Carioca Shopping recebe a 14ª Feira do Saber

O Carioca Shopping, no Rio de Janeiro, recebe, até 10 de junho, a “14ª Feira do Saber”. O evento, organizado pela Metha Eventos, será o ponto de encontro dos estudantes que querem conhecer cursos e escolas de diversos segmentos, fazer inscrições e tirar dúvidas sobre programas e conteúdos. Segundo Ricardo Costa, promotor da feira, a expectativa é que cerca de 200 mil pessoas participem, a maioria em busca de desenvolvimento profissional e conhecimento acadêmico. Além das informações, quem se inscrever durante o evento receberá descontos de até 100% em matrículas, mensalidades e livros didáticos oferecidos pelas instituições.

A ideia de criar a feira surgiu da necessidade encontrada pelas instituições de ensino para divulgar seus produtos. “É uma oportunidade do aluno ter contato direto com várias empresas em um mesmo lugar. E como o Carioca Shopping é um local de grande fluxo, criamos essa parceria, com o objetivo de levar propostas viáveis a um público ávido por esse tipo de consumo”, avalia Ricardo.

O evento, gratuito, conta com 20 estandes nos quais estarão cursos de idiomas, colégios, universidades e instituições de preparação para concursos. A feira conta ainda com um espaço para venda de livros. Também estarão presentes representantes das instituições para o atendimento ao público. Vale conferir.

A 14ª Feira do Saber é gratuita e acontece até 10 de junho, de segunda a sábado, das 10h00 às 22h00, e domingos, das 15h00 às 21h00, no Carioca Shopping – Av. Vicente de Carvalho, 909 – Vila da Penha – Rio de Janeiro. Tel.: (21) 2430-5120.

Empreendedores individuais devem enviar declaração até amanhã

Termina amanhã (31/05), o prazo para a entrega da Dasn-Simei (Declaração Anual do Simples Nacional do Microempreendedor Individual) para mais de 1,8 milhão de empreendedores individuais (EIs) registrados no país até dezembro de 2011. Quem não enviar o documento paga multa de até R$ 50.

Na declaração de rendimentos referentes ao ano passado, a Receita vai considerar empreendedor individual quem teve receita bruta em 2011 de até R$ 36 mil. São formalizados nessa modalidade costureiras, cabeleireiras, pedreiros, encanadores e vendedores ambulantes de churrasquinho, entre outras atividades.

Para quem formalizou a atividade como EI este ano, o valor da renda bruta anual subiu para R$ 60 mil, mas este novo limite somente será considerado na declaração do ano que vem. Até abril deste ano, o número de empreendedores registrados na modalidade passou de 2,1 milhões no país.

A declaração é gratuita e deve ser transmitida pela internet à Receita Federal. Não é necessário informar nenhuma senha ou assinatura digital, nem baixar programa. O documento serve para informar à Receita Federal o faturamento total do EI no ano anterior e confirmar o pagamento dos impostos pagos por meio do carnê mensal do Simples Nacional.

Na internet, há dois caminhos para se chegar à página certa e o passo a passo para preenchê-la é simples (veja as abas, abaixo). O consultor do Sebrae-SP, serviço de apoio à empresa, Paulo Melchor lembra que não houve nenhuma mudança para a declaração 2012, ano-calendário 2011.

Carros antigos invadem o Moinhos Shopping

Os amantes de carros antigos, clássicos e esportivos terão a oportunidade de conhecer aproximadamente 90 modelos da indústria automobilística mundial, em Porto Alegre. Pela primeira vez no Rio Grande do Sul, parte do acervo dos sócios do Classic Car Club-RS, integrantes da “Confraria dos Apaixonados por Carros”, será mostrado ao público, entre 12 e 17 de junho, no Moinhos Shopping. A exposição Classic Car Club-RS – Carros Clássicos e Sports – A Magia dos Sonhos sobre Rodas reúne exemplares oriundos da Inglaterra, Alemanha, Itália, Suécia, Estados Unidos e Brasil, compreendendo um período entre as décadas de 1920 e 1990.

Dois carros antigos estarão no mall do Moinhos Shopping, chamando a atenção dos clientes para a exposição, no 4° subsolo, onde, como atração especial para as crianças, também serão exibidos mini carros infantis (Karmann Guia, Puma, Uirapuru e Porsche). A exposição, organizada em parceria do Shopping com o Classic Car Club, comemora o XI Rally da Serra que será realizado no dia 16 de junho, com largada em frente ao Sheraton Hotel, na capital, até Bento Gonçalves-RS. Com entrada franca, a exposição abre ao público de segunda-feira a sábado, das 10h00 às 22h00, e domingo, das 11h00 às 22h00. Os visitantes poderão levar alimentos não perecíveis que serão doados a instituições de caridade.

Integram a exposição modelos esportivos que participam de provas de velocidade e regularidade em todo o mundo. Conforme o presidente do Classic Car Club-RS, Rodrigo Cirne Lima, no segmento de antigomobilismo, o estado tem um expressivo acervo de carros clássicos e esportivos que contam a história da indústria automobilística. “O Classic Car Club busca agregar os apreciadores de automóveis antigos e incrementar a preservação desses exemplares, na modalidade amadorista, cultivando a tradição e protegendo o patrimônio automobilista nacional”, afirma.

Mais informações e detalhes serão disponibilizados no site www.classicrs.com.br.

Shoppings de SP participam da Campanha do Agasalho 2012

Shopping centers da capital paulista participam da Campanha do Agasalho, que visa estimular a doação de peças em bom estado, novas ou usadas. Os empreendimentos Boavista Shopping, Shopping Campo Limpo, Shopping Penha e Shopping Plaza Sul participam do projeto com pontos de arrecadação de roupas. Os visitantes terão até final de junho/ início de julho para participar.

A Campanha é uma iniciativa do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (FUSSESP), que planeja estratégias, estabelece locais de arrecadação e coordena ações para ajudar milhares de famílias carentes a enfrentar o inverno com mais segurança, dignidade e calor humano. As doações são encaminhadas a entidades assistenciais, hospitais, albergues da capital e de todos os municípios do Estado.

Importados invadem varejo de vestuário

Diversificadas e em linha com as passarelas internacionais, as araras das grandes redes varejistas de vestuário no Brasil vêm sendo incrementadas com uma tendência a mais: a presença cada vez maior de itens importados, resultado da pesada carga tributária, um dos principais entraves à indústria têxtil no país.

Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a participação dos produtos importados no mercado brasileiro de bens industriais bateu novo recorde no acumulado dos últimos quatro trimestres encerrados em março. O coeficiente de penetração de importações, que considera tanto o consumo final das pessoas quanto o de insumos pela indústria, atingiu 22,2% no período, o maior nível desde 1996. No segmento de vestuário, o coeficiente ficou em 12%, após 10,6% 12 meses antes.

Já a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) estima em 20% a participação dos importados na indústria de vestuário. Nessa conta, os oito pontos percentuais acima do número da CNI referem-se a um outro problema pertinente ao setor: o contrabando de mercadorias. “A carga tributária aqui é muito alta, o que não acontece na Ásia”, disse o presidente da Abravest, Roberto Chadad. “[Os importados] estão ocupando espaço da indústria nacional aqui dentro, tanto de empregos quanto de produtos… Estamos dando emprego aos chineses.”

Segundo Chadad, 42 impostos incidem sobre o setor têxtil brasileiro, incluindo aqueles relacionados ao mercado interno e externo. “O governo liberou o INSS para o setor têxtil como um todo, mas são medidas pontuais”, assinalou ele. “O custo da mão de obra no produto é de 8%. O problema é mesmo a alta carga tributária, os juros altos.”

Na lista de argumentos apontados pelas varejistas para recorrer à importação estão no topo da carga tributária, os altos custos de produção e a baixa escala da indústria nacional, seguidas por questões logísticas. “O que pesa é a questão do custo, que hoje é muito alto”, disse o presidente-executivo da Lojas Renner, José Galló. “A logística também afeta, mas seguramente uma redução de custos tornaria a indústria nacional mais competitiva e reduziria as importações”, acrescentou.

No mix de produtos das maiores redes varejistas do país, os itens de inverno, como jaquetas e malhas, respondem pelo maior volume das importações, vindas principalmente de China, Índia, Hong Kong e Bangladesh.

A Renner importa entre 18% e 20% de seus produtos, sendo 40% equivalentes a itens de inverno como couro e lã, segundo Galló, resultado da estação pouco rigorosa no país e da escassez de matéria-prima suficiente para produzir tais peças em larga escala.

Do total comercializado pela Hering, enquanto isso, quase 28% são produtos acabados adquiridos de terceiros. Desses, 82,3% vêm do mercado internacional. “A China é mais uma alternativa para ter produtos com bom custo-benefício para o consumidor na loja”, afirmou o vice-presidente financeiro da Hering, Frederico Oldani. “O país não favorece a produção… [a importação] permite ter produtos específicos nas lojas independentemente da sazonalidade.”

A Marisa Lojas, por sua vez, tem 15% de seu mix vindo do mercado externo e esse nível deve aumentar para 20% no curto prazo, , afirmaram executivos da empresa em reunião com analistas e investidores no final de 2011.

Em todo o ano passado, foram importadas 640,5 milhões de peças de vestuário, o que equivale a 9,3% do consumo aparente da indústria de vestuário, de acordo com o Instituto de Estudos em Marketing Industrial (Iemi). Ainda conforme o Iemi, China e Hong Kong responderam, juntos, por 63,9% das importações brasileiras de vestuário em 2011. Bangladesh é o segundo maior fornecedor, com 6,8 %, seguido pela Índia, com 6,1%.

O atual cenário, em que itens importados ocupam cada vez mais espaço nos cabides das varejistas, decorre do crescimento industrial mais lento que o consumo.

Humberto Gessinger no Catuaí Shopping Maringá

Bate-papo, novo livro e sessão de autógrafos. Assim será a noite de lançamento de “Nas Entrelinhas do Horizonte”, de autoria do músico Humberto Gessinger. O encontro está marcado para as 19h30, hoje (30/05), na Livrarias Curitiba do Catuaí Maringá.

Contemplando o horizonte embalado pela trilha sonora que o tornou um dos nomes do rock brasileiro nos anos 80, Gessinger evoca neste livro a memória afetiva para construir crônicas. Cada página é uma janela onde passado, presente e futuro se misturam para compor a cena.

Senhas numéricas limitadas (200 unidades) estão sendo distribuídas gratuitamente na Livrarias Curitiba, do Catuaí Maringá, para o lançamento. Cada pessoa pode pegar uma senha que dá direito a no máximo três autógrafos por pessoa, sendo um deles no livro “Nas Entrelinhas do Horizonte”.

Humberto Gessinger é cantor, multi-instrumentista, compositor, escritor, líder da banda Engenheiros do Hawaii e integrante do projeto Pouca Vogal.

Bradesco quer comprar Santander, diz jornal

O Bradesco está próximo de fechar a compra das operações do Santander no Brasil. Caso a operação seja confirmada, a instituição pulará da terceira para a primeira posição no ranking dos maiores bancos de varejo do país, ultrapassando o Itaú Unibanco e o Banco do Brasil. As informações são do jornal “O Globo”.

O negócio para o banco espanhol, que já se desfez de operações no Chile e na Colômbia, seria fundamental para se recuperar do agravamento da crise bancária na Espanha. O Bradesco não quis comentar a informação, e nenhum representante do Santander foi encontrado para falar do assunto.

Pelos números de março, Bradesco e Santander, juntos, somariam R$ 1,2 trilhão em ativos e R$ 108,4 bilhões em patrimônio líquido, contra R$ 896,8 bilhões e R$ 72,5 bilhões, respectivamente, do Itaú Unibanco. O BB fechou seu balanço no primeiro trimestre com R$ 1 trilhão em ativos (por ora, é a única instituição latino-americana a atingir essa marca) e R$ 60 bilhões de patrimônio líquido.

Classe média tem renda per capita de R$ 291 a R$ 1.019, diz governo

As pessoas com renda familiar per capita entre cerca de R$ 291 e R$ 1.019 são as que formam a classe média brasileira, segundo uma nova definição aprovada na última segunda-feira (28/05) por uma comissão da SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República). De acordo com a secretaria, essa classe representa 54% da população brasileira e é a maior do país.

Dentro da classe média, foram definidos três grupos: a baixa classe média, com renda familiar per capita entre R$ 291 e R$ 441, a média, com renda familiar per capita de R$ R$ 441 a R$ 641 e a alta classe média, cuja renda familiar per capita fica entre R$ 641 e R$ 1.019. A classe alta estaria acima de R$ 1.019 e também foi dividida em dos grupos. A baixa classe alta ficaria entre R$ 1.019 e R$ 2.480 e a alta, que fica acima deste valor. Os extremamente pobres têm renda per capita familiar até R$ 81 e os pobres, de R$ 81 a R$ 162.

Para definir os grupos de consumidores, foi usado o critério de vulnerabilidade, que considera a chance do brasileiro de determinada classe social voltar à condição de pobreza.

Segundo o secretário de ações estratégicas da SAE, Ricardo Paes de Barros, a nova classe média precisa viver com menos incertezas e estar instrumentalizada para aproveitar o rapidamente as oportunidades que se abrem. Para Barros, o crescimento desse segmento da população deve-se principalmente ao acesso ao emprego formal, mas ainda há grande rotatividade dos trabalhadores, que precisa ser reduzida. “Queremos alcançar essa estabilidade tornando mais interessante para o trabalhador permanecer no posto que ocupa e estimulando o empregador a ter interesse em mantê-lo”.

Segundo Barros, a comissão analisa a criação de políticas públicas para a classe média nas seguintes frentes: um sistema de qualificação continuada do trabalhador ocupado, inovações no mercado de microsseguros, medidas para estimular a poupança nesse segmento e a educação financeira.

O ministro Moreira Franco anunciou que será criada uma ferramenta para interagir e estimular o debate, para aprofundar os estudos sobre a nova classe média.

Divirta-se com os dinossauros da Era T-Rex no Shopping Iguatemi Caxias

Diversão para toda a família é o que reserva a exposição interativa Era T-Rex, que segue até 6 de junho no Estacionamento do Shopping Iguatemi Caxias, em Caxias do Sul (RS). Quem passar por lá vai interagir com dinossauros de até 25 metros de comprimento e oito metros de altura em seu habitat natural, como há milhões de anos atrás.

O parque conta com mais de 30 dinossauros em uma área tematizada que recria uma floresta com todos seus efeitos visuais e sonoros. O visitante começa sua experiência dentro de um cinema 5D. Lá ele assistirá a um filme que mistura educação e diversão e que servirá para criar o efeito surpresa, aumentando a ansiedade e a expectativa sobre o que ele vai ver a seguir. Saindo do cinema, a sensação é de que a pessoa estará envolvida na atmosfera jurássica.

A partir disso, começa a aventura no habitat dos Tiranossauros Rex, dos Halossauros, Pterodáctilos, entre outros tantos… Conduzido por um guia, o visitante entra na floresta. É uma experiência que se conceitua como “Dark Ride” (algo como “caminhar no escuro”). É nesse momento que ele poderá ver dinossauros gigantes andando a seu lado, tocá-los, ouvi-los, observar a relação entre mãe e filhote, enfim, se sentir parte integrante de um mundo que não existe mais.

A experiência termina em uma área didática em que o visitante encontrará esqueletos, paleontólogos explicando as características da época e dos dinossauros, jogos, escavações para as crianças encontrarem ossos na areia e brinquedos temáticos. O evento tem patrocínio das Lojas Colombo e HP.