Segmentação é prioridade de redes de varejo

Telhanorte, Grupo Pão de Açúcar, Contém 1g, Casa do Pão de Queijo e Amway são algumas das redes que começam a adaptar suas operações, lojas e produtos para atender melhor o seu público-alvo, seja ele das classes A, B, C ou D.

Assim, o varejo no Brasil está seguindo e até antecipando tendências internacionais do setor, já que um dos destaques da última edição da National Retail Federation (NRF), a maior feira mundial de varejo, ocorrida em janeiro em Nova York, foi o processo de segmentação e racionalização do mix de redes varejistas, com o foco para atender um público e classes específicas.

No caso da Saint-Gobain Distribuição (que detém as marcas de material de construção Telhanorte, Center Líder e Pro Telhanorte), a opção é ter diferentes bandeiras para atender cada público, sendo que recentemente resolveu apostar na classe C com a compra da Center Líder, mantendo a marca Telhanorte para atender um público A e B.

Segundo Marcelo Rosse, diretor de Mercadorias e de Marketing de Produtos da Saint-Gobain, das 10 unidades Center Líder, quatro já foram convertidas em Telhanorte, por estarem em locais em que predominava seu público-alvo.

Este ano, a rede afirma que terá crescimento na casa dos dois dígitos e superior ao de 2009.

Outro objetivo é otimizar sua logística, com intenção de abrir até um novo centro de distribuição em Guarulhos, Grande São Paulo.

Por processo semelhante, deve passar o Grupo Pão de Açúcar após adquirir a Casas Bahia e o Ponto Frio.

De acordo com Abílio Diniz, presidente do conselho do grupo, e os diretores da companhia disseram após a aquisição, a intenção é manter a bandeira da Casas Bahia para as classes C e D e posicionar melhor o Ponto Frio, para as classes A e B, até com possível novo visual e lojas mais modernas.

Com a existência de 100 lojas conflitantes das marcas, há previsão de conversão de unidades de acordo com a região em que estão.

Produtos Uma rede que viu uma oportunidade maior de crescimento focando uma categoria de produtos é a Contém 1g, que aposta na maquiagem, mercado que cresceu 25% em 2009.

A mudança ocorreu não só no mix, mas em todo o posicionamento da marca, que entrou no segmento de beleza operando apenas com vendas diretas, mas depois começou a abrir franquias e hoje possui 190 lojas, que já representam 90% das suas vendas, enquanto a venda por catálogo é responsável apenas pelos 10% restantes.

A intenção é ainda aprimorar seu novo conceito de lojas, em que podem oferecer mais serviços.

“Desde o crescimento das nossas franquias sentimos essa necessidade de reavaliar o negócio.

Os concorrentes têm vários produtos no mix, mas vimos que oportunidade de crescer era muito maior se focássemos um nicho”, explica a gerente de Marketing da marca, Paula Jacomassi Quintana.

Com a estratégia, ela afirma que já está tendo grande reflexo positivo na receita e valorização da marca.

Já no caso da Casa do Pão de Queijo, uma das maiores redes de franquias do Brasil, com mais de 450 unidades, a opção é por manter um cardápio mais enxuto, antigamente a rede vendia uma maior opção de salgados, estratégia da qual desistiram para focar no que sabem fazer melhor: o pão de queijo, oferecendo apenas alguns lanches e salgados, ampliando a qualidade e reduzindo custos operacionais.

De acordo com Alberto Carneiro, hoje presidente da rede, houve retorno imediato: “conseguimos manter e até subir o gasto médio dos clientes com a mudança”.

Hoje, até oferecem mais opções, mas mantém cuidado para não perder o foco.

“Se entramos com dois produtos, procuramos tirar outros dois.

” A rede ainda está repaginando as suas unidades, no ano passado foram 32 lojas reformadas e este ano entre 20 a 40 unidades devem ganhar novo visual – o que afirmam ter um impacto de até 30% nas vendas.

As 35 lojas previstas para abrir em 2010, também já ter

Maioria das empresas não está pronta para nova norma contábil

A maior parte das empresas brasileiras ainda não está preparada para fazer seus demonstrativos contábeis pelos padrões internacionais do IFRS (International Financial Reporting Standards), como é obrigatório a partir deste ano.

A avaliação é do presidente da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), Antonio Duarte Carvalho de Castro, e dos sócios da Ernst & Young, Mauro Moreira e Fernando Magalhães.

“Aquelas empresas que já fizeram operações internacionais, as que possuem ADRs e as empresas de capital aberto que são subsidiárias de multinacionais estão preparadas, mas a grande maioria das empresas não está”, disse Castro.

“De cerca de 440 empresas listadas na Bovespa, as preparadas são talvez menos de 100, o que dá entre 20% e 25%.

Então, as demais vão ter um desafio.

” Castro comentou que a mudança na Europa foi muito difícil, mas “quando feita há cinco anos, a distância do padrão anterior para o IFRS era muito menor que a existente no Brasil agora”.

Moreira, por sua vez, observou que as modificações contábeis na Europa provocaram grande impacto nos resultados das empresas.

“O mesmo pode acontecer no Brasil” diz.

No primeiro ano de adoção do IFRS na Europa, houve grandes alterações no patrimônio líquido (PL) das companhias – como um aumento de 49% no da Endesa e uma redução de 52% no da British Airways, de acordo com Moreira.

Mas também houve empresas que não sofreram nenhuma mudança no PL, como a British Petroleum (BP).

A companhia aérea britânica, por outro lado, teve um aumento de 47% no seu lucro, enquanto a Endesa teve uma redução de 9% no resultado, segundo tabela da Ernst & Young.

Mas houve também quem tivesse mudanças na mesma direção com a alteração de padrão contábil na Europa, de acordo com a tabela.

A tele Vodafone aumentou seu PL em 15% e seu resultado em 194%.

Mesmo dentro de um mesmo setor, os impactos no primeiro ano de mudança na Europa foram diferenciados.

A espanhola Telefónica teve redução de 24% no PL e aumento de 10% no resultado.

Moreira, que é sócio de auditoria e chefe do escritório do Rio da Ernst & Young, lembra que é uma obrigação das empresas brasileiras apresentarem seus balanços de 2010 comparados com os de 2009 pelo padrão IFRS.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dispensou as empresas de apresentarem suas demonstrações trimestrais pelo IFRS já ao longo do ano, mas exigindo que, se optarem por isso, o façam retroativamente, no máximo até apresentarem o balanço do ano de 2010

Franchise gerou 1,5 milhão de empregos

O mercado das franquias foi um dos que mais empregaram no ano de 2009.

Foram 1,5 milhão de vagas de empregos diretos quase 2 milhões de empregos indiretos ? um crescimento de 9,71% em relação a 2008.

Durante todo o ano foram abertas 14.

365 franquias e somente essas geraram 144 mil novas vagas de emprego.

Essas foram algumas das conclusões da pesquisa ?Franchise na Economia Brasileira 2010?, realizada pela Rizzo Franchise – que há mais de 20 anos divulga os resultados do setor em todo o Brasil e América Latina.

?Só no ano passado, foram inauguradas 39 franquias por dia, aproximadamente 5 por hora útil?, explica o especialista em franquias Marcus Rizzo, autor da pesquisa.

O faturamento das 149 mil unidades das franquias brasileiras, que juntas somaram R$ 240 bilhões também colocam o Brasil em evidência, ocupando o 3º lugar no ranking mundial dos países com maior número de franquias.

O setor de Alimentação foi o que teve o maior crescimento em 2009, disparado dos demais, com 33% a mais de franquias em relação a 2008.

Em segundo lugar ficou o setor de Vestuário, com 18,4% e em terceiro e quarto lugares, os setores Acessórios Pessoais e Negócios & Serviços, com 11,4% e 9,4% de crescimento respectivamente.

São várias as empresas franqueadoras que comemoram o sucesso de 2009, principalmente até o final do primeiro semestre de 2010, quando as franquias vendidas no fim do ano passado começam a ser inauguradas.

A rede Oficina Brasil, de serviços automotivos, por exemplo, vendeu 30 novas franquias no ano passado e todas devem ser inauguradas até junho deste ano.

As redes de bijuterias e acessórios Morana e Baloné consideram o ano de 2009 um marco em suas redes, com a conquista da presença em todo o território nacional da Morana e 20 novas franquias na rede Baloné.

Como exemplos de geração de empregos, podem ser citadas a rede de franquias de idiomas Minds, que tem 75 vagas de emprego para serem preenchidas até o final de março e a Dídio Pizza, rede de franquias de pizzarias delivery, que oferece 140 novas vagas este ano.

A análise da Rizzo Franchise para o ano de 2010 mostra que o setor de alimentação deve continuar liderando o crescimento das franquias, seguido pelos setores de Negócios & Serviços e Construção.

A expectativa é que o Franchise atinja um faturamento de 254 bilhões até o final do ano.

Preço da gasolina deve encarecer nas próximas semanas, diz federação

O preço da gasolina deve ficar mais caro nas próximas semanas, segundo a Federação Nacional do Comercio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustiveis).

O órgão afirma que, em poucos dias, os postos de todo o país já receberão combustíveis das distribuidoras com preços mais elevados.

A federação explica que parte da alta deve-se à redução do percentual de etanol anidro na gasolina, de 25% para 20%, que passou a vigorar desde o último dia 1º de fevereiro.

?Ao contrário do que se esperava o governo não anunciou qualquer medida de redução de carga tributária para compensar o maior custo da gasolina?, diz a Fecombustiveis.

Outro fator que deve interferir no preço dos combustíveis, segundo a federação, é a logística, já que muitas regiões brasileiras já estão com a capacidade de produção da gasolina no limite e vão precisar receber o combustível de outras localidades para suprir o aumento da demanda.

Segundo dados preliminares do Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes) apenas em janeiro as vendas de etanol caíram 30%, em razão do aumento da competitividade de preço com a gasolina, cujo consumo ficou vantajoso em alguns locais do país.

Investimentos no Rio de Janeiro atrairão executivos de todo o Brasil

O grande volume de investimentos no Rio de Janeiro por conta das Olimpíadas, da Copa do Mundo e do pré-sal aumentará a demanda por executivos, mas o mercado carioca não está pronto para atendê-la.

Segundo Elisa Lustosa, diretora da filial fluminense da Mariaca, uma das empresas líderes de gestão de capital humano do País, o Rio de Janeiro se mostrará cada vez mais atraente em termos de mercado de trabalho.

Ela afirma que o mercado exige novas características para esse momento de alta demanda e os profissionais devem olhar cuidadosamente para onde estão as oportunidades.

Os setores de turismo e hotelaria, construção civil e óleo e gás já começam a sentir falta de talentos.

Este é o momento de fortalecer o networking, de mostrar conhecimentos específicos e apontar na direção para onde o executivo quer que sua carreira vá.

?O mercado e os gestores estão mais confiantes, por isso, é o momento exato para as pessoas enxergarem as oportunidades e criarem a empregabilidade?, diz.

Elisa acrescenta que embora as áreas que buscam profissionais sejam específicas, os cargos de liderança têm um perfil cada vez mais estratégico, o que abre o leque de possibilidades.

Executivos de empresas de bens de consumo podem, por exemplo, ter oportunidades em indústria automotiva,e isso se repete em diversas áreas.

No entanto, a consultora alerta que a visão estratégica e a boa comunicação do executivo devem ser aliadas ao conhecimento das variáveis de sua área e à capacidade dele próprio se reciclar e de buscar ampliar suas competências.

As oportunidades não se limitam à recolocação de profissionais ou à transição de carreira.

Há espaço para quem quer empreender.

Elisa diz que, com os quase R$ 29 bilhões que serão investidos nas Olimpíadas, muitos serviços precisarão ser criados e aprimorados, como transporte e segurança.

Ela destaca também a área desportiva, que já sente falta de formação técnica no preparo dos atletas.

Segundo o Ministério do Esporte, serão gerados dois milhões de empregos no País até 2027, 120 mil empregos por ano, até a realização dos Jogos e 130 mil anuais a partir de 2016.

Embora o governo do Estado anuncie investimentos em formação profissional, como os R$60 milhões anunciado recentemente pela prefeitura de Macaé, há uma forte procura por cargos de liderança com destaque para engenheiros e executivos das áreas financeira, de recursos humanos e marketing.

A diretora da Mariaca afirma que são esperados executivos de todo o Brasil para atender à demanda carioca.

?Além das crescentes oportunidades, o estilo de vida na cidade do Rio de Janeiro será outro atrativo para os executivos do País todo?, diz.

Elisa também destaca o grande relacionamento internacional que será resultado de todo esse aquecimento da economia carioca.

?Assim como nós enxergamos oportunidades para o Brasil, os eventos e investimentos envolvem países do mundo todo, o que torna o mercado ainda mais atrativo?.

Investimento na Fábrica do Spoleto

O ano de 2009 foi bastante positivo para o Spoleto.

A maior rede de culinária italiana do país registrou faturamento de R$ 290 milhões, 15% a mais em relação a 2008.

A grande novidade para 2010 é o investimento de R$ 10 milhões na nova fábrica da rede em Volta Redonda, cidade escolhida estrategicamente por ficar entre o Rio de Janeiro e São Paulo, estados que concentram o maior número de restaurantes da rede (135).

A unidade fabril, com 25 mil m2, será inaugurada no segundo semestre e vai abastecer todas as lojas espalhadas em 23 estados e no Distrito Federal.

A rede alcançou também crescimento de 19% em pontos de venda, com 36 novas lojas.

Hoje o Spoleto conta com 272 restaurantes – 249 no Brasil e 23 no exterior (21 no México e dois na Espanha).

A projeção é manter o mesmo ritmo e assinar 36 novas unidades ao longo do ano, chegando ao faturamento de R$ 326 milhões (o equivalente a 12% de crescimento).

Inflação em São Paulo é a maior desde fevereiro de 2003

A inflação de 1,34% registrada pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) em janeiro foi a taxa mensal mais expressiva para a cidade de São Paulo desde fevereiro de 2003 e a terceira maior alta em 16 anos para o período.

O indicador foi puxado principalmente pelos grupos transportes e educação.

A informação é da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Em 2003, a inflação mensal medida na cidade foi de 1,61%.

Naquela ocasião, o indicador ainda era pressionado pelos impactos da forte valorização do dólar ante o real.

A inflação divulgada nesta terça-feira também é a mais expressiva para janeiro desde 2003, quando o índice avançou 2,19%.

Em maio de 2008 a inflação paulista também atingiu um dígito, ficando em 1,23%.

São Paulo não registra deflação mensal desde fevereiro de 2006, quando o índice recuou 0,03%.

Na terceira medição de janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) teve alta de 1,16%.

Em janeiro de 2009, o avanço correspondeu a 0,46%.

O reajuste da tarifa dos ônibus urbano e o aumento das mensalidades escolares tiveram forte impacto no resultado do mês.

Os Transportes tiveram alta de 4,58% e contribuição de 0,72 ponto porcentual (54,08%) de todo o IPC, enquanto a Educação subiu 4,42% ante variação de 0,10% em dezembro e representou 0,16 ponto porcentual (12,34%) do IPC.

O grupo Transportes teve sua maior taxa mensal desde dezembro de 2006.

O maior vilão da inflação na capital no primeiro mês de 2010 e principal causador de uma taxa tão forte foi o reajuste de 17,4% que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) determinou para as passagens de ônibus no município.

Tal aumento fez com que, no IPC da Fipe, o item ônibus apresentasse uma elevação de 13,74% em janeiro ante variação zero em dezembro.

Os itens lotação e integração, que também haviam mostrado estabilidade no último mês de 2009, tiveram comportamento de alta expressiva por conta do reajuste promovido pela Prefeitura.

O primeiro subiu 15,38% em janeiro.

O segundo avançou 5,93%.

Já o destaque de educação foi o subgrupo Ensino Escolar, que apresentou elevação de 5,05%, formada por altas nos segmentos de Educação Infantil (6,87%), Ensino Fundamental (6,88%), Ensino Médio (6,69%) e Ensino Superior (2,89%).

Além disso, a alta nos preços dos alimentos in natura, impulsionada pelas chuvas mais intensas do que o normal, influenciou de maneira importante a variação do grupo Alimentação, que apresentou elevação de 1,52% ante queda de 0,24% em dezembro e representou 0,34 ponto porcentual (25,78%) de toda a inflação paulistana.

O subgrupo Produto In Natura avançou 4,44% no primeiro mês de 2010 ante variação de apenas 0,35%.

CEF pagará juros devidos de contas do FGTS

A Caixa Econômica Federal (CEF) começa no dia 12 de fevereiro a pagar juros adicionais para os trabalhadores que optaram pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) antes de 23 de setembro de 1971 e que ainda não tiveram a correção das taxas referentes ao período.

A medida, prevista em resolução do Conselho Curador do FGTS, beneficia cerca de 70 mil titulares de contas vinculadas que já, a partir desta terça-feira, poderão obter informações e acessar o formulário Termo de Habilitação disponível nas páginas da Caixa e do FGTS na Internet.

O vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias, Moreira Franco, diz em nota que o crédito adicional agora está disponível para os que entraram ou não com ação judicial.

Os interessados poderão verificar se têm direito à correção, preencher o termo e preparar a documentação especificada.

A partir do dia 12, os documentos solicitados deverão ser anexados ao Termo de Habilitação e entregues em qualquer agência da CEF.

Poderão ser beneficiados com os créditos adicionais os trabalhadores que possuam conta vinculada do FGTS até 22 de setembro de 1971 e que permaneceram no mesmo emprego, relativo ao vínculo alvo de aplicação da progressividade da taxa, por mais de dois anos.

Além disso, esses funcionários não devem ter sido beneficiados com o crédito da aplicação da taxa progressiva em sua conta vinculada por determinação judicial ou administrativamente.

O saque do saldo da conta vinculada, alvo de aplicação da progressão, deve ter ocorrido em data igual ou posterior a 12 de novembro de 1979.

Os trabalhadores que ingressaram com pedido na justiça para correção das taxas de juros referentes ao período deverão desistir da ação para habilitação aos créditos.

A CEF estima que, dos 70 mil trabalhadores com direito ao benefício, 60 mil têm ação na Justiça.

São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados com maior número de beneficiados.

Anatel adia pela terceira vez projeto para desbloqueio de celulares

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) adiou mais uma vez a votação da proposta de proibir o bloqueio do telefone celular, para permitir que o aparelho possa ser usado com chips de diversas operadoras.

Este é o terceiro adiamento da Anatel sobre o assunto e foi feito a pedido do presidente da agência, Ronaldo Sardenberg, que solicitou a prorrogação da vista do processo por 45 dias, para estudar melhor a proposta.

A relatora do processo, conselheira Emília Ribeiro, defende o desbloqueio do celular, porque seria uma forma de incentivar a competição e de baixar o preço da tarifa.

No Brasil existem 174 milhões de telefones celulares em operação.