O Brasil é um dos países mais importantes dentro das perspectivas de crescimento dos Estados Unidos e do México. O dado consta na sétima pesquisa de Líderes Empresariais Brasileiros 2011, realizado pela empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers.
Quando perguntados sobre “quais países são mais importantes para suas perspectivas de crescimento nos próximos três anos”, entre líderes empresariais dos Estados Unidos, o Brasil lidera as respostas, com 40%, seguida da região da Ásia Pacífico, com 28%. Entre os executivos do México, o Brasil foi lembrado como importante por 28%, seguido dos Estados Unidos, com 16%.
O Brasil também conta com bons índices de citação como importante entre os líderes empresariais da Alemanha (14%, atrás só da Europa Ocidental, com 19%, e dos Estados Unidos, com 16%), e da Rússia (com 8%, atrás da Europa Ocidental, com 17%). Já entre os executivos brasileiros que responderam a pesquisa, os Estados Unidos contam com 30% das lembranças, seguidos da América do Norte, com 26% das citações.
Os líderes brasileiros responderam a seguinte questão: nos próximos 12 meses, você espera que as operações de sua empresa nesta região diminuam, permaneçam iguais ou cresçam? Entre os executivos 100% esperam crescimento na Ásia, mesmo percentual registrado para a Europa Oriental. O percentual dos que esperam crescimento de suas empresas na América Latina é de 94%. Esse índice cai quando a região de referência é a Europa Ocidental (50%) e é ainda menor na América do Norte (33%).
Os executivos dos Estados Unidos são mais reticentes quanto ao crescimento em outras regiões. Os que apostam em crescimento na América Latina são 78%, os que apostam em crescimento na África são 70% e os que apostam na Europa Oriental são 66%.
Em uma análise por região, percebe-se que o menor otimismo se dá com relação à Europa Ocidental, onde nenhuma estimativa de empresários (brasileiros, europeus, asiáticos, norte-americanos e estadounidenses) passou de 51%. As expectativas não são tão positivas também na América do Norte, onde só 33% dos empresários brasileiros e 40% dos asiáticos esperam crescimento.

