Inaugurações de shoppings serão recorde em 2013, afirma IBOPE.

Um levantamento divulgado pelo Cadastro de Shopping Center, base de dados do IBOPE Inteligência, mostrou que 2013 terá o maior número de inaugurações de shoppings da história do Brasil: 64.

Mais da metade abrirá as portas em cidades do Sudeste: 35. O Nordeste vai abrigar 12 novos empreendimentos previstos para este ano, enquanto a região Sul receberá seis, mesma quantidade esperada para a região Norte. O Centro-Oeste deve abrigar a menor quantidade: cinco.

Os novos shoppings vão se juntar aos atuais 423 centros comerciais em operação no país. Desses, 224 estão localizados no Sudeste, 77 no Sul, 60 no Nordeste, 43 no Centro-Oeste e 19 no Norte. Até o final de 2014, a previsão é que o Sudeste alcance 286 empreendimentos, o Sul 89, o Nordeste 80, o Centro-Oeste 51 e o Norte 31.

Dos novos shoppings previstos para os próximos anos, 44 (39%) serão inaugurados em 38 municípios que ainda não possuem esse tipo de empreendimento. Novamente as cidades do Sudeste lideram, com 19 inaugurações, enquanto no Norte serão nove, no Sul sete, no Nordeste seis e no Centro-Oeste três.

A expansão recorde, consequentemente, vai beneficiar os varejistas. Segundo o IBOPE Inteligência, o consumo dos principais grupos de produtos comercializados em shoppings deve alcançar R$ 532,5 bilhões neste ano. Só a região Sudeste representa R$ 283,91 bilhões do total, seguida da região Sul, com R$ 88,95 bilhões, e do Nordeste, com R$ 83,45 bilhões.

Ações de saúde e varejo despontam como boas opções em 2013.

Com a queda dos juros no ano passado, as opções mais conservadoras de investimentos para pessoas físicas, que incluem poupança, Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) e outros investimentos de renda fixa, tiveram sua rentabilidade reduzida. Em função disso, opções de maior risco, como o mercado de ações, ou novas alternativas, como os títulos públicos (Tesouro Direto) e os fundos de investimento atrelados à taxa de inflação estão mais atraentes para quem busca um maior retorno financeiro.

Contudo, estas são opções de médio ou longo prazo. “O investidor não deve esperar resultados elevados se tiver necessidade de utilizar os recursos em um prazo reduzido”, pondera o especialista em gestão e finanças e diretor da Mais Ativos Educação Financeira Newton Machado. Para ele, a melhor orientação ainda é montar um portfólio diversificado, com investimentos em renda fixa e em renda variável.

O percentual de cada tipo depende de fatores como o perfil do investidor – maior ou menor disposição ao risco – e o prazo de retorno desejado. Dessa forma, se o investidor deseja resultados no curto prazo e está disposto a correr riscos, seu portfólio deve ter uma parcela significativa de recursos aplicados em renda variável. Se, ao contrário, o objetivo é proteger o poder de compra visando a aposentadoria, por exemplo, opções como o Tesouro Direto e os fundos de investimento são as melhores.

Segundo Machado, o mercado de ações é uma alternativa interessante, desde que se busque um retorno em prazo mais dilatado. “Por ser um investimento de renda variável e demandar um bom conhecimento do mercado, é recomendável que os investidores iniciantes apliquem seus recursos em um fundo de investimento baseado em ações, minimizando potenciais riscos”, aconselha.

O ideal é buscar ações de empresas menos afetadas pelo contexto econômico interno e externo. “As empresas do setor petrolífero e de energia tiveram sua rentabilidade diminuída por decisões de política econômica, o que afeta o valor de suas ações. As ações de empresas ligadas a educação, saúde e comércio varejista são melhores opções, pois pegam carona na inclusão de novos segmentos e no aumento do consumo interno brasileiro”, afirma o especialista.

Inadimplência de pessoa física recua ao menor patamar em 15 meses.

A taxa de inadimplência das pessoas físicas, que mede o atraso de pagamento superior a 90 dias nas operações com recursos livres, recuou 0,2 ponto percentual em fevereiro deste ano, para 7,7% ao ano. Em janeiro, estava em 7,9% ao ano. Trata-se do menor patamar desde novembro de 2011 (7,6% ao ano).

“Em fevereiro, observamos um arrefecimento da inadimplência naquele segmento que recebia mais atenção, de pessoa física no crédito livre [que exclui habitação, crédito rural e BNDES]. Já dá sinais mais claros de arrefecimento. Deu um certo alívio. Isso se deve ao crescimento da renda e do emprego”, avaliou o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

Já a taxa de inadimplência das operações dos bancos com as empresas, ainda no segmento com “recursos livres”, somou 3,7% em fevereiro deste ano – mesmo patamar de janeiro deste ano e de dezembro do ano passado. Para estas operações, a maior taxa já atingida, desde dezembro de 2011, foi em outubro do ano passado, quando chegou a 3,8%.

Considerando a taxa total de inadimplência, o que engloba operações com as pessoas físicas e empresas, ainda nas operações com “recursos livres” (desconsiderando crédito habitacional, rural e operações do BNDES), houve queda de 5,7% em janeiro deste ano para 5,6% em fevereiro de 2013, ainda segundo números da autoridade monetária.

Nova metodologia

A autoridade monetária mudou, no início deste ano, o formato de registro dos dados de inadimplência e, ao mesmo tempo, também desativou a série histórica que vigorava anteriormente. A instituição ainda não divulgou a nova série para os dados, que tem início em março de 2011. Com isso, estão disponíveis, neste momento, somente dados de dezembro do ano retrasado em diante.

Pela nova metodologia, as operações com recursos livres (que não têm relação com o crédito direcionado, que é rural, BNDES e habitação) passaram a englobar algumas modalidades de empréstimos, como arrendamento mercantil (leasing), descontos de cheques (operações que se assemelham com “factoring”), além de cheque especial pessoa jurídica e antecipação de faturas de cartão.

Confiança do setor de serviços tem ligeira alta em março, diz FGV.

Os empresários do setor de serviços seguem moderadamente otimistas quanto aos negócios, de acordo com a pesquisa Sondagem de Serviços realizada mensalmente e divulgada nesta quarta-feira (27) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Enquanto a avaliação sobre a situação atual se manteve positiva em março, a expectativa sobre os próximos meses teve leve deterioração. A pesquisa reforça o quadro de uma recuperação ainda tímida do setor de serviços no primeiro trimestre do ano, afirma a entidade, em nota.

De acordo com a FGV, o Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou apenas 0,3% em março, ante fevereiro, ao passar de 122,1 para 122,4 pontos, com ajuste sazonal.

A evolução do ICS entre fevereiro e março resultou de aumento de 1,7% no Índice de Situação Atual (ISA-S) e do recuo de 0,8% no Índice de Expectativas (IE-S). O ISA-S alcançou 105,8 pontos, mantendo-se inferior à média histórica de 110,7 pontos, enquanto o IE-S atingiu 138,9 pontos – também um pouco abaixo da média histórica (139,6 pontos).

A proporção de empresas que percebem a situação como boa passou de 26,8% para 29%, ao mesmo tempo em que a parcela das que a consideram ruim diminuiu de 16,4% para 14,2%. O indicador que avalia o volume de demanda atual recuou 0,9%.

O indicador que mede a tendência dos negócios para os meses seguintes foi o que mais contribuiu para a queda do Índice de Expectativas, ao recuar 0,8% em março, frente a fevereiro.

A proporção de empresas prevendo melhora da situação passou de 47,9% para 46,7%, enquanto a parcela daquelas prevendo piora caiu ligeiramente, de 5,6% para 5,5%.

O indicador do quesito demanda prevista passou de uma queda de 2,5% em fevereiro, para -0,9% em março. A proporção de empresas prevendo demanda maior dos negócios passou de 44,7% para 44,1%, e a parcela das que esperam demanda menor saiu de 6,9% para 7,6%.

CNC: Disposição do consumidor ir às compras recua.

Os consumidores estão menos dispostos a ir às compras, revelou a pesquisa “Intenção de Consumo das Famílias” (ICF), divulgada há pouco pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). A intenção de consumo recuou 2,5% (132,2 pontos) de fevereiro para março e também na comparação com igual mês de 2012.

“A manutenção de um nível ainda elevado de endividamento e inadimplência, maiores pressões inflacionárias e o fim das desonerações fiscais impediram um aumento da confiança das famílias no período”, informou a CNC, em nota oficial.

Além disso, a instituição atribuiu a um menor otimismo com o mercado de trabalho a piora do indicador neste mês. Ainda assim, o ICF se mantém acima da zona de indiferença (100,0 pontos), o que a confederação classifica como “um nível favorável de consumo”.

A pesquisa revela que, se comparado ao mês anterior, o grupo de consumidores de mais baixa renda, de até dez salários mínimos mensais, foi o que demonstrou maior recuo do ICF (-2,8%). Já as famílias com renda acima de dez salários mínimos apresentaram variação negativa de 0,9%.

Mesmo diante de estatísticas menos animadoras, a CNC destaca que “a sustentação do cenário favorável para o mercado de trabalho, com baixa taxa de desemprego e ganhos reais positivos, além do ritmo mais moderado da economia, poderá impactar positivamente o nível de endividamento e inadimplência, impulsionando o consumo ao longo de 2013”.

Em comparação a fevereiro, os dados regionais revelaram ainda que o recuo do índice nacional foi puxado principalmente pelas capitais do Sudeste e do Norte, que registraram variação de -3,8% e -3,6%, respectivamente.

SHOPPING CENTER 3 APOSTA EM DIFERENCIAL COMPETITIVO.

Único na região da Avenida Paulista a reunir no mesmo espaço as maiores marcas do segmento de chocolates como Kopenhagen, Cacau Show, Ofner e Havanna, entre outras, o Center 3 aposta em crescimento no período. “A projeção é de aumento de 12% nas vendas em relação à Páscoa do ano anterior, afirma a gerente de marketing do Shopping Center 3, Cecilia Hastings.

Para reforçar o seu diferencial competitivo, lembrando o consumidor sobre as marcas que compõem o seu mix de lojas de chocolates, o Shopping mantém nas ruas, até o dia 31 de março, campanha publicitária criada pela Agência Creare.

A veiculação acontece em jornais e revista de grande circulação, nos monitores da Elemidia instalados em edifícios comerciais da Avenida Paulista e dos Jardins. Aproveitando a circulação média diária de 50 mil pessoas, o Shopping complementa a campanha com mídias internas estampadas em cancelas de estacionamento, nos elevadores, corredores e mesas na praça de alimentação.

Shopping Center 3: Avenida Paulista, 2.064 – Cerqueira César
Tel: (11) 3285-2458, www.shoppingcenter3.com.br

Comércio eletrônico prepara a segunda edição do Dia do Frete Grátis.

O comércio eletrônico brasileiro promove dia 26 de abril, no site www.diadofretegratis.com.br, a segunda edição do Dia do Frete Grátis, ação promocional em que varejistas oferecem produtos sem cobrar pelo custo do frete. A data com foco no desconto preferido dos e-consumidores é uma iniciativa do Busca Descontos. A expectativa dos organizadores é de uma maior adesão dos varejistas e consumidores esse ano.

“O frete é um fator que interfere diretamente na decisão de compra dos consumidores. Ao se deparar com um custo de frete elevado, essas pessoas podem optar por outros caminhos, como comprar em lojas físicas ou simplesmente desistir da compra”, conta Pedro Eugênio, CEO do Busca Descontos.

Eugênio acrescenta que o período em que ocorre o dia do frete grátis é marcado pela grande quantidade de buscas de produtos e vendas para o dia das mães, que acontece no segundo domingo de maio.

“Para este ano, teremos um maior número de lojas participantes e também de consumidores”, conta o CEO.

73% das varejistas estão no mercado há mais de 5 anos, diz pesquisa.

Sete em cada dez comerciantes estão consolidados no mercado varejistas há mais de cinco anos, aponta pesquisa divulgada nesta terça-feira (26) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Segundo o levantamento feito com 615 varejistas de todas as capitais brasileiras, 73% dos comerciantes estão no mercado há mais de cinco anos.

“A atual política de estímulo ao consumo impactou significativamente no poder de compra do consumidor brasileiro, o que consequentemente alavancou as vendas do comércio nos últimos dois anos”, afirma o estudo.

A pesquisa mostra também que a maior parte dos entrevistados (69%) afirmou possuir até nove funcionários. Além disso, 61% dos comerciantes têm apenas um único estabelecimento e 76% declararam ter rendimentos abaixo de R$ 754 mil por ano.

“Os resultados da pesquisa indicam que, por qualquer que seja o critério utilizado, a maioria do varejo brasileiro é formada por empresas de micro e pequeno porte”, afirma a economista do SPC Brasil Ana Paula Bastos.

Os comerciantes também demonstraram otimismo em relação a 2013. Para a maioria (73%) dos entrevistados, o faturamento deste ano será melhor que o obtido em 2012. Ainda de acordo com a pesquisa, 58% dos empresários afirmaram que pretendem contratar algum funcionário neste ano.

O estudo aponta ainda que 57% dos entrevistados pretendem fazer investimentos no próprio negócio em 2013.

“É importante ressaltar que as expectativas dos empresários são geralmente baseadas em percepções passadas. Dessa forma, dada conjuntura econômica favorável ao consumo em 2012, é natural que os empresários esperem um bom desempenho neste ano e não levem em consideração fatores que comprometam o poder de compra do consumidor como a inflação”, afirma Ana Paula Bastos.

Lançamento da Precifica, a primeira plataforma brasileira de reprecificação inteligente.

Totalmente configurável, a plataforma oferece inteligência para a loja virtual reagir à concorrência de forma 100% automatizada. Com a plataforma, o lojista captura e acompanha em tempo real as informações dos produtos dele e dos concorrentes através dos respectivos sites, comparadores de preço, email marketing, entre outros canais. São analisados preços, fretes, condições de pagamento e disponibilidade em estoque.

A partir daí, é possível configurar a reprecificação automática, alterando os preços dinamicamente através de critérios pré-definidos pelo lojista baseados nas ações da concorrência. Além disso, é possível sincronizar alertas via e-mail e SMS que indicam oportunidades.

A plataforma ainda é integrada com o Google Adwords, permitindo sincronizar os investimentos e ações nas campanhas digitais com as estratégias de preços.
“A Precifica é uma plataforma que vai levar mais inteligência para as ações de e-commerce, fornecendo mais informações para o gestor atuar. Ele vai passar a ter visão interna e da concorrência, e poder reagir e trabalhar com mais agilidade. É preciso entender, primeiramente, que não é uma solução só para baixar preços, e nosso trabalho também vai ser de aculturar o mercado a isso”, explica Ramos.

Além do e-commerce, a Precifica também chega para apoiar a indústria. Com a plataforma, os fabricantes podem acompanhar toda a rede de distribuição, aprimorar a equipe de vendas, ter um termômetro de aceitação dos produtos no mercado e, também, ficar atento à concorrência.