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Caixa disponibiliza crédito para lojistas associados Alshop

Parceria prevê R$ 500 milhões em recursos para o setor e condições diferenciadas para os associados

Anunciada em novembro passado, a parceria entre a CAIXA e a Alshop ainda está em vigor. O aporte financeiro disponibilizado pela instituição financeira é de R$ 500 milhões. Os recuros podem ser solicitados pelos associados Alshop para inestimento em operações de crédito, capital de giro, antecipação de recebíveis e linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos, em condições e prazos especiais.

Assim, os associados poderão contar com a rede de atendimento da CAIXA em todo o país para ter acesso às condições diferenciadas, como maior prazo para quitação e taxas de juro mais acessíveis. Para tal, basta acessar o site e fazer uma simulação ou solicitar mais informações.

Para o Gerente Nacional de Estratégia de Clientes da CAIXA, Daniel José Ferraz dos Santos, o acordo assinado entre o banco e a Alshop representa um esforço conjunto entre as duas instituições com o objetivo de incentivar o mercado varejista do país. “Essa parceria representa a junção de esforços, da CAIXA e da Alshop, para propiciar melhores condições ao setor de lojistas de shopping, com oferta de condições especiais em produtos e serviços bancários, além de um atendimento diferenciado aos associados da entidade.”

 O convênio também permitirá aos associados Alshop o ajuste de fluxo de caixa, com prazos e taxas diferenciados aliados à possibilidade de obtenção de recursos de longo prazo com carência. “Esse é um importante benefício para os associados Alshop, pois ele terá taxas diferenciais que possibilitam conforto financeiro”, afirma o Diretor de Internacionalização e Franquias da Alshop, Ricardo Camargo.

Benefício exclusivo para Associado Alshop

Camargo ressalta outros ganhos aos associados, como a agilização dos processos, que terá acompanhamento direto do consultor financeiro Walter Batista. Ele teve participação importante durante a negociação entre a Associação e o Banco. Parceiro da Alshop desde agosto, Batista já palestrou para um grupo de associados, esclarecendo dúvidas sobre fontes de financiamentos. Agora, acompanhará cada uma das solicitações feitas à CAIXA, garantindo o sucesso das negociações.

“A presente parceria chega num momento importante de retomada de crescimento da economia”, avalia Batista. “Não podemos deixar de considerar que as soluções apresentadas aos associados possibilitarão a modernização de seu negócio, a expansão da sua atuação e a implantação de novas unidades / operações”, declara.

O convênio também permitirá aos associados Alshop o ajuste de fluxo de caixa, com prazos e taxas diferenciados aliados à possibilidade de obtenção de recursos de longo prazo com carência. “Isso proporciona reais possibilidades de crescimento”, avalia o consultor financeiro.

Faça agora sua simulação de crédito.

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Road Show no Rio de Janeiro

Evento itinerante da Alshop chega à capital carioca no dia 3 de julho
Em mais uma etapa, o Brasilshop Road Show chega ao Rio de Janeiro. O evento acontece no Sheraton Grand Rio na terça-feira, 3 de julho. A participação é gratuita mediante inscrição no site.
O congresso terá dois tipos de apresentações: paineis que reúnem três marcas de varejo e palestras realizadas por profissionais destacados no mercado varejista.
As marcas apresentarão cases de sucesso, soluções e debaterão sobre desafios em seus próprios nichos de atuação. Também há a oportunidade dos visitantes conhecerem a fundo novos modelos de negócios e formatos, que possiblitam a abertura de um empreendimento com investimento a partir de R$ 79 mil.
Já estão confirmadas as presenças de Amor aos Pedaços, Fábrica de Bolo Vó Alzira, Billy The Grill, Água Doce Sabores do Brasil, Petland, Openlaser, Liz, Le Postiche, Megamatte, Detroit Steakhouse, Halipar, 5 à Sec e Puket.
As palestras abordarão a comunicação digital – e como ela ajuda a conquistar novos leads; o comportamento de consumo e o perfil dos clientes brasileiros; a disrupção no ponto de venda físico; e as melhores oportunidades do sistema de franquias. Os speakers serão: Angelo Whosoever, Márcia Sola, Pedro Mello e Ana Vecchi, respectivimante.
Brasilshop Road Show Rio de Janeiro
03 de Julho
Das 8h às 16h30
SHERATON GRAND RIO
Av. Niemeyer, 121 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ, 22450-220
Sobre o Brasilshop Road Show
O congresso itinerante acontece nas principais capitais brasileiras. Além da participação de palestrantes e profissionais do setor de varejo e shopping, reúne marcas e franquias. Na ocasião, elas apresentam cases de sucesso e novos modelos de negócios.
Para participar do Brasilshop Road Show Rio de Janeiro basta se inscrever no site www.alshop.com.br. A inscrição é gratuita.
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Horário dos Shoppings nos jogos do Brasil

Durante a Copa do Mundo de Futebol, os shoppings adotarão um horário especial de atendimento quando houver jogos da seleção Brasileira. A tendência geral é fecharem para o público 15 minutos antes da partida e reabrirem as portas 15 minutos após o encerramento do jogo.

Assim, nos jogos realizados às 9h da manhã – como na sexta-feira, 22 – a abertura dos empreendimentos será às 11h15.

Na quarta-feira, 27, a partida será às 15h. Na ocasião, os shoppings permanecerão fechados das 14h45 às 17h15.

Oportunidade de novos negócios

Para não perder vendas e nem deixar de atender aos clientes, os shoppings do Grupo CCP criaram uma promoção especial. Até 15 de julho, data de encerramento da Copa do Mundo, consumidores que gastarem mais de 50 reais em produtos ou serviços no portal ON Stores poderão ganhar kits de cerveja.

A promoção “comprou-ganhou” faz parte de uma estratégia comercial da rede de shoppings para aumentar o tráfego em seu marketplace, alavancar as vendas dos lojistas e comemorar o clima festivo do futebol.
Realizada em parceria com a Ambev, a ação está presente nos seis empreendimentos da rede: Grand Plaza Shopping, Shopping Cerrado, Shopping Cidade São Paulo, Shopping D, Shopping Metropolitano Barra e Tietê Plaza Shopping.
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Atendimento Jurídico gratuito na Alshop

A partir da segunda quinzena de junho, o advogado Fred Zürcher, da Gescon, atenderá os associados Alshop gratuitamente. O atendimento será realizado na sede da Alshop, às quintas-feiras, das 14h às 17h. Para ter acesso à consulta sobre documentos, contratos, legislação e outras dúvidas, basta agendar o horário com antecedência. O telefone é (11) 3284-8493 ou pelo e-mail comercial@localhost.

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Sergio Zimerman fala sobre carga tributária no Congresso Brasilshop 2018

Sergio Zimerman, CEO da Petz, fala sobre a carga tributária brasileira e explica as sugestões apresentadas no Congresso Brasilshop 2018

Homenageado com o prêmio Empresário do Ano, no Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, Sérgio Zimerman foi convidado para o painel de abertura do Congresso Brasilshop 2018. Após a fala do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que abordou questões como Reforma Tributária, Reforma da Previdência e redução de custos, Zimerman falou sobre a carga tributária no Brasil.

Ao contrário de muitos dos empresários presentes, ele afirmou que os tributos brasileiros estão na média mundial; porém, são mal utilizados. E a população pobre é a maior prejudicada pois além de pagar, proporcionalmente, mais taxas do que os mais ricos, também recebe muito menos contrapartidas do Governo.

“Quero dizer que concordo com a análise da esquerda: o povo brasileiro é um povo explorado”, provocou.

Na entrevista a seguir, ele fala sobre tributos, corrupção e eleições presidenciais.

Poderia fazer um resumo da sua apresentação na abertura do Congresso Brasilshop 2018?

Eu estava esclarecendo que o Brasil tem 34% de carga tributária. E, ao contrário do que alguns acham, não é a taxa mais alta do mundo, é exatamente a média do que se tributa no mundo todo. Tem países que tributam 46, 47% enquanto outros tributam 15 ou 20%. O problema não é o tamanho da carga tributária: é a contrapartida que recebemos por ela. O Brasil é, com certeza, o pior país do mundo em contrapartida. Pagamos tudo isso e não temos saúde, educação e nem segurança. Acabamos pagando em duplicidade essas coisas quando usamos.

O segundo problema é a estrutura da carga tributária. No resto do mundo ela é formada, basicamente, 40% na renda e 20% em cima do consumo. Aqui no Brasil é 50% no consumo e 20% na renda. Então, isso provoca uma distorção gigante onde o mais rico paga menos imposto, proporcionalmente, do que o mais pobre. O mundo inteiro tem um sistema progressivo de renda, onde quanto mais rico você é mais você paga imposto. Aqui, quanto mais rico você é menos você paga.

O Brasil não tributa dividendos de empresas quando é distribuído lucro para pessoa física, só aqui e na Estônia que isso acontece. Então, o Brasil tem distorções que favorece muito quem mais ganha. E o maior problema de todos é que esse imposto sobre o consumo está embutido no preço. Nos EUA, quando você vê um produto na vitrine por US$ 100, no caixa você paga US$ 110 – 100 do produto e mais 10 dos impostos.

 

O que aconteceria se o Brasil adotasse o mesmo sistema dos EUA?

Se o Brasil adotasse o mesmo princípio, teria que ter uma etiqueta de preço de R$ 100 e no caixa você pagaria R$ 200 – 100 do produto e 100 de imposto. E isso provocaria uma guerra civil no país, uma revolução. Hoje, o imposto aparece na nota fiscal, mas ninguém presta atenção.

O grande problema é que quem ganha R$ 1000, R$ 1500 por mês acredita que não paga imposto, porque é isento do imposto de renda. Mas o imposto que ele paga sobre o consumo é brutal.

Então, com todas essas premissas, quero dizer que concordo com a análise da esquerda, que o povo brasileiro é um povo explorado. Aqui existe muita injustiça social e muitas desigualdades. O remédio é que eu discordo, porque o remédio da esquerda é falar contra o empresário, contra o empreendedor, contra o rico e a favor de um Estado mais “grande” e “protetor”. Para mim, o remédio adequado, é: ricos, empresários, empreendedores, assalariados e pobres estão do mesmo lado.  O nosso inimigo comum se chama “Estado”. O Estado que é opressor, que massacra todo mundo com uma carga tributária gigante e uma ineficiência naquilo que retribui.

Na medida em que a gente tivesse mais consciência disso, teríamos que exigir Reforma Política, Reforma Tributária, para que a Sociedade carregasse menos o Estado.

O que o senhor pensa sobre a privatização da Petrobrás, mencionada pelo pré-candidato Flávio Rocha no Café da Manhã?

Qualquer coisa que não seja ligada intimamente à Saúde, Educação e Segurança e, assim mesmo, pode ser que existam coisas que mereçam ser privatizadas, o Governo deveria abrir mão. Porque o Governo pode ter agências reguladoras que controlem bem as privatizações, pode ter receitas de impostos extraordinárias em cima das empresas, e deixar isso para a iniciativa privada – que geralmente faz isso melhor e não se torna um antro de corrupção.

Porque aquele slogan “A Petrobrás é Nossa”… o “nosso” é do político de plantão. Veja que o PT, durante 13 anos, usou a Petrobrás para fazer todo tipo de financiamento equivocado que pode se fazer numa sociedade. Aos políticos populistas interessa manter essas grandes empresas nas mãos do Estado para que eles façam uso dela.

O que mudaria na hora do voto se o cidadão brasileiro tivesse consciência de todos os impostos que paga?

Mudaria muita coisa. A primeira coisa é que eles votariam em deputados, senadores, governadores, prefeitos que defendessem um Estado menor, mais eficiente. O que seria a contrapartida mais justa? Educação, saúde e segurança.Educação principalmente em nível básico. Um dos exemplos de como se beneficiam os mais ricos é a educação no Estado de São Paulo, que gasta 30% do que arrecada com educação; só que 20% é para o Ensino Básico, que atente 17 milhões de criança e 10% para o Ensino Superior é para atender 131 mil universitários. Então, se você pegar o gasto por criança x o gasto por universitário evidencia a desproporção. O correto é pegar essa verba do Ensino Superior e aplicar no Ensino Básico, porque isso criaria oportunidades.

Houve uma época em que só não estudava em escola pública quem tinha dificuldade em acompanhar o ensino. Hoje em dia, quem tem dinheiro paga escola particular até o Ensino Médio e faz vestibular para entrar na USP. Já quem estudou em escola pública tem poucas chances de entrar na USP. Meu filho está se preparando para entrar na USP e eu me sinto envergonhado em pensar que, se ele for aprovado, quem vai pagar a formação dele é o povo.

 

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ABRASEL promove a semana da alimentação fora do lar em SP

De 11 a 15 de junho a Abrasel – Associação Brasileira de Braes e Restaurantes promove a Semana da Alimentação fora do Lar. É a segunda edição do Encontro Nacional Abrasel, que conta com uma séria de eventos para profissionais e empresários ligados à área. Uma das ações é o Lounge Abrasel na Fispal Food Service; também promove o Fórum Gestão à Mesa e o Louge do Vinho, todos em parceria com a Fispal. O evento tem patrocínio da Ambev, Sodexo, Stone, Souza Cruz e Ibravin.

O presidente-executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, avalia que a Semana da Alimentação Fora do Lar é um momento ímpar na agena de empreendedores de bares e restaurantes.

“Em uma semana na cidade com a economia mais pujante do país, o empresário pode compartilhar conhecimento e inteligência, acessar as últimas inovações para o setor, fazer bons negócios e estreitar relacionamentos com empresários de todo o País. Há também uma valiosa oportunidade de aproximação com grandes líderes políticos e empresariais na abertura do Encontro Abrasel, em que serão apresentadas as principais pautas desse setor”, afirma.

Feira de alimentação

A 34ª edição da Fispal Food Service, maior feira do setor de alimentação fora do lar realizada na América Latina, acontecerá entre os dias 12 a 15 de junho, no Expo Center Norte.  No local, estarão reunidos cerca de 400 expositores que apresentarão soluções, lançamentos e inovações para restaurantes, pizzarias, lanchonetes, bares, hotéis, distribuidores, sorveterias, cafeteria profissional e demais estabelecimentos do mercado de food service. As novidades desta edição são: o exclusivo espaço Alimentos e Bebidas, que vai ligar empresas fornecedoras de produtos regionais, laticínios, cafés gourmets e especiais, chocolates, entre outros; e o Lounge do Vinho apresentando vinhos nacionais e internacionais.
Segundo Clélia Iwaki, diretora da Informa Exhibitions, empresa organizadora do evento, a partir deste ano os participantes só terão direito à entrada gratuita se realizarem o cadastro previamente. “Mudamos a forma de credenciamento das feiras do setor de food service para qualificar ainda mais o público e agilizar o acesso ao pavilhão, evitando a formação de longas filas. Por isso é muito importante acessar o website da Fispal Food Service (www.fispalfoodservice.com.br) para garantir a sua participação sem nenhum custo”, comenta.

A feira é restrita a profissionais dos setores e o ingresso  sem o credenciamento para o complexo de feiras Fispal Food Service, Fispal Café e Fispal Sorvetes custará R$ 50 no local.

 

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João Amoêdo fala com a Alshop no almoço do Prêmio Lojista

João Amoêdo é um dos fundadores do Partido Novo, que presidiu até julho de 2017. Ex-executivo, engenheiro e administrador de empresas, o pré-candidato à presidência da República participou do almoço em homenagem aos finalistas do Prêmio Lojista Alshop, realizado pela Alshop em 5 de junho, no WTC.

Ele defende o livre-mercado e as liberdades individuais. Também atua pelo fim da impunidade, principalmente em casos de corrupção e é um dos poucos pré-candidatos que não responde a nenhum processo na justiça. Em sua plataforma destacam-se as ideias de redução do estado, maior autonomia do indivíduo e diminuição dos impostos.

Em entrevista exclusiva, João fala sobre as semelhanças e diferenças com outros candidatos presentes ao evento (Flávio Rocha e Geraldo Alckmin), conta como pretende ficar conhecido pelos eleitores e reforça a necessidade de implementarmos mudanças urgentes no Brasil.

O senhor tem uma plataforma de Governo bastante parecida com as apresentadas por Flávio Rocha e Geraldo Alckmin. Quais são os seus diferenciais? O que o senhor traria de novo para a política?

Em relação a esses dois candidatos eu diria que a principal diferença é que não estamos comprometidos com o modelo [político]. A minha pergunta é: partidos tradicionais, que estão acostumados a fazer essa mesma política antiga do “toma lá, dá cá”, do fisiologismo, de ter como vantagem poder escolher ministérios, poder nomear presidentes e diretores de empresas estatais…

Esses partidos que se viabilizaram com dinheiro público estarão, de fato, dispostos a fazer uma mudança?

Mudança essa que trará a eles uma incerteza maior e a necessidade de competir dentro de novos parâmetros, como se fosse um mercado novo, um mercado aberto?

Eu acho pouco provável que esses partidos venham fazer as mudanças estruturais que o país precisa. Esse é grande diferencial do Novo. Nós, de fato, queremos fazer mudanças para que o país deixe de estar preocupado em não virar uma Venezuela e possa virar uma Austrália, uma Nova Zelândia, um Canadá, uma Suíça. Esse é o meu questionamento mesmo sobre as “pessoas novas” [candidatos que não vêm da política] mas que estão em partidos viciados pelo modelo de Estado.

O que o senhor traz da experiência na iniciativa privada e da trajetória como executivo /empresário para uma possível gestão do país? Como resolver a falta de experiência em cargos eletivos?

Não é difícil adaptar primeiro porque a nossa gestão pública é muito ruim. Os resultados estão aí para mostra que o Brasil vai mal em educação, em saúde, em segurança… A gestão pública é sofrível. O que são práticas da iniciativa privada que temos que implementar na pública e que, por diversos motivos (por vezes até por falta de interesse dos políticos) não foram implementadas?

A primeira é a questão de que temos que formar um bom time. Uma boa equipe com gente técnica, competente e qualificada. E não necessariamente usar os cargos, que são fundamentais para você dar um bom atendimento para o cidadão, para preenchimento político.

A segunda é a noção de que os recursos que o Governo têm são escassos, como temos essa noção no setor privado. Consequentemente, temos que definir prioridades, cuidar bem do dinheiro do pagador de impostos. Muitas vezes o que acontece na visão dos governantes é que os recursos são ilimitados, porque quando acaba o dinheiro eles aumentam os impostos.

Terceiro é que temos que ter prioridades. Não adianta o Estado querer achar que vai fazer tudo. Que vai cuidar dos hospitais, de saúde, de segurança, que vai cuidar de Correios, que vai cuidar de Petróleo. Tem que selecionar as prioridades. Então são essas as coisas que eu quero trazer para a iniciativa privada.

E, claro, usar os bons recursos que têm no meio público. Tem gente boa lá. Agora, no Brasil, como há uma troca frequente acaba havendo a descontinuidade. Entra um governante, ele deixa para trás tudo o que foi feito e passa a fazer tudo de novo. Nós não temos esse problema: nosso compromisso é com as boas ideias. E não o compromisso de tirar a gestão anterior e apontar em que ela foi ruim. O importante é o país crescer!

E quais “boas ideias” o senhor manteria?

Algumas coisas que foram feitas eu entendo que foram boas. A Reforma Trabalhista foi interessante; o teto dos gastos foi fundamental! Nós, dentro de casa, temos um teto: “não podemos gastar mais do que isso”. Temos que equilibrar.

Outra coisa que foi feita foi o combate à inflação. O presidente do Banco Central me parece um técnico bem competente, uma pessoa que eu gostaria que fosse mantido. São algumas coisas que eu gostaria de manter e até me preocupo quando vejo alguns pré-candidatos dizendo “vou revogar o teto de gastos”, “vou rever a Reforma”, coisas que estão ajudando os cidadãos brasileiros.

 

Hoje temos um cenário com 17 pré-candidatos à presidência. Fervilham notícias sobre a formação de blocos: o de “centro-esquerda”, o “democrático”, algumas forças-tarefas contra o “Bolsonaro”. Qual o cenário o senhor acredita ser o mais favorável para a sua candidatura?

Eu aposto que haverá uma formação natural de blocos porque algumas candidaturas vão se mostrar inviáveis sozinhas. Muitos têm o projeto de se eleger e haverá a discussão, em determinado momento, se continuará candidato à presidência, ao Senado, à Câmara. A minha avaliação é de que haverá, de fato, coligações. Eu não fico preocupado sobre qual dos dois cenários será melhor, o principal, na nossa avaliação, é que cresceremos na medida em que as ideias do Novo serão conhecidas.

Então, o nosso desafio é, muito menos, lutar contra o que existe aí e mais deixar as nossas ideias conhecidas. Mas o cenário natural é termos uma redução e chegarmos a 10 candidatos, aproximadamente.

A nossa ideia é não entrar nesses “blocos” e, sim, manter a candidatura. Até porque não vemos nesses outros uma identidade total. Tenho muito receio de partidos já tradicionais não implementarem as mudanças que precisam ser feitas. Durante o processo pré-eleitoral, você fizer compromissos que te dificultam e tiram a liberdade para fazer as coisas que precisam ser feitas o projeto já nasce comprometido. Tenho receio de que isso acontecerá. E isso ficará explícito para a população, o que fará com que o novo tenha mais atrativos para quem quer uma mudança.

 

Como está sendo trabalhada a divulgação da sua “pessoa” e da sua plataforma? O senhor ainda é um “desconhecido” dos eleitores.

É natural que isso aconteça porque eu não era uma pessoa pública enquanto falamos de candidatos que estão aí há 50 anos; vários deles já participaram de várias campanhas e eleições. Eu não tinha essa exposição e o Novo também é um partido recente. O que nós temos feito? Hoje eu sou o pré-candidato que mais cresce nas redes sociais e que tem o maior nível de engajamento. E nós temos feitos muitos eventos pelo Brasil.

Em 2017, realizamos 890 eventos em 200 e poucas cidades. Esse ano, estamos fazendo mais. Então, é esse boca a boca que vai nos ajudar, além da demanda das pessoas por renovação.

Eu já tenho sentido essa evolução no meu dia a dia.

 

O senhor também tem interesse em conquistar os eleitores de centro-esquerda, que estão “órfãos” com a ausência do Lula?

Todos! O trabalho do Novo é para o cidadão brasileiro. Não estamos pré-definindo nenhuma classe, nenhuma categoria, nós queremos defender o brasileiro. E, especialmente, os que mais precisam que são os mais pobres! Os que estão em uma “categoria melhor” já estão com a vida meio ganha. O Estado as atrapalha – mas não tanto.

Agora, o sujeito mais pobre que não tem escola para matricular o filho, que não tem um posto de saúde funcionando, que é assaltado no trajeto de uma hora e meia entre a casa e o trabalho, esse precisa ter. E o objetivo é ajudar mais a essas pessoas. Então não há problema nenhum em “receber” esses eleitores de esquerda. O mais importante é: temos que deixar claro o modelo [de gestão] que será melhor para ele.

As pessoas, durante muito tempo, ouviram propostas que não levavam a lugar nenhum. Eram boas intenções que não traziam coisas práticas. E é isso que precisamos explicar de forma muito tranquila, simples e objetiva.

 

Percebi três pilares da sua plataforma: saúde, educação e segurança. Onde entra a moradia, já que a “casa própria” é o sonho da maior parte dos brasileiros?

O grande problema do Brasil é que precisamos gerar mais riqueza. Precisamos gerar mais renda. Para quê? Para que os cidadãos, eventualmente, tenham a opção de usar a rede privada, para poderem comprar seus imóvel, para poderem manter a casa. Isso não acontece porque o Brasil tem pouca liberdade econômica. É muito difícil a pessoa montar um negócio e empreender e acabam sendo jogadas pelo Estado na informalidade. Então, na medida em que tivermos mais liberdade econômica, um ambiente mais propício para os cidadãos abrirem seus pequenos e médios negócios, as pessoas vão conseguir gerar renda, produzir riqueza e comprar a sua moradia.

 

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Saiba o que aconteceu no Congresso Brasilshop 2018

O Congresso Brasilshop 2018, realizado pela Alshop no WTC Events Center em São Paulo, reuniu 1200 participantes. Em comum, o desejo de conhecer mais de perto os principais cases do varejo; as inovações tecnológicas que movimentam o setor; as vantagens do sistema de franquias e, claro, o cotidiano dos shopping centers. Foram 18 palestras divididas nos pilares Varejo e Franquias; Empreendedorismo e Liderança; Marketing e Tecnologia e Shopping Centers.

Mesmo com toda a tradição do evento, nessa edição ele teve um cunho bem mais político do que nos anos anteriores. A decisão da entidade em promover o debate está relacionado às Eleições deste ano e, também, ao chamamento ao empresariado em assumir o protagonismo das mudanças urgentes que o país precisa.

Isso ficou evidente já na abertura do Congresso. O presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, saudou aos presentes e, em seguida, convidou ao palco o pré-candidato à presidência da República, Geraldo Alckmin. Em um discurso recebido como entusiasmado, Alckmin ressaltou a desproporção entre a máquina governamental e o meio privado. Em custos e eficiência. E enfatizou a vantagem da experiência administrativa que possui para consertar este desequilíbrio.

Em seguida o empresário Sergio Zimerman, CEO da Petz, dividiu o palco com o presidente da Lew Lara, Luís Lara. Ambos falaram sobre a carga tributária brasileira e como isso impacta na realização de negócios.

Vale lembrar que outros dois pré-candidatos ao Planalto estiveram na Sala Golden Hall no dia 5 de junho. Flávio Rocha participou do Café-da-manhã dos presidentes; e João Amoêdo do almoço de homenagem aos finalistas do Prêmio Lojista Alshop.

 

Pilar Varejo e Franquias 

Mas a discussão sobre o varejo e as melhores estratégias para o setor nunca ficam de fora do Congresso Brasilshop. O Pilar “Varejo e Franquias” contou com quatro palestras. Na primeira, o tema foi “Lifestyle e Bem Estar”. Em pauta, o crescimento das oportunidades relacionadas ao estilo de vida de brasileiros e as dicas de empresas que estão surfando essa onda. Participaram desse painel Emiliano do Amaral (Armazem Cerealista), Breno Cesar (Sport Nutrition Center) e Vitor Urban (Assential Nutrition).

Em seguida, o especialista George Homer, da GH e Associados, mediou um painel sobre Layout e Visual Merchandising. Ao lado de Brian Drummond (Mahogany) e André Gavioli (CVC), mostraram como o visual atraente, o design bem planejado e alguns detalhes contribuem para atrair e fidelizar clientes.

Murilo Pietrovisk (GrandVision By Fotótica), Marco Militelli (Militelli Business Consulting) e Marcelo Cordovil Moutinho dos Santos (Mania De Churrasco) debateram sobre a importância do branding. E, também, como o “nome” não é suficiente para manter o sucesso de uma marca no painel “Não é só o Nome”.

O apresentador da Record TV, Eduardo Ribeiro, mediou o debate sobre “Segmentos em Expansão”. Enfatizando as oportunidades do setor de serviços, estavam Viviane Pio (CVC Viagens) e Fábio Roth (5àSec).

A tecnologia também fez parte do pilar Varejo e Franquias. Douglas Joaquim (Smart Fit), Marco Vidal (Arezzo) e Mario Almeida (Totvs) falaram sobre as ferramentas disponíveis no mercado e como elas contribuem para o sucesso dos pontos de venda físicos.

Foi de grande valia participar desse Congresso”, avalia Fabiana Gatto. Surpresa com o formato de palestras paralelas, ela conta estar em processo de compra de uma franquia e gostou da oportunidade de conhecer mais especificidades de outras marcas. “Ouvir e saber como é cada processo, mesmo de forma macro, acaba nos dando uma dimensão do que precisamos e podemos fazer”, diz. “Acredito que a franquia é, hoje, a melhor maneira de investir, pois já temos a marca estruturada, estabelecida no mercado e com uma assistência a nós que estamos começando sempre vamos precisar”, ressalta a investidora.

 

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Vencedores do Prêmio Lojista Alshop

Hoje foram conhecidos os vencedores do Prêmio Lojista Alshop 2018. Quase 150 marcas receberam votos popular, no site da Alshop, em 47 diferentes categorias. A votação foi realizada de 27 de abril a 22 de maio e contou com mais de 3 milhões de participações.

A atriz Beth Goulart foi a Mestre de Cerimônias e entregou o troféu e o certificado de premiação aos vencedores em premiação realizada durante o Congresso Brasilshop.

Confira agora as marcas mais admiradas pelo consumidor brasileiro:

 

AGÊNCIA DE VIAGENS, HOTELARIA E TURISMO    

CVC Viagens

 

ALIMENTAÇÃO

Cafeterias e Bebidas 

Casa Do Pão De Queijo

 

Chocolates e Docerias   

Amor Aos Pedaços

 

Culinária Árabe   

Habib’s

 

Culinária Italiana 

Spoleto

 

Culinária Oriental  

Jin Jin Wok

 

Culinária Rápida 

Montana Grill

 

Culinária Rápida Grill    

Griletto

 

Fast Food  

Mcdonald´s

 

Pizzaria    

Patroni Pizza

 

Restaurante 

Outback

 

Sorveterias e Iogurte    

Bacio Di Latte

 

ARTIGOS PARA O LAR

Cama, Mesa & Banho   

Mmartan

 

Cama & Colchões 

Colchões Ortobom

 

Eletrodomésticos & Eletrônicos  

Fast Shop

 

Móveis & Decoração   

Etna

 

Presentes e Utensílios para o Lar    

Imaginarium

 

BOLSAS E ARTIGOS PARA VIAGEM   

Le Postiche

 

CALÇADOS

Esportivo  

World Tennis

 

Feminino   

Arezzo

 

Feminino e Masculino

Pontal Calçados

 

Masculino  

Sergio´s

 

Joalherias e Relojoarias  

Vivara

 

LAZER, DIVERSÃO E ENTRETENIMENTO 

Cinemas   

Cinemark

 

Games e Brinquedos  

Ri Happy

 

Parques 

Puppy Play

 

LIVRARIAS, PAPELARIAS E REVISTARIAS    

Livraria Leitura

 

LOJAS DE DEPARTAMENTO    

Riachuelo

 

MAGAZINE  

Magazine Luiza

 

MODA

Bijuteria e Acessórios   

Morana

 

Esportiva, Praia e Surf  

Overboard

 

Feminina   

M O B

 

Feminina e Masculina  

Damyller

 

Infanto Juvenil e Bebê 

Hering Kids

 

Íntima

Any Any

 

Masculina 

Casa Carvalho

 

Teen 

Código Girls

 

ÓTICA

Grandvision By Fototica

 

ÓTICA CASUAL   

Chilli Beans

 

PET SHOP  

Petz

 

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS    

5àsec

 

SAÚDE E ESTÉTICA

Academias

Smart Fit

 

Beleza e Bem-Estar

Espaçolaser

 

Farmácias e Drogarias   

Drogaria Iguatemi

 

Medicina e Odontologia  

Odontocompany

 

Perfumarias, Cosméticos e Maquiagem 

Spasso Cosméticos

 

TELEFONIA E ACESSÓRIOS    

Samsung

 

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