Páscoa no Shopping Aricanduva. Faz parte ter uma doce alegria.

Páscoa pede chocolate, mas a garotada também não abre mão de se aventurar nos eventos temáticos programados para esta época do ano. O Shopping Aricanduva, na capital paulista, preparou uma atração especial para agradar as crianças nesta Páscoa. Oficinas de embalagens e maquiagem e uma série de atrações infantis estão reservadas para acontecer na “Mina dos Coelhos”, que recebe cenário inspirado no coelhinho da Páscoa.

Com criação da agência Rae,MP, a campanha traz o alinhamento e o conceito adotados para 2012, com o mote “Faz Parte”. Para dar força à ação e promover as atividades, a agência desenvolveu peças de comunicação interna como cartazes, banner, faixa de gradil, além de folheto e banners no site. A peça revela, através de um quebra-cabeça usado como elemento, que o evento de Páscoa espera pelo público no Shopping Aricanduva.

As atrações serão realizadas até o dia 8 de abril, diariamente, das 14h00 às 20h00; e aos sábados, das 12h00 às 21h00.

Trabalhadores com carteira passam de 70 milhões pela primeira vez, diz ministério

Em 2011, o Brasil teve 73,6 milhões de trabalhadores com carteira assinada. É a primeira vez que o número de trabalhadores formais no país passa de 70 milhões, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. Esse número inclui trabalhadores ativos e inativos (que se aposentaram ou morreram durante o ano). O número aumenta anualmente também de acordo com o crescimento da população e do número de empresas. Os dados foram obtidos porque a última sexta-feira (23/03) foi o último dia para as empresas enviarem a Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ao ministério.

A Rais é um registro obrigatório que as empresas mandam anualmente. As informações incluem todos os trabalhadores do mercado de trabalho formal, empregados celetistas (funcionários privados, regidos pela CLT), estatutários (funcionários públicos), avulsos e temporários, entre outros, segundo remuneração, grau de instrução, ocupação e nacionalidade.

O número de 73,6 milhões ainda vai ser conferido detalhadamente e pode diminuir, segundo o Ministério do Trabalho. As empresas podem enviar dados duplicados por engano. Essa contagem final deve sair até o fim de maio, mas a expectativa é que o número fique mesmo na casa dos 70 milhões.

Cerca de 8 milhões de empresas enviaram os dados ao ministério. No ano passado, os dados da Rais 2010 foram enviado por 7,7 milhões de estabelecimentos, e havia 66,3 milhões de registros de trabalhadores com carteira. Mas as empresas que não fizerem a declaração da Rais podem enviar as informações com atraso, mas ficarão sujeitas a multa prevista no artigo 25 da Lei nº 7.998, de 1990.

O valor cobrado será a partir de R$ 425,64, acrescidos de R$ 106,40 por bimestre de atraso, contados até a data de entrega da Rais respectiva ou da lavratura do auto de infração, se este for feito primeiro. A lavratura do auto de infração não isenta o empregador da obrigatoriedade de prestar as informações referentes à Rais ao MTE.

Toca do Chocolate traz a Páscoa para o Via Verde Shopping

O Via Verde Shopping, em Rio Branco (AC), garante a diversão da garotada para a Páscoa. Nos próximos dois finais de semana (dias 31 de março e 1º, 6, 7 e 8 de abril), o empreendimento promove o evento “Toca do Chocolate”. No espaço, localizado próximo à loja Bemol, crianças de 3 a 12 anos poderão tirar fotos com o coelho e participar de diversas brincadeiras, além de oficinas gratuitas com criação de ovos de páscoa e orelhinha de coelho. O evento será realizado das 16h00 às 20h00, com turmas formadas por 20 crianças, a cada 40 minutos. Durante a atividade, é obrigatória a presença dos pais ou responsáveis.

O Via Verde Shopping fica localizado na Rodovia BR-364 (Via Verde), 1.707, rotatória com Estrada da Floresta, em Rio Branco. Mais informações no site www.viaverdeshopping.com.br.

Brasil é a maior bolsa emergente, mas México e China podem tomar o posto

O Brasil ainda é a maior bolsa entre os países emergentes, mas isso pode mudar em poucos anos, afirmou Richard Bentley, vice-presidente de Capital Markets da Progress Software, em entrevista à InfoMoney ontem (26/03). Durante o evento TradeTech Brazil, Bentley lembrou que o mercado brasileiro é muito promissor, e deve continuar crescendo, mas pode ser que esteja abaixo de México e China durante alguns anos. “O México é bastante agressivo. Não existe um imposto similar ao IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) por lá, e o próprio país tem grandes aspirações de ter uma bolsa mais significativa”, disse Bentley. Por aqui, sobra esse tipo de imposto, recentemente elevados para impedir a entrada de mais capital estrangeiro no Brasil, e a subsequente alta do dólar. O imposto não é a única restrição existente no mercado brasileiro, mas é o grande impedimento visto por Bentley.

“O IOF é uma barreira para a entrada de capital no Brasil, mas não é totalmente impeditiva”, afirmou. Outros países tem barreiras mais importantes e podem crescer justamente com a retirada desses obstáculos. Esse é o exemplo da China, que vê o Partido Comunista reduzir aos poucos as dificuldades para a entrada de capitais ou à vendas a descoberto. “Eles se tornarão grandes em breve”, ressaltou Bentley.

O crescimento, porém, é inevitável. “Há sempre razões para otimismo”, disse o executivo. “A BM&FBovespa (BVMF3) está interessada em aumentar as negociações. Já foram investidos mais de R$ 500 milhões nos últimos anos para melhorar a plataforma de negociações, transformar em estado de arte. A bolsa quer crescer”, disse. Boa parte desse avanço entre os investidores pode se realizar no segmento de HFT (High Frequency Trading), especialização da Progress. Bentley cita a disparidade entre o mercado norte-americano e o nacional. No primeiro, mais de 50% das operações são de HFT; por aqui, apenas 20%.

Os investimentos servem para reduzir problemas em situações de trades rápidos e frequentes, como a demora no envio de ordens, e alguns erros já cometidos por outras nações podem ser evitados. “Muitas vezes se exibe com orgulho o pioneirismo. Há muitas vantagens em não ser primeiro, em ser segundo. Erros que não cometemos; o aprendizado mais rápido”, finaliza o inglês.

“Tatuapé Cultural” abre agenda de shows e peças de teatro com Daniel Boaventura no dia 1º de abril

O Complexo Comercial Tatuapé (Shopping Metrô Tatuapé e Shopping Metrô Boulevard Tatuapé), em São Paulo, abre sua agenda de shows e espetáculos teatrais do projeto “Tatuapé Cultural” para 2012. Para abrir a temporada em grande estilo, no próximo domingo (01/04), às 13h00, o ator e cantor Daniel Boaventura apresenta seu CD “Songs 4 You”, na Praça de Eventos, no Shopping Metrô Tatuapé.

Com uma carreira já consagrada no teatro e na teledramaturgia, o artista traz em seu repertorio clássicos da música norte-americana e italiana que foram sucesso na voz de Frank Sinatra, Barbra Streisand, entre outros. Atualmente Daniel Boaventura está em cartaz em São Paulo com o musical “A Família Adams” no papel de Gomes, o chefe da família.

O projeto “Tatuapé Cultural” tem como objetivo agregar música e teatro ao calendário de ações e eventos do Complexo Comercial Tatuapé. Durante o ano de 2012 os shoppings do Complexo apresentarão atrações voltadas para o entretenimento dos frequentadores. “A proposta do Complexo Comercial Tatuapé é não ser apenas um dos maiores centros de compras, lazer e entretenimento, mas também um espaço voltado para cultura, diversão e bem estar dos frequentadores, tudo com duas vezes mais opções”, comenta a gerente geral do Complexo, Elaine de Almeida.

Shopping Conjunto Nacional comemora Dia do Circo

Hoje (27/03), é comemorado o Dia do Circo. E, em homenagem à data mais alegre do ano, o Shopping Conjunto Nacional, em Brasília, promete surpreender clientes. De terça à quinta, o shopping preparou ações de encantamento para quem passar pelo shopping. As escadas fixas serão adesivadas com frases lúdicas, em comemoração à data. Além disso, painéis tira-fotos divertidos serão espalhados pelos corredores do shopping.

Hoje serão realizadas apresentações circenses para interagir com o público. Às 12h30, 16h30 e 18h30, mágico, malabaristas e palhaços em monociclos andarão pelos corredores do shopping entregando balões. Tudo isso regado à muito humor e diversão. Todas as ações são gratuitas.

Você sabe o que fazer antes e durante um processo de renegociação de dívida?

Falando de finanças pessoais, o melhor dos mundos é quando tudo que você recebe ao final do mês é suficiente para pagar todas as contas. O problema é que isso nem sempre acontece e as dívidas vão se acumulando e pesando cada vez mais no orçamento. Quando a situação começa a ficar insustentável, é possível apelar, por exemplo, para a renegociação das dívidas.

Educadores financeiros explicam, porém, que antes de se dirigir ao banco, decidido a lutar por taxas de juros menores e prazos maiores, o consumidor deve fazer uma boa análise da sua atual situação financeira. “Se ele não souber o quanto ele tem e quanto ele terá disponível para pagar, ele não vai conseguir avaliar uma proposta do banco”, explica o economista e professor de finanças Richard Rytenband.

E isso acontece muito. Devedores em péssima situação vão ao banco sem ter clara qual sua realidade financeira, aceitam qualquer proposta e, em poucos meses, a situação volta a ficar complicada. Assim, o processo de renegociação de uma dívida deve começar muito antes de ir ao banco. Após analisar sua capacidade de pagamento nos próximos meses, veja quais são suas dívidas e organize-as seguindo uma ordem de prioridade, das mais caras, ou seja, que tem juros mais elevados, até as mais baratas.

O vice-presidente de planejamento do Ibef (Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças), Mauri Mendes, sugere que o consumidor tente pagar as contas menores, que são mais difíceis de serem renegociadas. Depois, vale ir ao banco e tentar renegociar as contas de maior valor. Uma boa renegociação é quando o consumidor consegue alterar sua dívida de modo que ela caiba na sua atual realidade financeira, por isso, de novo, é essencial que ele tenha clara a sua situação.

Dentro da lógica bancária, Mendes explica que os bancos estão, sim, interessados em ajudar o devedor, porque não é vantagem nenhuma para a instituição manter uma situação que vá gerar inadimplência. “O banco está interessado que você pague”, diz Mendes. Por isso, ele vai se mostrar flexível.

Mas é importante lembrar que a paciência do banco não é infinita. Ou seja, se você decidiu sentar para discutir novas taxas e novos prazos, faça isso com o máximo de segurança que, dessa vez, você será capaz de arcar com elas, pois os bancos não costumam ser tão receptíveis com pedidos reincidentes de renegociação.

A renegociação da dívida vai depender da política de cada banco, mas, no caso das dívidas menores, vale a pena tentar uma redução dos juros, pois estas são mais difíceis de serem alongadas. Nas dívidas maiores, os bancos tendem a ser mais flexíveis tanto em relação às taxas de juros quanto aos prazos, conforme explica Mendes.

Para chegar a uma situação ideal, é importante que o consumidor saiba que vai depender mais dele do que apenas do banco. Isso porque a situação ideal é aquela que cabe no orçamento do devedor, que precisa ter bem clara qual sua capacidade de pagamento. Ao fazer o planejamento financeiro, inclusive, o consumidor consegue identificar quais os gastos desnecessário que podem ser eliminados, o que aumentará sua capacidade de pagamento.

Se a ideia da renegociação for fazer o pagamento à vista de uma dívida longa, há dois pontos a serem observados. “Se ele vai trazer uma série de parcelas para o valor presente, o banco deve retirar por inteiro os juros futuros que deveriam ser pagos”, explica Mendes.

Além disso, o consultor sugere que o devedor solicite uma redução do montante da dívida, por contas dos altos juros que já foram pagos nas primeiras parcelas. Lembre-se de que o dinheiro tem um valor ao longo do tempo. As parcelas que já foram pagas tiveram juros e as que seriam pagas também consideravam os encargos financeiros.

No processo de renegociação de dívidas, Rytenband ainda lembra de uma modalidade nova, a renegociação coletiva. Empresas especializadas nesse trabalho reúnem uma série de devedores e tentam renegociar com os bancos, diz o economista.

BH Shopping traz “Doçuras de Páscoa” para divertir e ensinar a criançada

Que tal dar uma mãozinha para o Coelhinho da Páscoa? Crianças de 3 a 12 anos de idade podem aprender a fazer os seus próprios pirulitos de chocolates e biscoitos durante a oficina “Doçuras de Páscoa”, no BH Shopping, em Belo Horizonte. Gratuito, o evento será realizado entre os dias 29 de março e 8 de abril, diariamente, de 14h00 às 20h00, no piso Mariana.

O evento oferece às crianças a possibilidade de se tornarem pequenos gourmets, fazendo suas próprias guloseimas de Páscoa. Logo na entrada da “fábrica” de doces, cada participante recebe um avental e um chapéu de mestre cuca. O local é todo decorado com coelhos e doces para estimular a criatividade dos pequenos. Uniformizados, então é hora de colocar as mãos na massa.

Enquanto as guloseimas passam por refrigeração para ganhar forma, os participantes terão uma lição de reciclagem. Utilizando copinhos descartáveis, eles produzem um porta-ovos que vai abrigar os doces feitos. “É um evento com o viés lúdico e também de caráter educativo. Durante a brincadeira eles vão aprender sobre culinária e descobrir a importância da reciclagem”, afirma Lívia Paolucci, gerente de marketing do BH Shopping.

Para participar da oficina, basta fazer a inscrição no local.

Faturamento do comércio da Grande São Paulo cresce 2,4% em janeiro

O faturamento do comércio varejista da região metropolitana de São Paulo somou R$ 12,7 bilhões em janeiro, 2,4% a mais do que o verificado em janeiro de 2011. Segundo pesquisa da Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP), divulgada ontem (26/03), os setores que puxaram a alta foram comércio eletrônico (33,3%), eletrodomésticos e eletroeletrônicos (11,9%) e vestuário (11,7%). “Esse desempenho do varejo veio contrariar alguns prognósticos que anteviam uma desaceleração das vendas no primeiro trimestre deste ano, como sinal de esgotamento gradativo do fôlego dos consumidores, que tendiam a agir de forma preventiva diante das turbulências e sinais recessivos da economia mundial”, evaliou a federação em nota explicativa.

Entre os fatores que ajudaram a manter o nível de consumo, a Fecomercio destacou o aumento de 7% do salário mínimo, com a “consequente injeção de mais de R$ 50 bilhões no mercado”; a queda da taxa de juros; e a desoneração de alguns eletrodomésticos. Alguns setores, entretanto, registraram queda nas vendas, como o de farmácias e perfumarias (-12,7%) e material de construção (-8,3%).

Para a federação, a manutenção do ritmo de vendas dependerá do comportamento da inflação e da conjuntura internacional, “principalmente a crise europeia e a velocidade de recuperação da economia norte-americana”.