Mercado de cessão de crédito é positivo para empresas, consumidores e economia

O mercado de cessão de crédito, que no Brasil é estimado em R$ 100 bilhões, podendo chegar a R$ 300 bilhões, é um bom negócio tanto para as partes envolvidas como para a economia brasileira, conforme pontua consultoria.

De acordo com a Tendências Consultoria, a atividade é vantajosa sobretudo porque ajuda a reduzir o impacto negativo da inadimplência. Nesse sentido, os FIDCs (Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios), criados no Brasil em 2011 pela Resolução 290/01 do CMN (Conselho Monetário Nacional), se destacam como importantes veículos nesse mercado. Os consultores explicam que esses agentes, por atuarem de forma especializada na compra de dívidas e recebíveis, conseguem maior eficiência com a obtenção de ganhos em escala e especialização na cobrança da dívida, justamente por essa ser sua atividade fim.

Do lado da empresa, a cessão de crédito é interessante na medida em que reduz os riscos associados ao não pagamento de seus recebíveis. Isso também cria uma fonte alternativa de receitas. “Para as empresas de pequeno e médio portes, a cessão proporciona alternativa viável de obtenção de fundos, frente ao tradicional crédito bancário”, explica a consultoria.

Por meio da atuação dos FIDCs, as empresas originadoras de crédito, ou seja, que possuem recebíveis registrados no balanço, securitizam as suas carteiras de crédito. Dessa forma, os ativos relativamente líquidos se transformam em títulos mobiliários líquidos, o que permite transferir os riscos associados a esses ativos para os investidores que compram esses títulos.

Securitizar vem do termo securitização, derivado do inglês (securities), que define uma operação de financiamento onde o empréstimo (ou dívida) é convertido em títulos negociáveis. Quando uma empresa levanta um empréstimo e o divide em partes, tornando cada uma delas títulos que podem ser negociados no mercado, esta operação é chamada de securitização.

Para as empresas que têm alto comprometimento com dívidas bancárias e grande geração de recebíveis, o FIDC é uma alternativa para amortizar suas dívidas, permitindo que o balanço dê a impressão de melhores condições financeiras. Isso acontece porque a empresa efetuará uma diminuição do seu passivo bancário, por meio da redução do ativo de curto prazo, ou seja, cedendo seus recebíveis.

Mas não são só as empresas que se beneficiam da cessão de crédito; os consumidores também aproveitam. Os bons pagadores e mesmo os inadimplentes que têm a intenção de quitar suas dívidas podem aproveitar mecanismos mais eficazes de cobrança, já que tratam com empresas especializadas. É importante ressaltar que o consumidor não tem prejuízo por conta da cessão de suas dívidas. Os consultores explicam que todos os direitos originários do devedor são preservados. A única coisa que ocorre é a alteração do credor.

Legalmente, a empresa precisa apenas enviar uma carta ao consumidor sobre a cessão do crédito. Essa norma, inclusive, segundo analisa a consultoria, ajuda a viabilizar economicamente o negócio como um todo. Se a cessão tivesse valor apenas mediante a comprovação de que o devedor recebeu a notificação, isso praticamente inviabilizaria a atuação dos FIDCs.

Segundo consultores, para as instituições financeiras, a criação de liquidez para crédito vencido é mais do que uma opção, é uma necessidade para o funcionamento do mercado. “Como bancos e financeiras seguem regras de contingenciamento de capital determinadas pelo risco da sua carteira, a cessão da parte inadimplente pode significar menor comprometimento financeiro. O elevado volume de cessão de carteiras de crédito por instituições de menor porte, ocorrido no Brasil após a crise de 2008, evidencia essa necessidade”, explicam os consultores.

O mercado de cessão de crédito surgiu há pouco mais de duas décadas e, com a expansão do crédito e mesmo com o aumento da inadimplência depois da crise de 2008, ele se mostrou cada vez mais importante.

Nicoboco investe em várias modalidades

A Nicoboco, empresa genuinamente brasileira voltada para o segmento de surf, street e sport wear, este ano expandiu sua cota de patrocínio e passa a ter representantes no surf, skate, wakeboard e natação. “A estratégia é expor a marca para várias tribos, sem tirar a esssência do surf”, conta o gerente de marketing, Marcelo Meira.

Os novos atletas Nicoboco são: o skatista Raul Roger, o wakeboarder Felipe Miyamoto, o nadador Bruno Martello e os surfistas Cauê Wood, Luis Magalhães, Felipe Magalhães e Jano Belo. “Todos os esportistas são bem conhecidos pelos praticantes de suas modalidades e isso nos dá margem para abraçar fatias do mercado cuja as camadas sociais são bem variadas”, revela.

Atualmente a Nicoboco possui 23 lojas localizadas no estado de São Paulo (litoral e Grande São Paulo), Brasília (DF), Belém (PA), Natal (RN) e São Luis (MA). A ideia é abrir 200 unidades em todo o país até 2020.

O perfil completo de todos os atletas estão no site www.nicoboco.com.br. A Nicoboco desenvolveu este espaço para que os adeptos conversem e conheçam a intimidade dos esportistas da marca. Além de baixar fotos é possível descobrir onde cada um nasceu, como se envolveram com o esporte e o que fazem no dia a dia.

Flamboyant Shopping é destaque na Recon em Lima, no Peru

O Flamboyant Shopping, de Goiânia, comemora a Silver Award do ICSC – International Council of Shopping Center, conquistado na Recon Latin America, que ocorreu em Lima, no Peru, entre os dias 12 e 14 de março. O reconhecimento é uma menção à renovação do Flamboyant In Concert em 2011.

O projeto concorreu com 13 ações de marketing dos principais shoppings da América Latina. Lançado em 2005, o Flamboyant In Concert já promoveu 78 shows com artistas consagrados da música popular brasileira, atraiu um público superior a 180 mil espectadores e arrecadou mais de 100 toneladas de alimentos. Nomes como Lulu Santos, Maria Gadú, Diogo Nogueira, Elba Ramalho, Ivan Lins, Renato Teixeira e Erasmo Carlos estão entre os artistas que conferiram inovação ao projeto.

Quando foi lançado em 2005, o Flamboyant In Concert tinha como principal foco aumentar o relacionamento com o cliente do Flamboyant Shopping Center. Hoje, ele também é uma excelente ferramenta para aumentar o ticket médio de vendas das lojas. Com isso, o projeto vem agradando tanto o público, ávido pela boa música, quanto lojistas.

Atualmente, a estratégia de distribuição de convites é focada na troca por notas fiscais. Para ter acesso ao Setor 3, o cliente precisa comprar pelo menos R$ 300. Se ele faz uma compra de R$ 140, por exemplo, o vendedor tem o argumento de convidar para um grande show e assim, convencê-lo a gastar mais.

Festival de Hip Hop ganha espaço no Atlântico Shopping

Tendo incluso em seu calendário de atividades 2012 o apoio à ações culturais, o Atlântico Shopping sedia nos dias 16 e 17 de março das 18h00 às 20h00, o 1º Festival de Hip Hop de Balneário Camboriú (SC). A cultura das ruas poderá ser vista num ambiente organizado com cenários urbanos e apresentações de qualidade. Na oportunidade, quatro grupos vão interagir com o público através de muita música, dança, grafismo, DJ e performances.

Balneário Camboriú, que já têm alguns Crews (como são denominados os grupos de hip hop) reconhecidos nacional e até internacionalmente, terá agora seu primeiro festival. O objetivo de sua realização é justamente quebrar os “paradigmas” que esta cultura ainda possui e aproximar mais o público em geral. Segundo Fernando dos Santos Cardoso, organizador do Festival, “o Atlântico Shopping é um lugar com bastante concentração de pessoas, que possuem interesses distintos e variados estilos. Neste sentido, viemos trazer a cultura do hip hop juntamente com sua história por acreditarmos nela e assim aproximá-la do público em geral. Queremos mostrar que ela contribui com a história da humanidade, que tem sido muito explorada em ações de marketing, clips e programas de televisão. O hip hop é expressar aquilo que vivemos, acreditamos e tratamos isso com muita responsabilidade”.

O hip hop, que hoje em dia já é tido como estilo de vida para muitas pessoas, teve início na década de 70 em Nova Iorque, mais precisamente no bairro do Brooklyn e no Brasil aproximadamente dez anos depois, em São Paulo. A fotógrafa e jornalista Martha Cooper foi uma das grandes precursoras da cultura hip hop americana, dedicando muitos anos do seu trabalho para retratá-la. O grafismo que é considerado uma forma de arte e expressão, e a dança que marca pelas roupas vistosas usadas para que os movimentos fiquem maiores, são as principais expressões do hip hop.

O 1° Festival de Hip Hop de Balneário Camboriú, acontecerá no Piso Térreo do Atlântico Shopping e terá acesso gratuito.

Exposição de Barbies no Criciúma Shopping

Há décadas que as “Barbies” encantam meninas no mundo todo. A cada ano, novos modelos tomam conta do mercado e novas garotas são conquistadas pela boneca mais famosa do mundo. Acontece no Criciúma Shopping (SC) uma exposição de “Barbies”. O evento é uma parceria com o curso Tecnologia em Design de Moda do Senai/Unesc, de Criciúma.

Todas as Barbies são temáticas e exclusivas, são doze modelos diferentes. Elas estão em diferentes cenários, acompanhadas, é claro, dos “Kens”. O casal veste modelos ousados, desenvolvidos pelas acadêmicas da segunda fase do curso. “Elas fizeram todo trabalho de pesquisa, buscaram inspiração em estilistas famosos, desenvolveram todas as roupas e ainda a produção das bonecas e dos cenários”, explica a orientadora do projeto, a professora Charlene Vicente Amâncio Nunes.

A Barbie “Le Cirque” é uma das que chama a atenção de quem passa pela exposição. A inspiração veio do estilista Christian Lacroix. Já a Barbie “Jardim de Papel” apresenta traços do estilista Issy Miyaki, também conhecido como o estilista voador do século XX. Os modelos apresentam muitos traços da moda, detalhes criados décadas atrás, mas que são vistos nos looks atuais de homens e mulheres.

A exposição segue no Criciúma Shopping até o dia 18.

Falta de conhecimento afasta micro e pequenas empresas das redes sociais

As redes sociais são febre no Brasil, mas levantamento inédito feito pela Ecommerce School, centro de cursos de comércio eletrônico e mídias sociais, com 1.080 micro e pequenas empresas brasileiras revela que apenas 20% dessas organizações usam o Facebook ou o Twitter como ferramenta de negócios.

Outra pesquisa, feita pela KPMG Internacional, mostra que os brasileiros estão até 30% mais propensos a dizer que suas empresas devem recorrer às mídias sociais como parte dos negócios do que os britânicos, australianos, alemães ou canadenses. Entre as causas pelas quais empresas de pequeno porte deixam de participar de redes onde há mais de 845 milhões de usuários cadastrados é a falta de conhecimento das ferramentas, aponta Mauricio Salvador, diretor da Ecommerce School. “Além disso, no Brasil, menos da metade da população tem acesso à internet. Muitas vezes, o empreendedor não vê esses espaços como geradores potenciais de oportunidades de negócios.”

Para uma ponta encontrar a outra, na opinião do diretor da Ecommerce School, Maurício Salvador, falta conhecimento sobre como usar as ferramentas. “Além disso, no Brasil, menos da metade da população tem acesso à internet. Muitas vezes, o empreendedor não vê esses espaços como geradores potenciais de oportunidades de negócios.”

Um erro comum percebido por Salvador é esperar retorno em vendas e contratações ligado à presença nas redes sociais e em pouco tempo. A não produção do conteúdo de carga é outro problema. Depois de criados os perfis, o empresário precisa fazer tweets ou posts mesmo sem seguidores ou fans. Essa estratégia é importante para evitar que os visitantes futuros não encontrem as páginas vazias e parem de frequentá-las. Também é necessário atualizar diariamente as páginas nessas plataformas. “A pessoa entra um dia, vê um post. No outro dia, é a mesma coisa, desmotiva-se a entrar novamente e o empreendedor perde a chance de criar um vínculo com esse cliente atual ou potencial.”

Segundo o especialista, outro erro muito prejudicial à imagem da empresa nas redes sociais é confundir páginas institucionais com pessoais. As pessoas não visitam fan pages ou perfis de organizações para saber mais da vida particular de seus donos ou suas opiniões, mas para encontrar conteúdo relevante.

E o que vem a ser a tão falada relevância na internet? “É a capacidade que a empresa tem de, por meio de sua presença no ambiente digital e através do conteúdo interessante gerar relacionamento com seus clientes e engajamento desses com sua marca. A consequência natural desse processo são as vendas, mas elas não devem ser buscadas o resultado primordial”, afirma o consultor de planejamento estratégico digital, Felipe Morais.

A comparação feita por Morais, autor do livro Planejamento Estratégico Digital, ajuda a entender qual é o tom das conversas que o empreendedor deve protagonizar nas redes sociais. “No início, é como pisar em ovos. Imagine estar numa balada. Você vê uma moça, gosta dela e vai se aproximar para puxar papo. Não dá para chegar falando me beija.”

O passo a passo para entrar nesses espaços e conquistar os clientes está ligado ao próprio nome dessas redes. A sociabilidade é o mais importante. Elas não são, prioritariamente, um canal de vendas, apesar de os negócios serem o objetivo final das empresas nesses espaços. “E ser social não é só falar – dos seus produtos, serviços, promoções. É saber ouvir”, diz Morais.

Ouvir os clientes, para Tim Norris, diretor de Tecnologia e Performance da KPMG Internacional, é muito mais do que responder críticas, sugestões ou interagir com comentários. “O pequeno empreendedor pode postar um vídeo de um produto no You Tube e pedir sugestões para seus conhecidos. Usar esses espaços para fazer pesquisas de mercado é uma grande sacada.”

Sem contar que, depois de criadas as contas, você pode visitar o perfil de todos os seus clientes.

Núcleo de imobiliárias orienta população no Shopping Mueller Joinville

O Núcleo de Imobiliárias da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ), em parceria com o Shopping Mueller, promove no próximo sábado (17/03) a Campanha de Orientação Imobiliária, que tem por objetivo orientar a população quanto aos trâmites burocráticos, taxas e impostos, e outras medidas que precisam ser tomadas na compra, venda ou locação de imóvel. O evento será no piso térreo do shopping, em frente à Cassol, das 10h00 às 22h00. “A orientação faz parte do nosso trabalho e é fundamental para que o vendedor ou comprador de um imóvel, bem como locador eu inquilino, possam ter tranquilidade na realização de um negócio. Com uma boa orientação, não haverá surpresas com taxas, prazos e outros fatores que podem trazer dor de cabeça para quem não estiver ciente de suas obrigações”, explica Rozana Barros, presidente do Núcleo.

Formado por empresários que atuam no segmento imobiliário, o Núcleo de Imobiliárias da ACIJ visa desenvolver as competências técnicas e gerenciais dos empresários, além de melhorar a capacitação dos Corretores de Imóveis tornando as Imobiliárias referências de qualidade em Joinville e região. O Núcleo foi fundado no ano de 2003.

Na contramão, Franca (SP) aprova lei que obriga volta de sacolas plásticas

Na contramão do movimento que tenta acabar com as sacolinhas plásticas, a Câmara de Franca (400 km de São Paulo) aprovou na noite da última terça-feira (13/03) uma lei que obriga supermercados do município a fornecer gratuitamente as embalagens.

Para entrar em vigor, no entanto, a nova regra ainda tem de ser sancionada pelo prefeito Sidnei Franco da Rocha (PSDB) e publicada oficialmente. “É a primeira cidade de que temos conhecimento que conseguiu ao menos aprovar no Legislativo uma lei assim”, afirmou Miguel Bahiense, presidente da Plastivida (Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos). A entidade é uma das que se posiciona contrária ao movimento que tenta acabar com as sacolinhas. Se a sanção do prefeito acontecer, a distribuição das embalagens deverá continuar em Franca mesmo com o acordo firmado entre os supermercados ligados à Apas (Associação Paulista dos Supermercados).

No dia 3 de abril, vence o prazo definido em TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) com o Ministério Público para que os estabelecimentos disponibilizassem alternativas à sacola plástica, sem cobrar. Até o final do prazo, a cobrança por embalagens biodegradáveis é proibida. Sócio da rede Irmãos Patrocínio, Caio Patrocínio, disse que a empresa não faz parte do movimento, mas concorda com o fim das sacolinhas.

Moinhos Shopping conquista Premiação Prata do ICSC Global Awards na América Latina

Depois de ganhar em 2011 o Premium Shopping Alshop na Categoria Marketing & Comunicação, concedido em São Paulo, pelo case Dinner in the Sky, o Moinhos Shopping conquistou mais um reconhecimento: a Premiação Prata no ICSC Global Awards para Shopping Centers da América Latina. Com o objetivo de homenagear as conquistas dos empreendimentos, o prêmio, na Categoria Eventos Promocionais de Vendas e Iniciativas de Publicidade, também contemplou o case Dinner in the Sky e foi recebido no último dia 12 de março em Lima, Peru, pela superintendente Maria de Lourdes Távora Costa e pelo gerente de Marketing do Moinhos Shopping, Leonardo Moretti. O shopping de Porto Alegre-RS concorreu como finalista em sua categoria ao lado de empreendimentos do Equador, Colômbia, México e Argentina.

“A conquista da Premiação Prata neste prêmio é motivo de orgulho para o Moinhos Shopping que proporcionou um presente único para clientes, lojistas, jornalistas e equipe no aniversário de dez anos do Shopping”, afirma a superintendente Maria de Lourdes. “O inusitado jantar no céu do Parque Moinhos de Vento, em Porto Alegre, foi uma iniciativa inovadora de relacionamento e comunicação. Os convidados aderiram à ideia com entusiasmo e o evento até hoje gera ótimos resultados.”

O projeto Dinner in the Sky foi uma iniciativa arrojada do Moinhos Shopping, promovida com ineditismo em Porto Alegre, em outubro de 2010, para marcar os seus dez anos de atividades na capital gaúcha. Com o foco em marketing e relacionamento, a ação reuniu, nos dias 7 e 8, funcionários, lojistas, clientes e imprensa. Proporcionou, com grande repercussão, uma aventura singular: um jantar nas alturas, no céu do Parque Moinhos de Vento, com o requinte dos melhores espaços gastronômicos e menu especial da chef gaúcha Carla Pernambuco. Foi necessária a montagem de uma super estrutura, incluindo a mesa suspensa por guindaste a 50m do chão.

O projeto Dinner in the Sky, criado na Bélgica, já foi realizado em mais de 40 países e registra cerca de 700 jantares em cidades como Paris, Dubai, Jerusalém, Barcelona, Londres e Las Vegas. A estrutura, que aterrissou no Brasil em 2009, proporciona um jantar absolutamente diferenciado e confortável.