no final do ano passado, o governo do Estado de São Paulo, a localidade com a maior concentração de empresas de comércio eletrônico do país, passou a permitir que tais empresas adotassem o Regime Especial de Tributação previsto no Decreto 57.608/2011 e passassem a atuar como substitutas tributárias.

A medida, que já era aplicada para os Centros de Distribuição de empresas varejistas, visa diminuir o acúmulo de créditos de ICMS nos casos de saídas interestaduais de mercadorias.

Importante lembrar que o Regime Especial apenas permite que a empresa de e-commerce atue como a substituta tributária das operações, mas não afasta o recolhimento do imposto, que ocorrerá na saída das mercadorias para outro Estado da Federação.

De acordo com o Governo de São Paulo, a iniciativa pretende “desonerar o capital de giro das empresas que atuam com e-commerce e reduzir seu custo operacional.”

Isso porque, as empresas de comércio eletrônico passarão a adquirir a mercadoria sem o ICMS-ST “embutido”, ou seja, com um custo de aquisição menor e não estarão sujeitas ao complexo e moroso procedimento de ressarcimento de ICMS do Estado de São Paulo.

3. OPORTUNIDADE NO ESPÍRITO SANTO:

E não foi apenas o Estado de São Paulo que resolveu “facilitar a vida” das empresas de comércio eletrônico. Muitos outros Estados oferecem benefícios específicos para o setor de comércio eletrônico, como é o caso do Espírito Santo, em que há concessão de crédito presumido nas operações interestaduais destinadas a consumidores finais, pessoa física ou jurídica, promovidas por estabelecimento que praticam exclusivamente venda não presencial.

Deste modo, o artigo 530, L-R-I do RICMS-ES define que a carga tributária efetiva do ICMS em tais casos será de 1,25% em 2017 e 1,10% em 2018.

Importante lembrar que para tanto devem ser observados alguns detalhes, como por exemplo: o contribuinte deverá ter como atividade principal o comércio varejista, ficará vedada a utilização de quaisquer outros créditos, para efeito de apuração do imposto, em relação às operações beneficiadas e, em casos de importação, o imposto ficará diferido para o momento em que ocorrer as saídas das mercadorias.

Conforme vimos acima, o ICMS está longe de ser um tema simples, na verdade o alto índice de especificidade deste imposto, torna-o um dos principais “inimigos” das empresas brasileiras.

Assim como na guerra, aqui a melhor estratégia é “conhecer o inimigo”, ou seja, entender a fundo as operações da sua empresa e conhecer as legislações locais. Só desta maneira será possível evitar autuações futuras e traçar a melhor estratégia para aproveitar todas as oportunidades oferecidas pelos Estados para as empresas de comércio eletrônico.

Transforme ideias em negócios de sucesso!

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Líderes Inspiradores estarão na Maratona Valor PME 2017

No dia 17 de outubro o Centro de Convenções Expo Center Norte recebe a edição 2017 da Maratona Valor PME. O tema dessa edição do evento é "Líderes Inspiradores" e contará com a participação de empreendedores de vários setores, do varejo às startups, apresentados como "líderes do mundo empresarial". Eles irão compartilhar ideias e contar como transformaram pequenos negócios em grandes empresa.

E não são apenas momentos de sucesso: os palestrantes vão abordar os momentos mais desafiantes, em que precisaram tomar decisões difíceis, rever projetos e, algumas vezes, dar alguns passos para tra´s antes de continuar andando em frente.

Estão confirmados: Flavio Augusto da Silva, Fundador da Wise Up; Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon; Gustavo Caetano, Fundador da Samba Tech; Thomaz Srougi, Fundador e CEO do Dr. Consulta; Adriana Auriemo, Sócia-Fundadora da Nutty Bavarian; Cleusa Maria da Silva, idealizadora da Sodiê Doces; Marcelo Cesana, Presidente da Frooty Brasil; Luis Gonçalves, Presidente da Dell EMC Commercial no Brasil e Bruno Balbinot, Fundadro e CEO da Ambar.

O evento acontece das 7h30 às 18h30. As inscrições podem ser feitas até sexta-feira, 15/09, no site. Mais informações em valorpme@fdeventos.com.br ou pelo telefone (011) 2875-4160.

Associados Alshop têm desconto na Inscrição.

Ata do Copom reforça expectativa de continuidade corte dos juros

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A ata da última reunião do Comitê Política Monetária do Banco Central (Copom) reafirmou o comunicado divulgado após a reunião quando as taxas de juros foram cortadas de 9,25% para 8,25%. Para tanto, o Comitê levou em conta o comportamento da inflação, que permanece bastante favorável, com diversas medidas de inflação subjacente em níveis baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária. A ata explicitou que o Comitê acredita que a conjuntura econômica prescreve que a política monetária permaneça estimulativa e que segundo as estimativas do comitê as taxas ex-ante atuais como inferiores à taxa estrutural. O documento apontou como riscos baixistas para o cenário de inflação, os efeitos secundários do choque favorável nos preços dos alimentos e propagação do nível baixo de inflação corrente para a inflação futura. Por outro lado, aponto o aumento dos prêmios de risco com a frustração das reformas e a reversão do cenário externo favorável para os mercados emergentes. Em linha com o comunicado da decisão, o BC sinalizou, para a próxima reunião, uma redução moderada na magnitude de flexibilização monetária, condicional à evolução da conjuntura em linha com o cenário base. Ademais, o Comitê antevê um encerramento gradual do ciclo, o que sugere que deveremos observar quedas de juros ao menos nas duas próximas reuniões. Esse documento reforça nossa expectativa de que a taxa Selic deve encerrar o ano em 7,0%.

Mercado revisou para cima expectativas de crescimento do PIB e para baixo as de inflação e de juros

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O mercado revisou para cima suas projeções para o crescimento do PIB e para baixo a mediana das expectativas em relação à inflação, segundo estimativas coletadas até o dia 8 de setembro e divulgadas há pouco pelo Relatório Focus do Banco Central. A mediana das projeções para o crescimento passou de 0,50% para 0,60% neste ano e de 2,00% para 2,10% no ano que vem. As expectativas para o IPCA de 2017 foram ajustadas para baixo, de uma alta de 3,38% para outra de 3,14%, e de 4,18% para 4,15% em 2018. Já a mediana da taxa Selic caiu de 7,25% para 7,0% no final de 2017 e de 7,50% para 7,25% no final de 2018. Por fim, a mediana das expectativas para a taxa de câmbio permaneceu em R$/US$ 3,20 para o final deste ano e em R$/US$ 3,35 para o final de 2018.

Alshop marca presença em Feira Argentina de Franquias

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O Diretor de Internacionalização e Franquias, Ricardo Camargo, representou a entidade

A Alshop marcou presença na 23ª edição da Exposição Internacional de Franchising, Licenciamento, Empreendedorismo e Negócios, realizada pela Associação Argentina de Marcas e Franquias (AAMF), HS Eventos e La Rural, Feira de Feiras de Buenos Aires de 6 a 8 de setembro. O evento reuniu 120 expositores e recebeu 8 mil visitantes.

A mostra continua a consolidar, apresentando o melhor e mais opções inovadoras para entrar na indústria de franquias, um modelo de negócios seguro e comprovado que ofereça garantias importantes para investimentos comerciais; especialmente em contextos de alta competitividade econômica.

A saber: 649 empresas argentinas oferecem franquias. Há 27.500 instalações no território, representando 22% das vendas realizadas no varejo local e 2,34% do PIB argentino. O sistema de franchising dos hermanos emprega mais de 200 mil pessoas.

Para Ricardo Camargo, representante da Alshop na Feira, "foi a oportunidade de conhecer as marcas locais e, também, compreender aquele mercado, trazendo informações e referências para as marcas e franqueadoras brasileiras que querem expandir além das fronteiras", diz.

A Alshop também ganhou um espaço exclusivo no anunário do evento. Bons negócios e boas oportunidades que surgem no horizonte.

51ª Convenção ABRAS começa no dia 12 de setembro

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De 12 a 14 de setembro, líderes supermercadistas de todo o Brasil estarão reunidos na 51ª Convenção ABRAS, no Bourbon Convention & Resort, em Atibaia (SP). Com o tema Mudanças – Vamos Juntos!, o evento traz este ano uma programação especial com palestras nacionais e internacionais, painéis e blocos do conhecimento voltados às novas iniciativas para repaginar a empresa e trazer mais lucratividade aos negócios.

A Convenção é um dos principais eventos do País focado exclusivamente no conhecimento e na reciclagem profissional de empresários do autosserviço. Este ano, traremos aos participantes novas possibilidades para melhorar a competitividade e alavancar as vendas”, destaca o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), João Sanzovo Neto.

Durante três dias, empresários de diversas partes do País contarão, também, com a 7ª edição da Exposição e Feira de Tecnologia ABRAS, que trará grandes empresas do setor para apresentar as principais tendências do varejo de alimentos.

Coletiva de Imprensa

No dia 12 de setembro, às 11h30, acontecerá a Coletiva de Imprensa da Convenção ABRAS 2017, que contará com a participação do presidente da entidade nacional de supermercados, João Sanzovo Neto, e representantes de importantes empresas: Nielsen, GfK e Kantar Worldpanel para divulgar dados inéditos de perdas em supermercados, e pesquisas sobre o comportamento do consumidor e tendências do mercado de consumo.

Cerimônia de abertura

A solenidade oficial de abertura da 51ª Convenção ABRAS está marcada para o dia 12 de setembro, às 20 horas, e irá receber líderes do autosserviço brasileiro, e representantes do governo federal e estadual. São esperados mais de 700 participantes.

Clique aqui e confira a programação completa da Convenção ABRAS 2017

51ª Convenção ABRAS

Data: de 12 a 14 de setembro de 2017

Local: Bourbon Convention & Spa Resort -Atibaia (SP)

Endereço: Rodovia Fernão Dias, s/n – km 37,5 .

Mais informações: (11) 3838-4565

Surpresa altista com a produção industrial de julho reforçou cenário de retomada da economia

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A produção industrial cresceu 0,8% entre junho e julho, descontados os efeitos sazonais, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgada ontem pelo IBGE. O resultado veio acima da nossa expectativa (estabilidade) e da mediana do mercado (crescimento de 0,4%), segundo coleta da Bloomberg. Na comparação interanual, a produção industrial subiu 2,5%, acumulando alta de 0,9% este ano. Esse resultado refletiu o crescimento de 14 dos 24 setores pesquisados, com destaque para a alta na margem da produção de móveis (6,0%), equipamentos de informática (5,9%) e produtos farmacêuticos (4,8%). Na abertura por categorias de uso, a produção de bens de capital registrou o maior crescimento, de 1,9%, na mesma comparação. A produção de bens de consumo avançou 0,6%, movimento explicado pelo crescimento de 2,7% de duráveis e 1,9% de semiduráveis e não duráveis. Já a produção de bens intermediários avançou 0,9%. A produção da indústria extrativa recuou 1,5% na margem, mas ainda acumula crescimento de 5,2% este ano. Para 2017, projetamos uma melhora gradual da produção industrial, impulsionada pela retomada do consumo das famílias e pela redução da taxa de juros.

Programa de Demissão Voluntária no foco de franqueadora

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Água Doce Express é a alternativa da Água Doce para quem quer investir no primeiro negócio

O Governo Federal e alguns bancos acabam de anunciar quelançaram seus PDV’s – Programas de Demissão Voluntária. Isso significa que, em alguns meses, inúmeros profissionais qualificados estarão no mercado, muitos deles com indenizações disponíveis e o sonho de ter um negócio próprio. “Se, realmente, o profissional tem o perfil para empreender e viu que esta é a oportunidade, a franquia pode ser uma boa opção, porque oferece maior segurança por ser um negócio já testado e oferecer treinamentos e suporte para quem nunca teve seu próprio negócio”, diz Raquel Castro, Coach, especialista em Educação Corporativa e Carreira.

Pensando na alta capacidade desses profissionais e no perfil que muitos deles têm para ser bons franqueados, a Água Doce – Sabores do Brasil concederá 20% de desconto em sua taxa de franquia da nova rede de fast food da marca, a Água Doce Express.

Água Doce Express

A Água Doce – Sabores do Brasil é uma rede de restaurantes com cerca de 90 unidades distribuídas pelo País. Uma das características de suas casas é o tamanho delas: a maioria comporta de 150 a 400 pessoas confortavelmente instaladas para jantares, happy hour e almoços demorados, em família ou em grupos de amigos, nos quais se curte de verdade a boa mesa e música ao vivo. Para se instalar um ambiente deste, em estilo rústico-chique, o valor inicia-se em R$ 400 mil, mas, as casas maiores chegam a ultrapassar o valor de R$ 1 milhão de investimento.

O sucesso da marca, que tem público cativo, fez com que muitos investidores solicitassem à franqueadora um formato menor de casa, com investimento mais baixo também. O momento chegou: a Água Doce acaba de formatar seu projeto de fast food, a Água Doce Express. Serão lojas ideais para praças de alimentação, em shoppings, centros comerciais ou ruas de grande movimento, que servirão almoços, jantares e petiscos para a happy hour. “Teremos versões individuais de pratos que são um sucesso absoluto na Água Doce, como a Família Escondidinho (nas versões de carne de sol, frango, bacalhau e camarão); Filé Água Doce (parmegiana de carne, frango e peixe) e outras pedidas exclusivas da Express”, comenta Júlio Bertolucci, Diretor de Expansão.

Com a nova marca, a rede pretende dobrar de tamanho em cinco anos. “É um projeto bem diferente, que exige investimentos reduzidos e, também, de operação singular. Fizemos toda a formatação pensando neste projeto, que tem suas especificidades e exigirá um perfil de franqueado adequado a ela”, explica Bertolucci.

Numa Água Doce Express, serão investidos entre R$ 200 mil e R$ 250 mil, dependendo da localização. O valor inclui a Taxa de Franquia, de R$ 35 mil, o Projeto Arquitetônico e a implantação do negócio. O franqueado terá à disposição todo o apoio da franqueadora e nada menos do que 25 anos de experiência. “Esperamos bastante tempo para ingressar num novo mercado porque temos a plena consciência de que nossa marca tem de ser bem cuidada. Só iniciaremos o projeto Express porque temos a absoluta certeza de que temos todos os elementos para seu sucesso”, diz.

Mercado revisou para cima expectativas de crescimento do PIB e para baixo as de inflação

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O mercado revisou para cima suas projeções para o crescimento do PIB e para baixo a mediana das expectativas em relação à inflação, segundo estimativas coletadas até o dia 1 de setembro e divulgadas há pouco pelo Relatório Focus do Banco Central. A mediana das projeções para o crescimento do PIB passou de 0,39% para 0,50% neste ano e permaneceu em 2,00% para o ano que vem. As expectativas para o IPCA de 2017 foram ajustadas para baixo, de uma alta de 3,45% para outra de 3,38%, e de 4,20% para 4,18% em 2018. Já a mediana da taxa Selic permaneceu em 7,25% para o final de 2017 e em 7,50% no final de 2018. Por fim, a mediana das expectativas para a taxa de câmbio caiu de R$/US$ 3,23 para R$/US$ 3,20 para o final deste ano e R$/US$ 3,38 para R$/US$ 3,35 para o final de 2018.