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Mercado fez revisões baixistas para a taxa Selic neste ano.

Conforme o Relatório Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, a mediana das projeções do mercado para a taxa Selic em 2020 passou de 2,25% para 2,00%, mantendo-se em 3,00% para o ano que vem. Para o IPCA, a mediana das projeções passou de uma alta de 1,61% para outra de 1,63% para 2020 e permaneceu em 3,00% para 2021. Em relação ao PIB, o mercado espera contração de 6,54% neste ano (ante 6,50% na edição anterior) e avanço de 3,50% no próximo ano. Por fim, as medianas das projeções para a taxa de câmbio permaneceram inalteradas para os finais de 2020 e de 2021, respectivamente, em R$/US$ 5,20 e R$/US$ 5,00.

Aceleração da confiança da indústria aponta para retomada da atividade econômica nos próximos meses. 

Divulgada hoje pela FGV, o dado final do Índice de Confiança da Indústria subiu 16,2 pontos em junho, chegando a 77,6 pontos. Essa alta, superior à verificada na prévia, foi influenciada pri ncipalme nte pelo componente de expectativas. O nível de utilização da capacidade instalada, por sua vez, subiu de 60,3% para 66,6% no período.

Fonte: Depec Bradesco

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O programa Transação Excepcional lançado pelo governo deve somar R$ 56 bilhões em débitos renegociados

O governo lançou na última quarta-feira (17) o “Transação Excepcional”, programa de renegociação de dívidas tributárias e estima que até 3,5 milhões de empresas e contribuintes possam aderir. O programa, antecipado pelo Estadão/Broadcast só atenderá contribuintes que comprovem passar por dificuldades financeiras devido à pandemia da covid-19, mas permitirá que sejam incluídas dívidas anteriores à quarentena consideradas irrecuperáveis ou de difícil recuperação.

 

Os descontos oferecidos pelo governo poderão chegar a 70% da dívida no caso de pessoas físicas, pequenas empresas e instituições de ensino. Para empresas em geral, serão de, no máximo, 50%.

 

Segundo cálculos do governo, do total renegociado com os contribuintes, R$ 1,2 bilhão poderá ser arrecadado até o fim de 2020, possivelmente o ano mais difícil em termos de receita para a União. Nos dois anos seguintes, a arrecadação com o programa poderá chegar a R$ 7 bilhões.

 

O modelo estima o pagamento de 4% da dívida no primeiro ano após assinatura do acordo. Após esse período o valor restante deverá ser quitado em até 72 meses. Para empresas pequenas e pessoas físicas, o prazo é de até 133 meses.

 

Empresas com dívida de até R$ 150 milhões, poderão fazer a solicitação por um formulário na internet. Débitos superiores a R$ 150 milhões terão de ser renegociados pessoalmente. Dívidas com o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), do Simples Nacional e criminais não serão aceitas no programa.

 

Fonte: O Estado de São Paulo

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Banco Central corta Selic em 0,75 p.p., para 2,25%, e mantém porta aberta para “ajuste residual”

O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu nesta quarta-feira (17) cortar a Selic em mais 0,75 ponto percentual, para 2,25% ao ano, renovando a menor taxa básica de juros da história.

Esta foi a oitava redução seguida na taxa básica de juros e era amplamente esperada pelos analistas

A questão passou a ser os próximos encontros. Com um cenário ainda incerto por conta da pandemia e os dados da economia doméstica mostrando que o país segue em dificuldades, apesar da melhora do ambiente externo, os analistas se mostravam divididos antes da reunião sobre para onde vão os juros.

Apesar de na última reunião o Banco Central ter afirmado que faria apenas mais este corte, que seria no máximo de 0,75 p.p. diante do atual cenário, ainda há muita expectativa de que a Selic possa terminar 2020 em níveis ainda mais baixos.

No comunicado de hoje, a autoridade monetária destaca que vê o atual nível de estímulo como compatível com o cenário de crise, mas não fechou totalmente a porta para eventuais novos cortes de juros.

“O Copom entende que, neste momento, a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado, mas reconhece que o espaço remanescente para utilização da política monetária é incerto e deve ser pequeno”, diz o comunicado do Copom.

“Para as próximas reuniões, o Comitê vê como apropriado avaliar os impactos da pandemia e do conjunto de medidas de incentivo ao crédito e recomposição de renda, e antevê que um eventual ajuste futuro no atual grau de estímulo monetário será residual”, continua o texto.

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74% das lojas tiveram queda de faturamento superior a 90% entre abril e maio

Desemprego chegou a 120 mil trabalhadores do varejo em levantamento feito antes do início da reabertura gradual

Depois de quase três meses de comércio fechado, a ALSHOP (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) realizou uma pesquisa entre os dias 1 e 10 de junho, junto a 116 associados, que representam 4.500 pontos de venda em todo o Brasil a respeito dos principais impactos causados no varejo por conta da pandemia de COVID-19. A queda superior a 90% no faturamento se refere a comparação entre os mesmos meses de 2019, onde o comércio funcionava normalmente.

A pesquisa aponta que 50% dos entrevistados afirmam que a recuperação dos prejuízos levará de 12 a 18 meses, seguida por 31% que enxerga essa recuperação em um período maior: até 24 meses. “Foram 83 dias com as portas fechadas em quase todo o país, que resultaram em um prejuízo em torno de R$ 27 bilhões sendo que 10% dos Lojistas não devem mais reabrir as portas. O varejo do Brasil precisa de atenção e medidas que possam ajudar o setor a se recuperar nos próximos meses sob prejuízo de maior desemprego e crise financeira.”, afirma Nabil Sahyoun, presidente da ALSHOP.

Ainda de acordo com a pesquisa 83% dos entrevistados disseram ter optado por fazer acordo de redução de redução de salários ou suspensão de contratos de trabalho temporariamente. Somente 10% afirmaram não ter optado por essa alternativa. “Somente no Estado de São Paulo, cerca de 30 mil empregos foram perdidos e precisamos lembrar que o período de quarentena não era para evitar a disseminação do vírus mas sim tempo para elevarmos a capacidade do serviço de saúde e elevar a testagem o que invariavelmente não foi feito. ”, comenta Nabil.

Neste período a ALSHOP e outras entidades do setor de comércio e serviço buscaram medidas de alívio para a crise econômica “tivemos um bom canal de diálogo com o poder público para apresentarmos rígidos protocolos de segurança e o shopping conta com medidas rígidas de higiene que esperamos ser adotada no transporte público e também nas lojas de rua sujeitas a maior aglomeração.”, comenta.

Vendas online ainda enfrentam dificuldades

Para 48% dos entrevistados, a implementação dos e-commerces e plataformas de venda online não foram o suficiente para reduzir os prejuízos. Cerca de 29% dos empresários afirmaram não terem adotado novos formatos de venda. Por outro lado, 16% dos entrevistados afirmaram que outras plataformas de vendas contribuíram no momento para equilibrar o faturamento das empresas.

“As vendas online sem dúvida vão aumentar a partir de agora, mas lojistas que começaram em plataformas online há pouco tempo estão enfrentando uma dificuldade maior até entenderem a dinâmica do trabalho. Por outro lado, as lojas físicas, deverão investir cada vez mais em experiência do consumidor para melhorarem suas vendas.”, ressalta Nabil.

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ALSHOP reúne donos de shoppings e lojistas para discutir retomada da economia

Por iniciativa da ALSHOP centenas de empresários ligados ao segmento do varejo participaram de uma live realizada ontem, com a mediação do presidente da entidade, Nabil Sahyoun. O encontro virtual contou com a presença do presidente da Câmara dos Vereadores, Eduardo Tuma (PSDB); o vereador Fabio Riva (PSDB); o presidente da ACSP, Alfredo Cotait; o fundador do Grupo Savoy, Hugo Eneas Salomone; o presidente do Grupo Guararapes, Flávio Rocha; o presidente da Abrasce, Glauco Humai; o fundador do Grupo Multiplan, Isaac Peres; o CEO do Grupo Ornatus e fundador do Grupo Halipar, Jae Ho Lee; e o presidente da UGT, Ricardo Patah.

 

Atualmente 418 dos 577 shoppings centers estão funcionando no país. Mesmo adotando mais de 20 rígidos protocolos validados pelos hospitais Sírio Libanês e Mater Dei, as restrições de público e horário já afetam duramente as atividades comerciais no país. Estimativa da ALSHOP aponta para 120 mil demissões sendo 70 mil só na Grande São Paulo.

 

“Fizemos a nossa parte e obtivemos a possibilidade de reabertura mas as dificuldades são enormes. Estamos aqui reunidos com mais de 500 empresários associados e representantes do poder público em busca de soluções”, disse Nabil Sahyoun.

  

Comércio aberto com movimento baixo

 

Nabil Sahyoun lembrou que o tempo restrito de abertura do comércio e a falta de fiscalização de alguns perfis de comércio como o informal podem gerar aglomeração, enquanto setores cuidadosos como o dos shoppings, tem feito sua parte no cumprimento dos protocolos.

 

“Precisamos estar atentos aos protocolos. O comércio de rua, em algumas áreas da cidade no caso de São Paulo não teve fiscalização para os informais e só em áreas bem pontuais como no centro da cidade, que abastece pequenos lojistas, houve movimentação”, afirmou Alfredo Cotait, da ACSP que também criticou os recuos em algumas cidades do ponto de vista empresarial. “Retroagir é inseguro, porque depende de contrato de trabalho e de várias condições e não há diálogo claro entre o governo e os prefeitos. Falta organizar. É equívoco sobre equívoco”, aponta.

 

Jose Isaac Peres, do grupo Multiplan também comentou sobre as dificuldades. “É muito difícil ficar aberto apenas quatro horas. No Rio de Janeiro são oito horas. Antes o consumidor passava, em média, 70 minutos no shopping, hoje é de 30 a 35 minutos para comprar algo objetivo”, disse.

 

Sem transporte e com horário restrito

 

Ricardo Patah, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), lembrou que o poder público deve melhorar as condições de transporte público que pode trazer riscos por elevar os riscos de contágio. “Os protocolos estão funcionando no comércio, mas há questões graves como a dificuldade de financiamento, o transporte deficiente e a falta de ação e diálogo entre os poderes”, destacou.

 

Eneas Salomone, do grupo Savoy, também criticou as ações tomada pelo poder público durante a fase mais aguda da pandemia. “O governo restringiu o transporte, reduziu a circulação de pessoas e agora reduziu o horário de funcionamento do comércio chegando até mesmo a fechar os parques que são opções abertas de lazer”, criticou.

 

Jae Ho Lee, do grupo Ornatus também criticou a falta de ação do poder público na pandemia. “80 dias para chegar o crédito aos pequenos empresários é muito ruim. Estávamos esperando 30 dias de fechamento e ficamos quase 90 dias sem atividades. Nunca tivemos nenhuma ajuda do governo. Sempre tivemos capital próprio”, disse.

 

Sem retroceder para não penalizar ainda mais a economia, diz Tuma

 

Eduardo Tuma e Fabio Riva participaram ativamente da Live sobre a retomada do comércio e da economia e se comprometeram com o diálogo em busca da ampliação do horário do comércio para justamente evitar aglomerações.

 

“O comércio não merece ser penalizado ainda mais. Os locais da cidade de grande aglomeração na cidade, regiões de aglomeração como na 25 de março, merecem atenção pois registraram aumento acima do esperado. Mas não devemos retroceder e penalizar ainda mais a economia”, disse o presidente Eduardo Tuma.

 

O vereador Fabio Riva lembrou que o orçamento da cidade estará muito comprometido e será prejudicado pela queda na atividade econômica. “Vamos dialogar com o prefeito Bruno Covas, que é muito sensível a estas questões”, disse.

 

Nabil agradeceu o compromisso de busca pela abertura de ao menos seis horas do comércio, como ação concreta para ajudar o setor e reduzir aglomerações.

 

Sugestões para a economia 

 

“Quanto menos o estado intervém melhor, causa menos estrago e menos prejuízo. Quanto mais tempo aberto você deixa o comércio mais conveniente e você descomprime. A sociedade tem que ter mais opções”, disse Eneas Salomone durante a Live.

 

Flavio Rocha, da Riachuelo, lembrou que “Há uma cadeia envolvida de pequenas empresas, têxteis, conectadas ao varejo. O problema é o que pequeno varejista que sobrevive de ter que bater à porta dos bancos, e estes, tem se retraído, mas que é preciso pensar em toda a cadeia produtiva”.

 

Jae Ho Le lembrou da importância do e-commerce neste momento, mas lembrou que “o digital existe, mas o faturamento chega a 10 ou 15% do total e não paga a estrutura física porque a loja é super importante”.

 

Alfredo Cotait disse ao presidente da Câmara dos Vereadores de São Paulo, Eduardo Tuma, que é importante passar a cidade de São Paulo para a fase amarela e permitir uma flexibilização maior da economia. “A população precisa ser conscientizada sobre as atitudes e responsabilidades na questão da aglomeração em pontos importantes como o Brás e 25 de Março”, concluiu.

 

Confira na íntegra:

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D&D SHOPPING – UM DOS MAIORES COMPLEXOS DE DECORAÇÃO DO PAÍS – RETOMA AS ATIVIDADES 

Após mais de 80 dias de porta fechadas, por determinação do governo do estado, mas atendendo em formato digital formas de negócios, o D&D Shopping inicia seu plano de reabertura gradual.

Considerado um dos mais completos Shopping de decoração e design do Brasil, com mais de 90 lojas conceituadas e diversificadas, distribuídas por 24 mil m² de área total com completa infraestrutura, localizado dentro do World Trade Center São Paulo, o WTC-SP um dos principais centros de business em São Paulo, espera atender às demandas e necessidades de compra e venda de clientes e parceiros, além de fomentar a retomada da economia local.

Seguindo o plano de flexibilização da quarenta das autoridades, o funcionamento do D&D Shopping irá atender e respeitar todas as orientações, tendo como prioridade a saúde e segurança dos lojistas, clientes e parceiros. Confira um vídeo sobre a reabertura do empreendimento:

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A Alshop faz um apelo pela reabertura do comércio no Brasil

Após quase 90 dias de fechamento, a Alshop faz um apelo aos prefeitos e governadores que ainda mantém o comércio fechado, para que retomem imediatamente as atividades em suas cidades. Representamos 110 mil lojas em todo o Brasil e 15 mil dessas lojas já fecharam definitivamente por causa dessa crise, gerando um desemprego de 120 mil funcionários. “Podemos flexibilizar sem riscos de aglomerações, pois as pessoas estão preocupadas com a saúde e tomando cuidados para sair de casa”, pontua Nabil Sahyoun.
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Site Alshop: www.alshop.com.br
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Reabertura gradual da economia no estado de São Paulo

O governo de São Paulo lançou nesta quarta-feira, 27 de maio, o Plano São Paulo, um planejamento para a reabertura gradual da economia no estado. Em quarentena desde o dia 24 de março, São Paulo inicia no dia 1º de junho a flexibilização com essa medida, estruturada em 5 fases e regionalizada. Cada região do Estado de São Paulo deverá seguir dois critérios: a capacidade do sistema de saúde e a evolução da epidemia no local.

 

Em entrevista à diversos meios de comunicação, o presidente da Alshop pontua: “Os lojistas estão preparados para receber os clientes da maneira correta. Além de seguir os protocolos de higiene e segurança, as lojas irão respeitar o distanciamento, criando estruturas internas para atender os clientes de acordo com a sua capacidade de ocupação e distanciamento adequado.”.

 

As prefeituras ficarão responsáveis por anunciar um decreto com os detalhes de retomada e fiscalizar o cumprimento das regras impostas. Confira o plano completo em: https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/planosp

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Sondagens com consumidor e empresário do setor de comércio apresentam melhora em maio, conforme divulgado pela FGV

O Índice de Confiança do Consumidor subiu 3,9 pontos em maio, para 62,1 pontos. Essa alta veio abaixo do que foi apontado na prévia, divulgada alguns

dias atrás. 

 

O resultado agregado foi puxado pelo componente de expectativas, enquanto o de situação atual recuou pelo terceiro mês consecutivo, mas

a um ritmo menor do que o anterior. 

 

O Índice de Confiança do Comércio, por sua vez, avançou 6,2 pontos, para 67,4 pontos no mesmo período. Nesse caso, contudo, o dado reportado ficou

acima da prévia e os dois componentes registraram alta.