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PALESTRA+ESTANDE
(9 COTAS DE US$10.000)
Ação promocional na palestra (ação promocional a ser validada pela Alshop)

Citação da empresa na matéria de cobertura do evento na revista Al Shop (edição a definir)

Distribuição de 01 (um) brinde ou folder aos participantes do evento na palestra patrocinada (brinde a ser validado pela Alshop)

Aplicação da logomarca da empresa nos materiais de divulgação do evento: folders, anúncios, e-mails mkt, site do evento etc (exceto cenografia de palco)

Menção do patrocinador pelo mestre de cerimônia na palestra patrocinada

Veiculação de filme institucional de até 60 (sessenta) segundos na palestra patrocinada

Cessão de espaço de 09 (nove) m² para ações comerciais (montagem padrão e de responsabilidade da Alshop)


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ALMOÇO
(2 COTAS DE US$41.000)
Um pacote single completo com acompanhante

Menção do patrocinador durante a realização do almoço

Mensagem de agradecimento do patrocinador durante o almoço

Realização de sorteio durante o almoço (item a ser validado pela Alshop e de responsabilidade do patrocinador)

Possibilidade de entrega de um kit de higiene bucal na entrada do almoço (item a ser validado pela Alshop e de responsabilidade do patrocinador)

Veiculação de vídeo institucional de 60 segundos durante o almoço

Aplicação da logomarca da empresa nos materiais de comunicação do almoço: banner, back drop, banner digital, convite impresso, etc

Aplicação da logomarca da empresa em todos os materiais de divulgação do evento: folders, anúncios, e-mails mkt, site do evento etc

Citação da empresa na matéria de cobertura do evento na revista AlShop


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COFFEE BREAK
(2 COTAS DE US$13.000)
Um pacote single completo com acompanhante

Menção do patrocinador antes da realização do coffee break

Realização de sorteio antes da realização do coffee break (item a ser validado pela Alshop e de responsabilidade do patrocinador)

Exposição de banner da empresa no local onde será realizado o coffee break

Aplicação da logomarca da empresa em todos os materiais de divulgação do evento: folders, anúncios, e-mails mkt, site do evento, etc

Veiculação de filme institucional de até 60 (sessenta) segundos na palestra patrocinada

Citação da empresa na matéria de cobertura do evento na revista AlShop


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CRÉDITO E TRIBUTOS
Vice-Governador de São Paulo apresenta opção à taxa de fronteira
O ICMS foi uma das grandes questões abordadas pelo Vice-Governador de São Paulo, Dr. Marcio França, durante o 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping. Presente a abertura dos dois dias de evento, França abordou a taxa de fronteira, questão que preocupa especialmente às redes franqueadoras. E indicou aos empresários os recursos do Desenvolve SP para a solução urgente em caso de necessidade de crédito, com juros baixos.

Sem fronteiras
Lembrando que o ICMS é uma tarifa regida em cada estado, França repetiu a recomendação dada a ele pelo Secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Renato Villela: para fugir da cobrança sobreposta de taxas, as redes deveriam abrir uma filial em cada estado onde houver operação. Segundo ele, a abertura de uma filial tem o custo de abertura de empresa e é cobrado apenas uma vez. Assim, aqueles que precisam enviar produtos a serem comercializados por suas franquias evitariam o custo adicional a cada remessa feita.

“Apoiamos essa alternativa como uma opção temporária. Mas devemos manter estudos para chegar a uma solução definitiva no CONFAZ”, declara o Diretor de Relações Institucionais da Alshop, Luís Augusto Ildefonso.

França também falou sobre crédito: "O Desenvolve SP, que é co-patrocinador deste evento, está à disposição para fornecer credito a juros baixos, especialmente para aqueles empresários que pretendem expandir ou que querem investir em inovação", ressaltou o vice-governador paulista. O crédito oferecido pela agência estadual para empresas com faturamento a partir de R$ 360 mil anuais tem taxa de 0,68% ao mês e prazo de até 24 meses para pagamento.

(in)Definições
Se ainda não foi o momento de tratar o ICMS e as possibilidades de redução desse tributo para alguns segmentos, pelo menos, vale ressaltar o estreitamento na relação do setor varejista com o Governo Estadual. Lembrando que o Dr. Márcio França representou o governador Geraldo Alckmin, ausente do evento por motivos familiares.



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DIÁLOGO ABERTO
MDIC recebe as reivindicações do setor varejista e se compromete a colaborar com a retomada do crescimento
Reunir na mesma mesa um membro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, representantes das principais entidades de classe do varejo e o presidente de uma central sindical foi um dos principais feitos da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) no 1º Simpósio Internacional de Varejo e Shopping. Realizado de 31 de março a 3 de abril em Punta del Este, o evento teve como plateia mais de 150 presidentes de marcas de varejo brasileira, além de representantes dos principais grupos e administradoras de shopping centers.

O Secretário de Comércio e Serviços, Marcelo Maia, abriu o almoço-debate listando uma série de ações do MDIC em favor do setor. Maia também mostrou-se favorável ao diálogo com as entidades de classe, que entre os pleitos apresentados reforçou a necessidade de formatação do contrato de trabalho intermitente. Essa modalidade, permite aos shoppings e lojistas contratar colaboradores apenas para alguns dias da semana ou por horários determinados, de forma a atender a demanda de atendimento sem aumentar o custo da operação ou contratar funcionários que ficariam ociosos em outros momentos.

“Ouvimos do Secretário de Comércio e Serviços do MDIC, Marcelo Maia, o compromisso de movimentação para que as leis que estão em tramitação e podem trazer benefícios e soluções para o setor, sejam agilizadas, aprovadas e colocadas em práticas o quanto antes”, reitera Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.

Concessões
A mesa também recebeu a presidente do IDV, Luiza Helena Trajano; o presidente do CNDL e membro da UNECS, Honário Pinheiro; o presidente da Abrasel, Paulo Solmucci; e o presidente da UGT, Ricardo Patah. O sindicalista mostrou-se aberto à discussão e ao diálogo, especialmente por causa do momento atual, em que o desemprego aumenta diariamente. Entretanto, pediu um tempo para avaliar a proposta das entidades antes de se comprometer com o projeto. Ficou claro, durante o evento, que todos os lados da questão estão dispostos a fazer concessões: jornadas de trabalho mais flexíveis, legislação mais favorável aos empresários e diálogo mais assertivo. Todas essas ações são necessárias para a retomada do crescimento nacional, sempre bastante alavancado pelo setor varejista, que é um dos principais empregadores do Brasil.

Luiza Trajano lembrou, durante sua fala, que a compra, o consumo, estão diretamente ligados ao sentimento de alegria, de satisfação. E que o varejo nacional precisa resgatar esse sentimento. Para tanto, acredita ela, é necessário realizar-se uma reforma política, de modo a minimizar a sobreposição de taxas e tarifas, reduzir a burocracia e o número de leis que comprometem o setor, causam confusões e abrem portas para a corrupção.

Atento às solicitações dos presentes, Marcelo Maia comprometeu-se a avaliar todos os processos que estão sob seus cuidados. Lembrou que realiza reuniões constantes com os representantes do setor, e afirmou que fará o necessário para desonerar o segmento. Nabil pondera que o painel teve um nível excelente, e afirma que irá monitorar as reuniões realizadas com o MDIC: “Gostaríamos que as reuniões realizadas pela secretaria se transformem em ações efetivas em prol do setor”, finaliza.



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TRIBUTOS MUNICIPAIS: O QUE PODE MUDAR?
O impacto dos tributos municipais e das tarifas públicas sobre o varejo foi tema de painel
Um dos pilares abordados pelo 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping foi “Tributos”. O tema foi pauta de dois painéis: um abordando os tributos municipais, como o IPTU, e outro abordando as taxas estaduais, como o ICMS.

Sobre o impacto dos tributos municipais a grande questão foi o valor do IPTU cobrado dos shoppings. Como já dito anteriormente por Glauco Humai, em São Paulo a taxa praticada dos centros de compra é, em média, o dobro do praticado em relação às demais edificações e construções. O painel, realizado no dia 1º, contou com a participação de Flavia Amary, presidente do SECOVI; Charles Krell, Vice-Presidente Operacional do Iguatemi; do Doutor Carlos Mourão, Procurador do Município de São Paulo e foi mediado pelo Presidente da Comissão de Direito Urbanístico da OAB/SP, Marcelo Manhães.

Como meta, foi determinada a criação de um grupo de estudos envolvendo Alshop, Abrasce e Secovi no sentido de propor uma equivalência para a cobrança praticada dos centros comerciais.

Taxas, Obrigações e Burocracia
Todos os painelistas abordaram a sobreposição de leis e tributos que oneram a operação dos shopping centers, além da criação de novas leis relativas ao setor - algumas das quais, sem fundamentação. Além disso, a exigência de realização de investimentos por parte do mall em obras que seriam de responsabilidade pública - como obras viárias, por exemplo - acabam aumentando ainda mais os custos operacionais, sem que haja a contrapartida esperada da prefeitura.

“Ressalte-se que todos os shoppings, invariavelmente, mantem suas instalações na melhor qualidade possível, para proporcionar conforto aos clientes. Não podemos dizer o mesmo sobre os equipamentos públicos, como parques, estádios, delegacias, locais onde é comum o cidadão ser privado desde a acessibilidade até da presença de sanitários devido a instalações ultrapassadas, quebradas...”, lembra o Diretor de Relações Institucionais da Alshop, Luís Augusto Ildefonso.

Outra situação lembrada durante o debate foram as dificuldades burocráticas para empreendedores e lojistas se estabelecerem. Causadas por sobreposição de leis, sobreposição ou duplicidade de alvarás e licenças, resultam em demora nas liberações necessárias para a atuação do shopping center. Esse fato também contribui para a corrupção.

Por fim, fico claro que a legislação municipal – como também as estadual e federal – é extremamente arcaica e desatualizada. Um pequeno exemplo acontece com grande frequência em shoppings, atormentando lojistas e empreendedores: a cada alteração estrutural realizada no shopping (reforma ou expansão), é necessário atualizar os alvarás de todas as lojas, mesmo daquelas que ficam fora da área onde a obra foi realizada. “É imperioso que se faça ações junto aos órgãos competentes para normalizar tais distorções”, pondera Ildefonso.

Atento a todas as reclamações e necessidades apresentadas no painel, o representante do Ministério Público colocou-se à disposição do setor para avaliar com mais cuidado as solicitações do varejo. Mais um passo da Alshop e de todos os envolvidos no sentido de encontrar melhores soluções para os problemas cotidianos dos envolvidos.



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A CONTRIBUIÇÃO DO VAREJO EM UM PAÍS EM TRANSFORMAÇÃO
Com três pontos de vistas diferentes, painel trouxe uma mensagem otimista para superar as instabilidades econômicas e política
O varejo é um dos principais empregadores do Brasil, tendo responsabilidade na geração de renda e riquezas tanto quanto os outros setores. Mas, de que maneira essa responsabilidade pode contribuir para o momento de transformação pelo qual o país passa? Essa pergunta foi a tônica do painel “A contribuição do Varejo em um país em Transformação”, durante o 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Alshop em Punta del Este entre 31 de março e 3 de abril.

Com a palavra, três empresários com visões diferentes, mas que convergem na crença de que é possível superar a crise: Flávio Rocha, CEO da Riachuelo; Alvaro Vieira, CEO da GrandVision by Fototica e Artur Grynbaum, presidente do Grupo O Boticário. O mediador do painel foi o jornalista Ricardo Boechat, que há dois anos participa dos eventos da Alshop.

Coube a Rocha imprimir o tom dominante à apresentação, com sua exposição sobe a crescente sobrecarga tributária e burocrática imposta pelo setor público ao setor produtivo. A síntese da palestra, endossada pelos demais painelistas, exaltou a importância do livre mercado como força determinante na solução de conflitos e demandas da sociedade.

O executivo ilustrou os efeitos da ação do Estado, que comparou à uma carruagem sobre os cavalos encarregados de puxá-la, nominados de agentes produtivos. “O peso dessa carga tem aumentado incessantemente a despeito de qualquer fator potencialmente inibidor. O maior exemplo da hipertrofia é o peso da carga fiscal no PIB brasileiro, que saltou de 22% para 37% em menos de três décadas. A simples manutenção do patamar anterior, se restabelecido hoje, mudaria radicalmente a realidade da nossa economia”, avaliou Rocha.

Alvaro Vieira trouxe uma palavra menos emocional aos lojistas, valendo-se da condição de observador externo. Executivo de multinacional e nascido no Chile, ele avalia a crise a partir de uma perspectiva global e acredita que não há razão para diagnósticos alarmistas. “As dificuldades e os agentes que a provocam são temporárias, enquanto as condições do país mostram-se favoráveis, com um mercado de 200 milhões de consumidores, instituições sólidas, liberdade política e ausência de conflitos essenciais, como os causados pelo extremismo religioso ou o político”, ponderou Vieira.

Seu conselho aos mais de 150 empresários brasileiros presentes na plateia foi no sentido de projetarem horizontes para o médio e longo prazos.

Na mesma linha, Artur Grynbaum chamou a atenção para o potencial do mercado interno, terceiro maior do mundo no segmento que ele atua, e, como Vieira, deu peso à importância de um planejamento para além da crise de hoje. O executivo também revelou números do grupo, com significativa expansão nos últimos anos. “É importante não penas como se 2016 fosse nosso limite. Quem congelar as expectativas e o planejamento nesse horizonte curto não estará bem posicionado para avançar quando as coisas melhorarem. E elas vão melhorar!”, afirmou.



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INTERNACIONALIZAR PODE SER O CAMINHO
Simpósio Nacional de Varejo e Shopping apresentou cases de marcas de varejo brasileiras que expandiram para o exterior
Expandir além das fronteiras nacionais. Esse pode ser o caminho para as marcas de varejo brasileiro nesse momento de instabilidade econômica e redução do poder de compra do consumidor. O assunto foi tema de um painel durante o 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Alshop nos dias 1º e 2 de abril no Conrad Punta del Este. A discussão foi conduzida por Salvador Parisi, diretor de Negócios Internacionais da Alshop e contou com a participação de David Barioni, presidente da Apex Brasil, Claudio Bobrow, sócio da Puket e Marco Aurélio Vidal, Diretor de Expansão da Arezzo.

Barioni mostrou-se surpreso com a quantidade de marcas brasileiras que têm procurado a Apex em busca a internacionalização. Segundo ele, até 2015 eram baixa a procura do segmento pela internacionalização. “Mas desde o final do ano passado, recebemos o contato de várias marcas do setor”, disse. Ele lembrou que a Apex realiza eventos em muitos lugares do mundo, colocando os empresários brasileiros em contato com possíveis parceiros internacionais. “A internacionalização é possível para marcas de pequeno, médio e grande porte, e a Apex está preparada para dar todo o suporte necessário para elas”.

Novas fronteiras
Bobrow contou que a internacionalização da Puket é muito contundente, especialmente porque encontraram um bom parceiro, com capilaridade e vigor para suportar a operação da Puket. Quanto ao produto, Bobrow avalia que o mais interessante da internacionalização é poder distribuir o mesmo produto que a consagrou no país, fortalecendo a marca. “Mas precisamos fazer adaptações, inclusive com os nossos fornecedores, pois o mercado externo tem regulamentações que não existem no Brasil”, resumiu.

Já a expansão da Arezzo se deu por meio da marca Schultz. Vidal explicou que o produto comercializado 70% igual à da coleção brasileira, com adaptações em cerca de 30% dos itens. O executivo ressaltou que o mercado norte americano é muito mais favorável ao empresário, já que sem o excesso de processos burocráticos, taxas e tributos, “é possível concentrar-se apenas na operação, investindo no trabalho de branding e nas experiências oferecidas no ponto de venda”.

"Em razão do momento atual da economia brasileira, a internacionalização de marcas é uma alternativa viável para o crescimento das empresas. Assim, a Alshop fechará uma parceria com APEX para fortalecer o processo de internacionalização", resumiu Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.

Nabil lembra que a entidade criou, recentemente, um nova diretoria apenas para auxiliar às marcas no processo de internacionalização – desde a avalição do novo mercado, auxilio com trâmites legais e burocráticos e até o relacionamento com possíveis parceiros e investidores. E a parceria com a Apex-Brasil, que será formatada e anunciada oficialmente nos próximos dias, fortalecerá a atuação dessa nova diretoria.

Questões trabalhistas
Os debatedores foram questionados por Ricardo Patah, presidente da UGT presente na plateia, sobre a necessidade de usar mão de obra brasileira na produção dos itens, evitando que o índice de desemprego torne-se ainda maior. Nesse momento, Claudio Bobrow ressaltou que será necessário rever algumas leis trabalhistas: “quando o produto é fabricado na China, por exemplo, a mão de obra custa ¼ do gasto em matéria-prima. No Brasil, a relação é de 1 para 1, encarecendo o produto final. Por que pagar R$ 10 em um item com valor agregado se poderia pagar R$ 6?”, exemplificou o executivo.

A questão trabalhista também está no foco da Alshop: em conversas internas com Ricardo Patah e empresários do porte de Luiza Helena Trajano, a Alshop já está alinhavando um pleito comum, que atenda às necessidades tanto dos empregadores quanto dos funcionários. Em seguida, esse pleito será apresentado ao MDIC e aos outros órgãos e autarquias que podem dar andamento à solicitação.



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ESTUDOS INÉDITOS TRAZEM PERFIL DO SETOR VAREJISTA E DE SHOPPING
Realizados em parceria pela Alshop com a Ibope Inteligência e Universo Varejo, estudos apontam mudanças no relacionamento dos lojistas com os consumidores e com os shoppings
O 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Alshop, apresentou dois estudos inéditos sobre o setor varejista. O primeiro, em parceria com o Ibope Inteligência, traçou um panorama da vacância em shopping center. Apresentado por Márcia Sola, Diretora da Unidade de Shopping, Varejo e Imobiliário do Ibope Inteligência, o painel trouxe números críticos: entre os shoppings inaugurados a partir de 2013, as lojas vagas representam 48% do ABL, em média.

O número é menor – mas não menos preocupante – para os shoppings já consolidados: 9,8% da área locável está vaga. “Esses dados não são culpa, apenas, da crise econômica, mas de decisões equivocadas de inaugurações e implantações de malls muito próximos”, avalia a executiva.

Boas decisões e experiências
Márcia, entretanto, ressaltou dois pontos positivos revelados pelo estudo: o primeiro é que o fluxo de pessoas nos shopping centers apresenta uma tendência de crescimento. Desde novembro passado, os meses fecham com frequência superior a anotada no mesmo mês do ano anterior.

Outro aspecto favorável: o Brasil tem 200 milhões de consumidores, “e eles precisam comer, se vestir e se divertir”, ressaltou Márcia. Ela ainda sugeriu aos empresários presentes que não cortem custos nas ações relacionadas à experiência para o consumidor pois, num cenário concorrido, proporcionar experiências agradáveis, lúdicas e afetivas pode ser o diferencial para conquistar o cliente. “O cenário é desafiador, mas é possível”, finalizou Marcia Sola.

Lojista versus Empreendedores
Na palestra “Varejo em Shopping: uma reflexão sobre o Setor”, o Sócio Diretor da Universo Varejo, Daniel Zanco, afirmou que 48% dos lojistas de shopping consultados acreditam que os empreendimentos são parceiros dos varejistas. O número é expressivo, mas quase empata com outro: 46% dos entrevistados pensam que os shoppings não se importam com os varejistas.

Em uma tentativa de esclarecer os fatos e estreitar os laços, Zanco juntou-se ao presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, na realização de um debate em formato inédito. Enquanto o consultor incitava os varejistas presentes a formularem suas questões, o presidente da entidade convidava os empreendedores de shopping center a emitirem seu posicionamento. Entre outros pleitos, ficou latente a necessidade de os shoppings fornecerem relatório de despesa de condomínio aos lojistas e a reformulação dos contratos de locação, de forma atenderem ao mercado atual.

“Essa iniciativa da Alshop foi muito boa e interessante. Esse é o momento de caminharmos juntos, é uma nova época”, avalia Nadim Elias Donato Filho, Presidente do Sindilojas BH. Outro participante do debate, Ricardo Sayoun, reitera: “O lado bom dessa crise é que ela nos aproxima”, concluiu.



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A LAVA JATO E A RESPONSABILIDADE JURÍDICA EMPRESARIAL
Juiz Federal aborda ambos os temas em painel do 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping e afirma que a pressão da sociedade é fundamental para o sucesso da operação
A operação Lava-Jato, que há dois anos movimento o cenário político e empresarial brasileiro, foi abordada em um dos painéis do 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping, realizado pela Alshop em Punta del Este entre 31 de março de 3 de abril. Para abordar o tema, foram convidados o juiz federal, Valter Shuenquener, e o jornalista Ricardo Boechat.

Membro do Conselho Nacional do Ministério Público por indicação do Supremo Tribunal Federal, Shuenquener concentrou a primeira parte da sua apresentação no tema “Segurança jurídica nas atividades empresariais”. A respeito, fez uma análise remetendo aos anos 1990 e julgou positivas as mudanças ocorridas desde então no panorama da segurança jurídica no Brasil.

O juiz também apontou como relevante o fato de os avanços não estarem atrelados a apenas um governo, mas serem resultados de três presidentes sucessivos, como inciativas concretizadas nas gestões de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff. Esse indicador, observou o palestrante, “fortalece a construção de políticas públicas perenes no campo da segurança jurídica”, disse.

Depois de realçar a importância de processos conciliatórios como forma de desafogar a Justiça, Shuenquener relembrou as privatizações, a proliferação de agências reguladoras, as parcerias público-privadas, a política de concessões e o novo código civil como etapas auxiliares nesse processo.

Ainda enumerou projetos de lei de igual sentido, como o PL 349, que obriga o administrador público a considerar interesses pregressos do agente privado na decretação de novas medidas legais, a inclusão das audiências públicas como parte obrigatória da elaboração de novas leis e a fixação de padrões técnicos para a ocupação de cargos nas agências reguladoras.

Lava jato
A segunda parte da apresentação focou a Lava Jato e seus possíveis desdobramentos. Questionado por Boechat, o juiz afirmou acreditar na continuidade da operação independentemente do desfecho da crise política. E acrescentou: “A pressão e a vigilância da sociedade garantem que nenhuma autoridade se interponha ao avanço das investigações, denúncias e julgamentos delas decorrentes”.

Sobre a delação premiada, Shuenquener declarou-se favorável, enfatizando que esse novo instrumento do processo legal foi responsável pelo maior conjunto de provas obtidas pelos procuradores da força-tarefa de Curitiba.

Por fim, o juiz federal mencionou a importância das “Dez medidas contra a corrupção”, transformadas em projeto de iniciativa popular já apresentada ao Congresso e o acolhimento das decisões do Juiz Moro, consideradas por ele “bem estruturadas pelas instâncias superiores”.

A realização deste painel demonstra o comprometimento da Alshop com a transparência, a governança e o fim da corrupção, mazela que atrapalha o desenvolvimento de todo o país e que acomete a todos os setores produtivos.



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COMO CRESCER NA CRISE?
Uma das grandes questões para o varejo nacional foi abordado em painel do 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping
Como crescer na crise? Uma das dúvidas que mais preocupam o varejo brasileiro, especialmente em shopping centers, gerou um painel no 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping. Comandado pelo coordenador do Centro de Excelência em Varejo da FGV, Jacques Gelman, contou com a participação do CEO da Petz, Sergio Zimerman; do presidente da Cybelar, Ubirajara Pasquotto; do presidente do Grupo Trigo Franquias, Tom Leite e do presidente da Cielo, Rômulo Dias.

“Esse painel se comprometeu a compartilhar com todos os presentes as ações e eventos de empresas extremamente expressivas e líderes em seus mercados e que enfrentam, com galhardia, as dificuldades desse momento de crise”, avaliou Jacques Gelman.

Variáveis: focar no que pode ser mudado
Sergio Zimerman abriu a sua fala com uma provocação, chamando à reflexão do papel como varejistas no cenário atual. “Sinto-me culpado e negligente em não ter postura de manifestação anos atrás, quando as coisas estavam boas, e nós víamos que o Governo só aumentava os gastos sem investir em infraestrutura”, ponderou. E continuou: “Depois de vários ciclos de crescimento, existem os períodos de ajuste. E é nesses momentos que buscamos eficiência e tentamos fazer a lição de casa. Precisamos a aprender fazer isso quando o vento estiver favorável, também”.

Em seguida, sugeriu aos administradores presentes dividirem as ações em variáveis controláveis ou não, e usar a energia naquilo que se pode fazer de concreto dentro das empresas. Nesse sentido, as ações da Petz estão relacionadas ao ajuste de despesas, de forma a não ter que cortar os investimentos necessários. “Quando você investe em lojas vocês está construindo uma coisa para o futuro”, reiterou Zimerman.

Energia e inovação: cultura operacional
Tom Leite apresentou um estudo de desempenho do setor de alimentação, do IFB (Instituto de Food Service Brasileiro), que reúne as empresas do Grupo Trigo, KFC, Habib´s, Patroni e outras. “O setor de alimentação é o último a ser impactado pela crise e, se Deus quiser, será o primeiro a se recuperar quando sairmos desse momento”. Leite afirmou que o setor está, sim, sentindo os efeitos da crise econômica, entretanto a cultura do Grupo Trigo inclui a cultura de crescimento de alto impacto, que gera valor aos franqueados, acionistas, colaboradores e clientes – e o resultado é um crescimento projetado de 11% em 2016, atrelado à abertura de 45 lojas das 3 marcas (Spoleto, Domino´s e Koni).

O executivo também apresentou quatro pilares fundamentais para a manutenção do crescimento do grupo: Cultura, Gestão de Custos e de Despesas, Desenvolvimento e Fortalecimento de Avenidas de Crescimento e o Fortalecimento do Sistema de Franquias. Leite ainda questionou a burocracia e o excesso de leis brasileiras, que onerou em R$ 2 milhões o sistema de delivery comprado pelo grupo por exigir diversas adaptações, e revelou a admiração por outros executivos presentes ao simpósio.

Experiência para o consumidor
O presidente da Cybelar comentou que a rede, com presença mais expressiva em ruas do que em shoppings, está passando pelo momento mais delicado de sua história, sentindo a retração do mercado consumidor. “Não existe perspectiva de que esse segmento volte a se fortalecer ao nível que já esteve antes”, lamentou. Mas lembrou a apresentação de Daniel Zanco e sugeriu a criação de novas alianças e o reforço de alianças antigas. “Temos que buscar parceria e compartilhar resultados”, resumiu. “O nosso grande exercício é transformar o momento numa busca de solução, oferecendo ao cliente uma experiência melhor por meio de tecnologia e a inovação”, declarou.

Dias fez uma consideração sobre a indústria, afirmando serem “estruturais” os desafios atuais para o segmento onde atua. Segundo ele, anteriormente as empresas estrangeiras tinham até oito anos para se adaptar e, agora, isso precisa ser feito de imediato. “Não pode haver mudanças cognitivas entre o que eu falo e o que eu faço”, recomendou à plateia, mostrando que a gestão e a liderança são indispensáveis para o sucesso da organização em qualquer cenário.

O painel teve boa repercussão entre os presentes, como o Charles Krell, do Grupo Iguatemi: "Sensibilizou a todos com informações, exemplos, exposição de idéias e alternativas e mais. Passou a visão da força do varejo brasileiro, apresentando alternativas de rotas", ponderou. "Gostei do painel, pois além dos debatedores a plateia também pôde contribuir com argumentações, e todos os pontos abordados foram interessantes", avaliou Robson Santos, da AD Shopping.



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Conclusões e encerramento do Simpósio
Estamos vivendo a maior crise política, institucional, moral e ética da história brasileira, com profundos reflexos na economia e, também, no plano social. Empresários, executivos, parlamentares presos por conta de seus crimes.

O país está mudando, as cobranças da sociedade, as mobilizações que vêm acontecendo demonstram a insatisfação geral com esse quadro deprimente que estamos passando.

Preocupados com essa situação e buscando alternativas, realizamos o 1º Simpósio Nacional de Varejo e Shopping. O Simpósio foi estruturado em três pilares:

- transparência, ética e governança entre shoppings e lojistas,
- tributos, desburocratização e redução de custos em âmbitos municipal, estadual e federal,
- social, melhorando a relação entre shopping, governo e cidadão.

Após dois dias de debates e de algumas ações concretas, ficou estabelecido:
1) Criação de um grupo de trabalho na gestão do IPTU. Os participantes desse grupo serão advogados especialistas juntos à Alshop, Abrasce, Executivos de Shopping e SECOVI;
2) Um grupo para análise, mediação e futura aprovação do trabalho intermitente, coordenado por Paulo Solmucci, presidente da Abrasel e com participações de Ricardo Patah, presidente da UGT e lojistas.
3) Desburocratização e atualização na relação shopping, lojista e autoridades visando a redução de custos, relatórios de desempenho e de despesas, objetivando a transparência entre as partes envolvidas.
4) Maior estreitamento das relações Governo e Varejo, conforme enfatizado pelas autoridades presentes: APEX, MDIC e Governos estadual e municipal, tendo como elo a Alshop.

Para a busca de soluções é de suma importância o envolvimento de empresários, entidades e autoridades no desenvolvimento desses pleitos.

Nabil Sahyoun
Presidente, ALSHOP








Programação do simpósio
Dia 30/03 (Quinta-feira)

19h00 - 20h30:
Coquetel Boas Vindas (Ovo Day – Hotel Conrad)

Jantar Livre
Dia 31/03 (Sexta-feira)

08h30 - 09h00:
Abertura do evento
PAINEL 1 - IMPOSTOS E TRIBUTOS
09h00 - 10h15:
ICMS e o impacto no varejo
DEPUTADO LUIS CARLOS HAULY, Relator Reforma Tributária
SÉRGIO ZIMERMAN, Presidente, Petz
RAQUEL DO AMARAL, Tributarista, Rosely Cruz by neolaw.
PAINEL 2 - SHOPPINGS E CIDADES
10h15 - 11h30:
Os entraves do IPTU no país da burocracia
FLÁVIO AMARY, Presidente, SECOVI
RENATO RIQUE, Presidente, Aliansce Shopping
11h30 - 12h00:
INTERVALO
PAINEL 3 - ALMOÇO DEBATE - COMÉRCIO E SERVIÇOS
12h00 - 13h30:
Nova Realidade nas relações trabalhistas
PAULO SOLMUCCI, Presidente, Abrasel
RONALDO NOGUEIRA, Ministro do Trabalho
RICARDO PATAH, Presidente, UGT
ROGÉRIO MARINHO, Deputado Federal
MARCELO SILVA, Vice Presidente, Magazine Luiza
PAINEL 4 - ESTUDO IBOPE/ALSHOP
14h00 - 14h45:
Tendências de Consumo – O Varejo Brasileiro Rumo a 2022
MÁRCIA SOLA, Diretora, IBOPE Inteligência
PAINEL 5 - PERSPECTIVAS E DESAFIOS
14h45 - 16h00:
Qual o papel do Shopping no novo cenário de consumo?
PAULO SECCHES, Officina Sophia Retail
GLAUCO HUMAI, Abrasce
BRUNO GIORGNI, DNA Shopper
16h00 - 16h30:
COFFEE BREAK
PAINEL 6 - DEBATE VAREJO E SHOPPING
16h30 - 17h30:
Lojistas e Shoppings: juntos pelo crescimento
DANIEL ZANCO, Sócio-Fundador, Universo Varejo
17h30 – 18h30:
Sunset Happy Hour (Blend Bar Lounge – Hotel Conrad)
Jantar Livre
* Exclusivo "Pacote Completo"
Dia 01/04 (Sábado)

08h30 - 09h00:
Abertura do evento
UNECS
08h30 - 09h00:
Unidos por um Brasil melhor!
EMERSON DESTRO, ABAD
FERNANDO YAMADA, ABRAS
PAULO SOLMUCCI, Abrasel
NABIL SAHYOUN, Alshop
CLAUDIO CONZ, Anamaco
GEORGE PINHEIRO, CACB
HONÓRIO PINHEIRO, CNDL
ALEXANDRE SEABRA, UNECS
PAINEL 1 - INTERNACIONALIZAÇÃO
09h00 - 10h10:
No mundo
RICARDO CAMARGO, Alshop
MARCELO MARTINEZ, Café Martinez
GABRIEL GRASIVSO, Surplus
ALAN AURICH, Havanna
FERNANDO PERRI, Vivenda do Camarão
PAINEL 2 - ESTRATÉGIAS PARA O CRESCIMENTO
10h30 - 11h30:
Contribuição das empresas para o crescimento do Brasil
IURI MIRANDA, Presidente, Burger King
JOÃO APPOLINÁRIO, Presidente, Polishop
PAINEL 3 - ALMOÇO DEBATE
12h00 - 13h30:
A atividade empresarial e os modernos instrumentos jurídicos
MINISTRO LUIZ FUX
14h00 - 16h30:
Programação Turística – Informações: recepção do Hotel Conrad (Garrido Tour)

19h00 - 22h00:
Jantar Prêmio Empresário do Ano (Salão Punta del Este – Hotel Conrad)

22h00 - 23h00:
Late Happy Hour (Blend Bar Casino – Hotel Conrad)

00h00:
Disco (Ovo Night – Hotel Conrad)
Dia 02/04 (Domingo)

Retorno para o Brasil (Aeroporto de Guarulhos-SP)::

Vôo via Montevidéu: GOL 7631 - 14h25 - 16h50
10h00 - Check-out
Saída do transfer: às 11h00

Vôo via Punta del Este: LATAM JJ 8145 - 16h00 - 18h30
13h00 - Check-out
14h00 - Transfer: Hotel Conrad
* No caso de optarem por passeios turísticos no domingo, sugerimos que cheguem ao aeroporto até às 14h30