Cacau, leite, açúcar e paixão

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Motivação, inteligência emocional e muito brilho no olho: os diferenciais do chocolateiro mais querido do país

Aos 17 anos, Alexandre Costa pegou US$ 500 emprestados de um tio para cumprir o compromisso de entregar 2000 mil ovos de Páscoa de 50 g – produto que ele já tinha vendido, mas que nenhum fornecedor produzia. Com a o auxílio de dona Cleusa, em uma semana ele conseguiu entregar todo o pedido – e saiu da ‘aventura’ com um lucro de US$500. A história do fundador e CEO do Cacau Show não é mais uma novidade. Um empreendedor nato que hoje coordena 5 fábricas, 2020 lojas (30 próprias), 7500 funcionários e, ainda, uma fazenda de cacau em Linhares (Espírito Santo) e um faturamento anual de R$ 3 bilhões.

Em meio à crise, Costa apostou na construção de mais uma fábrica com 55 mil metros quadrados. Ele afirma que a iniciativa foi necessária para que a empresa esteja preparada para usufruir dos bons tempos que chegarão (em breve).

Presente em 700 municípios – distribuídos em todos os estados do Brasil – a Cacau Show é uma das marcas mais queridas pelo consumidor brasileiro. E a marca está sempre em expansão: acaba de lançar um linha de gelato e três novos modelos de microfranquias, além de surpreender os consumidores, constantemente, com novos produtos e coleções.

Os próximos passos? Organizar um novo “lote de mil lojas” e colocar os pés fora do Brasil – “Vamos fazer gente feliz em outros idiomas”, diverte-se Alexandre Costa.

“A paixão tem sido uma vantagem competitiva”

Você é um líder admirado pelos funcionário, colaboradores e franqueados. A que credita esse sucesso?

Alexandre Costa: Francamente eu acho que se trata de uma missão. Cada um nasce com um dom, um gift, um presente… e nós vamos ter que acertar essa conta um dia. O fato é que o sonho de um garoto que começou para mostrar muito para a família, depois para si mesmo, depois para a sociedade que era capaz, se transformou numa paixão, um produto delicioso, lúdico. Me apaixonei pelo setor, estudei, fui para a Bélgica.

O fato de eu não ter muita experiência mas ter muita paixão e ser uma pessoa muito aberta sobre vários tópicos, aberta para o novo, para estar próximo das pessoas e não ter essa coisa de não ter nenhum modelo têm sido uma vantagem competitiva. Também é uma oportunidade de melhoria.

Sempre fizemos as coisas, nesses 28 anos, com muito amor, com muita abertura, olhando nos olhos, entendendo o outro, o limite do outro, buscando liderar pelo exemplo. Eu estou aqui – enquanto muito empresários estão esquiando nas férias eu estou aqui na empresa. Essa paixão acaba inspirando as pessoas, elas percebem quando você é genuíno de verdade. Eu tenho ainda todos os defeitos de um ser humano, de alguém que ama muito o que faz. Eu devo ter muitas coisas que as pessoas não gostam mas tenho uma verdade: eu entrego a minha vida por isso.

“Não queremos zona de conforto, a gente entende que existe uma missão por trás desse negócios que é gerar desenvolvimento para o Brasil”

A “valorização das pessoas” é uma das missões da Cacau Show. Como surgiu esse conceito e como ele se aplica, na prática?

Alexandre Costa: Todas as segundas-feiras nós nos reunimos na “Segunda Show”. A ideia é conversarmos, tocarmos violão, nos aproximarmos. Também há outras ações, eu faço pessoalmente o almoço na sexta-feira santa, entre outras coisas. Eu gosto de estar presente no cotidiano da empresa e, também, gosto de ouvir o que as pessoas têm a dizer. Eu falo com as pessoas simples porque elas têm muitas soluções para os problemas. Não tem essa história de hierarquia… em algumas empresas jamais o presidente ouviria as recomendações de um empregado. A gente põe a mão na massa.

O que nós buscamos são pessoas com brilho no olhos, curtir o que está fazendo, curtir fazer parte dessa história, arregaçar as mangas e se propor a fazer. Um dos grandes ativos dessa casa são os funcionários. Nós valorizamos as pessoas incentivando-as a crescerem. O nossos Diretor de Supply limpava o chão, literalmente, 17 anos atrás, e hoje ele compra 400 milhões em suprimentos, é de minha inteira segurança e negocia melhor do que eu.

Você realizou o seu sonho e segue realizando o sonho de outras pessoas, que se tornam empreendedores com uma franquia. Como se sente a respeito?

Alexandre Costa: Eu me sinto com grande responsabilidade, porque hoje são quase 10 mil pessoas ligadas a esse negócio – entre os funcionários das fábricas, os franqueados, os funcionários das lojas. Sinto orgulho e responsabilidade, porque eu não posso perder o prumo, tenho que manter a direção, incentivar, colocar fogo na turma.

Nós fazemos tudo de forma correta, adequadas. Somos uma empresa completamente formal, somos auditados pela Ernest & Young. Fiz um conselho para que eles me desafiem, para que eles me ajudem.

Nós não queremos zona de conforto, a gente entende que existe uma missão por trás desse negócios que é gerar desenvolvimento para o Brasil, para essa cidade, para esse estado, pra esse país. Estamos trabalhando com essa missão de continuar sem pestanejar.

Como a crise afetou os seus negócios?

Alexandre Costa: Estamos vivendo um momento de crise no país mas nós tínhamos um dinheiro em caixa e decidimos investir na expansão na fábrica porque, quando o país retomar o crescimento, estaremos preparados para usufruir desse novo momento. Também lançamos uma linha de gelato, mais um produto para completar o mix das lojas. E abrimos três novos modelos de micro-franquias, para aquelas pessoas que pretendem empreender nesse momento e não têm tanto dinheiro para investir.

O empresário tem que ter consciência política porque gera emprego, renda, impostos. É claro que está havendo uma renovação política. Só o fato de vermos presos – sejam políticos, empresários, qualquer um que cometeu erros – e presos há mais de um ano, já aumenta a confiança de que as coisas irão melhorar, que quem faz o certo será reconhecido e quem faz errado será punido.

Há três anos, a empresa comprou uma fazenda de Cacau. É apenas mais um passo na verticalização da empresa?

Alexandre Costa: Sempre enxergamos a verticalização como fundamental para o crescimento da empresa principalmente para conhecer todas as etapas do negócio. Acredito que é fundamental entender o outro, entender o negócio do outro para aprender a tirar o melhor proveito e gerar uma relação de ganha-ganha. Com a fazenda, podemos compreender que existem técnicas de produção que asseguram maior produtividade e menor custo. Mas nós precisamos aprender as melhores técnicas para chegar no melhor resultado, é trabalhoso. Mas nós nunca fomos pelo caminho mais fácil.

Quais são os próximos passos da Cacau Show?

Alexandre Costa: Além da inauguração da nova fábrica e da continuidade do nosso projeto social, que já atende centenas de crianças, vamos planejar o próximo lote de 1000 lojas.

Também começamos a projetar um pezinho fora do Brasil. Vários empresários e empreendedores comentam que a Cacau Show é um benchmark, um modelo de negócios único e fizeram ofertas para levarmos a rede para fora do Brasil. Então isso está nos nossos planos: começamos a estudar a melhor maneira de internacionalizar a marca. Ainda não há nada concreto e nenhum contrato assinado, mas estamos estudando os mercados e as ações necessárias para concretizar essa internacionalização. Vamos fazer gente feliz em outros idiomas.

E você já pensou sobre a sucessão no comando da empresa?

Alexandre Costa: Sim, eu já estou com 45 anos. Até a implantação do conselho é uma maneira de eu preparar a minha sucessão. Eu continuarei presente, atuante, energizando todo mundo, apenas não serei mais o presidente. Acredito que esse processo leve mais uns três anos, pelo menos.

Quando a franquia não é um “sucesso”

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É possível aprender com o fracasso: essa é a lição dos fundadores do Billy the Grill, rede que faturou R$ 50 milhões em 2015 – apenas no Estado do Rio de Janeiro

O desejo de comandar o próprio negócio nem sempre resulta em uma experiência positiva. Essa foi a lição aprendida pelo engenheiro elétrico, Luís Felipe Costa. Depois de uma experiência bem sucedida na Ambev, empresa na qual passou de estagiário à gestor, Costa decidiu, em 2009, abrir em parceria com o irmão Luiz Sergio, uma franquia de uma rede de alimentação. A promessa: suporte em treinamento, manual e receita, tudo isso com um bom investimento inicial. Porém, a história não se desenvolveu assim.

O investimento inicial triplicou, o treinamento da franqueadora não aconteceu e Luiz Felipe e Luiz Sergio tiveram que aprender na prática. Mesmo assim, os resultados não apareciam. A concorrência era grande e a experiência em administração, mínima. E, sem o suporte da franqueadora, os problemas começaram a aparecer, a dívidas aumentaram e os irmãos tiveram que repensar o negócio.

Em 18 meses de atuação, os irmãos já contavam mais de R$ 700 mil em dívidas. "Não tínhamos experiência suficiente para administrarmos um negócio e não recebemos suporte do franqueador para nos ajudar a fazer as coisas funcionarem. Com isso, vimos a loja afundar." Naquele momento, só viam duas opções – desistir de empreender (e perder o tempo e capital investidos) ou começarem a tocar um negócio próprio, aproveitando-se da expertise adquirida.

PA(I)TROCÍNIO

Então, surgiu uma figura muito importante para a virada da história: o pai. Foi ele quem financiou a decisão e engajou os filhos na segunda opção. Luiz Felipe fez cursos relacionados a gestão de restaurantes, fez o Empretec oferecido pelo Sebrae, participou de feiras e eventos do setor para conhecer fornecedores, enquanto seu irmão se especializou em Gastronomia.

Foi um pulo para lançar o Billy The Grill, em 2010. O grande diferencial do restaurante, descrito como fast food em estilo country, são as carnes grelhadas servidas em pedra sabão com deliciosos acompanhamentos – todos eles surgidos de receitas caseiras.

Com a criação do restaurante e a reorganização financeira que se seguiu, os negócios dos irmãos decolaram. Na franquia, a dupla se empenhou para não cometer os erros do passado. "Resolvemos focar no Rio de Janeiro. Como tivemos pouco suporte, decidimos manter as operações mais próximas da gente", afirma Luiz Felipe.

CARNES NOBRES E ACOMPANHAMENTOS CASEIROS

Em pouco tempo, o Billy The Grill ganhou destaque nas praças de alimentação do Rio de Janeiro e região metropolitana fluminense oferecendo, além das carnes nobres, petiscos, hambúrgueres, sobremesas e combos. Atualmente são 38 lojas (apenas uma em Minas Gerais) com previsão de abertura da 39ª em breve. A regionalização é uma estratégia: iniciando a expansão no próprio Estado, os sócios podem acompanhar todo o procedimento dos franqueados e manter a padronização. "Somente agora, que sentimos que o negócio está consolidado por aqui, é que vamos partir para outros Estados", revela Luiz Felipe.

Logo os resultados apareceram não só em vendas – a rede teve faturamento de R$ 50 milhões em 2015 – mas, também, em certificações – como no Selo de Excelência em Franchising, que a rede recebeu da Associação Brasileira de Franchising no Rio de Janeiro (ABF-Rio). E, mesmo assim, o fundador da rede não parou de estudar. Ele concluiu a pós graduação em gestão de franquias pela ESPM. Na mesma época, foi chamado para ser diretor da ABF-Rio.

A especialização, os resultados com o Billy the Grill e a abertura da segunda rede de franquias (o Vizinhando, especializada na comercialização de espetinhos), o credenciaram ao cargo de Gestor de Novos Negócios. O empreendedor reforça a importância de fazer cursos relacionados à gestão de restaurantes e de participar de feiras e eventos do setor para conhecer fornecedores. "O mercado de franquias exige dedicação e aplicação prática de conhecimento. Para isso, é fundamental investir em cursos e formação profissional no setor de franchising, que se expande a cada ano", explica Luiz Felipe.

ENGAJAMENTO SOCIAL

Outro destaque desses jovens empresários é o engajamento social. Por meio do Billy The Grill, tornaram-se parceiros do projeto Craque do Amanhã em São Gonçalo, que disponibilizam nas lojas de maior movimento urnas para doação voluntária. As arrecadações são doadas ao projeto, que tem como objetivo utilizar a prática futebolística na formação de crianças e jovens.

"É uma das primeiras ações solidárias que participamos e a ideia é repetir a experiência em prol de outras causas e instituições. É muito enriquecedor para a equipe Billy The Grill esse envolvimento solidário com os clientes, que participam ativamente de nossas campanhas. Acredito que seja uma forma de ir além da proposta gastronômica, ajudando o próximo e conscientizando a clientela", resume Luiz Felipe.

As perspectivas para 2017 são de ampliar ainda mais a rede. Já consolidada as operações no Rio, a marca Billy The Grill buscará expansão para outros estados do Sudeste.

Branding e Relacionamento

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Posicionamento da C&A prega o “Junto & Misturado” traz nova visão da marca e relacionamento com o cliente

Um novo ponto de vista sobre a moda, que incrementa o branding da marca e gera relacionamento mais próximo com o consumidor. Esse é o mote da campanha "Despertar", da C&A, que propaga o conceito "Junto & Misturado". O comercial ousado e inspirador traz centenas de pessoas de todos os gêneros, idades e tipos físicos, correndo em busca de suas roupas. O detalhe: cada um usa aquela que encontra, sem se atentar para dogmas. Assim, homens se cobrem com saias e calçam saltos altos, enquanto as mulheres se vestem com peças tipicamente masculinas.

Criada pela AlmapBBDO, a campanha estimula os consumidores a misturar cores, estampas, conceitos de forma a encontrarem e expressarem o próprio estilo. E foi uma das vencedoras do Prêmio Lojista Alshop, em "cases". “Receber o prêmio pela campanha ‘Despertar’ e o reconhecimento da Alshop, entidade ligada aos lojistas em que todos os envolvidos conhecem muito bem o varejo e as suas movimentações, é muito importante para nós’, revela Elio Silva, vice-presidente de operações e marketing da C&A. Ele acrescenta que a campanha foi um marco nesta fase.

“Nela, revelamos uma nova visão sobre a moda, que diz respeito a como a gente quer se relacionar com os nossos consumidores. Para a C&A, a moda tem que dar mais liberdade para as pessoas, por isso convidamos para que elas se divirtam usando as roupas que elas quiserem usar. Com certeza, ter esse trabalho reconhecido fortalece o caminho que estamos seguindo”, acredita.

Auto expressão

Tanto o comercial quanto as fotos da nova coleção fazem parte de um reposicionamento da marca. Muito mais do que um fast fashion, a C&A quer ser reconhecida como uma marca de moda e encontrar os consumidores a terem uma leitura individual e "customizada" da moda, por meio da expressão da diversidade. “Para nós, a campanha retrata um novo cenário, em que saímos de uma visão de moda imposta para dar espaço a uma moda mais livre, que permite aos nossos clientes ousar, experimentar e combinar peças. Hoje, os clientes têm mais informações sobre as tendências de moda no Brasil e no mundo e se permitem misturar mais. Queremos mostrar que a moda como expressão do indivíduo é muito mais dinâmica e divertida”, explica Silva.

Para a empresa, a mistura faz tudo ficar melhor: a vida fica mais alegre quando todos estão juntos, as cores ficam mais bonitas quando se encontram. Tudo junto e misturado.

A ideia é ressaltar que cada um pode fazer a sua própria moda, sem a imposição de nada. "A moda C&A quer incluir o consumidor num mundo colorido e ousado. Mas não com estilo imposto, careta, de quem não se mistura. E, sim, por aquilo que valoriza cada um. É um conceito que só fica lindo quando misturada ao seu jeito de ser e viver a moda", resume o executivo.

Maquininha Antifraude

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Stone é primeira adquirente a oferecer sistema que previne dano

A Stone é a primeira adquirente do país a criar seu próprio sistema antifraude. Em uma mesma plataforma, a empresa disponibiliza aos clientes Adquirência, conciliação, gateway e antifraude. Com isso, há uma desburocratização de todo o processo envolvido na aprovação de uma compra, pois o sistema analisa o perfil do comprador, faz a gestão do chargeback e só cobra por transação aprovada.

“O prejuízo gerado por fraudes com cartões de crédito é um dos maiores vilões dos lojistas", afirma Verena Stukart da Stone. E é cada vez mais difícil combater esse tipo de extorsão, pois o volume de pagamentos feitos com cartões é gigante – três em cada quatro, segundo dados do Webshoppers.

"Por isso investimos muito nesta solução e buscamos minimizar esse risco e custo, proporcionando melhores margens e processos mais eficientes para os nossos clientes”, explica Verena.

A diferença da solução Stone em relação ao mercado é que as concorrentes demoram até 60 dias para identificar a fraude. A empresa afirma que ao oferecer a solução integrada ao sistema adquirente, o fluxo de informação percorre todo o trajeto da 'transação', tornado a ferramenta cada vez mais inteligente.

Outro benefício importante é a análise do perfil do cliente: "A Stone cria regras específicas para cada cliente, levando em conta o produto, região onde é comercializado e, principalmente, seu comportamento em relação à compra. Dessa forma, a plataforma identifica quando o consumidor foge de seu perfil habitual – o que pode indicar uma má intenção na hora de concluir o pedido", finaliza a executiva.

Expectativas para a inflação e o crescimento do PIB foram revisadas para baixo

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Expectativas para a inflação e o crescimento do PIB foram revisadas para baixo na semana passada

As projeções para a inflação e o PIB deste e do próximo ano foram revistas para baixo na última semana, segundo as estimativas coletadas até o dia 9 de junho e divulgadas há pouco pelo Relatório Focus do Banco Central. As expectativas para o IPCA recuaram de uma alta de 3,90% para outra de 3,71% para 2017 e passaram de 4,40% para 4,37% para 2018. A mediana das projeções para o crescimento do PIB, por sua vez, também foi calibrada de 0,50% para 0,41% para este ano e de 2,40% para 2,30% para ano que vem. Sem alterações em relação às últimas semanas, a mediana da taxa Selic permaneceu em 8,50% para o final de 2017 e de 2018. Por fim, a mediana das expectativas para a taxa de câmbio permaneceu em US$/R$ 3,30 para o final deste ano e em R$/US$ 3,40 para o final do próximo ano.

Universo franchising

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Fique por dentro dos números que envolvem o segmento de franquias no Brasil

Mesmo em um cenário de desafios e poucas oportunidades, o franchising conseguiu manter o crescimento, demonstrando ser um setor confiável tanto para investidores quanto para os próprios consumidores, que preferem comprar/consumir e utilizar serviços de marcas que já conhecem.

Mas, pouco a pouco, as melhoras do quadro econômico vão surgindo e refletindo de maneira favorável no setor de franquias. O primeiro semestre do ano anotou crescimento de 9,4% e faturamento de R$ 36,89 bilhões em relação ao mesmo período de 2016.

É necessário destacar que ações como a intensificação do uso das redes sociais, a alteração de cardápios entre as redes do segmento de alimentação (um dos mais consolidados do franchising), a extensão de campanhas promocionais – para manter aquecida a relação com o consumidor e atraí-lo como iniciativas que contribuem para manter o faturamento do setor e preparam as rede para o momento de virada da economia – foram fundamentais para o resultado.

Ou seja: quem ficou parado, perdeu.

"Embora os reflexos da retração do consumidor, do desaquecimento do mercado de trabalho e da menor disponibilidade de crédito continuem a impactar o setor, o franchising tem resistido e está colhendo os frutos do trabalho em rede, que possibilita a franqueadores e franqueados obter ganhos em escala, maior flexibilidade e capacidade de negociação com fornecedores", reitera Luciano Zorzal, consultor, diretor de expansão da Zorzal Franquias e sócio-fundador da Zorzal Consultores & Auditores Associados.

Boas oportunidades!

E as perspectivas para 2017 são positivas. Prevê-se uma melhora do cenário econômico e também a atuação de diversas entidades engajadas em contribuir com o Governo Federal em pleitos como o aprimoramento das regras do Simples, o aperfeiçoamento da Lei do Franchising, a modernização das leis trabalhistas, a melhoria das condições de financiamento para franquias e a pacificação da não incidência do ISS sobre a taxa de franquias e royalties.

"São ações que se implementadas promoverão a geração de mais empregos e renda, e maior crescimento para o setor e para a economia brasileira”, completa o Diretor de Franquias da Alshop, Ricardo Camargo.

O argumento ainda não é suficiente para decidir entrar nesse mercado? Saiba que estudo do SEBRAE aponta que 30% das empresas fundadas no Brasil fecham antes de completar dois anos de atividade. Quando observamos o universo do franchising, esse número cai vertiginosamente.

“O risco de começar uma empresa do zero não é de se desprezar, mesmo que você já tenha todo o know how necessário para atuar em determinada área. Agora, quando você investe em uma franquia, além de receber todo o suporte necessário para a operação do negócio, você ainda terá a seu favor o peso de uma marca consolidada no mercado, que já passou e superou por todas as intempéries que, muito provavelmente, você enfrentaria ao abrir sua empresa”, avalia Zorzal.

"Esperamos uma possível redução de custos para financiamento, com taxa de juros mais baixa. Isso faz com que investidores vejam com bons olhos o que o mercado oferece", pondera Junior Nascimento, diretor da Cia de Franchising, anunciando uma crescimento entre 8 e 9% para o segmento no ano.

"A expectativa é que o setor de franquias continue crescendo em número de unidades franqueadas, principalmente, nos formatos de microfranquias e nano franquias (franquias de baixo valor)", completa Diego Simioni, da Cia de Franquia.

Ajustes necessários

Eles apontam os "ajustes" como indispensáveis para o setor seguir em expansão – sejam eles em custos, formatos, tamanho das operações. "Com a crise, a ordem do dia é economizar, portanto, franquias que oferecem produtos e serviços a preços baixos tem se destacado em 2016 e a expectativa é que continue assim em 2017", ressalta Simioni.

Entre os segmentos em destaques, vale apostar em alimentação saudável e natural, em marcas resilientes (que já enfrentaram outras crises e saíram fortalecidas), e naquelas que economizam tempo aos seus clientes. "Além de quererem limitar o tempo em que passam trabalhando, nas horas vagas ha uma tendência observada no comportamento dos consumidores é a de pagar por serviços e produtos que liberem o valioso tempo para se dedicar a atividades que realmente as interessam", comenta o executivo da Cia de Franquias.

Júnior Nacimento reitera que todos os negócios que podem ser ajustados em modelos de quiosques, porta a porta e store in store (loja dentro de loja) terão margem de crescimento mais alta.

"Marcas renomadas procuraram se ajustar em novos modelos para garantir uma capilaridade maior, modelos mais baratos para cidades menores, consequentemente reduzindo o valor de investimento". E esse é um processo de ganha-ganha, beneficiando franqueados, franqueadores e até os shopping centers, principal parceiro das redes de franquias.

25 VERBOS PARA CONSTRUIR A SUA VIDA

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Fundador do Habib´s lança livro com dicas e lições para ter sucesso na vida profissional e pessoal

Foram três anos de trabalho dedicado e reflexivo realizado nos momentos “de descanso” até dar forma ao livro “25 verbos para construir a sua vida”. No volume, o fundador do Habib's, Antonio Alberto Saraiva fala sobre as principais experiências vivenciadas nos seus 60 e poucos anos, muitas delas relacionadas com o desejo de empreender – e deixar um legado realmente importante.

O livro traz verbos como “Aceitar”, que abre o manuscrito, “Crer”, “Sonhar”, “Criar”, passando por outros como “Sorrir”, “Comemorar” e “Surpreender”, entre outros, mas o mais longo é o “Persistir”. Não que seja o mais importante, mas persistir pressupõe que algo deu errado e que você teve que continuar tentando.

E disso, o Doutor Saraiva entende bem. Médico de formação, esse português abriu alguns negócios antes de encontrar o seu caminho. Mesmo assim, manteve o foco e transformou uma “lanchonete” de 20 funcionários em uma rede que, hoje, contabiliza 22 mil colaboradores e mais de 500 lojas instaladas em 20 estados brasileiros.

Depois do lançamento do livro – com direito a “noite de autógrafos”– o foco volta-se, novamente, para os negócios, com desejo de expansão internacional.

Nessa entrevista Saraiva fala sobre reflexão, processo criativo, política, motivação e responsabilidade social.

Como surgiu a ideia do livro? E como foi esse processo criativo?

Alberto Saraiva: Sempre procurei levar conhecimento para as pessoas, motivá-las, fazer elas crerem em si mesmas, dar um caminho para as pessoas terem alternativas na vida. Faço isso desde que aprendi alguma coisa na vida. Acredito que o livro é um caminho. E a minha experiência pessoal, familiar (tenho 5 filhos), de ter tido uma origem humilde (meus pais eram imigrantes) e a minha experiência empresarial – do pouco fazer coisas maiores – me trouxe muito conhecimento e experiência de vida… uma visão quase de 360 graus da vida pessoal, empresarial. A minha maneira de agradecer à vida foi escrevendo. Quero que as pessoas que lerem o livro vejam que há alternativas, que cada um creia em si mesmo. Esse é o intuito: trazer experiência para as pessoas.

O processo de escrita foi bastante longo, demorou três anos, porque escrevi no finais de semana, em viagens, no avião, nos momentos de folga – porque no horário normal eu tenho muito trabalho. Foi um processo longo e inspirador pois eu também me descobri nesse livro. Muitas coisas que eu escrevi eu me indaguei a respeito, de onde veio esse processo criativo. Você descobre que é muito mais completo do que percebe na correria do dia a dia, em que não se permite um momento de reflexão.

Escolhemos 25 verbos – eu tive a ajuda da minha filha, que trabalha comigo há quatro anos – que têm a ver com a minha vida. E a cada verbo eu procurei dizer algo importante sobre a nossa vida pessoal. É um livro afetivo e racional: afetivo por abordar o lado pessoal e o racional ao abordar o lado empresarial, o que conquistamos. Tem alguns segredos, algumas experiências diferenciadas.

Nada acontece sem ação, sem você colocar em ação aquilo que você pensa, idealiza, sonha, acredita. Temos que acordar e saber que sempre temos alguma tarefa a executar – e ela depende de como você se comporta: se é ativo, dinâmico, crente em si próprio e em Deus, se sonha e persiste. Esses são os nossos verbos. São de realização, de empreendedorismo. Nada acontece sem “ação”, a vida não permite comodidade, preguiça, abandono. Precisamos estar atentos.

Quais são as suas principais referências? Onde busca inspiração para o dia a dia?

Alberto Saraiva: Quando eu era jovem, li dois livros que mudaram a minha vida: o do Lair Ribeiro, “O Sucesso não Ocorre por Acaso”; e do Og Mandino, “O Maior Vendedor do Mundo”. Eles me despertaram que, se tivermos uma formação interna, pessoal, conseguimos melhor as coisas. O sucesso é relacionado ao tipo de negócio que nós tocamos mas, antes disso, tem a forma como você se vê, se crê em si próprio. Eu diria que as minhas inspirações profissionais foram dentro do ramo de atividade que eu tive.

Uma história do livro fala do Ray Kroq: ele conseguiu transformar um bolinho de carne achatada dentro de um pãozinho na 4ª maior marca do mundo. E eu pensava: “preciso encontrar o meu bolinho de carne, o produto que eu consiga dar o sucesso dele e outro além”.

Durante muito tempo eu procurei: achei o pastel e montei a casa do pastel; aprendi uma receita de pizza e montei a casa da pizza; aprendi uma massa de nhoque, e montei a casa do nhoque no centro da cidade. Sempre estava procurando o meu produto até que, num encontro com um senhor de 70 anos de idade, senhor Paulo Abud, eu encontrei o meu produto! Ele veio me pedir emprego e disse que sabia fazer homus, tabule, quibe, kafta e esfiha.

Esfiha era um produto que eu estava procurando e pesquisando e, quando ele preparou para mim, eu vi que tinha encontrado o meu ‘bolinho de carne’. O produto tinha essa característica: massa feita na hora, carne super bem temperada e gostosa, assada no forno, produto nutritivo e saboroso.

Depois de todos os negócios que eu já tinha montado, percebi que tinha encontrado o produto que faria diferença na minha vida. E eu acreditei nesse produto e essa história de que desejar, procurar, me fez encontrar esse produto e deu origem ao Habib´s. A primeira loja tinha 20 funcionários – agora são 22 mil! São 430 lojas (entre próprias e franquias) – se somarmos com o Ragazzo são mais de 500.

E tudo começou com essa conversa com o senhor de 70 anos. Sempre dou muita importância às pessoas de mais idade, pelo conhecimento e experiência que eles trazem. Hoje atendemos 200 milhões de clientes por ano e vendemos quase 600 milhões de Bib´sfihas. Isso traduz bem a história de a semente se transformar em uma árvore grandiosa. Não me tornei o Ray Kroq mas temos essa rede, que gera milhares de empregos.

O nosso mundo é do tamanho que idealizamos.

Parte do valor arrecadado será transformado em doação para projetos sociais. Como tomou essa decisão?

Alberto Saraiva: Nós temos o projeto Ciranda, pelo qual já passaram duas gerações de crianças – atendemos dos 2 aos 17 anos. É um projeto na Vila Andrade, na favela Paraisópolis, do qual temos orgulho porque ele ajuda às crianças diretamente. Não tenho a finalidade de ter ganhos financeiros com o livro então toda parte que cabe ao autor eu repassarei para o projeto. Tento sempre ter o espírito de colaboração.

Além do Ciranda, eu sou irmão colaborador da Santa Casa. Alguns anos atrás havia uma fila de crianças estrábicas que demorariam cinco anos para ser atendidas. Fizemos um projeto lá e conseguimos atender todos em 90 dias em um mutirão. São projetos que nos realizam e, logicamente, eu não precisaria dos resultados do livro para colocá-los em prática. Mas também é uma forma de associar um lado humano dentro do projeto desse livro.

Tem planos para os próximos livros?

Alberto Saraiva: A ideia não é escrever mais livros. Esse já me trouxe muito prazer, mas me ocupou demais – os filhos e a esposa reclamaram atenção. E, talvez, eu não tenha tanto conhecimento para escrever outros livros. O primeiro exemplar eu entreguei para a minha filha Bruna e disse a ela que essa pode ser a principal herança que eu vou deixar, para ela unir esse meu conhecimento com o que ela própria vai adquirir e, quem sabe, também deixar para a pessoa que ela mais vai amar. Escrever um livro te traz a condição para essas reflexões.

Tanto o Habib´s quanto o senhor estiveram em bastante evidência no último ano. A que o senhor atribui isso?

Alberto Saraiva: O país passou por uma fase e uma situação que fazia tempo que não passávamos, atípica. Resolvemos adotar um posicionamento sobre o que estava ocorrendo – não estava num caminho bom. A classe política e as lideranças dividiram o país, a população, classificando-os (verdes e amarelos, vermelhos, coxinhas, mortadela).

Os brasileiros estavam sendo conduzidos por essa classe política, que tinha os seus interesses, queriam se salvar. Assumimos o posicionamento de que somos brasileiros, temos que ser patriotas e unidos – e não pagar com a desunião. Nos posicionamos com o slogan “Fome de Mudança”, que não era partidário mas, sim, patriótico. Nossa forma de dizer que não concordávamos com essas divisões. Nos posicionamos em favor do país, da pátria e da população. Esse posicionamento veio com duas campanhas publicitárias que traziam esse sentido de união. O que vimos é, que agora, temos uma esperança. Não importa qual partido seja, mas é importante ver que a população não está mais dividida.

O senhor fez uma apresentação apoteótica e motivacional durante o 1º Congresso Nacional de Varejo, em Punta del Este. O que mudou desde então?

Alberto Saraiva: Naquela época, a esperança e a crença eram menores, estávamos caminhando para uma situação anômala. Hoje temos uma esperança maior, não só associada à classe política, mas da própria população. O que mudou foi sair de uma situação pessimista para uma otimista. Óbvio que ainda não está bom, mas ainda sofre com os reflexos do passados, teremos um período de recuperação. A classe empresarial e o comércio está pagando por tudo o que aconteceu.

Nunca tivemos tantos imóveis para locar, tantos negócios fechados, tantos shoppings com tapumes. Isso é reflexo do passado recente. Mas o nosso país tem quase R$ 1 trilhão de faturamento. E o país, como qualquer empresa, se houver mudança de organização, mudanças estruturais, de administração, tem como usar esse PIB para mudar rapidamente.

O senhor tem alguma pretensão política?

Alberto Saraiva: Não, não tenho. Mas tenho a pretensão de que as coisas corram de uma forma normal. Não sou partidário, só tomei uma participação com o “Fome de Mudança” porque vimos que do jeito que estava não estava bom. Minha pretensão agora é que o Habib´s cresça mais, que o projeto do Ragazzo Express vingue… também temos algumas ideias de internacionalização. Estive agora nos EUA, junto com o nosso diretor de Expansão e vimos quase 70 pontos comerciais, temos pontos para isso de expansão com máster franqueado com participação ativa nossa. Esses são os meus sonhos empresariais. Segurar o balão lá em cima muitas vezes é mais difícil do que fazê-lo subir.

Tem como dissociar o “Alberto” pessoa do empresário fundador do Habib´s?

Alberto Saraiva: O processo de escrita do livro me ajudou muito porque, não sei se tem a ver com o meu signo (gêmeos é emocional e racional). Descobri que as duas coisas fazem parte da minha vida e que eles se completam. Na vida empresarial vale muito as coisas que você tem como ser humano. A grande característica desse livro não são apenas as dicas empresariais, mas a análise de como nós, seres humanos, nos portamos e nos dividimos – vida pessoal. No livro estão os meus segredos pessoais e empresariais. Muitas vezes eles se tornam segredos por você não ter feito uma reflexão sobre eles.

Eu gosto de praticar golfe, jogar pôquer, gosto de viajar… mas não tenho isso como prioridade. Também não carrego a história de “aproveitar o máximo” e deixar a empresa de lado. Eu me realizo e aproveito ao máximo convivendo com a empresa, com a família, com os filhos. A minha realização pessoal é a realização da minha família, dos meus filhos, da minha empresa, das nossas conquistas e não propriamente de algo que eu idealize para o Alberto Saraiva.

Petland investe em gestão profissionalizada para ter sucesso no setor de pet shop

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Os pilares da marca, presente em 19 países, são apoiados pela “Experiência de compra”, “Transmissão de informação”, “Política de preço baixo” e “Responsabilidade social”

São Paulo, junho de 2017 – Quando o assunto são números positivos, o administrador Rodrigo Albuquerque os conhece bem. Há três anos, ele tornou-se o master franqueado Petland, rede americana de franquia para pet shop, com a primeira loja-piloto aberta no bairro do Campo Belo (SP). Na contramão da crise, a empresa comemora os resultados apresentando um modelo de gestão profissionalizado com resultados efetivos para os empreendedores. Atualmente, a rede tem 46 lojas, entre abertas e em construção, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Os pilares de sucesso da marca, presente em 19 países, são sustentados pela “Experiência de compra”, com espaços de socialização que permitem aos clientes interagir com os animais; a “Transmissão de informação”; “Política de preço baixo”; e “Responsabilidade social”, por meio de campanhas de adoção de cães e gatos.

Com a meta de atingir 60 lojas até o final de 2017, a Petland oferece diversos formatos de lojas para atrair novos investidores: “Light”/compacta (sem filhotes), com área de 80m2 até 169 m2,; “Full”/completa (com filhotes), com tamanhos entre 170m2 até 399m2; e “Experience”, mesmo padrão da loja completa, porém com área acima de 400m2. A loja compacta tem algumas vantagens econômicas como custo de instalação reduzido, custo de ocupação até 50% menor e maior facilidade operacional. O prazo de contrato é de cinco anos, e o retorno vem de 24 a 36 meses.

O mercado pet ainda é muito pulverizado, formado principalmente por veterinários que não estão preparados para a gestão do negócio. Temos um potencial enorme para profissionalizar o setor de pet shop no Brasil, oferecendo estratégia, inteligência de varejo, preços competitivos, marca forte e experiência de compra real aos visitantes”, afirma Albuquerque. Ainda segundo levantamento da Petland, há cerca de 50 mil lojas que trabalham com o segmento pet, sendo que mais de 97% dos empresários só tem uma ou duas lojas. Para o executivo, quem está entrando no mercado agora deve apostar na profissionalização da gestão, atendimento informativo e experiência de compra, além de ser competitivo em preços.

O faturamento médio, dependendo do tamanho da loja, pode chegar a R$ 1.200 por m² quando a empresa atinge maturidade. O investimento inicial na franquia é a partir de R$ 299 mil, incluindo o treinamento de sete dias na Universidade Petland (presencial e on-line), que consiste em transmissão de informação continuada e não apenas no início da operação. Além do treinamento teórico e de auditorias que ocorrem mensalmente, os franqueados também participam do Programa de Acompanhamento Petland (PAP), auditado bimestralmente em toda a rede, incluindo seminários promovidos para gerentes e franqueados das lojas.

Sobre a Petland
Inspirada na filosofia de entretenimento americana, a Petland foi fundada em 1967, com a ideia de potencializar a interatividade entre humano e animal. Em meados da década de 1970 a empresa iniciou seu processo de expansão via franquias e internacionalizou-se a partir do Canadá. Hoje, a rede está em 19 países: Estados: Estados Unidos, Canadá, Japão, China, África do Sul, México, Brasil, Honduras, Guatemala, El Salvador, Nicarágua, Árabia Saudita, Emirados Árabes, Egito, Turquia, Qatar, Líbano, Kuwait e Bahrein. Mais informações: http://www.petlandbr.com.br/

Arraiá de ofertas!

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CVC oferce pacotes turísticos sob medida para as principais festas juninas do país

Além do Dia dos Namorados, o mês de junho é marcado pelas festas juninas que embalam as cidades nordestinas. Com público de até dois milhões de pessoas ao longo do mês, cidades como Campina Grande, na Paraíba, ou Caruaru, em Pernambuco, viram centros festivos.

Aproveitando os festejos de Santo Antônio (13 de junho), São João (14) e São Pedro (29) a CVC preparou pacotes sob medida para quem quer aproveitar as quadrilhas e a intensa programação de shows.

Destaque para o casamento coletivo (mais de 120 casais trocarão alianças no dia 12 de junho) e o vasto cardápio gastronômico do São João de Campina Grande, realizado no Parque do Povo.

E para o Trem do Forró, comitiva que parte de ônibus e vans de Recife (PE) para o Cabo de Santo Agostinho e retorno a Recife. Em cinco horas de viagem, o turista pode curitir o mais autêntico forró pé-de-serra.

Com a CVC, maior rede franqueadora de serviços do Brasil, os passeios ficam mais simples – e baratos! Todas as opções e ofertas já estão disponíveis no site da CVC, nos 6500 agentes de viagens credenciados e nas mais de 1100 lojas franqueadas da marca em todo o país.