Cinépolis apresenta Opera on Ice com exclusividade no Brasil

Após o recorde de vendas para a transmissão em 3D da final da UEFA Champions League e dias depois do anúncio da parceria inédita e exclusiva para a transmissão das Olimpíadas 2012 com a TV Record, a Cinépolis traz mais um evento inédito e exclusivo ao Brasil.

Unindo as maravilhas da ópera com a patinação no gelo, o espetáculo Opera on Ice será transmitido em alta definição nos cinemas Cinépolis em 2, 5 e 7 de junho. Gravado na deslumbrante Arena de Verona, o maior teatro aberto do mundo, Opera on Ice traz algumas das mais famosas árias de óperas da história, como Don Giovanni, Ainda, Carmen, Romeu e Julieta, Turandot, Tosca, La Traviata, Rigoletto, Nabucco, William Tell, L Elisir d Amore e Gianni Schicchi.

Fazem parte do espetáculo o coro, orquestra e cantores da Arena de Verona, além de estrelas da patinação artística, como a campeã europeia e líder do ranking mundial de patinação, Carolina Kostner e o campeão olímpico Stephane Lambiel. “Ter o papel principal nesse show magnífico é uma enorme honra para mim”, diz Carolina. “É um sonho que se realiza para mim e para os outros patinadores, por estarmos fora do ambiente competitivo e podermos única e exclusivamente levar entretenimento nesse lugar único, que é a Verona Arena. É o show mais belo do qual já participei”.

Além de Carolina Kostner e Stéphane Lambiel, outros patinadores excepcionais que estão no show são os chineses Qing Pang e Jian Tong (Vice-campeões olímpicos em Vancouver/2010) e os russos Tatiana Totmianina e Maxim Marinin (Campeões olímpicos em Turim/ 2006).

Pela primeira vez na história, a Arena de Verona abre suas portas para a patinação artística, nessa primeira edição do show que promete revolucionar o espetáculo operístico e que pretende renovar a audiência do gênero. Para a ocasião, a meca da ópera mundial foi transformada em um enorme rinque de patinação no gelo com campeões mundiais, cantores do mais alto escalão e a orquestra e coral da Arena, com mais de 200 membros. Este evento sem precedentes será transmitido com exclusividade pela Cinépolis na América Latina – no Brasil, nas seguintes salas:

– Cinépolis Alphaville – sala 8
– Cinépolis Lagoon – sala 5
– Cinépolis Ribeirão Preto – sala 8
– Cinépolis Boulevard Belem – sala 2
– Cinépolis Salvador Norte – sala 6
– Cinépolis Campo Grande – sala 2
– Cinépolis Blumenau – sala 7
– Cinépolis Caxias do Sul – sala 6
– Cinepolis BOX João Pessoa – sala 7

Uatt? inaugura loja no West Shopping

A loja de presentes Uatt? inaugurou uma nova unidade no West Shopping, em Campo Grande, no Rio de Janeiro.

Com a inauguração dessa unidade, será a terceira no Rio de Janeiro. São 35 lojas no total, espalhadas por todo o Brasil. O investimento é de R$ 130 mil e a previsão de vendas mensais de aproximadamente R$ 60 mil.

Registrar empresa abre oportunidades

Identificar uma oportunidade de negócio, estruturar um plano de ação e reunir os recursos necessários para tirar o projeto do papel são os primeiros passos para a criação de uma empresa. Na sequência, vem a formalização, que coloca o empreendimento em conformidade com as leis federais, estaduais e municipais.

A formalização dá mais segurança ao investidor, possibilita o acesso ao crédito e amplia as chances de fechar parcerias. Segundo uma pesquisa recente do Sebrae, após tirar o CNPJ, empreendedores individuais (EIs) conseguiram ampliar vendas, principalmente para empresas, já que a possibilidade de emitir notas fiscais os inclui no mercado. Com a legalização, os negócios dos EIs com empresas aumentaram 78%, com o governo, 66%, e com pessoas físicas, 10%, segundo o levantamento.

Porém, o processo é burocrático e exige registros em diversos órgãos. Elói Siqueira, diretor da Moore Stephens, consultoria tributária e empresarial, diz que o acompanhamento de um advogado ou contador pode ajudar. “Esses profissionais agilizam processos e encurtam caminhos. Assim, o empresário tem mais tempo para investir no desenvolvimento do negócio”, afirma.

O tempo para a abertura de uma empresa é de 30 dias úteis, em geral, desde que não sejam necessárias licenças específicas. Dependendo do ramo de atuação, são exigidos outros documentos, como inscrição estadual para o comércio e registro no Siscomex (Sistema integrado de Comercio Exterior) para atividades de importação e exportação.

Há ainda atividades que precisam de alvarás da Vigilância Sanitária ou mesmo licenças de órgãos ambientais. E o empreendedor precisa estar atento às exigências em cada caso, que podem interferir na estrutura física do negócio.

Na capital paulista, o processo deve ficar mais ágil. A prefeitura aderiu na semana passada ao SIL (Sistema Integrado de Licenciamento), o que encurta o processo no município de 120 dias para 15 dias. A previsão é que o sistema esteja funcionando em quatro meses. Com ele, licencas e alvarás para empresas com atividades de baixo risco, cerca de 95% dos casos, poderão ser concedidos pela internet. Os documentos e as vistorias prévias serão substituídos por declarações em um certificado digital. “Se compararmos a abertura com o encerramento de uma empresa, a abertura é muito mais rápida. Mas, geralmente, o empreendedor está tão ansioso para começar suas atividades que tem a percepção de que o processo é demorado”, diz a advogada Beatriz Zancaner Costa Furtado, do Zancaner Costa, Bastos e Spiewak Advogados.

As taxas dos órgãos responsáveis não são altas. “O gasto médio para abertura de uma empresa é de R$ 500. São os honorários dos profissionais contratados para ajudar nesse processo que podem aumentar os custos”, explica Beatriz.

Taubaté Shopping sedia 7º Salão do Imóvel da ACIST

O sucesso de público dos anos anteriores traz novamente ao estacionamento do Taubaté Shopping, no interior paulista, o Salão do Imóvel da ACIST (Associação das Construtoras, Imobiliárias e Serviços Correlatos de Taubaté), um dos maiores eventos do gênero na região, que chega a sua sétima edição.

A feira acontece até 27 de maio, próximo a portaria F, entre a Renner e o Divino Fogão e a expectativa dos organizadores é que cerca de 40 mil pessoas passem pelo local durante os quatro dias. “Em 2011 tivemos mais de trinta mil pessoas circulando pelos estandes e este ano, com as novidades de financiamentos e planos do governo, acreditamos num aumento de público de pelo menos 20%”, conta Gustavo Guarnieri, presidente da ACIST.

Durante a feira serão ofertados mais de três mil imóveis em 56 estandes de imobiliárias, construtoras e empresas de serviços. Entre os expositores estarão representantes da Caixa Econômica Federal, que farão plantão no local para tirar dúvidas, efetuar simulações, potenciais de compra e até abertura de processos de financiamento.

Outro grande atrativo desta edição do Salão são os seminários que acontecerão hoje e amanhã (24 e 25/05), às 10h00, no auditório da Band Vale. O primeiro será com Júlio Cesar Volpi Sierra, superintendente da Caixa Econômica Federal, e o segundo, com Denerval Carvalho Melo, diretor regional do CRECI. O horário de funcionamento será de quinta a sábado, das 10h00 às 22h00 e domingo das 13h00 às 20h00.

Clube do Riso tem apresentação marcada no Goiânia Shopping

O Clube do Riso fará uma apresentação na Praça de Alimentação do Goiânia Shopping, Piso 3, às 19h00.

Na próxima semana (29/05) se apresentam Delesmano Alves e sua turma (da Rádio Interativa).

Redução de IOF sobre crédito a pessoa física entra em vigor só amanhã

Entra em vigor amanhã a redução, de 2,5% para 1,5% ao ano, do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente em operações de empréstimo bancário por pessoa física. A medida está no decreto 7.726, divulgado no “Diário Oficial da União” de hoje.

Parte do pacote de estímulo à economia anunciado ontem, o decreto altera regra anterior fixada no decreto 7.632, de 1º de dezembro de 2011, onde a alíquota diária do IOF em operações de pessoa física estava em 0,0068% e que agora cai para 0,0041% ao dia.

A medida deve acarretar perda de receita ao governo federal em torno de R$ 900 milhões mas, por outro lado, estimulará o consumo, conforme afirmou ontem o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Clubinho Alegria do São Gonçalo Shopping apresenta “A cigarra e a formiga”

Uma das histórias mais conhecidas da literatura infantil será encenada no próximo domingo (27/05) no Clubinho Alegria do São Gonçalo Shopping, na região metropolitana do Rio de Janeiro. A peça “A cigarra e a formiga”, será apresentada a partir das 15h00, na Praça de Alimentação, com entrada franca. O espetáculo retrata a vida e o comportamento de um ser que trabalha muito e de outro que só sabe cantar.

Sinopse: Numa floresta bem distante, vivia uma formiga muito trabalhadeira, que cuidava muito bem do seu quintal, de sua casinha e que ganhava a vida fazendo vários quitutes deliciosos para servir sua vizinhança.

Também morando nesta floresta, temos nossa bela cigarra que canta e encanta todos os seus amigos. Por onde ela passa é aplaudida de pé, e isso a deixa muito lisonjeada. Dona formiga, assiste a tudo isso, com muita indignação, resmunga sempre com a pobre cigarra que sonha um dia em ser famosa, mas, para surpresa de todos, a cigarra recebe um telegrama dizendo que tinha sido selecionada para fazer um teste para cantora na TV Lobon onde seria julgada e analisada por um empresário famoso (senhor raposo), não sabendo ela, que após ser aprovada, cantaria em vários locais, só que com um detalhe: nunca veria a cor do dinheiro.

Decepcionada e arrasada, volta para casa e pede abrigo a sua velha amiga Dona formiga que ao recebê-la diz a ela que vá cantar em outra freguesia. A cigarra humildemente, diz a formiga que a perdoe por tudo, mas, a única coisa que ela sabe fazer é cantar. O que seria do trabalho da formiga sem o canto da cigarra?

Cautelosas, empresas confiam no consumo doméstico para crescer

O aumento do poder de compra da classe C segue como o principal direcionamento de expansão das companhias no Brasil, ainda que a cautela predomine entre executivos e empresários diante da crise externa e seus efeitos sobre a economia doméstica em 2012. “A perspectiva é de um crescimento do Brasil relativamente interessante em relação a economias avançadas”, disse nesta segunda-feira o presidente do Conselho de Administração do Goldman Sachs no Brasil, Paulo Leme, à Reuters, durante o Rio Investors Day, no Rio de Janeiro.

No setor de saúde, a Odontoprev, por exemplo, tem se focado principalmente nos planos odontológicos individuais em 2012 para ajudar a atingir suas metas de crescimento. A companhia acredita na parceira com o Bradesco para a distribuição de seu produtos, que já está em operação, além da uma possível aliança com o Banco do Brasil. “Queremos um novo mix de clientes e isso inclui a classe C”, disse o diretor de Relações com Investidores da Odontoprev, José Roberto Pacheco, no mesmo evento.

O diretor financeiro da estatal mineira de energia Cemig, Luiz Fernando Rolla, lembra que a expansão do consumo implica em desafios às empresas, que precisam elevar os investimentos para que possam atender à demanda. “O poder de compra da população cresceu e tornou possível uma série de equipamentos eletrodomésticos, que se multiplicaram. Houve um salto na evolução do consumo (…) Temos um investimento grande a ser feito no país”, observou.

Para Leme, do Goldman Sachs, o Brasil deve ter alta de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012, mesmo patamar de 2011 e abaixo do previsto pelo Banco Central, de 3,5%, e da estimativa oficial do governo, de 4,5%. “Tudo vai depender do desempenho da economia no segundo semestre. Como o crescimento foi zero no primeiro trimestre e os indicadores para o segundo trimestre não são alentadores, o crescimento anualizado no segundo semestre teria que ser muito alto para crescer acima de 3%”, afirmou Leme.

A valorização recente do dólar ante o real tem efeito distinto sobre as companhias. Nesta segunda-feira, o dólar subiu mais de 1%, a 2,0463 real na venda, maior patamar desde meados de maio de 2009. “Já trabalhamos com o dólar perto de R$ 4. Temos 10% da nossa receita em dólar e o petróleo também está caindo. O importante é a nossa capacidade de adaptação aos mais diferentes cenários”, disse o diretor financeiro da companhia aérea Gol, Leonardo Pereira.

A empresa trabalha na otimização dos custos, com redução de pessoal e foco em “voos que dão resultados”. Já a fabricante de bebidas AmBev avalia que a manutenção do dólar no nível de 2 reais ou mais deve pressionar seus custos este ano.

Segundo Lucas Lira, da área de Relações com Investidores da AmBev, cerca de 40% dos custos com cerveja têm alguma ligação com a moeda norte-americana. “Ao se confirmar (o câmbio) em R$ 2, o que no último ano tinha sido favorável vai ser negativo”, afirmou.

Desvalorização do real ocorre em linha com demais moedas, diz Tombini

Durante almoço com empresários, em São Paulo, o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse ontem (21/05) que a valorização do dólar nas últimas semanas é generalizada e que a desvalorização do real, que caiu 2,2% entre janeiro e abril deste ano, está ocorrendo em linha com as demais moedas do mundo. “O que está ocorrendo hoje é um processo em função do quadro internacional, a valorização da moeda norte-americana contra a grande maioria das moedas”, disse Tombini.

Respondendo a perguntas dos empresários sobre qual seria o ponto de equilíbrio para o câmbio, Tombini não deu números, mas falou que o BC está tomando uma série de medidas para evitar o excesso do ingresso de dólares no país. “Reitero que temos instrumentos para fazer com que o mercado de câmbio, em seus diversos segmentos, funcione dentro da normalidade. Sempre que identificarmos disfuncionalidade nesse mercado, o Banco Central vai entrar nesses mercados para fazer com que eles funcionem adequadamente”, ressaltou.

Na avaliação do presidente do BC, o impacto da alta do dólar sobre a inflação será moderado. “O que vimos ao longo dos anos no regime de metas de inflação é que esse repasse, no Brasil, foi diminuindo ao longo do tempo. Hoje, está na faixa de 3% a 4% no curto prazo e de 8% no médio prazo. Nossa avaliação, até o momento, é que o repasse é moderado”, disse Tombini, que descartou mudanças no regime de metas de inflação. “Não há nada no horizonte, nem no mês que vem, nem no próximo ano, com relação a mudanças no regime de metas”.

Ainda sobre inflação, Tombini disse ela deverá ser menor neste mês e nos próximos do que aquela que foi registrada em abril deste ano. Segundo ele, a inflação tenderá a convergir para o centro da meta. “Depois daquele pico da inflação, em setembro de 2011, quando a inflação medida pelo IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] chegou a cerca de 7,30%, ela reduziu e, em abril, chegou à faixa de 5,1%. Houve uma queda de mais de dois pontos nesses últimos sete meses”, citou.

Tombini também previu que a taxa de inadimplência deve cair no segundo semestre deste ano e que o crescimento do país deva se acelerar no mesmo período. “Certamente, em 2013, a economia brasileira vai crescer mais que crescerá este ano”, disse.