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Em reunião com governo paulista, ALSHOP pede abertura dos shoppings por 12h

Para discutir a situação atual do comércio do estado de São Paulo e as possibilidades para uma recuperação econômica nos próximos meses do ano, a ALSHOP (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) organizou uma reunião com a Secretária de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen da Silva. Na ocasião, foi pedida a ampliação do horário de funcionamento dos shoppings para 12 horas diárias, com a circulação de pessoas em 60%.

Entre os argumentos apresentados pela associação, estão o fechamento de hospitais de campanha que foram construídos para tratarem pacientes que desenvolveram a COVID-19 de forma mais grave e severa. Além disso, a taxa de contágio e mortes que apresentaram números mais baixos nos últimos dias, indicando uma evolução muito grande em relação aos últimos meses.

“Hoje os shoppings são locais extremamente seguros e têm seguido os protocolos de forma séria. Dessa forma, estamos pedindo para que os órgãos competentes acompanhem essa evolução e trabalhe para que as próximas datas comemorativas como Dia das Crianças, Black Friday e Natal, sejam importantes na recuperação econômica do país”, finaliza Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.

Nabil Sahyoun, presidente da ALSHOP e Glauco Humai, presidente da Abrasce, se comprometeram a encaminhar um ofício formalizando o pedido de ampliação de horário, para que a secretária possa tomar as providências cabíveis para o momento. Caso a capital entre na chamada “fase verde” os cinemas e áreas de entretenimento poderão reabrir mantendo as regras de distanciamento. Áreas de recriação, playground e atrações temporárias como as tradicionais montadas em virtude do Dia das Crianças serão mantidas fechadas temporariamente.

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Confiança no setor de serviços aponta para crescimento do PIB

A confiança no setor de serviços aponta para crescimento do PIB no
terceiro trimestre, reforçando tendência sugerida em outros setores.

O resultado final do Índice de Confiança de Serviços, divulgado pela FGV, subiu 2,9 pontos em setembro, para 87,9 pontos. Essa alta, maior do que a registrada na última prévia, foi influenciada quase que totalmente pelo avanço do componente de expectativas, enquanto o de situação atual ficou praticamente estável. Assim, o indicador agregado mantém a tendência de recuperação, mas ainda está em patamar inferior ao observado em fevereiro (94,4 pontos). No mês, houve variação positiva da confiança em 11 dos 13 segmentos pesquisados. O nível de utilização da capacidade instalada do setor, por sua vez, ficou estável em 81,8%.

Fonta: DEPEC Bradesco

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Mercado ajusta expectativas de inflação deste ano para cima

Segundo o relatório Focus, divulgado há pouco pelo Banco Central, o mercado espera contração de 5,04% do PIB neste ano (ante 5,05% na leitura anterior) e crescimento de 3,5% no próximo ano. Em relação ao IPCA, a mediana das projeções para 2020 passou de 1,99% para 2,05%, ao mesmo tempo que ficou estável em 3,01% para 2021. As medianas das expectativas para a taxa de câmbio não foram alteradas, seguindo em R$/US$ 5,25 no final deste ano e em R$/US$ 5,00 no final do ano que vem. Por fim, a mediana das projeções para a taxa Selic permaneceu em 2,0% para o final de 2020 e, para o final de 2021,
foi mantida em 2,5%.

Fonte: DEPEC Bradesco

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O comércio varejista lidera a retomada recente

  • A economia brasileira vem mostrando retomada parcial desde maio, com velocidades distintas setorialmente, liderada pelo comércio. As medidas de preservação de emprego e renda foram essenciais para a expansão do consumo de bens de primeira necessidade, em um primeiro momento, e de duráveis, em um segundo.
  • A indústria está sendo beneficiada pela demanda doméstica, com alguns segmentos também se beneficiando das exportações. A construção também tem reagido aos estímulos monetário e fiscal, registrando retomada mais rápida, e o agronegócio, de forma geral, foi favorecido pela boa demanda externa e pelas transferências governamentais que sustentaram o consumo interno.
  • Por outro lado, o setor de serviços está atrasado nesse ciclo, como esperado, especialmente aqueles prestados às famílias, mais afetados por medidas de distanciamento social e que, em alguns casos, permanecem operando abaixo da capacidade máxima durante a pandemia.
  • Para 2021, a aceleração da atividade será mais gradual do que o previsto para o segundo semestre deste ano, com o fim dos programas governamentais. A partir de então, outros fatores passam a ganhar relevância para determinar o ritmo de crescimento. Entre os principais, citamos a distribuição de uma vacina, a formação de poupança das famílias durante a pandemia e a retomada do emprego.
  • Esperamos que o comércio e a indústria ainda sejam os destaques. O agronegócio e a construção civil continuarão com bom desempenho, beneficiados pela demanda externa e pelas boas condições de crédito, respectivamente. O setor de serviços ganhará tração à medida em que as regras de distanciamento sejam cada vez mais flexibilizadas, mas sem a distribuição de uma vacina, dificilmente teremos o segmento operando a plena capacidade.

Fonte: Bradessco – DEPEC

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Confiança do comércio alcança nível pré-pandemia

Em setembro, confiança do comércio praticamente alcançou o nível do
pré-pandemia. A Confiança do Comércio, divulgada hoje pela FGV, mostrou avanço de 3,0 pontos (atingindo 99,6 pontos) neste mês, revertendo a queda de 1,2 ponto reportada na leitura preliminar. O resultado foi influenciado principalmente pelo componente de situação atual, que subiu 4,6 pontos. Já as expectativas tiveram uma elevação mais moderada (1,1 ponto), o que sugere que o setor possui uma boa percepção das vendas atuais, mas projeta os próximos meses com cautela, possivelmente visualizando o fim dos programas de auxílio emergenciais.

Fonte: DEPEC Bradesco

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No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 2,0%

No Brasil, o Copom manteve a taxa Selic em 2,0% e reforçou a mensagem de que os juros permanecerão em patamar acomodatício por um longo período.

O comunicado mencionou novamente alguns vetores do balanço de risco que apontam para maior cautela na condução da política monetária, como (i) dúvidas acerca do ritmo e espraiamento da recuperação da atividade econômica; (ii) evolução do cenário fiscal e (ii) espaço reduzido para eventuais futuros cortes. Adicionalmente, as projeções de inflação do BC em patamares baixos, o reconhecimento de que as pressões inflacionárias advêm, principalmente, de choques nos preços de alimentação e a ênfase na inércia do setor de serviços, que atualmente encontra-se com nível elevado de ociosidade, reforçam o tom acomodatício da política monetária à frente. Diante disso, acreditamos que a Selic permanecerá em 2,0% até o final deste ano.

Fonte: Bradesco – DEPEC

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CONFIANÇA DO EMPRESÁRIO DO COMÉRCIO TEM CRESCIMENTO HISTÓRICO EM AGOSTO

A confiança do empresário do comércio atingiu 78,2 pontos, alta de 11,5% em relação a julho, a segunda taxa mensal positiva consecutiva e a maior da série histórica. O resultado foi motivado por avanços nos três subíndices do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), com destaque para o de expectativas para o curto prazo, cujo aumento de 17,8% indica que os comerciantes estão otimistas para os próximos meses.

 

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 78,2 pontos em agosto, com crescimento de 11,5% em relação a julho. Embora o índice permaneça na zona pessimista, abaixo dos 100 pontos do corte de indiferença, o crescimento mensal foi o maior observado na série histórica do Icec, iniciada em abril de 2011. Na comparação interanual, a queda da confiança foi de -32%.

 

Fonte: CNC

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Trajetória positiva das vendas aponta recuperação do consumo

A trajetória positiva das vendas do varejo aponta para recuperação do
consumo das famílias. As vendas do comércio varejista cresceram 5,2% na passagem de junho para julho, segundo dados divulgados ontem pelo IBGE. O resultado, que ficou bem acima do esperado, refletiu a melhora em quase todos os segmentos da pesquisa. Com isso, o nível das vendas do varejo está 5,3% acima do verificado no período anterior ao início da pandemia. O maior grau de flexibilização das quarentenas, o auxílio emergencial e a substituição de parte do consumo de serviços por bens explicam a forte retomada do comércio. Indicadores correntes, como o Índice Cielo de Varejo Ampliado, apontam para nova alta em agosto e nos primeiros dias de setembro.

Fonte: Bradesco DEPEC

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Semana do Brasil será positiva para a recuperação, avalia ALSHOP

Depois de apoiar o setor varejista em uma das maiores crises do país e intermediar a abertura de comércios e shoppings em todo o território nacional, a ALSHOP (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) mais uma vez será uma das apoiadoras e participantes da Semana do Brasil, que será realizada entre os dias 3 e 13 de setembro. Com o slogan “Todos juntos com segurança pela retomada e o emprego”, a iniciativa criada pelo poder público em 2019 com objetivo de aquecer o comércio em um mês oportuno como setembro e, neste ano de 2020, a campanha comemora a retomada do comércio junto da economia e trabalho com segurança.

Somente no ano passado, a Semana do Brasil movimentou o comércio de rua, os e-commerces e shoppings com promoções atrativas e excelentes condições de pagamento, assim levando o comércio nacional a crescer 11,3%, em comparação com o mesmo período de 2018, segundo dados da Cielo.

Neste ano, será uma data estratégica para que os varejistas possam voltar a faturar e automaticamente gerar mais empregos, melhorando a economia. A participação para a Semana do Brasil é gratuita, para fazer parte dessa ação os lojistas precisam acessar o site oficial ( www.participesemanabrasil.com.br ) e realizar o cadastro.

Este ano, os empresários que aderirem ao movimento poderão utilizar gratuitamente o material gráfico disponibilizado pela organização para divulgarem suas promoções em seus meios de comunicação físicos ou digitais.

“Depois de muito trabalho entre a ALSHOP e o poder público, hoje comemoramos a reabertura de todos os shoppings do país, mesmo com restrições. Esse momento de retomada entrará para a história do nosso país. Várias cidades estão comemorando novos postos de trabalho que estão sendo abertos no varejo, sem deixar de lado os protocolos de higiene e segurança que estão protegendo a saúde e a vida de muita gente, portanto, a nossa expectativa é que a Semana do Brasil tenha uma performance ainda maior do que a primeira edição.”, afirma Nabil Sahyoun, presidente da ALSHOP.

Instituto Unidos pelo Brasil

Paralelamente a Semana do Brasil, outro movimento que ganhou força nos últimos meses foi o Instituto Unidos pelo Brasil. Liderado por Nabil Sahyoun, presidente da ALSHOP, com outras 30 entidades, tem o objetivo de impulsionar a retomada da economia, mostrando para o consumidor confiança, respeito à saúde e bem-estar da população.

Sem nenhuma ligação com partidos políticos, o movimento conta com apoiadores de diversas áreas do varejo nacional e outros setores como tecnologia, agricultura, indústrias etc, que querem juntos recuperar a confiança dos consumidores e fazê-los voltar a consumir.

“Nossa ideia é chamar a atenção de todo o povo brasileiro. Criamos perfis nas mídias sociais, vamos contar a história de empreendedores que sofreram com a crise, pessoas que foram demitidas, mas mostraremos que juntos, vamos vencer mais uma crise e sabemos que em breve, o país todo vai comemorar as novas oportunidades que serão criadas”, finaliza Nabil Sahyoun.

 

Acesse: www.institutounidospelobrasil.com.br