NRF Retail’s Big Show 2016

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Nova Iorque (EUA) – A fria manhã de segunda-feira que deu início ao segundo dia do NRF Big Show 2016 trouxe Mathew Shay – em sua quinta edição como principal executivo da entidade – apresentando seus convincentes resultados obtidos na representação do setor varejista americano. Mais de 100 eventos, 5000 reuniões com congressistas e 60 milhões de acessos ao website foram alguns dos dados apresentados. A entidade segue cumprindo sua missão de brigar pelos varejistas e elevar a bandeira de que este é o maior gerador de empregas na maior economia do planeta.

Em seguida, Kip Tindell apresentou Collin Powel, o General da reserva que foi secretário de estado no governo Bush entre 2001 – 2005, trazendo um discurso bastante nacionalista e que pode servir de inspiração para os brasileiros, citando que o que faz da America uma grande nação é a capacidade de superar obstáculos, não importa quais sejam. A conversa mencionou também importantes pontos sobre confiança, liderança e a importância da união no cumprimento de metas e objetivos.

A Área da Expo trouxe a apresentação da RSR Retail sobre os desafios da precificação e a crescente sensação de que varejistas precisam cada vez mais reduzir suas margens para competir – sensação sem dúvida compartilhada por brasileiros.

O palco Expo Stage seguiu com uma já tradicional e aguardada apresentação do Retail Design Institute, sobre o circuito de novas lojas em NY. Na introdução, cinco conceitos foram destacados como tendências , apontando que as lojas deverão ser cada vez mais enriquecedoras, personalizáveis, envolvidas socialmente, sensoriais e disruptivas. Ficou bastante claro também que o desafio da diferenciação será cada vez maior.

O painel foi complementado pela apresentação de executivos que trouxeram seus cases: Lowes (grande home center com lojas de bairro), Nixon (empresa californiana de relógios com uma loja de excelente design e forte em customização) e por fim a Microsoft, que inaugurou uma grande flagship possibilitando maior interação das pessoas com seus produtos e da sua equipe com a comunidade local.

Outra tradicional participante da NRF, a consultoria europeia Ebelfort levou os participantes de sua apresentação por cases muito interessantes em países como Holanda, Inglaterra e Coréia do Sul. Dois cases voltados ao mercado infantil fecharam esse painel, sendo um deles o das iniciativas de visual merchandising e experimentação propostas pela Toys r Us e outro de um negócio novo e disruptivo, proposto por uma empresa chamada Vigga, especializada em roupas infantis orgânicas. Sua proposta é a de um serviço de assinatura de roupas infantis orgânicas que após o uso e crescimento das crianças, são devolvidos e trocados por outros produtos em novo tamanho. O processo permite que até 7 crianças usem um produto, reduzindo o consumo, a pegada de carbono e a despesa das famílias, que não mais precisam se preocupar em comprar vestuário para os pequenos.

O Brasil foi ao palco, com os cases da Dufry e da Paquetá Sport, que mostraram suas estratégias como treinamento, planejamento de entrega e visual merchandising usadas na Copa do Mundo e que serão também aplicadas nos jogos olímpicos que estão por vir.

Na última Keynote session do dia, a consultoria Capgemini nos propôs uma nova forma de pensar a cadeia de suprimento colocando o consumidor no centro de todo o processo, sendo atendido por todos os entes dessa cadeia, suportado por tecnologias como cloud, robótica, inteligência artificial e internet das coisas.

Nesse novo e complexo processo, sete princípios foram apresentados como fundamentais:

– Comunicação Simples;
– Cadeia de Valor;
– Transparência;
– Acesso e controle;
– Diálogo constante;
– Proteção de dados e
– Integridade nas redes sociais.

Em seguida o tema foi explorado pela Marks & Spencer, um gigante do varejo imglês, com 132 anos de existência, 1332 lojas pelo mundo e mais de 80.000 funcionários. O Diretor Executivo e CMO Patrick Bousqyet-Chavanne apontou os desafios e caminhos em busca da lealdade do consumidor, que passam pela necessidade de um senso de pertencimento e comunidade, de recompensas relevantes e de consistência no diálogo.

Parte do sucesso da M&S em sua jornada do engajamento se deve ao programa SPARK de relacionamento, uma iniciativa amparada em 5 pilares – relacionamento, engajamento, disfrutar mais, escolher e interagir – e que oferece aos consumidores recompensa pela frequência de compras (não só pelo valor), ofertas customizadas, acesso prioritário a novidades e participação em eventos e experiências.

Daniel Zanco
daniel.zanco@universovarejo.com.br

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NRF Retail’s Big Show 2016

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Nova Iorque (EUA) – Na abertura dos trabalhos, Michael Cyr da Mastercard falou sobre fidelidade do cliente, que é um tema óbvio mas que hoje precisa ser tratado com a maior relevância possível. Fidelidade é fundamental, e com a imersão cada vez maior do cliente em dispositivos e opções de consumo envolvendo tecnologias novas ou tecnologias não tão novas porém aperfeiçoadas, esse cliente está sendo bombardeado por informação todo o tempo, e o varejo precisa entender como esse cliente está agindo para poder reagir as novas opções e formatos de consumo. Nesse contexto, Stephen P. Joyce da Choice Hotels apresentou suas impressões de como fidelizar esse cliente, cada vez mais conectado. Com mais de 25 milhões de membros no seu programa, Stephen fez um retrato do cenário atual, falando dos Millennials (tema esse que parece ser um dos destaques da NRF 2016, os Millennials também conhecido com geração Y, são as pessoas nascidas entre 1980 e 1990). Ele destacou as diferenças dessa geração para a geração anterior. Sobre a concorrência do airbnb, passou a impressão que assim como o formato do Uber está incomodando o transporte convencional, o Airbnb também parece estar incomodando o setor hoteleiro. Falou também sobre a importância dos aplicativos móveis muito bem construidos para atingir essa geração, que está cada vez mais conectada e mobile.

Com tanta inovação, um dos desafios é associar as necessidades da empresa à tecnologia disponível, e uma das dicas foi o trabalho dos “times” em conjunto. A equipe de TI trabalhando de forma integrada com a equipe de estratégia, alinhando as necessidades da companhia para trazer soluções que resolvam os problemas, trazendo maior integração com as necessidades do cliente. E essa busca por soluções precisa passar pela inteligência em enxergar, analisar e consumir as inúmeras informações que a todo momento são geradas nos mais diversos canais, para entender e atender as novas necessidades desse cliente cada vez mais exigente.

Temas quentes nos painéis:

– millennials
– influência do mobile
– journey customer
– experiência do consumidor

Teaser do dia:

Vimos hoje vários exemplos em que a tecnologia aplicada gera novas abordagens e cria uma experiência superior no cliente.

Hersheys, Container Store e Dia&Co nos mostraram como a experiência do cliente é construída com apoio da tecnologia.

Temas como loyalty e marketing de conteúdo estão em alta, fazemos mais conhecendo melhor nosso cliente. A tecnologia está aí pra isso, mobile como presença que cria relevância na vida do cliente é sem duvidas o farol que guia as ações dos cases de sucesso que acompanhamos nesse primeiro dia de Big Show.

Cassiano Antequeira
cassiano@esperienza.com.br

Mario Almeida
mario@dnashopper.com.br

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Pátio Cianê Shopping promove a Liquida D

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Janeiro é um dos meses mais tradicionais de liquidação no comércio brasileiro e quem aguardou até agora para comprar certamente terá muitas opções no Pátio Cianê Shopping. É que começa amanhã a “Liquida D”, megaliquidação com preços até 70% mais baratos.

Além disso, outra novidade são as novas lojas inauguradas recentemente. Desde os últimos meses de 2015 até janeiro deste ano 10 já foram abertas. Confira quais são:

· Bar Brahma

· Nova Play ToY Park (brinquedos eletrônicos)

Mercado ajustou suas expectativas para o IPCA deste ano

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O mercado ajustou praticamente as expectativas de todas as variáveis econômicas na última semana, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 08 de janeiro, divulgado hoje pelo Banco Central. A mediana das expectativas para o IPCA de 2016 subiu de 6,87% para 6,93%, enquanto que para 2017, as projeções seguiram apontando elevação de 5,20%. As estimativas para o PIB em 2016 passaram de uma queda de 2,95% para outra de 2,99% e, para o ano que vem, as estimativas recuaram de um crescimento de 1,00% para outro de 0,86%. A mediana das projeções para a taxa Selic continuou em 15,25% para o final de 2016 e subiram de 12,50% para 12,75% para 2017. Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio passaram de R$/US$ 4,21 para R$/US$ 4,25 no final deste ano e de R$/US$ 4,20 para R$/US$ 4,23, ao final do ano que vem.

ANCAR IVANHOE ASSUME GESTÃO DO NATAL SHOPPING

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A Ancar Ivanhoe, uma das cinco maiores empreendedoras e administradoras de shopping centers do país, assume a gestão e comercialização do Natal Shopping, no Rio Grande do Norte.

Com propriedade compartilhada há oito anos com a BRMalls, as duas empresas se revezam na administração do shopping, compartilhando visões de negócios e valores a fim de proporcionar uma experiência única e encantadora para os consumidores e eficaz para os lojistas.

A companhia será responsável pela continuação do desenvolvimento e comercialização do Natal Shopping, que tem cerca de 27 mil m² de Área Bruta Locável (ABL), 173 lojas, sendo quatro âncoras e um dos mais modernos complexos de cinema da cidade. Localizado em uma área que concentra os bairros mais nobres da cidade e altamente turística, o shopping recebe anualmente 5 milhões de pessoas.

Presente nas cinco regiões do país, a Ancar Ivanhoe ao assumir a gestão do Natal Shopping passa a administrar cinco empreendimentos na região Nordeste, sendo quatro shoppings no Ceará, onde a empresa é líder do mercado e possui propriedade e gestão dos negócios. Em todo o portfólio, a companhia possui 22 shoppings, dentre estes um com a inauguração prevista para abril de 2016, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Sobre a Ancar Ivanhoe:

Pioneira no setor de shopping centers, a Ancar Ivanhoe é uma das líderes do mercado com mais de 40 anos de atuação. Sua história teve início na década de 70, quando ingressou na indústria como uma das responsáveis pelo desenvolvimento do segundo shopping do Brasil: o Conjunto Nacional Brasília. Em 2006, associou-se à canadense Ivanhoé Cambridge e continuou sua trajetória em constante expansão. Atualmente, a Ancar Ivanhoe está presente nas cinco regiões do Brasil e conta com 22 empreendimentos em seu portfólio, entre shoppings em operação e em desenvolvimento. Para mais informações, acesse www.ancarivanhoe.com.br.

PIOR NATAL DOS ÚLTIMOS 10 ANOS

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Tido como termômetro nacional para a indústria de shopping centers e o varejo em geral, o caderno "Desempenho do Varejo de Shopping e da Indústria de Shopping Centers em 2014/2015 – ALSHOP / IBOPE", trouxe números expressivos: de janeiro a dezembro de 2015, as vendas totais em shopping centers totalizaram R$ 145 bilhões, correspondendo a um aumento de 1,07% em relação a 2014. Em termos reais (descontada a inflação) as vendas caíram 2,82%. As vendas no período natalino – de 1º a 24 de dezembro – caíram 1% em relação à 2014.

Esses números consideram os 19 novos shopping centers, galerias, shoppings de atacado e rotativo, além dos que já operavam em 2014, e sintetiza um ano de instabilidade econômica, em que os varejistas tiveram estoques altos e os consumidores seguraram o dinheiro que tinham dentro do bolso.

"O setor varejista é muito sensível à atividade econômica. Com a atual conjuntura, já poderíamos prever que não seria possível as vendas crescerem", avaliou Nabil Sahyoun, presidente da Alshop. Ele enumera os fatores que contribuíram para a queda nas vendas: "com o crédito mais escasso, juros mais altos, dólar ao redor de R$4 e inflação elevada, não tem como obter resultado positivo nas vendas de Natal. O desemprego maior e as incertezas da economia e da Política também contribuíram para que o consumidor não gastasse".

NATAL

"A Black Friday, realizada na última semana de novembro reduziu o fluxo nos shoppings no Natal. Os valores dos presentes também ficaram entre 10% e 15% menores – o ticket médio foi cerca de R$ 100", pontua Luís Augusto Idelfonso, Diretor de Relações Institucionais a Entidade.

Mas há números positivos: as categorias de Perfumaria e Cosméticos, vestuários e Óculos, Bijuterias e Acessórios anotaram aumento nas vendas – com 8%, 5% e 3% respectivamente. As vendas de Joias e Relógios e itens de tecnologia e comunicação também se destacaram, com crescimento de 3,2% e 1,7%. Na outra ponta da tabela, as compras de eletrodomésticos caíram 2%, enquanto a categoria de móveis e artigos do lar amargou 13,3% negativos.

INDÚSTRIA DE SHOPPINGS

2015 viu a inauguração de 19 novos shopping centers no Brasil, chegando ao total de 893 empreendimentos em operação. Houve a abertura de 7 malls na região Nordeste; 2 na região Norte; 8 no Sudeste; 1 no Sul e 1 no Centro Oeste. Também houve o crescimento no número de lojas em operação, tanto nos novos empreendimentos quanto pela expansão dos que já estavam operando. Foram 1042 novas lojas, totalizando 139.738 pontos de venda.

Esses locais foram responsáveis por 1.332.910 empregos diretos (1.245.480 funcionários em lojas e 87.430 na operação dos malls), o que representa 30.400 novos postos gerados em 2015.

Os shoppings somaram uma frequência mensal de 470 milhões de pessoas – o que representa 2,3 vezes a população nacional. A previsão é de que 114 novos empreendimentos sejam inaugurados nos próximos 3 anos.

STJ decide que o preço deve ser igual para vendas em cartão de crédito, dinheiro ou cheque

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STJ – Cartão de crédito, dinheiro ou cheque, o preço deve ser igual

O valor para pagar as compras de Natal com cartão de crédito tem que ser o mesmo caso o pagamento seja feito em dinheiro. A regra é uma consequência de uma recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) ao julgar um caso envolvendo direito do consumidor. A decisão, que passou a valer para todo o país, considera que cobrar preços diferenciados na venda com cartão e com dinheiro à vista é prática abusiva.

“Toda decisão que venha ao encontro dos princípios e fundamentos do CDC, fortalecendo o consumidor nas relações de consumo, são auspiciosamente recebidas”, afirmou o diretor-geral do Procon-DF, Paulo Márcio Sampaio, ao comentar a decisão do STJ. Atualmente, o Procon-DF realiza um ciclo de palestras para lojistas para informar e esclarecer a orientação adotada pelo STJ.

O presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), Cleber Pires, explicou que a venda com cartão de crédito tem um custo operacional. Para cada operação realizada, o comerciante paga à administradora do cartão entre 3% a 4% do valor da transação. “Esse custo operacional está embutido no preço, já recai naturalmente sobre o valor total, mas hoje o consumidor está atento, a concorrência é grande e todo benefício para o consumidor é bem-vindo”, afirmou.

A dentista L., 31 anos, soube da decisão do STJ pela televisão. “Do ponto de vista do consumidor, acho muito positivo. O cartão de crédito é uma forma de pagamento que facilita muito, é conveniente e seguro”, afirmou. Segundo ela, a decisão também é benéfica para o comerciante, apesar da cobrança do custo administrativo pelas administradoras de cartão de crédito.

“As vantagens superam as desvantagens, por isso não acho correta a cobrança de um preço diferenciado para o pagamento com cartão”, disse. A dentista tem o hábito de utilizar o cartão de crédito, mas evita o pagamento caso o comerciante cobre um preço mais caro em relação ao pagamento em dinheiro. “Se for oferecido desconto para pagamento à vista, prefiro pagar à vista”, afirmou.

Gazit Globe aproveita real fraco e se diz otimista com mercado de shoppings no Brasil

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SÃO PAULO (Reuters) – A empresa israelense de investimentos imobiliários Gazit Globe permanece otimista com o mercado brasileiro mesmo diante da crise, tendo aproveitado a desvalorização do real para realizar aquisições de ativos sete anos depois entrar no país, onde investe em shoppings centers.

Segundo a presidente-executiva da Gazit Globe, Rachel Lavine, no cargo desde setembro, o mercado brasileiro de shoppings continua promissor, e a empresa está aproveitando a crise para se preparar para uma retomada da economia em 2017, especialmente em seu mercado-chave, a cidade de São Paulo, onde detém oito shoppings centers.

"Houve oportunidades e progressos nos últimos 24 meses, quando as maiores compras ocorreram. Mas somos investidores de longo prazo", disse Lavine à Reuters.

A empresa investiu 2 bilhões de reais no país nos últimos dois anos. Em outubro, adquiriu 5,16 por cento de participação na administradora de shoppings BR Malls e há duas semanas comprou quase 5 por cento do tradicional shopping Eldorado, na zona oeste de São Paulo.

Na capital paulista, a estratégia da Gazit tem sido adquirir shoppings antigos para reformulá-los, como foi feito com o Top Center, na Avenida Paulista, adquirido no ano passado, e o Shopping Light, no centro da cidade, comprado este ano.

A empresa vai inaugurar em 2016 o Morumbi Town, na zona sul da cidade de São Paulo e atualmente em obras, e não prevê novas aquisições, nem comenta sobre eventuais intenções de ampliar sua fatia na BR Malls.

"Ano que vem será um ano de entregas", disse por sua vez o presidente do Conselho da Gazit Globe, Chaim Katzman, antevendo também investimentos em melhorias em outras propriedades.

As operações no Brasil são parte da estratégia global da Gazit de ampliar penetração em áreas urbanas de mercados com potencial de crescimento futuro.

A empresa tem 458 propriedades em 20 países, 21 bilhões de dólares em ativos sob gestão, sendo que seus principais mercados são Europa (47 por cento dos ativos), Canadá (25 por cento), Estados Unidos (19 por cento), Israel (6 por cento) e Brasil (3 por cento).

Segundo Lavine, a taxa de crescimento em receitas tem sido maior em EUA e Canadá, na ordem de 5 por cento, e de 1 por cento no Norte da Europa, enquanto a Europa Central e do Leste teve queda de 12 por cento, segundo dados do terceiro trimestre. A empresa não divulga os números das operações brasileiras.

A empresa vê a crise política no Brasil como o principal desafio para o país no próximo ano, diante da necessidade do governo de "destravar" ajustes econômicos. "Os 'drivers' de longo prazo são positivos e devem prevalecer", disse a empresa em apresentação a analistas.

Mercado voltou a revisar para cima suas projeções de inflação e juros para o próximo ano

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Com exceção da taxa de câmbio, o mercado revisou a maioria das suas expectativas para 2016, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 11 de dezembro, divulgado hoje pelo Banco Central.

A mediana das expectativas para o IPCA em 2015 passou de 10,44% para 10,61%, e para 2016, subiu de 6,70% para 6,80%.

As estimativas para o PIB em 2015 passaram de uma queda de 3,50% para outra de 3,62% e, para 2016, passaram de -2,31% para -2,67%.

A mediana das projeções para a taxa Selic subiu de 14,25% para 14,63% no final de 2016.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio recuaram de R$/US$ 3,95 para R$/US$ 3,90 no final de 2015 e permaneceram em R$/US$ 4,20 no final de 2016.

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