Cerca de 1.500 pessoas participaram da solenidade de abertura do ENACAB

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Empresários, presidentes de entidades e autoridades estiveram presentes. Na palestra inaugural, Fernando Henrique Cardoso afirmou que é tempo de punir culpados; presidente da ABAD, José do Egito, falou a favor de mudanças para a retomada do crescimento.

A solenidade de abertura do ENACAB – Encontro Nacional da Cadeia de Abastecimento, que integra a 36ª Convenção ABAD do Canal Indireto, realizada de 8 a 10 de agosto, no São Paulo Expo, em São Paulo, teve a presença de cerca de 1.500 empresários, incluindo autoridades e presidentes de entidade. Na palestra inaugural, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso trouxe uma mensagem de otimismo, mas também cobrou da sociedade uma reação: “É tempo de punir culpados, mas principalmente de não mais aceitar o que tem sido aceito até hoje”, afirmou.

Conduzindo a sessão solene, o presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), José do Egito Frota Lopes Filho, falou a favor de mudanças que garantam racionalidade e eficiência ao sistema tributário, adoção de medidas modernizadoras nas relações de trabalho, estímulo aos investimentos em infraestrutura, em especial na área de transportes e iniciativas que sinalizem estabilidade e previsibilidade para empresários e investidores, dando início a um ciclo virtuoso para a economia do país.

Na mesa solene, além dos diretores da ABAD e do presidente da Associação de Distribuidores e Atacadistas de Produtos Industrializados de São Paulo (ADASP), Sandoval de Araújo, esteve presente o governador do Estado do Espírito Santo, Paulo Hartung, os deputados federais Laércio Oliveira (presidente da Frente Parlamentar Mista dos Agentes de Abastecimento do Pequeno e Médio Varejo) e Rogério Marinho (Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo).

Também prestigiaram a abertura do ENACAB o presidente da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), Fernando Yamada, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), George Pinheiro, o presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), Nabil Sahyoun, o presidente da Associação Nacional de Materiais de Construção (Anamaco), Cláudio Elias Conz, e o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci. Os presidentes, ao lado da ABAD, fazem parte da UNECS (União das Entidades de Comércio e Serviços).

Depois da solenidade e do corte da fita inaugural da Feira ENACAB, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participou de um almoço reservado com cerca de 100 empresários.

Coletiva de imprensa

Pela manhã, antes da Sessão Solene de Abertura do ENACAB, foi promovida uma coletiva de imprensa com as presenças do presidente da ABAD, José do Egito, e da ADASP, Sandoval de Araújo, que falaram sobre a realização da feira em São Paulo e sobre os números do setor.
Segundo a ABAD, o setor atacadista sinaliza recuperação e fecha semestre praticamente estável, com crescimento real em junho de 4,14% em relação a maio, segundo a pesquisa mensal Banco de Dados. O levantamento mostrou crescimento real de 2,26% sobre junho de 2015 e projeção para o mês de julho aponta crescimento nominal de 9,12% acumulado em sete meses. Os dados embasam expectativa de crescimento de até 1% até o fim do ano.

Também fez parte da coletiva a apresentação feita pelo Diretor de Varejo da GfK, Marco Aurélio Lima, sobre o desempenho do pequeno varejo. Entre os dados divulgados, o registro de que o pequeno varejo de alimentos está mais competitivo e faturou 7% mais em 2015 na comparação com o ano anterior. O melhor desempenho foi o das lojas de quatro check outs, que cresceram 12,3% em relação a 2014.

Ainda durante a coletiva, Walter de Sousa, coordenador do Comitê Varejo Competitivo da ABAD, apresentou o Minimercado Modelo de Vizinhança, uma loja com 220 metros quadrados com todas as seções e uma organizada área de depósito estará presente durante os três dias do ENACAB 2016. “A proposta é mostrar que um varejo de vizinhança é capaz de ser rentável sem precisar oferecer somente o básico, de ser agradável sem precisar exigir do seu consumidor que gaste além do que ele espera”, afirma Walter. O Minimercado Modelo fica na Rua A7.

ICMS

Durante a sessão solene, a ABAD anunciou um importante benefício concedido pelo governo de Estado de São Paulo para as empresas participantes da feira: a prorrogação por 30 dias da cobrança do ICMS referente aos negócios fechados nos três dias de evento. O decreto será publicado no Diário Oficial nos próximos dias com data retroativa.

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Expectativas para o IPCA de 2017 continuaram cedendo na última semana

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Assim como observado nas últimas semanas, o mercado seguiu com importantes ajustes em suas projeções para a inflação, cuja mediana oscilou de 5,20% para 5,14%, com estimativas coletadas até o dia 5 de agosto, de acordo com o Relatório Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central.

A mediana das expectativas do IPCA para 2016, por sua vez, ficou praticamente estável, ao passar de 7,21% para 7,20%.

As medianas das projeções para a taxa Selic em 2016 e 2017 ficaram inalteradas em 13,50% e 11,00%, respectivamente.

Já estimativa para o PIB foi ligeiramente ajustada, de uma queda de 3,24% para outra de 3,23% para este ano, enquanto o crescimento esperado para 2017 permaneceu em 1,10%.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio foram mantidas em R$/US$ 3,30 para o final de 2016 e em R$/US$ 3,50 para 2017.

Shopping Cidade São Paulo tem novo superintendente

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O Shopping Cidade São Paulo passou a contar no início deste mês com o reforço de um novo superintendente. Trata-se de Nelson Bueno de Camargo, que desde julho de 2013 ocupava o mesmo cargo no Tietê Plaza Shopping, empreendimento que, a exemplo do Shopping Cidade São Paulo, é administrado pela Cyrela Commercial Properties (CCP).

Formado em Ciências Contábeis, pós-graduado em Administração Financeira e com MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, Camargo acumula experiência de aproximadamente 30 anos na indústria de shopping centers, com passagens por vários centros de compras, incluindo o mercado europeu.

Expectativas para o IPCA de 2017 continuaram caindo na última semana

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Por mais uma semana, o mercado seguiu com importantes ajustes em suas projeções para a inflação e para a taxa de câmbio, com destaque para a variação do IPCA para 2017, cuja mediana passou de 5,29% para 5,20%, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 29 de julho, divulgado há pouco pelo Banco Central.

Já a mediana das expectativas do IPCA para 2016 ficou estável em 7,21%.

A mediana das projeções para a taxa Selic subiu de 13,25% para 13,50% para este ano e seguiu em 11,00% para o final 2017.

A estimativa para o PIB foi novamente ajustada, de uma queda de 3,27% para outra de 3,24% para este ano, enquanto o crescimento esperado para 2017 permaneceu em 1,10%.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio foram revisadas para o final de 2016, de R$/US$ 3,34 para R$/US$ 3,30, e foram mantidas em R$/US$ 3,50 para 2017.

Índice de confiança subiu 1,2 pontos. É o maior desde agosto de 2015

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Os empresários do comércio estão ligeiramente mais satisfeitos com o nível de demanda, segundo os dados do Icom (Índice de Confiança do Comércio) de julho, divulgados hoje (27), pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

Dentro do Icom, o Índice da Situação Atual (ISA-COM) subiu 1,2 ponto, para o patamar de 66,1 pontos, maior nível desde agosto de 2015. Entre os seus componentes, a maior contribuição para a melhora do indicador veio do quesito que mede o grau de satisfação com o Volume de Demanda Atual, este com elevação de 2,0 pontos em relação ao mês anterior, chegando a 65,6 pontos.

O quesito que avalia a demanda ainda está muito próximo ao nívelmínimo histórico, como reflexo de uma demanda ainda enfraquecida, mas avançou 6,3 pontos apenas nos últimos três meses, ressaltou a FGV.

28º Congresso Nacional Abrasel aposta no Brasil que empreende

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Com o tema “Potência em transformação”, associação traz nomes de peso para evento que acontece nos dias 17 e 18 de agosto, no IESB Asa Sul, em Brasília

Despertar lideranças, inspirar e promover mudanças de atitudes para que o Brasil encontre seus caminhos como potência mundial. É com essa ideia que a Abrasel promove seu 28º Congresso Nacional e traz líderes e empresários de sucesso para falar com o setor de alimentação fora do lar. Nomes como Luiza Trajano, Ana Luiza Trajano, Arri Coser, Pedro Coutinho, Everardo Maciel, Ricardo Bomeny e Morena Leite figuram entre os destaques do evento, que acontece nos dias 17 e 18 de agosto, no IESB Asa Sul, em Brasília. Com formato arrojado, o Congresso Abrasel se consolida como maior evento de geração de inteligência e conhecimento para o setor.

Um dos grandes painéis será o “Brasil Empreendedor”, no dia 17 de agosto, comandado por lideranças da União Nacional de Entidades de Comércio e Serviços (UNECS). A coalização se reunirá para debater os caminhos e as estratégias que estão desenvolvendo para um Brasil melhor, com foco no desenvolvimento do ambiente de negócios e na simplificação da vida brasileira. Participarão: Paulo Solmucci Junior, presidente executivo da Abrasel; George Pinheiro, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB); Cláudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco); José do Egito, presidente Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (Abad); Fernando Yamada, presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras); Francisco Alves, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL); e Nabil Sahyoun, presidente da Associação de Lojistas de Shopping do Brasil (Alshop).

Estamos vivendo um momento de transformação e oportunidade. Nosso País tem a chance de se consolidar enquanto potência mundial e acreditamos que o caminho para isso seja facilitar o empreender. No Congresso Abrasel, cercado de mentes empreendedoras e brilhantes, vamos discutir e encontrar caminhos para fazer essa mudança acontecer”, afirma o presidente executivo da Abrasel, Paulo Solmucci Júnior.

Ingredientes: empreender e acreditar. Prato: um Brasil que vai dar certo”, “Propostas para simplificar o sistema tributário brasileiro”, “O mercado de food service no Brasil – case Bob’s”. “Construção de marca”, “Brasil Empreendedor”, “Meios de Pagamento: entenda a revolução que está acontecendo e saiba como tirar os benefícios”, “Desbravando novos mercados”, “Cidades, seus planos, os bares e restaurantes”, “Negócios em família, cozinha afetiva”, “Confiança, garra e fé: como transformar sua equipe em uma grande família” serão alguns dos temas abordados – que não só são importantes para o setor, mas para todo o Brasil.

Nesse sentido, a empresária Luiza Trajano, à frente do império varejista Magazine Luiza e a chef e também empresária Ana Luiza Trajano (Brasil a Gosto) comandam, juntas, o painel “Ingredientes: empreender e acreditar. Prato: um Brasil que vai dar certo”. Vindas de uma família com gosto e talento para empreender, elas mostrarão que o país precisa acreditar em seu próprio potencial e destacam a originalidade e capacidade de criação do brasileiro como ativo importante nos negócios. Já Everardo Maciel, consultor jurídico e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público, quatro vezes Secretário-executivo de Ministérios em Brasília, falará sobre o complexo sistema tributário brasileiro e as mudanças que se fazem necessárias para simplificar o empreender. O painel “Propostas para simplificar o sistema tributário brasileiro” acontece no dia 18 de agosto às 10h15.

Ricardo Bomeny, presidente executivo da BFFC (Brazil Fast Food Corp) – holding que controla, entre outras marcas, o Bob’s – falará sobre o mercado de alimentação rápida, que permanece como forte tendência e tem retomando protagonismo, visível pela retomada do interesse das redes internacionais no Brasil. O CEO dará enfoque, também, no reposicionamento da marca Bob’s no país. Outro destaque na programação é a palestra do empresário Arri Coser, responsável pelo sucesso das redes Fogo de Chão e NB Steak, que vem compartilhar estratégias de sucesso na construção de grandes marcas feitas para durar. O presidente da Getnet, Pedro Coutinho, dirá o que esperar de impactos sobre o comércio nos próximos dois anos, fruto do intenso e promissor avanço que o setor de meios de pagamentos está vivenciando no Brasil e no mundo.

Junto da programação técnica, os participantes poderão desfrutar do Lounge de relacionamento Abrasel, com a presença dos principais parceiros da entidade. E, em paralelo, são realizados o Mesa ao Vivo Brasília, com grandes chefs brasilienses e nacionais, e a Vinum Brasilis, maior mostra de vinhos e espumantes nacionais realizada fora do Rio Grande do Sul.

Confira a programação completa e inscreva-se: www.congressoabrasel.com.br. Preços promocionais até 30 de julho.

Relacionamento – O Congresso Nacional Abrasel também conta com uma programação social de peso. No Lounge Abrasel 30 Anos, grande espaço de convivência do evento, será possível conhecer os produtos e serviços dos parceiros Abrasel, além de encontrar outros líderes e empresários do setor. Haverá serviço especial de comidas e bebidas, almoço coordenado pela associação, além de música e espaço para descanso e reuniões.

Abertura – A cerimônia de abertura acontece na terça-feira (16) às 19h30 no Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada e contará com a presença de importantes autoridades políticas, como ministros, senadores, deputados e governadores, além dos principais empresários e líderes do setor, vindos de todos os estados brasileiros. Logo após a solenidade, acontecerá o jantar para convidados da Abrasel.

O 28º Congresso Nacional Abrasel é realizado pela Abrasel em parceria com Prazeres da Mesa e IESB, conta com patrocínios da Ambev, Ecolab, Philip Morris, Getnet e Souza Cruz e parceria de mídia do Correio Braziliense.

Serviço
28º Congresso Nacional Abrasel
Data: 17 e 18 de agosto
Horário: 10h às 21h30
Local: IESB Asa Sul – Brasília/DF
Informações e inscrições: www.congressoabrasel.com.br

Expectativas para o IPCA de 2016 continuaram caindo na última semana

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Por mais uma semana, o mercado seguiu com importantes ajustes em suas projeções para a inflação e para a taxa de câmbio, com destaque para a variação do IPCA para 2016, cuja mediana passou de 7,26% para 7,21%, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 22 de julho, divulgado há pouco pelo Banco Central.

Já a mediana das expectativas do IPCA para 2017 apresentou apenas ligeira redução, passando de 5,30% para 5,29%.

A mediana das projeções para a taxa Selic permaneceu em 13,25% e 11,00% para o final de 2016 e de 2017, respectivamente.

Por outro lado, a estimativa para o PIB foi novamente ajustada, de uma queda de 3,25% para outra de 3,27% para este ano, enquanto o crescimento esperado para 2017 permaneceu em 1,10%.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio foram revisadas para o final de 2016, de R$/US$ 3,39 para R$/US$ 3,34, e foram mantidas em R$/US$ 3,50 para 2017.

Copom trouxe ponderações ao início da queda dos juros

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Copom trouxe ponderações ao início da queda dos juros, mesmo reconhecendo que as condições para isso vêm ganhando força

Em um comunicado mais amplo e detalhado, abrindo a gestão da nova diretoria e presidência do BC e trazendo avanços na comunicação, o Copom optou pela manutenção da taxa Selic inalterada em 14,25% a.a., em decisão anunciada ontem. Dentro do esperado, os membros do comitê reconheceram os avanços incrementais no cenário, como o recuo das expectativas de inflação e a queda das projeções para a inflação em relação ao reportado no último Relatório de Inflação – segundo o cenário de mercado e referência, respectivamente, a projeção para o IPCA de 2017 encontra-se em torno de 5,3% e 4,5%. Mas várias condicionantes para o início do processo de flexibilização da política monetária foram enumeradas. Dentre elas, destacam-se o fato de que as expectativas seguem acima da meta de 4,5% para 2017 e há riscos ainda presentes vindos: (i) do choque de preços de alimentos pode ser mais persistente, (ii) das incertezas relacionadas à aprovação e implementação dos ajustes fiscais necessários e (iii) da inflação em patamar elevado por muito tempo pode reforçar o processo inercial. Ainda assim, o Copom ponderou que “os ajustes na economia podem ser implementados de forma mais célere, permitindo ganhos de confiança e reduzindo as expectativas de inflação e o nível de ociosidade na economia pode produzir desinflação mais rápida do que a refletida nas projeções do Copom”. No cenário externo, o ambiente segue desafiador e há ainda muitas incertezas, mesmo que se reconheça que “o ambiente encontra-se relativamente mais benigno para as economias emergentes”.

Entendemos que, por ora, o BC deverá manter a cautela e monitorar esses condicionantes para o início do corte de juros. Em nosso cenário, entretanto, ao longo dos próximos meses, com os choques de alimentos se dissipando, a taxa de câmbio consolidando-se em patamar mais apreciado, as expectativas cedendo mais ainda e a política fiscal avançando de maneira mais tangível, o ciclo de queda da Selic poderá começar em outubro, com passos de 0,5 p.p., encerrando este ano em 13,25%.

Expectativas para o IPCA de 2017 continuaram caindo na última semana

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Por mais uma semana, o mercado seguiu com importantes ajustes em suas projeções para a inflação e a taxa de câmbio, com destaque para a variação do IPCA do ano que vem, em linha com a expectativa de uma taxa de câmbio mais apreciada, conforme apontado pelo Relatório Focus, com estimativas coletadas até o dia 15 de julho, divulgado há pouco pelo Banco Central.

A mediana das expectativas para o IPCA seguiu em 7,26% para 2016 e recuou de 5,40% para 5,30% para 2017.

A mediana das projeções para a taxa Selic permaneceu em 13,25% e 11,00% para o final de 2016 e 2017, respectivamente. Já a estimativa para o PIB foi novamente ajustada, passando de uma queda de 3,30% para outra de 3,25% para este ano e o crescimento esperado para 2017 foi revisado de 1,00% para 1,10%.

Por fim, as estimativas para a taxa de câmbio também foram revisadas, de R$/US$ 3,40 para R$/US$ 3,39 ao final deste ano e de R$/US$ 3,55 para R$/US$ 3,50 ao final do ano que vem.