SP: empreendedorismo entre as mulheres aumentará nos próximos anos, diz Sebrae-SP

Um recente levantamento do Sebrae-SP apontou que o empreendedorismo entre as mulheres deverá crescer nos próximos anos.

A previsão, segundo a Pesquisa Cenários 2020, é que o percentual de mulheres nos negócios atinja 42% na data em questão, percentual considerado importante, especialmente porque, no ano 2000, a participação das mulheres como empregadoras foi de apenas 24%. Além disso, se as expectativas do estudo se mantiverem, o público feminino também deverá se destacar na modalidade “por conta própria”, ou seja, nos empreendimentos sem empregados, passando de 32% em 2000, para 47% em 2020. Os dados mostram que as micro e pequenas empresas representam uma boa alternativa no mercado para as mulheres.

De acordo com o Sebrae-SP, por exemplo, a expectativa o ano de 2020 registre 1,5 milhão de empregadores e 3,7 milhões de empreendedores por conta própria, fato que, segundo o diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, já é aguardado pelo setor.

Para se ter uma ideia, a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílios), do IBGE, revela que em 2009 havia 1,1 milhão de empregadores no estado de São Paulo e mais de 3,3 milhões empreendedores que atuam na modalidade “por conta própria”.

Já em termos de representatividade feminina da PEA (População Economicamente Ativa) – pessoas ocupadas ou que estão procurando uma ocupação – ela também vem acompanhando tal movimento.

Segundo o consultor do Sebrae-SP, Pedro Gonçalves, a participação das mulheres na PEA, que era de 42% em 2000, deverá atingir 49% em 2020, aproximando-se assim da participação masculina. “Os dados apontam uma tendência de empate no número de homens e mulheres no mercado de trabalho até 2020”, revela o consultor. Para ele, se hoje a estimativa é de um mercado com cerca de 657 mil candidatos a empreendedor, em 2020, a projeção é que tal número aumente para 787 mil.

Upper inaugura loja no SuperShopping Osasco

A Upper, grife especializada em moda masculina, inaugura hoje uma loja no SuperShopping Osasco, na Grande São Paulo. Lançada em 2007, as roupas da Upper são opção para o homem que busca exclusividade com estilo urbano, cosmopolita. “A chegada de uma loja Upper ao SuperShopping salienta a nossa vocação que é a de oferecer um mix variado e de qualidade. Estamos buscando sempre ampliar nossas ofertas para atender nossos clientes da melhor maneira possível” salienta Mauricio Ramos, superitendente do SuperShopping Osasco.

A loja da Upper fica no primeiro piso.

Desculpas para justificar atrasos nem sempre são boa alternativa

O trânsito das grandes cidades tem sido uma das desculpas mais utilizadas por profissionais para justificar os atrasos no trabalho. Nestas horas não faltam carros, ausência de infraestrutura, excesso de pessoas, obras urbanas e acidentes para atrapalhar o caminho de quem tenta chegar ao serviço. Mas, verdade seja dita, a situação se torna muito pior quando o céu fica nublado, não é mesmo? Basta algumas gotas de chuva, e pronto! O estrago está feito. E aí sim, não há quem chegue a tempo no trabalho.

Mas será que, apesar de todos sabermos que imprevistos acontecem, os empregadores também estão dispostos a relevar tais problemas? De acordo com a gerente executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, nem sempre, principalmente quando estes problemas costumam ocorrer com frequência exagerada. “Imprevistos acontecem, mas não todos os dias. Quando ocorrem com uma frequência além do limite, eles precisam de uma solução, para não serem vistos com descrença pelo empregador”, alerta a gerente.

Segundo ela, o ideal neste casos é que o profissional que costuma ter problemas se policie, para evitar que tais situações ocorram novamente. “Se o problema é o atraso frequente, ele deve se programar para sair mais cedo de casa. Se a pessoa que olha o filho pequeno de um profissional nunca aparece, o colaborador deve ter uma terceira pessoa de prontidão”, diz Priscilla.

E, apesar de os filhos ficarem doentes e dos inúmeros problemas que possam atrapalhar o trajeto de um profissional até seu trabalho, é importante que um colaborador saiba que todo atraso, quando constante, também tem suas consequências. “A mais grave delas é a própria substituição do funcionário”, informa Priscilla. Segundo ela, mesmo quando um colaborador é contratado para trabalhar em uma empresa distante de sua moradia, ele tem a obrigação de estar no seu local de trabalho no horário. “Atrasos não podem ser uma justificativa, pois, ao ser contratado, o colaborador concorda com o horário de trabalho e sabe que deve chegar mais cedo”, informa.

E se alguém ainda duvida que de desculpas o mundo está cheio, basta observar o cenário de muitas empresas. Nelas, uma série de desculpas das mais esfarrapadas também circulam pelos corredores. “As pessoas inventam doenças, matam parentes e até faltam por cirurgias de familiares que se tratam de simples intervenções estéticas”, diz Priscilla.

E não pense que essa é uma realidade unicamente brasileira. Ao que parece, outros países também têm sofrido do mesmo mal. Segundo uma recente pesquisa da CareerBuilder realizada nos Estados Unidos, por exemplo, a lista de desculpas estranhas não deixa a desejar, variando desde pessoas que acham ter ganhado na loteria a profissionais que se queixam que o colega de quarto cortou o fio do despertador.

De qualquer forma, lá também é o trânsito o principal vilão, segundo os recrutadores. De acordo com o levantamento, que consultou mais de 3 mil recrutadores e executivos de RH e mais de 7 mil profissionais norte-americanos, 31% dos pesquisados disseram já ter usado a desculpa do trânsito para justificar um atraso.

Shopping Total promove Dia da Loucura

Neste fim de semana (04 e 05/02), o Shopping Total, de Curitiba, promove a tradicional liquidação Dia da Loucura, considerada a maior liquidação do ano. A ação, que tem o objetivo de queimar os estoques das lojas, traz produtos com até 70% de desconto.

Segundo a gerente de marketing do Shopping Total, Daniela Leal, o Dia da Loucura deve aumentar o movimento do shopping em, pelo menos, 50% nos dois dias liquidação.

Empresa que adere ao trabalho remoto tem indicador de trabalho positivo

Trabalhar de casa ou de qualquer lugar que não seja obrigatoriamente dentro da empresa é vontade de muitos profissionais. O trabalho remoto é positivo tanto para os profissionais como para os empregadores.

Um levantamento realizado pelo Cetel (Centro de Estudos de Teletrabalho e Alternativas de Trabalho Flexível), da BSP (Business School São Paulo), com 75 empresas que aderiram à modalidade, revelou que 32% dos entrevistados apresentaram indicadores positivos relacionados ao trabalho.

Os empregadores perceberam melhora em indicadores como qualidade de vida, ganho de tempo, flexibilidade, melhorias na saúde, diminuição do estresse e valorização pela confiança depositada. As empresas que aderem ao trabalho remoto apontam ainda redução no absenteísmo (32,1%) e da supervisão presencial (25%), retenção de talentos (24,1%), dedicação do profissional (24,1%), inclusão social (24,1%) e aumento da produtividade (22,2%).

O professor e coordenador da pesquisa, Alvaro Mello, explica que o trabalho remoto tende aumentar no País, com a implantação do Programa Nacional de Banda Larga. Para ele, o trabalho à distância é uma das maneira de reduzir o trânsito no País, principalmente com os eventos esportivos que acontecerão no País em 2014 e 2016, a Copa do Mundo e a Olimpíada. “Nos Jogos Olímpicos de Inverno, em Vancouver [Canadá], as empresas aderiram ao trabalho remoto, e houve uma redução de 30% no trânsito. Isso é muito positivo e pode servir de exemplo para o Brasil”.

Apesar das vantagens do trabalho remoto, existem algumas profissões que não podem aderir ao teletrabalho. “Nós precisamos de enfermeiros e de professores, mesmo com a educação à distância, ainda é necessário o professor presencial”, acrescenta o especialista. Entre as funções mais aderem a este tipo de trabalho, estão as técnicas (56%), as da área comercial/vendas (46,6%), as administrativas (44%) e as de atendimento ao cliente (30,7%).

Não ser obrigado a se deslocar todos os dias para a empresa também tem seu lado ruim. Para os empregadores, a distância dificulta o controle do profissional e limita a vida social do colaborador. “Quem adere ao trabalho remoto tem de mudar a forma de controle do funcionário. As empresas devem ser focadas em resultado e em metas”.

Outra situação comum é que os funcionários podem trabalhar além do previsto, já que de qualquer lugar ele pode responder e-mails, fazer ligações, preencher relatórios, entre outras atividades. A dica é que a empresa desenvolva mecanismos que bloqueiem o acesso ao sistema interno, no final do expediente. Dessa maneira, não perderá as vantagens do trabalho à distância.

Empresas almejam investidor brasileiro

A capacidade financeira do mercado brasileiro atrai empresas para investir por aqui. Ontem (02/02), a empresa canadense de petróleo e gás natural Pacific Rubiales iniciou a negociação de seus BDRs (Brazilian Depositary Receipts) na BM&FBovespa. “Somos a primeira empresa canadense a lançar papéis no Brasil e confiamos no potencial dos investidores institucionais brasileiros”, declarou o presidente da Pacific Rubiales, José Francisco Arata.

Depois de mais de um ano sem lançamento de BDRs Patrocinadas na BM&FBovespa, a Pacific Rubiales abriu a temporada de lançamentos do ano de 2012. Na próxima semana, será a vez da argentina do setor imobiliário TGLT, entre cujos sócios está a PDG Realt. “O Brasil está no foco. E deve se consolidar como um importante polo financeiro internacional nos próximos anos”, afirma o gerente de Produtos DR (Depositary Receipts) do Itaú Unibanco, Adelmo F. Lima Filho. O executivo revelou que está previsto que outra companhia estrangeira virá ao mercado até o final do semestre. “Fundações e assets são os principais interessados nesses papéis”, diz Filho.

Já a Bradesco Asset Management (Bram) encontrou a saída para expandir as BDRs, cujos papéis são permitidos apenas para investidores qualificados. “Além dos fundos de pensão, vamos oferecer tíquetes de R$ 5 mil ou R$ 10 mil para clientes Prime de Alta Renda, via fundo de investimentos com BDRs americanas”, disse ao DCI, o diretor superintendente da Bram, Joaquim Levy. Na visão de Levy, essa será uma alternativa de diversificação. “Aos fundos de pensão oferecemos como uma solução de investimento, em que o gestor cuida da carteira e da análise de risco”, disse. A comercialização do fundo de BDRs pela Bram está prevista para a semana antes do carnaval.

Empresas poderão parcelar dívidas

O governo do Rio de Janeiro publicou anteontem (01/02 )a regulamentação da norma que prevê a concessão de anistia ou perdão a dívidas para débitos tributários vencidos até 30 de novembro de 2011 e inscritos em dívida ativa. De acordo com a norma, o contribuinte que aderir ao programa poderá quitar os débitos à vista ou optar pelo parcelamento em até 18 meses. Há ainda a possibilidade de pedir a compensação com precatórios já emitidos. Em qualquer uma das hipóteses, o desconto concedido é de 50% sobre os juros de mora e extinção das multas.

Além de débitos tributários, o parcelamento abrange saldos remanescentes de parcelamentos anteriores e multas estaduais. Se a dívida for relativa apenas a multas, o desconto é de 30%. Os pedidos de adesão devem ser protocolados até 31 de maio, de acordo com o Decreto nº 43.443. O dispositivo regulamentou a Lei nº 6.136, de 2011, que autoriza a concessão dos benefícios.

O decreto trouxe a hipótese de remissão dos débitos. O Estado perdoará as dívidas de até R$ 10,6 mil, inscritas até 1997 e aquelas de até R$ 468 inscritas até 30 de novembro de 2011. Os contribuintes têm até 30 de abril aderir ao programa.

Para advogados, o parcelamento é muito vantajoso, especialmente por causa da possibilidade de utilizar os precatórios para abater débitos com a Fazenda fluminense. A compensação pode ser feita no limite de 95% do valor do débito calculado com os descontos. Os outros 5% deverão ser pagos em dinheiro. “É uma solução interessante para privilegiar os detentores desses créditos que demoram anos para serem pagos”, diz o tributarista Marcelo Jabour, diretor da Lex Legis Consultoria Tributária.

Para Bianca Xavier, sócia do Siqueira Castro Advogados, haverá uma verdadeira abertura do mercado de precatórios. “Esta modalidade de pagamento é a mais vantajosa”, diz. Mas, segundo ela, as empresas devem verificar se a compra dos títulos será benéfica com a compensação dos débitos.

Os contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado deverão observar as mensalidades mínimas estabelecidas, que é de R$ 100 para as pessoas físicas e de R$ 200 para as empresas. Uma condição para aderir ao parcelamento é a desistência de processos administrativos ou judiciais que discutam o pagamento do débito. Os advogados ainda esperam saber se os honorários da Procuradoria do Estado poderão ou não ser parcelados.

Este é o segundo parcelamento concedido pelo Estado do Rio nos últimos dois anos. O anterior foi no fim de 2009, mesmo ano em que foi instituído o do Refis da Crise pelo governo federal.

Torcida Carioca inaugura sua primeira loja no Santa Cruz Shopping

A Torcida Carioca, abriu este mês sua primeira unidade, no Santa Cruz Shopping, do Rio de Janeiro. A loja de 20m² disponibiliza produtos licenciados pelos times: Vasco da Gama, Fluminense e Botafogo.

A lista de produtos é enorme: vai desde artigos de decoração a roupas para bebês.

Estação Mundo Feliz chega ao Raposo Shopping

Grátis, até 5 de fevereiro, o evento “Estação Mundo Feliz Ronald McDonald” traz para as crianças no Raposo Shopping, em São Paulo, um conjunto de atividades lúdicas e educativas, que retratam valores como amizade, cooperação e respeito ao meio ambiente.

Além de várias brincadeiras, acontecerá o show do personagem símbolo do McDonalds, Ronald McDonald, que tem o intuito de motivar as crianças a adotar uma rotina de atividades físicas diariamente. Ao som de muita música, o personagem interage com a platéia por meio da técnica de ilusionismo corporal, efeitos sonoros e uma sátira sobre números circenses.

Durante a ação, as crianças receberão adereços confeccionados em papelão, com imagens do Ronald McDonald.